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	<title>Previsão &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Previsão &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>ONU alerta para aquecimento global sem precedentes nos próximos cinco anos</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/onu-alerta-para-aquecimento-global-sem-precedentes-nos-proximos-cinco-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 May 2025 13:21:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Aquecimento Global]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O mundo está cada vez mais próximo de enfrentar um aquecimento global sem precedentes. Segundo relatório divulgado pela Organização Meteorológica Mundial (OMM), agência da ONU, há 80% de chance de que o planeta registre ao menos um novo recorde anual de calor até 2029. O cenário indica riscos crescentes de secas extremas, inundações e incêndios [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mundo está cada vez mais próximo de enfrentar um aquecimento global sem precedentes. Segundo relatório divulgado pela Organização Meteorológica Mundial (OMM), agência da ONU, há 80% de chance de que o planeta registre ao menos um novo recorde anual de calor até 2029. O cenário indica riscos crescentes de secas extremas, inundações e incêndios florestais.</p>
<p>Pela primeira vez, os dados indicam uma pequena, mas chocante, probabilidade de o mundo viver um ano 2°C mais quente do que os níveis pré-industriais antes de 2030 — algo que os cientistas consideravam impossível há poucos anos. O secretário-geral adjunto da OMM, Ko Barrett, foi direto: “Acabamos de viver os dez anos mais quentes já registrados. Infelizmente, este relatório não mostra sinais de abrandamento”.</p>
<p>O estudo aponta 70% de chance de que a temperatura média global entre 2025 e 2029 ultrapasse 1,5°C acima dos níveis pré-industriais. Esse patamar é considerado o mais ambicioso do Acordo de Paris, mas já se tornou um limite que o planeta está prestes a ultrapassar, mesmo que o tratado se baseie numa média de 20 anos.</p>
<p>Em 2024, pela primeira vez, o aquecimento superou 1,5°C na média anual — um marco considerado até recentemente como improvável. A probabilidade de que ao menos um dos próximos cinco anos ultrapasse esse limiar já é de 86%, contra 40% no relatório de 2020.</p>
<p>Os efeitos do aquecimento são claros: mais ondas de calor, precipitações extremas, secas severas e o derretimento de calotas polares. Para o climatologista Peter Thorne, da Universidade de Maynooth (Irlanda), “é inteiramente consistente estarmos próximos de exceder 1,5°C a longo prazo até o final da década de 2020 ou início da década de 2030”.</p>
<h3>Risco de atingir 2°C já não é mais impossível</h3>
<p>Embora ainda remota, a possibilidade de que o planeta atinja um aquecimento de 2°C antes de 2030 foi considerada pela primeira vez nos modelos climáticos, com chance estimada em 1%. Segundo o meteorologista Adam Scaife, do Met Office britânico, “é chocante que os 2°C sejam plausíveis. Essa probabilidade aumentará à medida que o clima continuar aquecendo”.</p>
<p>A temperatura média global atual, combinando observações e projeções, já está em cerca de 1,44°C acima dos níveis pré-industriais, muito próxima da estimativa do observatório europeu Copernicus (1,39°C).</p>
<h3>Cenário preocupante, mas reversível</h3>
<p>O relatório prevê que 2025 será provavelmente um dos três anos mais quentes da história. Para Chris Hewitt, diretor dos Serviços Climáticos da OMM, o quadro é “preocupante para as ondas de calor e a saúde humana”, mas ele ressalta: “Ainda não é tarde demais para limitar o aquecimento se reduzirmos rapidamente as emissões de combustíveis fósseis”.</p>
<p>A necessidade de ação imediata fica evidente diante dos eventos recentes: a China já registrou temperaturas acima de 40°C em algumas regiões, os Emirados Árabes Unidos chegaram a 52°C, e o Paquistão foi assolado por ventos mortais após uma intensa onda de calor. Ao mesmo tempo, inundações devastaram Austrália, França, Argélia, Índia, China e Gana, enquanto incêndios florestais atingiram o Canadá.</p>
<p>“Continuar a depender do petróleo, do gás e do carvão em 2025 é uma loucura absoluta”, alertou a climatologista Friederike Otto, do Imperial College de Londres.</p>
<h3>Impactos regionais distintos</h3>
<p>As previsões indicam que o aquecimento no Ártico continuará a superar a média global. Lá, os invernos devem aquecer 3,5 vezes mais rápido do que no restante do planeta, agravando o derretimento do gelo marinho, especialmente nos mares de Barents, Bering e Okhotsk.</p>
<p>A floresta Amazônica deve sofrer com mais secas, enquanto regiões como o sul da Ásia, o Sahel e o norte da Europa podem enfrentar aumento das chuvas. No Ártico, a perda de gelo reduz a capacidade de refletir a radiação solar, acelerando ainda mais o aquecimento.</p>
<p>Apesar da gravidade das previsões, os especialistas reforçam que a trajetória pode ser alterada com a rápida redução das emissões de CO₂ e a transição para fontes de energia limpas e sustentáveis.</p>
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		<title>Inmet Emite Alerta de Perigo para o Sul do País</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/inmet-emite-alerta-de-perigo-para-o-sul-do-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 May 2024 13:57:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Chuvas]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[meteorologia]]></category>
