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	<title>Programa Nacional de Imunizações &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Acre intensifica combate à desinformação para elevar vacinação contra HPV entre adolescentes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 13:25:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Acre enfrenta um dos maiores desafios do país quando o assunto é vacinação contra o HPV. Apesar dos avanços registrados nos últimos anos, o estado ainda apresenta os menores índices nacionais de cobertura vacinal entre crianças e adolescentes, resultado de uma resistência que autoridades de saúde associam diretamente à disseminação de informações falsas ocorrida [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Acre enfrenta um dos maiores desafios do país quando o assunto é vacinação contra o HPV. Apesar dos avanços registrados nos últimos anos, o estado ainda apresenta os menores índices nacionais de cobertura vacinal entre crianças e adolescentes, resultado de uma resistência que autoridades de saúde associam diretamente à disseminação de informações falsas ocorrida há quase uma década.</p>
<p>Dados mais recentes mostram que, em 2025, a cobertura vacinal contra o HPV alcançou 59% das meninas e 50% dos meninos no Acre. Os números estão muito abaixo da média nacional, que chegou a 86% entre as meninas e 74,5% entre os meninos.</p>
<p>A origem desse cenário remonta a 2017, quando 74 adolescentes acreanos apresentaram sintomas como dores de cabeça, desmaios e episódios de convulsão após receberem a vacina. O caso ganhou ampla repercussão e rapidamente se espalhou pelas redes sociais e por veículos de comunicação, gerando insegurança em milhares de famílias.</p>
<p>Investigações conduzidas por órgãos de saúde descartaram qualquer relação entre os componentes do imunizante e os sintomas relatados pelos adolescentes. Uma força-tarefa analisou lotes da vacina e realizou exames detalhados nos jovens envolvidos. Entre os casos mais graves, 12 adolescentes foram encaminhados para avaliação na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), onde passaram por uma extensa bateria de exames especializados. Nenhuma evidência apontou falhas na vacina.</p>
<p>Mesmo após a conclusão das investigações, os impactos da desinformação permaneceram. Segundo profissionais da área de imunização, o episódio provocou um aumento expressivo nas notificações de supostos efeitos adversos, impulsionado pelo medo e pela circulação de informações incorretas sobre a segurança do imunizante.</p>
<p>Para reverter esse quadro, o governo estadual e o Ministério da Saúde vêm intensificando campanhas de conscientização, ações educativas e busca ativa de adolescentes que ainda não receberam a vacina. O objetivo é recuperar a confiança da população e ampliar a proteção contra doenças associadas ao vírus.</p>
<p>O HPV, sigla para papilomavírus humano, está relacionado ao desenvolvimento de diversos tipos de câncer, incluindo câncer do colo do útero, pênis, ânus, boca e garganta. No Brasil, a doença é responsável por milhares de mortes todos os anos, tornando a vacinação uma das principais estratégias de prevenção disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS).</p>
<p>Atualmente, a vacina é recomendada para meninas e meninos de 9 a 14 anos. O Ministério da Saúde também mantém uma estratégia de resgate vacinal voltada para jovens de 15 a 19 anos que ainda não receberam a dose, permitindo ampliar a proteção desse público até junho de 2026.</p>
<p>As autoridades sanitárias destacam que o imunizante possui eficácia comprovada e é considerado seguro por órgãos de saúde nacionais e internacionais. A expectativa é que o reforço das campanhas informativas ajude a reduzir a influência das notícias falsas e permita que o Acre avance na cobertura vacinal, aproximando-se das metas estabelecidas pelo Programa Nacional de Imunizações.</p>
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		<title>Brasil entra em alerta diante do avanço do sarampo nas Américas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 14:31:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[O Brasil está em estado de alerta máximo por causa do crescimento expressivo dos casos de sarampo em países das Américas. A preocupação das autoridades sanitárias se intensificou após a rápida escalada da doença no continente, que já registra, em poucos meses de 2026, números próximos à metade de todo o volume contabilizado ao longo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil está em estado de alerta máximo por causa do crescimento expressivo dos casos de sarampo em países das Américas. A preocupação das autoridades sanitárias se intensificou após a rápida escalada da doença no continente, que já registra, em poucos meses de 2026, números próximos à metade de todo o volume contabilizado ao longo de 2025.</p>
