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	<title>Produto Interno Bruto &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Brasil registra 6º maior crescimento do G20 em 12 meses, apesar de desaceleração</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Sep 2025 18:56:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento]]></category>
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					<description><![CDATA[A economia brasileira registrou crescimento de 3,2% nos últimos 12 meses, segundo dados divulgados nesta terça-feira (2) pelo IBGE, colocando o país na 6ª posição entre as maiores economias do G20 que já apresentaram seus resultados de Produto Interno Bruto (PIB) para o período. Na comparação com o segundo trimestre de 2024, a alta foi [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A economia brasileira registrou crescimento de 3,2% nos últimos 12 meses, segundo dados divulgados nesta terça-feira (2) pelo IBGE, colocando o país na 6ª posição entre as maiores economias do G20 que já apresentaram seus resultados de Produto Interno Bruto (PIB) para o período.</p>
<p>Na comparação com o segundo trimestre de 2024, a alta foi de 2,2%. Já em relação ao primeiro trimestre de 2025, a expansão foi de apenas 0,4%, ritmo menor que os 1,3% registrados entre outubro e dezembro do ano passado, evidenciando uma desaceleração.</p>
<h3><strong>Ranking internacional</strong></h3>
<p>De acordo com levantamento da Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Fazenda, o Brasil aparece atrás apenas de Índia (6,8%), China (5,2%), Indonésia (5%), Arábia Saudita (3,7%) e Turquia (3,3%) no acumulado em 12 meses.</p>
<p>No recorte trimestral, o Brasil ficou em 9º lugar, atrás de países como Indonésia, Estados Unidos e Arábia Saudita.</p>
<h3><strong>Por que o ritmo caiu</strong></h3>
<p>A coordenadora de Contas Nacionais do IBGE, Rebeca Palis, explicou que a perda de fôlego está ligada à política monetária restritiva, com juros altos para controlar a inflação. Essa estratégia tende a reduzir o consumo, o investimento e, consequentemente, a atividade econômica.</p>
<h3><strong>Perspectivas</strong></h3>
<p>Para o terceiro trimestre, a SPE prevê um ritmo “pouco inferior” ao atual, citando fatores como:</p>
<ul>
<li>desaceleração no crédito e alta da inadimplência;</li>
<li>resiliência do mercado de trabalho;</li>
<li>impacto positivo do pagamento de precatórios e do crédito consignado ao trabalhador.</li>
</ul>
<p>A projeção oficial de 2,5% de crescimento do PIB em 2025 tem agora um “viés de baixa”, segundo a SPE, devido ao efeito acumulado da política de juros sobre a atividade econômica.</p>
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		<title>Ministro Paulo Guedes diz que Brasil preservou responsabilidade fiscal</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/ministro-paulo-guedes-diz-que-brasil-preservou-responsabilidade-fiscal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Feb 2022 22:02:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[G20]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo Guedes]]></category>
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					<description><![CDATA[O Brasil conseguiu preservar a responsabilidade fiscal em 2021 após os gastos recordes em 2020 devido à pandemia de covid-19, disse hoje (17) o ministro da Economia, Paulo Guedes. Ele participou de reunião de ministros de Finanças e presidentes de Bancos Centrais do G20 (grupo das 20 maiores economias do planeta) por meio de vídeo gravado e [&#8230;]]]></description>
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<p>O Brasil conseguiu preservar a responsabilidade fiscal em 2021 após os gastos recordes em 2020 devido à pandemia de covid-19, disse hoje (17) o ministro da Economia, Paulo Guedes. Ele participou de reunião de ministros de Finanças e presidentes de Bancos Centrais do G20 (grupo das 20 maiores economias do planeta) por meio de vídeo gravado e disse que diversas projeções sobre o país estavam equivocadas.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>“Nosso déficit primário caiu de 10% do PIB [Produto Interno Bruto], em 2020, para 0,4% em 2021, o melhor nível desde 2014. A dívida pública [bruta], que os pessimistas disseram que chegaria a 100% do PIB, está de volta a gerenciáveis 80% em 2021. Os gastos públicos caíram de 26% do PIB para 18,6%. Essas são conquistas que poucas economias no mundo obtiveram. As previsões pessimistas têm se provado equivocadas de forma consistente. Nós mantivemos sólidos fundamentos fiscais”, declarou o ministro.</p>
<p>Guedes também disse que o Brasil está preparado para o crescimento. Segundo ele, o PIB brasileiro recuperou-se de forma acelerada em 2021, e o país tornou-se uma das nove economias do G20 que recuperaram o nível de produção observado antes da pandemia.</p>
<p>Para Guedes, a recuperação da economia brasileira em 2021 pode ser explicada pelo “o alto índice da população plenamente vacinada” contra a covid-19 e pelos programas de preservação de empregos. Na avaliação do ministro, as medidas foram suficientes para criarem 3 milhões de vagas formais no ano passado e reduzir a taxa de desemprego.</p>
<p>O ministro disse que o Brasil começou a retirar os estímulos no ano passado, ao mesmo tempo em que deu seguimento à agenda de reformas. Guedes citou outras medidas, como a agenda de concessões e de privatizações, que atraiu, segundo ele, volume recorde de investimentos privados em infraestrutura. Outras medidas mencionadas por ele foram o avanço do governo digital e em medidas para reduzir a burocracia e melhorar o ambiente de negócios.</p>
<p>Realizado de forma híbrida (presencial e virtual), o encontro dos ministros de Finanças e presidentes de Bancos Centrais do G20 termina amanhã (18). O evento discute estratégias de saída gradual dos programas de estímulos econômicos adotados na pandemia. A diretora de Assuntos Internacionais e de Gestão de Riscos Corporativos do Banco Central, Fernanda Guardado, também participou do encontro, por meio de videoconferência.</p>
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