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		<title>Maioria do STF vota pela primeira absolvição de réu envolvido no 8 de janeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Mar 2024 14:43:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[8 de janeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria na noite de quinta-feira (14) para absolver, pela primeira vez, um dos réus denunciados por participação nos eventos de 8 de janeiro do ano passado, quando as sedes dos Três Poderes, em Brasília, foram invadidas e depredadas. Até o momento, votaram o relator, ministro Alexandre de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria na noite de quinta-feira (14) para absolver, pela primeira vez, um dos réus denunciados por participação nos eventos de 8 de janeiro do ano passado, quando as sedes dos Três Poderes, em Brasília, foram invadidas e depredadas.</p>
<p>Até o momento, votaram o relator, ministro Alexandre de Moraes, e os ministros Cristiano Zanin, Cármen Lúcia, Flávio Dino, Dias Toffoli e Luis Roberto Barroso, todos pela absolvição, seguindo o parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR).</p>
<p>Geraldo Filipe da Silva foi preso em flagrante em 8 de janeiro, nas proximidades do Congresso Nacional. A PGR o denunciou por vários crimes, incluindo tentativa de golpe de Estado e dano qualificado, mas após a instrução da ação penal, mudou de posição opinando pela absolvição do réu.</p>
<p>A defesa argumentou que o réu, em situação de rua, após almoçar em um restaurante comunitário, resolveu seguir a multidão em direção ao Congresso, quando se viu cercado por vândalos, mas não participou de atos violentos.</p>
<p>Conforme os autos, o vídeo da prisão em flagrante do réu mostra que ele foi agredido por vândalos, sendo acusado de &#8220;petista&#8221; e &#8220;infiltrado&#8221; e responsabilizado por vandalizar viaturas para tumultuar a manifestação. As investigações não conseguiram demonstrar que ele praticou atos violentos.</p>
<p><strong>Argumentação</strong></p>
<p>Na decisão, o ministro Alexandre de Moraes declarou que &#8220;não há elementos probatórios suficientes que permitam afirmar que o denunciado se uniu à massa, aderindo dolosamente aos seus objetivos, com o intuito de tomada do poder e destruição do Palácio do Planalto, do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal&#8221;.</p>
<p>O caso está sendo julgado no plenário virtual, onde os votos dos ministros são registrados no sistema do Supremo, sem deliberação presencial. Os demais ministros têm até as 23h59 desta sexta-feira (15) para votar.</p>
<p>Outros 14 réus estão sendo julgados a partir desta sexta-feira. Em relação a esses, a maioria votou pela condenação, com penas que variam de 11 a 17 anos de prisão. Todos foram denunciados pela PGR por cinco crimes: abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado, deterioração de patrimônio tombado e associação criminosa.</p>
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