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	<title>Produção Industrial &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Produção Industrial &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Produção industrial brasileira avança 1,8% em janeiro e registra melhor desempenho em mais de um ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 16:22:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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					<description><![CDATA[A produção da indústria brasileira apresentou crescimento de 1,8% em janeiro de 2026 na comparação com dezembro de 2025, de acordo com dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado representa o maior avanço mensal desde junho de 2024, quando o setor havia registrado alta de 4,4%. O desempenho marca uma [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A produção da indústria brasileira apresentou crescimento de 1,8% em janeiro de 2026 na comparação com dezembro de 2025, de acordo com dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado representa o maior avanço mensal desde junho de 2024, quando o setor havia registrado alta de 4,4%.</p>
<p>O desempenho marca uma recuperação parcial após a retração observada nos últimos meses do ano passado. Entre setembro e dezembro de 2025, o setor acumulou perdas sucessivas, com quedas de 0,5% em outubro, 1,4% em novembro e 0,1% em dezembro.</p>
<p>Na comparação com janeiro de 2025, a produção industrial teve leve crescimento de 0,2%, interrompendo três meses seguidos de resultados negativos.</p>
<p>Os dados fazem parte da Pesquisa Industrial Mensal (PIM), levantamento realizado pelo IBGE para acompanhar o desempenho das atividades industriais no país. Com o resultado de janeiro, o nível atual de produção industrial ficou 1,8% acima do patamar registrado antes da pandemia de covid-19, em fevereiro de 2020.</p>
<p>Apesar do avanço, o setor ainda permanece distante de seu pico histórico. Segundo o instituto, o nível atual segue abaixo do recorde alcançado em maio de 2011.</p>
<p>De acordo com o gerente da pesquisa, André Macedo, parte da alta observada no início de 2026 está relacionada à retomada das atividades produtivas após a forte redução registrada no fim do ano passado, período marcado por paralisações temporárias em diversas indústrias.</p>
<p>“Naquele mês, além do movimento de menor dinamismo que vinha caracterizando o setor industrial, observou-se também uma maior frequência de férias coletivas. Com a retomada das atividades produtivas no início do ano, ocorre uma recuperação de parte dessa perda”, explicou.</p>
<p>Mesmo com o resultado positivo de janeiro, o saldo acumulado entre setembro e dezembro de 2025 ainda não foi totalmente revertido. Segundo Macedo, o setor industrial segue com uma perda aproximada de 0,8% em relação ao nível anterior à sequência de quedas no final do ano.</p>
<p>O analista também apontou que fatores macroeconômicos continuam limitando uma recuperação mais consistente da indústria, entre eles a política monetária restritiva e o nível elevado das taxas de juros, que encarecem o crédito e dificultam novos investimentos produtivos no país.</p>
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		<title>Produção industrial encerra 2023 com crescimento modesto de 0,2%</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/producao-industrial-encerra-2023-com-crescimento-modesto-de-02/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Feb 2024 14:20:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Commodities]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
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		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
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					<description><![CDATA[A produção industrial do Brasil registrou um aumento de 1,1% em dezembro, marcando o quinto mês consecutivo de crescimento positivo. Com esse desempenho, a indústria nacional encerrou 2023 com um aumento de 0,2%. Em contraste, no ano de 2022, houve uma queda de 0,7%. Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A produção industrial do Brasil registrou um aumento de 1,1% em dezembro, marcando o quinto mês consecutivo de crescimento positivo. Com esse desempenho, a indústria nacional encerrou 2023 com um aumento de 0,2%. Em contraste, no ano de 2022, houve uma queda de 0,7%. Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira (2), no Rio de Janeiro, por meio da Pesquisa Industrial Mensal (PIM).</p>
<p>Essa tendência de alta contribui para elevar a produção das fábricas para um patamar acima do período pré-pandemia, com um crescimento de 0,7% em relação a fevereiro de 2020. No entanto, o setor industrial ainda se encontra 16,3% abaixo do pico registrado em maio de 2011.</p>
