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	<title>Programa Caminhos da Reportagem &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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		<title>Mais de 400 grupos celebram o Bumba-meu-boi no Maranhão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Jul 2025 14:48:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[O Maranhão já vive a temporada do Bumba-meu-boi, uma das manifestações culturais mais emblemáticas do Brasil e reconhecida pela Unesco como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade desde 2019. Neste ano, 450 grupos movimentam comunidades e fortalecem tradições, com festas que se estendem de maio até dezembro em algumas localidades. A riqueza dessa cultura será tema [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.instagram.com/entretee" target="_blank" rel="noopener"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-83228" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Logo_Entrete_300x-e1746198766483.png?resize=200%2C32&#038;ssl=1" alt="Entretê - Expresso Carioca" width="200" height="32" /></a>O Maranhão já vive a temporada do Bumba-meu-boi, uma das manifestações culturais mais emblemáticas do Brasil e reconhecida pela Unesco como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade desde 2019. Neste ano, 450 grupos movimentam comunidades e fortalecem tradições, com festas que se estendem de maio até dezembro em algumas localidades.</p>
<p>A riqueza dessa cultura será tema do programa <em>Caminhos da Reportagem</em>, exibido pela TV Brasil nesta segunda-feira (21), às 23h. A reportagem especial mergulha na história, nos significados e na força econômica e social dessa festa popular.</p>
<h3>História e sincretismo</h3>
<p>Embora os registros do Bumba-meu-boi remontem à primeira metade do século XIX, suas raízes são ainda mais antigas, resultado da fusão entre memórias afro-brasileiras, indígenas e católicas.</p>
<blockquote><p><em>“Já que o escravizado não podia trazer nada de material, trazia tudo na memória. Então, a religiosidade e os ritos eram reinventados aqui”</em>, explica Carlos Benedito, da UFMA.</p></blockquote>
<p>O sincretismo religioso é central para a tradição: as festas coincidem com datas como São João, São Pedro e São Marçal, e cultuam também entidades das religiões de matriz africana.</p>
<h3>Diversidade e devoção</h3>
<p>A produção mostra os diferentes sotaques do boi — zabumba, matraca, baixada, orquestra e costa de mão — e histórias pessoais, como a de Arcangelo Reis, que criou o Boi Anjo do Meu Sonho após uma visão espiritual:</p>
<blockquote><p><em>“Para mim, largar esse boi, só depois que Deus me levar”</em>, diz o brincante.</p></blockquote>
<p>Além do aspecto religioso e cultural, o boi movimenta a economia criativa: costureiros, músicos, pintores e vendedores dependem das festividades para garantir renda. É o caso da artesã Géssica Tavares, que personaliza matracas e camisetas:</p>
<blockquote><p><em>“Tenho vendido tanto para turistas quanto para pessoas daqui que valorizam a nossa cultura”</em>, conta.</p></blockquote>
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