<p>Dados recentes indicam que, no ano passado, foram confirmados 14.891 casos da doença em 14 países, com 29 mortes. Já em 2026, até o início de março, mais de 7 mil infecções haviam sido registradas, evidenciando a aceleração da transmissão.</p>
<p>Apesar do cenário internacional, o Brasil mantém o status de país livre da circulação sustentada do vírus, certificado recuperado em 2024. Ainda assim, o risco de reintrodução da doença preocupa, principalmente devido ao aumento da circulação de pessoas entre países com surtos ativos.</p>
<p>O primeiro caso confirmado no país neste ano foi registrado em uma bebê de seis meses, em São Paulo, que contraiu a doença durante viagem à Bolívia, onde há surto em andamento. O episódio reforça o alerta sobre a entrada de casos importados.</p>
<p>Para conter possíveis avanços, o Ministério da Saúde tem intensificado ações de vigilância e vacinação, especialmente em regiões de fronteira. As autoridades também destacam a importância de manter altas coberturas vacinais como principal estratégia de prevenção.</p>
<p>O calendário do Sistema Único de Saúde prevê duas doses da vacina contra o sarampo: a primeira aos 12 meses, por meio da tríplice viral, e a segunda aos 15 meses, com a tetraviral. Pessoas de até 59 anos sem comprovação de imunização também devem se vacinar.</p>
<p>Especialistas alertam que a queda na cobertura vacinal em alguns locais tem contribuído para o ressurgimento da doença, considerada altamente contagiosa e potencialmente grave. Complicações podem incluir pneumonia e problemas neurológicos, além do risco de morte.</p>
<p>Diante do aumento de casos em países como Estados Unidos, México e Canadá — que concentram grande parte das infecções — o fluxo internacional de viajantes é apontado como um dos fatores que podem favorecer a disseminação do vírus.</p>
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		<title>Vacinação contra a gripe é segura e essencial: veja o que é fato e o que é mito</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Apr 2025 15:06:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Campanha de Vacinação]]></category>
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		<category><![CDATA[Gripe]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[Programa Nacional de Imunizações]]></category>
		<category><![CDATA[SBIm]]></category>
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					<description><![CDATA[A campanha nacional de vacinação contra a gripe começou na última segunda-feira (7) nas regiões Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul, com o desafio de imunizar pelo menos 90% do público-alvo, que inclui idosos, crianças entre 6 meses e 6 anos, gestantes e puérperas. No segundo semestre, será a vez da Região Norte, durante o chamado [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A campanha nacional de vacinação contra a gripe começou na última segunda-feira (7) nas regiões Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul, com o desafio de imunizar pelo menos 90% do público-alvo, que inclui idosos, crianças entre 6 meses e 6 anos, gestantes e puérperas. No segundo semestre, será a vez da Região Norte, durante o chamado “inverno amazônico”, período de chuvas entre dezembro e maio.</p>
<p>O Ministério da Saúde alerta que, nesta época do ano, o vírus influenza tende a circular com mais intensidade, o que aumenta o risco de agravamento da doença para os grupos vulneráveis. Por isso, a orientação é que essas pessoas procurem as unidades de saúde o quanto antes para se proteger.</p>
<figure id="attachment_82914" aria-describedby="caption-attachment-82914" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-82914" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/04/12-Presidente-da-Republica-Luiz-Inacio-Lula-da-Silva-e-vacinado-contra-a-gripe-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C448&#038;ssl=1" alt="Presidente Da República, Luiz Inácio Lula Da Silva, é Vacinado Contra A Gripe - Expresso Carioca" width="754" height="448" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/04/12-Presidente-da-Republica-Luiz-Inacio-Lula-da-Silva-e-vacinado-contra-a-gripe-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/04/12-Presidente-da-Republica-Luiz-Inacio-Lula-da-Silva-e-vacinado-contra-a-gripe-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C178&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/04/12-Presidente-da-Republica-Luiz-Inacio-Lula-da-Silva-e-vacinado-contra-a-gripe-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C89&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/04/12-Presidente-da-Republica-Luiz-Inacio-Lula-da-Silva-e-vacinado-contra-a-gripe-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C446&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-82914" class="wp-caption-text">Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, é vacinado contra a gripe &#8211; Foto: Ricardo Stuckert / PR</figcaption></figure>
