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	<title>Prisão Preventiva &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>CPMI do INSS pede ao STF prisão preventiva de 21 investigados em esquema de descontos ilegais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Sep 2025 14:10:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[21 investigados]]></category>
		<category><![CDATA[CPMI do INSS]]></category>
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					<description><![CDATA[A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS aprovou nesta segunda-feira (1º) o envio ao Supremo Tribunal Federal (STF) de um pedido para que seja decretada a prisão preventiva de 21 investigados no esquema de cobrança ilegal de mensalidades associativas descontadas de aposentadorias e pensões em todo o país. O requerimento, apresentado pelo relator [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS aprovou nesta segunda-feira (1º) o envio ao Supremo Tribunal Federal (STF) de um pedido para que seja decretada a prisão preventiva de 21 investigados no esquema de cobrança ilegal de mensalidades associativas descontadas de aposentadorias e pensões em todo o país.</p>
<p>O requerimento, apresentado pelo relator deputado Alfredo Gaspar (União-AL), recebeu 26 votos favoráveis e nenhum contrário. Agora, caberá ao ministro André Mendonça, relator do caso no STF, decidir se acata ou não o pedido.</p>
<p>Gaspar justificou a medida afirmando que há “veementes indícios de materialidade e autoria de infrações penais que vitimaram milhões de aposentados e pensionistas” e que, até o momento, nenhum dos suspeitos se encontra preso. Segundo ele, a prisão preventiva é necessária para garantir a coleta de prova<strong>s</strong> e assegurar a aplicação da lei.</p>
<h3><strong>Quem está na lista</strong></h3>
<p>Entre os nomes citados estão:</p>
<ul>
<li>Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como <em>Careca do INSS</em>, lobista já convocado para depor;</li>
<li>Alessandro Stefanutto, ex-presidente do INSS, exonerado no mesmo dia em que a Polícia Federal deflagrou a Operação Sem Desconto;</li>
<li>Virgílio de Oliveira Filho, ex-procurador-geral do INSS;</li>
<li>André Fidelis, ex-diretor do instituto, e seu filho, o advogado Eric Douglas Fidelis, acusado de movimentar recursos do esquema;</li>
<li>Além de outros ex-diretores, advogados e intermediários apontados pela investigação.</li>
</ul>
<h3><strong>Operação Sem Desconto</strong></h3>
<p>Deflagrada em abril pela Polícia Federal (PF) e pela Controladoria-Geral da União (CGU), a operação revelou um esquema de descontos não autorizados em benefícios previdenciários, que teria movimentado milhões de reais. O caso levou à abertura da CPMI em agosto deste ano.</p>
<h3><strong>Próximos passos</strong></h3>
<p>Com a aprovação, a CPMI formalizará o pedido junto ao STF. Se autorizado, os 21 investigados poderão ser presos preventivamente. A expectativa é de que as medidas fortaleçam o avanço das investigações e a responsabilização dos envolvidos.</p>
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