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	<title>Procuradoria-Geral da Republica &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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		<title>Polícia Federal indicia governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jul 2024 17:59:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Federal (PF) indiciou o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, em uma investigação que permanece sob segredo de Justiça. Nem o Superior Tribunal de Justiça (STJ) nem a Procuradoria-Geral da República (PGR) forneceram detalhes sobre os crimes imputados ao governador, devido ao sigilo do inquérito. Em dezembro de 2023, a Operação Sétimo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Federal (PF) indiciou o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, em uma investigação que permanece sob segredo de Justiça. Nem o Superior Tribunal de Justiça (STJ) nem a Procuradoria-Geral da República (PGR) forneceram detalhes sobre os crimes imputados ao governador, devido ao sigilo do inquérito.</p>
<p>Em dezembro de 2023, a Operação Sétimo Mandato, conduzida pela PF, executou mandados de busca e apreensão para investigar alegações de propinas em contratos relacionados a projetos sociais do governo estadual. Na época, Castro não foi alvo direto dos mandados, e o governo do estado declarou que a operação não trouxe novos elementos à investigação, que está em andamento desde 2019, sem provas concretas contra o governador.</p>
<p>Nesta terça-feira (30), a assessoria de imprensa do governo do estado divulgou uma nova nota informando que a defesa de Castro está solicitando a nulidade do relatório do inquérito que levou ao indiciamento. &#8220;Causa estranheza o fato de, em todos esses anos, o governador sequer ter sido convocado a prestar qualquer esclarecimento sobre os fatos. As informações que sustentam a investigação são infundadas e a defesa reitera que tudo se resume a uma delação criminosa, de um réu confesso, em documentos que estão sob segredo de Justiça e continuam a ser vazados, o que vem sendo contestado junto aos tribunais superiores em razão de sua absoluta inconsistência&#8221;, afirma o texto.</p>
<p>A nota também enfatiza que o governador confia na Justiça e está seguro de que todos os fatos serão esclarecidos ao longo do processo legal.</p>
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		<title>PGR defende que big techs devem retirar fake news do ar após alertadas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 May 2023 00:08:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Augusto Aras]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Fake News]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[STF]]></category>
		<category><![CDATA[Supremo Tribunal Federal]]></category>
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					<description><![CDATA[O procurador-geral da República, Augusto Aras, defendeu no Supremo Tribunal Federal (STF) que as redes sociais devem ser obrigadas a adotar providências para retirar fake news publicadas por usuários dessas plataformas. O parecer foi enviado nesta segunda-feira (15) ao Supremo para embasar as ações que podem ser julgadas pela Corte. Na próxima quarta-feira (17), os ministros podem iniciar o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O procurador-geral da República, Augusto Aras, defendeu no Supremo Tribunal Federal (STF) que as redes sociais devem ser obrigadas a adotar providências para retirar <em>fake news</em> publicadas por usuários dessas plataformas.</p>
<p>O parecer foi enviado nesta segunda-feira (15) ao Supremo para embasar as ações que podem ser julgadas pela Corte. Na próxima quarta-feira (17), os ministros podem iniciar o julgamento sobre a responsabilização dos provedores pela manutenção de conteúdo ilegal.</p>
<p>No entendimento de Aras, as redes sociais não podem fazer juízo e controle prévio das publicações, mas devem retirar as mensagens após serem alertadas, mesmo sem ordem judicial.</p>
<p>“Tanto nos casos em que forem notificados quanto de forma espontânea, hão de adotar as providências necessárias à remoção da informação reputada ofensiva, além de atuar com os devidos cuidados e diligência para evitar a manutenção de conteúdos sabidamente inverídicos, fraudulentos ou ilícitos, podendo ser responsabilizados em casos de omissão”, defendeu Aras.</p>
<p>No caso específico que gerou a causa, o procurador se manifestou contra um recurso para impedir a indenização de uma usuária das redes sociais que foi vítima de um perfil falso criado em seu nome.</p>
<p>“Uma vez constatado que o recorrente falhou na atuação conforme aos devidos cuidado e diligência e, mesmo após a prévia e expressa comunicação da recorrida com as respectivas razões para a exclusão dos dados, manteve conteúdo claramente ofensivo e humilhante, há de se concluir pela responsabilidade do provedor de hospedagem, que deixou de atuar em prol da tutela dos direitos fundamentais da usuária”, concluiu.</p>
<p>Na próxima sessão, estão pautadas ações que tratam sobre as regras definidas no Marco Civil da Internet (Lei 12.965/2014), que exigem ordem judicial prévia para responsabilização dos provedores pela manutenção de conteúdo ilegal postado pelos usuários das plataformas. Também deve ser julgado um processo sobre a validade de decisões judiciais que determinaram o bloqueio do aplicativo WhatsApp em todo o país, em 2020.</p>
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