<p>Embora o ano de 2023 tenha terminado com saldo positivo, apenas nove dos 25 ramos pesquisados apresentaram crescimento na produção. Os setores de indústrias extrativas, produtos derivados de petróleo e biocombustíveis, e produtos alimentícios foram os destaques positivos.</p>
<p>Por outro lado, algumas atividades registraram resultados negativos, incluindo veículos automotores, produtos químicos, máquinas e equipamentos, máquinas, aparelhos e materiais elétricos, além de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos.</p>
<h4><strong>Semestres Diferenciados</strong></h4>
<p>De acordo com o gerente da pesquisa, André Macedo, 2023 foi caracterizado por dois períodos distintos. O primeiro semestre foi marcado predominantemente por resultados negativos na indústria, com uma queda de 0,3%. No entanto, houve uma melhora no ritmo da produção industrial durante o segundo semestre, resultando em um crescimento de 0,5%.</p>
<p>Macedo observa que esse cenário é evidenciado pela série de cinco meses consecutivos de taxas positivas, culminando com a expansão de 1,1% em dezembro. Esse desempenho contribuiu para que o acumulado do ano, que esteve negativo durante boa parte de 2023, alcançasse números positivos.</p>
<p>O pesquisador do IBGE destaca que o resultado de 2023 pode ser considerado praticamente estável, representando um crescimento modesto. Entre os fatores que influenciaram o desempenho da indústria, ele menciona o comportamento positivo do mercado de trabalho, com aumento na massa de rendimentos e inflação controlada, especialmente no segmento de produtos alimentícios.</p>
<p>Além disso, Macedo ressalta a contribuição positiva das exportações, especialmente no segmento de commodities, e a flexibilização da política monetária ao longo do ano, com a redução das taxas de juros.</p>
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		<title>Apesar da queda nacional, indústria cresce em nove estados em novembro</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/apesar-da-queda-nacional-industria-cresce-em-nove-estados-em-novembro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Jan 2023 17:43:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
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					<description><![CDATA[Apesar de ter apresentado uma variação negativa de 0,1% na média nacional, de outubro para novembro de 2022, a produção industrial cresceu em nove dos 15 locais pesquisados, no período. Os dados são da Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física Regional, divulgada hoje (13) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As maiores altas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>Apesar de ter apresentado uma variação negativa de 0,1% na média nacional, de outubro para novembro de 2022, a produção industrial cresceu em nove dos 15 locais pesquisados, no período. Os dados são da Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física Regional, divulgada hoje (13) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>As maiores altas foram observadas no Paraná (8,5%) e Espírito Santo (7,6%). Outros estados com crescimento da indústria em novembro foram Ceará (4,3%), Mato Grosso (3,8%), Bahia (3,5%), São Paulo (3,1%), Minas Gerais (2,2%), Santa Catarina (0,3%) e Amazonas (0,1%).</p>
<p>Por outro lado, seis locais tiveram queda no período, incluindo a Região Nordeste (-1,3%), única região a ter seus dados consolidados divulgados pela pesquisa. A maior queda foi observada no Pará (-5,2%). Também apresentaram perdas os estados de Pernambuco (-2%), Rio Grande do Sul (-1,3%), Rio de Janeiro (-0,9%) e Goiás (-0,3%).</p>
<h2>Outras comparações</h2>
<p>Na comparação com novembro de 2021, apenas cinco dos 15 locais pesquisados sustentaram a alta nacional de 0,9%, entre eles São Paulo (7,3%) e Rio de Janeiro (6%). Por outro lado, dez locais tiveram quedas. As perdas mais expressivas foram registradas pelo Pará (-16,5%), Espírito Santo (-12,2%) e Paraná (-9,8%).</p>
<p>No acumulado de janeiro a novembro de 2022, oito locais tiveram perdas enquanto sete tiveram altas. Os principais recuos ficaram com Pará (-8,9%) e Espírito Santo (-7,2%). Já a principal alta foi observada no Mato Grosso (21,3%).</p>
<p>No acumulado de 12 meses, a produção industrial teve recuos em nove dos 15 locais pesquisados, com destaque, mais uma vez, para os estados do Pará (-8,9%) e Espírito Santo (-6,7%). Dos seis locais com alta, destacou-se o Mato Grosso (21,6%).</p>
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		<item>
