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	<title>privatização &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Greve em São Paulo Afeta Transporte Público em Resistência às Privatizações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Nov 2023 13:42:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Na manhã desta terça-feira (28), servidores do transporte público em São Paulo paralisaram as atividades em uma greve contra as privatizações de empresas e órgãos do serviço público estadual. A mobilização impactou significativamente a operação da linha 15 do metrô e da linha 10 do trem, com mais três linhas do metrô e quatro linhas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na manhã desta terça-feira (28), servidores do transporte público em São Paulo paralisaram as atividades em uma greve contra as privatizações de empresas e órgãos do serviço público estadual. A mobilização impactou significativamente a operação da linha 15 do metrô e da linha 10 do trem, com mais três linhas do metrô e quatro linhas ferroviárias funcionando parcialmente. Professores estaduais e trabalhadores da Fundação Casa também se uniram ao movimento.</p>
<p>No metrô, a linha 1 opera da estação Tiradentes à Ana Rosa, conectando o centro à zona sul; a linha verde vai do Alto do Ipiranga a Clínicas, ligando a zona leste à zona oeste; e a linha 3, da estação Bresser a Santa Cecília, percorre a zona leste até o centro da capital.</p>
<p>Na Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), os intervalos entre as composições estão ampliados, afetando a linha 7, que vai da Luz, no centro, a Caieiras, na Grande São Paulo; a linha 11, da estação Luz a Guaianases, na zona leste; e as linhas 12 e 13, que funcionam integralmente com intervalos de 8 e 30 minutos, respectivamente.</p>
<p>O governo estadual destacou que as equipes das empresas afetadas estão monitorando a adesão à greve desde as primeiras horas da manhã e implementando medidas de contingência para minimizar os impactos. No entanto, as linhas de transporte metropolitano concedidas à iniciativa privada (linhas 4 e 5 do metrô e 8 e 9 de trens metropolitanos) operam normalmente.</p>
<p>Os planos de privatização do governo de Tarcísio de Freitas envolvem a Companhia de Saneamento do Estado de São Paulo (Sabesp), a Fundação Casa e a Linha 7 da CPTM. Na área da educação, o pedido é para que o governo reveja a proposta que altera a Constituição paulista, reduzindo de 30% para 25% o percentual mínimo de investimento no setor, o que implicaria em um corte de R$ 10 bilhões no orçamento anual.</p>
<p>A greve, considerada &#8220;abusiva e política&#8221; pelo governo, é vista como contrária às normas constitucionais, deixando milhões de passageiros sem acesso ao transporte sobre trilhos e causando perdas significativas ao comércio. A administração estadual argumenta que os processos de privatização foram legitimados nas urnas e estão sendo discutidos nos espaços apropriados, e classifica a greve como uma afronta ao direito à greve e aos interesses políticos e corporativos.</p>
<p>Uma liminar concedida pelo desembargador Marcelo Freire Gonçalves determinou que os trabalhadores da Companhia do Metrô mantenham 80% do efetivo em atividade nos horários de pico, sob pena de multa diária de R$ 700 mil. Para a CPTM, a operação deve ser de 85% nos horários de pico e 60% nos demais intervalos, com multa diária de R$ 600 mil. A Sabesp também foi alvo de determinações judiciais para manter 70% do contingente ligado aos serviços essenciais.</p>
<p>O governo de São Paulo decretou ponto facultativo para minimizar os impactos da greve, afetando o expediente em serviços públicos estaduais da capital. Alguns serviços, como segurança pública, restaurantes e postos móveis do Bom Prato, não serão afetados. A prefeitura suspendeu o expediente, o rodízio municipal de veículos e implementou uma operação especial no transporte público por ônibus. A greve é a terceira realizada em 2023 para pressionar o governo contra as privatizações.</p>
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		<title>Governo eleito deve suspender processo de privatização dos Correios</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/governo-eleito-deve-suspender-processo-de-privatizacao-dos-correios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Nov 2022 14:47:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Correios]]></category>
		<category><![CDATA[desestatização]]></category>
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		<category><![CDATA[Equipe de Transição]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo Bernardo]]></category>
		<category><![CDATA[privatização]]></category>
		<category><![CDATA[transição 2022]]></category>
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					<description><![CDATA[O ex-ministro Paulo Bernardo, da equipe de transição de governo na área de comunicações, afirmou na sexta-feira (18), em Brasília, que o grupo vai propor o fim do processo de privatização dos Correios. &#8220;Nós vamos fazer um levantamento e recomendar. A nossa ideia é recomendar, acabar com essa ideia de privatizar os Correios. A gente [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>O ex-ministro Paulo Bernardo, da equipe de transição de governo na área de comunicações, afirmou na sexta-feira (18), em Brasília, que o grupo vai propor o fim do processo de privatização dos Correios.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>&#8220;Nós vamos fazer um levantamento e recomendar. A nossa ideia é recomendar, acabar com essa ideia de privatizar os Correios. A gente mais ou menos antevê o que o presidente pensa sobre isso&#8221;, afirmou Bernardo, sinalizando concordância de Lula com a interrupção do processo.</p>
<p>A desestatização da empresa pública federal foi uma iniciativa do governo Jair Bolsonaro e dependia de aprovação pelo Congresso Nacional. O projeto que tira o controle público da companhia chegou a ser aprovado na Câmara dos Deputados em agosto de 2021 e, desde então, está parado no Senado.</p>
<p>Bernardo informou que o grupo técnico sobre as comunicações marcou uma reunião com integrantes dos Correios para a próxima semana.</p>
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