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	<title>profissionais &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Ministério da Saúde Envía Ajuda ao Rio Grande do Sul após Temporais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 May 2024 15:14:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério da Saúde anunciou a mobilização de profissionais e recursos para ajudar a população do Rio Grande do Sul após os temporais que atingiram a região. Cerca de 60 profissionais do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA) e do Grupo Hospitalar Conceição (GhC) foram enviados para prestar assistência. Além disso, equipes da Força [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde anunciou a mobilização de profissionais e recursos para ajudar a população do Rio Grande do Sul após os temporais que atingiram a região. Cerca de 60 profissionais do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA) e do Grupo Hospitalar Conceição (GhC) foram enviados para prestar assistência.</p>
<p>Além disso, equipes da Força Nacional do Sistema Único de Saúde (SUS) também estão no estado para reforçar o atendimento e reduzir os riscos de exposição da população a doenças e agravos.</p>
<p>O ministério enviou 20 kits de emergência, contendo medicamentos e insumos suficientes para atender até 30 mil pessoas por um período de 30 dias. Cada kit é composto por 32 tipos de medicamentos e 16 tipos de insumos, incluindo luvas, seringas e ataduras.</p>
<p>Adicionalmente, será instalado um Centro de Operações de Emergência (COE) para eventos naturais extremos no estado. Essa iniciativa visa analisar dados e informações para subsidiar a tomada de decisões dos gestores de saúde e técnicos, ajudando na definição de estratégias e ações adequadas para enfrentar emergências em saúde pública.</p>
<p>Para lidar com os danos e traçar estratégias, uma equipe da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde está no Rio Grande do Sul, buscando evitar problemas maiores em unidades de saúde, orientar o estado e os municípios, e apoiar no processo de recuperação das áreas afetadas.</p>
<p>O estado do Rio Grande do Sul enfrenta uma situação crítica, com 31 mortes, 74 pessoas desaparecidas e 56 feridas devido às chuvas. Mais de 235 municípios foram afetados, totalizando 351.639 pessoas atingidas, sendo 17.087 desalojadas e 7.165 em abrigos. O governador Eduardo Leite destacou que os números devem aumentar nos próximos dias, dada a dificuldade de acessar certas localidades afetadas.</p>
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		<title>Varíola dos macacos: capacitação reúne profissionais da América Latina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jun 2022 14:34:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) sedia hoje (9) a primeira capacitação sobre diagnóstico laboratorial da varíola dos macacos para profissionais de saúde de sete países da América Latina. O treinamento é iniciativa da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas/OMS), do Ministério da Saúde e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Vão participar técnicos de institutos nacionais de Saúde da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) sedia hoje (9) a primeira capacitação sobre diagnóstico laboratorial da varíola dos macacos para profissionais de saúde de sete países da América Latina. O treinamento é iniciativa da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas/OMS), do Ministério da Saúde e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Vão participar técnicos de institutos nacionais de Saúde da Bolívia, do Equador, da Colômbia, do Peru, Paraguai, Uruguai e da Venezuela. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Serão discutidos até amanhã (10) procedimentos de detecção e diagnóstico do vírus no contexto de preparação e resposta a uma possível emergência sanitária. A capacitação inclui treinamento prático para realização de diagnóstico molecular pela metodologia de PCR em tempo real (protocolo padrão adotado pela Organização Mundial da Saúde). Além de aprender a realizar o teste diagnóstico, os profissionais serão capazes de identificar as linhagens virais, que são a da África Central e a da África Ocidental.</p>
<p>O treinamento será ministrado pelo Laboratório de Enterovírus do Instituto Oswaldo Cruz. A revisão dos protocolo e materiais necessários será conduzida pelo virologista Edson Elias da Silva, chefe do laboratório da Fiocruz, que também realizará atividades teóricas e práticas.</p>
<p>Na manhã desta quinta-feira, haverá cerimônia de abertura para marcar o início do curso. Estão previstas as participações da presidente da Fiocruz, Nísia Trindade Lima, da diretora do Instituto Oswaldo Cruz, Tania Araujo-Jorge, do secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Arnaldo Correia, da representante da Opas no Brasil, Socorro Gross Galiano, e do assessor regional para doenças virais da organização, Jairo Mendez.</p>
<p>Diante da circulação da doença em diversos países em que ela não é endêmica, a Opas recomenda que todos os casos suspeitos de varíola dos macacos, considerando a avaliação clínica e epidemiológica, devem ser testados. Os sintomas podem incluir lesões na pele, febre, dor no corpo e dor de cabeça, entre outros. Segundo a Fiocruz, a letalidade é estimada entre 1% e 10%, com quadros mais graves em crianças e pessoas com imunidade reduzida.</p>
<p>A chamada varíola dos macacos é endêmica em países da África Ocidental e Central, mas, desde o dia 13 de maio, 780 casos foram confirmados em 27 países fora da área onde a doença costuma circular. Segundo a Fiocruz, a maioria das pessoas com casos confirmados relatou viagens a países da Europa e América do Norte, em vez da África Ocidental ou Central. Na região das Américas, há casos confirmados no México (1), na Argentina (2), nos Estados Unidos (19) e no Canadá (58). No Brasil, havia oito casos suspeitos, em balanço divulgado pelo Ministério da Saúde.</p>
<p>Apesar do nome, a doença não é transmitida por macacos. Eles apenas podem adoecer, assim como os seres humanos. Atualmente, não se sabe qual animal mantém o vírus na natureza, mas acredita-se que roedores tenham papel na disseminação da doença na África, onde o vírus é endêmico.</p>
<p>A transmissão do vírus de animais para pessoas pode se dar por meio de mordida ou arranhadura, pelo manuseio de caça selvagem ou pelo uso de produtos feitos de animais infectados. Entre pessoas, a transmissão ocorre principalmente por meio do contato direto, como beijo ou abraço, ou por feridas infecciosas, crostas ou fluidos corporais, além de secreções respiratórias durante contato pessoal prolongado.</p>
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