		<title>Produção industrial tem queda de 0,1% em novembro</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/producao-industrial-tem-queda-de-01-em-novembro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Jan 2023 14:58:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A produção da indústria brasileira caiu 0,1% em novembro de 2022, na comparação com outubro. A queda veio depois de uma alta de 0,3% em outubro. O dado, da Pesquisa Mensal Industrial, foi divulgado hoje (5), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A produção também apresentou resultados negativos na [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>A produção da indústria brasileira caiu 0,1% em novembro de 2022, na comparação com outubro. A queda veio depois de uma alta de 0,3% em outubro. O dado, da Pesquisa Mensal Industrial, foi divulgado hoje (5), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A produção também apresentou resultados negativos na média móvel trimestral (-0,2%), no acumulado de janeiro a novembro (-0,6%) e no acumulado de 12 meses (-1%). Na comparação com novembro de 2021, no entanto, houve alta de 0,9%.</p>
<p>Na passagem de outubro para novembro, 11 das 26 atividades industriais pesquisadas tiveram queda. Os principais resultados negativos vieram dos setores de indústrias extrativas (-1,5%), equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (-6,5%), produtos têxteis (-5,4%), confecção de artigos do vestuário e acessórios (-3,8%), produtos de metal (-1,5%) e produtos de minerais não metálicos (-1,2%).</p>
<h2>Alta</h2>
<p>Ao mesmo tempo, 15 atividades tiveram alta na produção, com destaque para produtos alimentícios (3,2%), veículos automotores, reboques e carrocerias (4,4%), bebidas (10,3%) e coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (2,8%).</p>
<p>Das quatro grandes categorias econômicas da indústria, apenas uma teve queda na passagem de outubro para novembro: os bens de consumo duráveis (-0,4%). Os bens de consumo semi e não duráveis tiveram crescimento de 0,6%.</p>
<p>Também apresentaram alta os bens de capital, isto é, as máquinas e equipamentos usados no setor produtivo (0,8%) e os bens intermediários: insumos industrializados usados no setor produtivo (0,4%).</p>
</div>
</div>
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		<title>Produção industrial cresce 0,7% de janeiro para fevereiro</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/producao-industrial-cresce-07-de-janeiro-para-fevereiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Apr 2022 16:56:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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					<description><![CDATA[A produção industrial brasileira cresceu 0,7% na passagem de janeiro para fevereiro deste ano. A alta eliminou apenas parte da perda de 2,2% ocorrida na passagem de dezembro para janeiro. O dado, da Pesquisa Industrial Mensal, foi divulgado hoje (1º) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com a pesquisa, a indústria também acumula altas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>A produção industrial brasileira cresceu 0,7% na passagem de janeiro para fevereiro deste ano. A alta eliminou apenas parte da perda de 2,2% ocorrida na passagem de dezembro para janeiro. O dado, da Pesquisa Industrial Mensal, foi divulgado hoje (1º) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>De acordo com a pesquisa, a indústria também acumula altas de 0,4% no trimestre e de 2,8% em 12 meses. Na comparação com fevereiro do ano passado, no entanto, houve queda de 4,3%. O acumulado do ano também tem perda de 5,8%.</p>
<p>A alta de janeiro para fevereiro atingiu 16 dos 26 ramos pesquisados pelo IBGE, com destaque para indústrias extrativas (5,3%) e produtos alimentícios (2,4%).</p>
<p>“O setor extrativo teve queda importante em janeiro, por causa do maior volume de chuvas em Minas Gerais naquele mês, o que prejudicou a extração do minério de ferro. Com a normalização das chuvas, houve regularização da produção. Já o setor alimentos teve seu quarto mês positivo de crescimento, acumulando no período ganho de 14%. Em fevereiro, os destaques foram a produção de açúcar e de carnes e aves, dois grupamentos importantes dentro do setor de alimentos”, disse o pesquisador do IBGE André Macedo.</p>
<p>Também tiveram altas importantes os produtos farmoquímicos e farmacêuticos (12,7%), os veículos automotores, reboques e carrocerias (3,2%), a metalurgia (3,3%) e as bebidas (4,1%).</p>
<p>Por outro lado, dez atividades tiveram perdas de janeiro para fevereiro, entre elas coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-1,8%) e celulose, papel e produtos de papel (-3,4%), que causaram os principais impactos em fevereiro.</p>