<h3>O desafio da desinformação</h3>
<p>Apesar da eficácia da vacina, fake news têm atrapalhado a adesão à campanha, como alerta Monica Levi, presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm). Segundo ela, a desinformação representa uma ameaça real à saúde pública.</p>
<blockquote><p>“Informação falsa, às vezes, é mais letal do que a própria doença. Essa é uma das grandes ameaças à saúde humana”, afirma. “Algumas pessoas podem deixar de se vacinar, acreditando em histórias falsas, e consequentemente vão continuar vulneráveis, o que pode até levar ao óbito.”</p></blockquote>
<p>O imunizante contra a gripe, segundo o Ministério da Saúde, previne entre 60% e 70% dos casos graves e óbitos relacionados à doença. Ainda assim, diversos boatos circulam nas redes sociais e colocam vidas em risco.</p>
<h3>Verdades e mentiras sobre a vacina da gripe</h3>
<p>A seguir, veja o que é verdade e o que é mito sobre a imunização, com base nos esclarecimentos da presidente da SBIm:</p>
<p><strong>MENTIRA</strong>: “A vacina faz a pessoa pegar gripe”<br />
<strong>VERDADE</strong>: O imunizante <strong>não causa gripe</strong>. O que pode ocorrer é a manifestação de sintomas causados por outros vírus respiratórios, como rinovírus ou o vírus da covid-19, comuns nessa época do ano. Além disso, o corpo leva pelo menos <strong>duas semanas para desenvolver imunidade</strong>, e nesse período a pessoa ainda está suscetível à infecção.</p>
<p><strong>MENTIRA</strong>: “A vacina não é segura e pode causar mortes em idosos”<br />
<strong>VERDADE</strong>: Trata-se de uma vacina <strong>inativada</strong>, feita com fragmentos de vírus mortos, o que garante <strong>alta segurança mesmo em pessoas com imunidade comprometida</strong>. “Uma pessoa que faz transplante de medula óssea, a primeira vacina que ele tem que tomar, três meses pós-transplante, é a vacina contra a gripe”, afirma Monica Levi.</p>
<p><strong>MENTIRA</strong>: “A vacina não evita o contágio, portanto, é ineficaz”<br />
<strong>VERDADE</strong>: A vacina <strong>reduz principalmente os casos graves e as mortes</strong>. Mesmo que não impeça totalmente o contágio, ela é essencial para evitar complicações, especialmente em idosos, crianças e pessoas com comorbidades.</p>
<p><strong>MENTIRA</strong>: “A gripe é leve, não há necessidade de vacinação”<br />
<strong>VERDADE</strong>: Embora muitos casos sejam brandos, <strong>a gripe pode evoluir para quadros graves</strong>, como pneumonia e agravamento de doenças pré-existentes. “Por isso que essa é uma vacina muito importante na faixa etária dos idosos, porque eles apresentam mais quadros graves, com mais internação e mais óbitos”, explica a especialista.</p>
<p><strong>MENTIRA</strong>: “Estão misturando a vacina da gripe com a da covid”<br />
<strong>VERDADE</strong>: Cada vacina possui <strong>composição e finalidade próprias</strong>. “Não se faz alquimia com nenhuma vacina”, destaca Levi. Vacinas combinadas existem, mas são desenvolvidas e testadas em laboratório, com aprovação de órgãos reguladores — <strong>não é o caso da gripe e da covid-19</strong>, que são aplicadas separadamente.</p>
<h3>Vacina atualizada e anual</h3>
<p>O imunizante da campanha atual é eficaz contra três tipos do vírus influenza: <strong>H1N1, H3N2 e Influenza B</strong>. Como esses vírus sofrem mutações com frequência, a vacina é <strong>atualizada todos os anos</strong>, o que reforça a necessidade de se vacinar anualmente.</p>
<h3>Quem deve se vacinar?</h3>
<p>A campanha é destinada a grupos prioritários, entre eles:</p>
<ul>
<li>Idosos (60 anos ou mais)</li>
<li>Crianças de 6 meses a menores de 6 anos</li>
<li>Gestantes e puérperas</li>
<li>Povos indígenas</li>
<li>Pessoas em situação de rua</li>
<li>Portadores de doenças crônicas e condições clínicas especiais</li>
<li>Pessoas com deficiência permanente</li>
<li>População privada de liberdade</li>
<li>Profissionais da saúde, educação, segurança pública, transporte, salvamento, portos e das Forças Armadas</li>
</ul>
<p><strong>Vacinar-se é um ato de proteção individual e coletiva.</strong> Para muitos, é a diferença entre um quadro leve e uma hospitalização grave — ou até mesmo a vida e a morte.</p>
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