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	<title>previsão da inflação &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>previsão da inflação &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Mercado financeiro eleva projeção de inflação e meta do Banco Central é ultrapassada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Oct 2024 15:04:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
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					<description><![CDATA[A expectativa de inflação oficial do Brasil, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), foi ajustada pelo mercado financeiro, passando de 4,5% para 4,55% em 2024, o que ultrapassa o limite superior da meta de inflação estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Divulgada semanalmente no Boletim Focus do Banco Central, essa estimativa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A expectativa de inflação oficial do Brasil, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), foi ajustada pelo mercado financeiro, passando de 4,5% para 4,55% em 2024, o que ultrapassa o limite superior da meta de inflação estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Divulgada semanalmente no Boletim Focus do Banco Central, essa estimativa reflete preocupações crescentes com o controle da inflação diante de desafios internos e externos.</p>
<p>Além disso, o mercado projeta uma inflação de 4% para 2025 e 3,5% para 2027, mantendo-se acima do centro da meta de 3% com margem de 1,5 ponto percentual para mais ou menos, estipulada pelo CMN. A partir de 2025, o sistema de metas contínuas entrará em vigor, eliminando a necessidade de definir metas anuais e mantendo o foco no objetivo de 3%, permitindo maior estabilidade.</p>
<p>Em setembro, o IPCA apresentou alta de 0,44%, impulsionada principalmente pelo aumento das tarifas de energia elétrica, e acumula 4,42% nos últimos 12 meses.</p>
<h4><strong>Ajustes na Taxa Selic</strong></h4>
<p>Para enfrentar as pressões inflacionárias, o Banco Central usa a taxa Selic como principal instrumento. Após várias reduções, a Selic encontra-se atualmente em 10,75% ao ano, e o mercado prevê uma nova elevação para conter a inflação. A próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) está agendada para os dias 5 e 6 de novembro, e há expectativas de que a taxa alcance 11,75% em 2024.</p>
<p>Em 2025, a Selic pode reduzir gradativamente para 11,25%, com projeções de novas quedas para 9,5% em 2026 e 9% em 2027. Esse ajuste gradual reflete o objetivo de controlar a inflação, mantendo estímulos para a produção e o consumo sem comprometer a estabilidade dos preços.</p>
<h4><strong>Expectativas para o PIB e o Câmbio</strong></h4>
<p>As previsões para o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro também foram ajustadas. A expectativa de crescimento subiu para 3,08% em 2024, com os dados do segundo trimestre de 2024 indicando uma expansão de 1,4% em comparação com o trimestre anterior. Para os próximos anos, o mercado projeta um crescimento econômico de 1,93% para 2025 e de 2% para 2026 e 2027.</p>
<p>No câmbio, a expectativa é que o dólar encerre 2024 em R$ 5,45, com uma leve queda para R$ 5,40 ao final de 2025, refletindo um cenário global de fortalecimento do dólar.</p>
<h4><strong>Perspectiva Econômica e Impacto nos Consumidores</strong></h4>
<p>O controle da inflação e o ajuste nas taxas de juros buscam estabilizar a economia, embora taxas elevadas de juros possam desacelerar o crescimento. Com juros mais altos, o crédito tende a encarecer, impactando diretamente o consumo e os investimentos, mas, ao mesmo tempo, ajudando a reduzir as pressões inflacionárias e mantendo a credibilidade econômica.</p>
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		<title>Previsão da inflação subiu para 6,03% este ano, diz Boletim Focus</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/previsao-da-inflacao-subiu-para-603-este-ano-diz-boletim-focus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 May 2023 14:06:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[boletim Focus]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[previsão da inflação]]></category>
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					<description><![CDATA[A previsão do mercado financeiro para o crescimento da economia brasileira este ano subiu de 1% para 1,02%. A estimativa está no boletim Focus de hoje (15), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a projeção para os principais indicadores econômicos. Para o próximo ano, a expectativa para o Produto Interno Bruto (PIB, a [&#8230;]]]></description>
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<p>A previsão do mercado financeiro para o crescimento da economia brasileira este ano subiu de 1% para 1,02%. A estimativa está no boletim Focus de hoje (15), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a projeção para os principais indicadores econômicos.</p>
<p>Para o próximo ano, a expectativa para o Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país) é de crescimento de 1,38%. Em 2025 e 2026, o mercado financeiro projeta expansão do PIB em 1,7% e 1,8%, respectivamente.</p>
<p>A previsão para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) &#8211; considerada a inflação oficial do país &#8211; também variou de 6,02% para 6,03% neste ano. Para 2024, a estimativa de inflação ficou em 4,15%. Para 2025 e 2026, as previsões são de 4%, para os dois anos.</p>
<p>A estimativa para este ano está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é 3,25% para 2023, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,75% e o superior 4,75%. Segundo o BC, a chance de a inflação oficial superar o teto da meta em 2023 é de 83%.</p>
<p>A projeção do mercado para a inflação de 2024 também está acima do centro da meta prevista, fixada em 3%, mas ainda dentro do intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual.</p>
<p>Em abril, influenciado pelo aumento dos remédios, o IPCA ficou em 0,61%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado é inferior à taxa de março, de 0,71%. Em 12 meses, o indicador acumula 4,18%.</p>
<h2>Taxa de juros</h2>
<p>Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 13,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). A taxa está nesse nível desde agosto do ano passado, e é o maior desde janeiro de 2017, quando também estava nesse patamar.</p>
<p>Para o mercado financeiro, a expectativa é de que a Selic encerre 2023 em 12,5% ao ano. Para o fim de 2024, a estimativa é que a taxa básica caia para 10% ao ano. Já para o fim de 2025 e de 2026, a previsão é de Selic em 9% ao ano e 8,75% ao ano, respectivamente.</p>
<p>O patamar da Selic é motivo de divergência entre o governo federal e o Banco Central. Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.</p>
<p>Quando o Copom diminui a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.</p>
<p>Já a estimativa do mercado para a cotação do dólar está em R$ 5,20 para o fim deste ano. Para o fim de 2024, a previsão é de que a moeda americana fique neste mesmo patamar.</p>
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