<p>As quatro grandes categorias econômicas da indústria tiveram crescimento no período, com destaque para bens de capital, isto é, as máquinas e equipamentos usados no setor produtivo (1,9%).</p>
<p>Os bens intermediários, isto é, os insumos industrializados usados no setor produtivo, tiveram alta de 1,6%. Entre os bens de consumo, houve crescimento de 1,5% nos semi e não duráveis e 0,5% nos duráveis.</p>
</div>
</div>
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		<title>Produção de veículos tem alta de 11,6% em 2021, diz Anfavea</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/producao-de-veiculos-tem-alta-de-116-em-2021-diz-anfavea/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Jan 2022 19:38:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Anfavea]]></category>
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		<category><![CDATA[Produção de Veículos]]></category>
		<category><![CDATA[Produção Industrial]]></category>
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					<description><![CDATA[A produção de veículos cresceu 11,6% em 2021, segundo o balanço divulgado hoje (7) pela Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). Foram fabricadas no ano passado 2,24 milhões de unidades, enquanto em 2020 as montadoras produziram 2,01 milhões de veículos. Em dezembro a produção teve leve alta (0,8%) em relação ao mesmo mês [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>A produção de veículos cresceu 11,6% em 2021, segundo o balanço divulgado hoje (7) pela Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Foram fabricadas no ano passado 2,24 milhões de unidades, enquanto em 2020 as montadoras produziram 2,01 milhões de veículos. Em dezembro a produção teve leve alta (0,8%) em relação ao mesmo mês de 2020, com a montagem de 210,9 mil unidades.</p>
<p>O presidente da Anfavea, Luiz Carlos Moraes, destacou que no final do ano as montadoras fizeram um esforço para contornar os problemas enfrentados nos últimos meses com a falta de componentes em todo o mundo.</p>
<p>“A gente conseguiu puxar a produção em dezembro, trazendo peças, falando com fornecedores, ligando para as nossas matrizes para disponibilizarem semicondutores, de tal forma que a gente pudesse entregar o máximo possível para atender a fila de espera”, disse.</p>
<h2>Vendas</h2>
<p>As vendas tiveram alta de 3% ao longo do ano passado, com a comercialização de 2,12 milhões de unidades. Em dezembro, no entanto, foi registrada uma queda de 15,1% nas vendas em relação ao mesmo mês de 2020, com o licenciamento de 207,1 mil unidades.</p>
<h2>Automóveis</h2>
<p>A produção de automóveis e veículos comerciais leves teve alta de 8,7% em 2021, com a fabricação de 2,07 milhões de unidades. Em dezembro, a produção teve uma ligeira retração (0,4%) em relação ao mesmo mês de 2020, com a montagem de 197,1 mil unidades.</p>
<p>As vendas desses segmentos registram uma pequena queda (1%), com a comercialização de 1,72 milhão de automóveis e veículos comerciais leves. Em dezembro, a retração nas vendas chegou a 22,3% em comparação com o mesmo mês de 2020.</p>
<h2>Caminhões</h2>
<p>A produção de caminhões teve alta de 74,6% em 2021. Foram fabricadas ao longo do ano passado 158,8 mil unidades. Em dezembro, a produção de caminhões ficou em 12,4 mil unidades, 18,2% a mais do que o mesmo mês do ano anterior.</p>
<p>As vendas de caminhões cresceram 43,5% ao longo do ano passado, com a comercialização de 128,7 mil unidades do segmento. Em dezembro, os licenciamentos tiveram expansão de 20,8%, com a venda de 11,8 mil unidades.</p>
<h2>Exportações</h2>
<p>As exportações de veículos cresceram 16% em 2021 em comparação com o ano anterior, com a comercialização de 376,4 mil unidades para o exterior. Em dezembro, o crescimento ficou em 8,3% em relação ao mesmo mês de 2020, com a exportação de 41,6% unidades.</p>
<h2>Emprego</h2>
<p>A indústria automotiva chegou ao final do ano passado com 103,3 mil funcionários, uma retração de 1,5% em relação a novembro de 2020 e de 0,2% comparando com o nível emprego no final de 2020. Moraes atribuiu a redução a adoção de planos de demissão voluntária em algumas empresas e ao encerramento de contratos temporários de trabalho.</p>
<h2>Previsões</h2>
<p>A previsão da Anfavea é de que as vendas de veículos cresçam 8,5% em 2022 e a produção tenha uma alta de 9,4% neste ano. Para as exportações, a expectativa é de expansão de 3,6%.</p>
<p>O presidente da associação patronal lembrou que as incertezas causadas pela pandemia de covid-19 continuam a dificultar as estimativas sobre o futuro, mas que a indústria espera um crescimento “moderado” para este ano.</p>
</div>
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