		<category><![CDATA[Previsão]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>
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					<description><![CDATA[O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta de perigo na madrugada desta quinta-feira (23), instando a população de algumas áreas do Rio Grande do Sul a adotar medidas de segurança devido à previsão de chuvas intensas, ventos fortes e queda de granizo. Áreas de Maior Risco As regiões mais afetadas incluem a região [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta de perigo na madrugada desta quinta-feira (23), instando a população de algumas áreas do Rio Grande do Sul a adotar medidas de segurança devido à previsão de chuvas intensas, ventos fortes e queda de granizo.</p>
<p><strong>Áreas de Maior Risco</strong></p>
<p>As regiões mais afetadas incluem a região serrana, o noroeste, o centro oriental e ocidental do Rio Grande do Sul, o oeste e o sul de Santa Catarina, além da área metropolitana de Porto Alegre.</p>
<ul>
<li>Chuvas: Previsão de 30 a 60 mm/h ou 50 a 100 mm/dia.</li>
<li>Ventos: Velocidade entre 60 e 100 km/h.</li>
<li>Granizo: Possibilidade de queda de granizo.</li>
</ul>
<p><strong>Riscos e Recomendações</strong></p>
<p>Os fenômenos climáticos previstos podem resultar em cortes de energia elétrica, danos em plantações, queda de árvores e alagamentos. O Inmet aconselha:</p>
<ul>
<li>Durante Rajadas de Vento:
<ul>
<li> Evitar abrigar-se debaixo de árvores devido ao risco de queda e descargas elétricas.</li>
<li>Não estacionar veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda.</li>
<li>Desligar aparelhos elétricos e o quadro geral de energia, se possível.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p>Para mais informações e orientações, a população pode contatar a Defesa Civil pelo telefone 199 e o Corpo de Bombeiros pelo telefone 193.</p>
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		<title>IBGE prevê safra de 271,9 milhões de toneladas para 2022</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Feb 2022 22:15:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Previsão]]></category>
		<category><![CDATA[Safra 2022]]></category>
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					<description><![CDATA[A produção de cereais, leguminosas e oleaginosas estimada para 2022 deve totalizar o recorde de 271,9 milhões de toneladas, 7,4% acima (18,7 milhões de toneladas) da obtida em 2021 (253,2 milhões de toneladas). O Levantamento Sistemático da Produção Agrícola divulgado hoje (10), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indica que a [&#8230;]]]></description>
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<p>A produção de cereais, leguminosas e oleaginosas estimada para 2022 deve totalizar o recorde de 271,9 milhões de toneladas, 7,4% acima (18,7 milhões de toneladas) da obtida em 2021 (253,2 milhões de toneladas).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O Levantamento Sistemático da Produção Agrícola divulgado hoje (10), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indica que a área a ser colhida é de 71,2 milhões de hectares, 3,8% (2,6 milhões de hectares) maior que a de 2021 e 0,3% (217,2 mil hectares) maior do que o previsto em dezembro.</p>
<p>O arroz, o milho e a soja, os três principais produtos deste grupo, somados, representam 93% da estimativa da produção e respondem por 87,8% da área a ser colhida. Frente a 2021, houve acréscimos de 5,8% na área do milho (6,9% na primeira safra e 5,4% na segunda), de 7,2% na do algodão herbáceo e de 3,6% na da soja. Houve declínio de 0,9% na área do arroz e de 1,7% na do trigo.</p>
<p>Espera-se que a produção de soja totalize 131,8 milhões de toneladas, com redução de 4,7% em relação ao terceiro prognóstico, divulgado em janeiro, e de 2,3% na comparação com a produção do ano anterior.</p>
<p>A produção de milho foi estimada em 109,9 milhões de toneladas, com crescimento de 0,9% frente ao mês anterior e 25,2% em relação a 2021. Já a estimativa de produção do arroz foi de 11 milhões de toneladas, queda de 4,9% frente ao produzido no ano passado.</p>
<h2>Regiões</h2>
<p>A região Nordeste foi a única a ter aumento (1,1%) em sua estimativa frente a dezembro. Ela deve produzir 24,4 milhões de toneladas (9% do total do país). O maior declínio foi no Sul (-5,7%), que deve somar 80,2 milhões de toneladas (29,5% do total). O Norte teve queda de 2,6% e deve chegar a 12 milhões de toneladas (4,4% do total), enquanto o Centro-Oeste, com declínio de 0,2%, deve produzir 128,4 milhões de toneladas, ou 47,2% da produção nacional. O Sudeste deverá produzir 26,8 milhões de toneladas (9,9% do total).</p>
<p>Entre os estados, Mato Grosso lidera como o maior produtor nacional de grãos, com participação de 28,5%, seguido pelo Rio Grande do Sul (14,1%), Paraná (13,1%), Goiás (9,9%), Mato Grosso do Sul (8,5%) e Minas Gerais (6,2%), que, somados, representaram 80,3% do total nacional.</p>
<p>As principais variações positivas nas estimativas da produção, em relação a dezembro, ocorreram no Piauí (267,9 mil toneladas), no Pará (179,5 mil toneladas), no Distrito Federal (35,3 mil toneladas), em Rondônia (35 mil toneladas), no Maranhão (5,4 mil toneladas) e no Rio de Janeiro (424 toneladas).</p>
<p>As principais variações negativas foram registradas no Paraná (-4 milhões de toneladas), em Santa Catarina (-860 mil toneladas), no Tocantins (-538,4 mil toneladas), em Mato Grosso (-336,3 mil toneladas) e no Ceará (-9,9 mil toneladas).</p>
</div>
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