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	<title>Prevenção &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Prevenção &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Brasil pressiona por acordo de PrEP de longa duração e mira transferência de tecnologia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Dec 2025 14:07:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[AIDS]]></category>
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					<description><![CDATA[No Dia Mundial de Luta contra a Aids, celebrado nesta segunda-feira (1º), o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, reafirmou que o Brasil vai insistir em um acordo de transferência de tecnologia para incorporar ao SUS a PrEP de longa duração, baseada no medicamento lenacapavir — ainda sem registro na Anvisa. A droga, aplicada a cada [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No Dia Mundial de Luta contra a Aids, celebrado nesta segunda-feira (1º), o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, reafirmou que o Brasil vai insistir em um acordo de transferência de tecnologia para incorporar ao SUS a PrEP de longa duração, baseada no medicamento lenacapavir — ainda sem registro na Anvisa.</p>
<p>A droga, aplicada a cada seis meses, representa um novo marco na prevenção ao HIV, com eficiência superior à PrEP oral diária atualmente disponível. Estudos clínicos indicam alta eficácia na proteção contra o vírus, especialmente entre populações jovens, que enfrentam maior dificuldade de aderir ao uso contínuo de comprimidos.</p>
<p>“Queremos participar da transferência de tecnologia desse produto para o Brasil”, afirmou Padilha durante o lançamento da campanha “Nascer sem HIV, viver sem aids”, no SESI Lab, em Brasília. Ele lembrou que o país já colaborou com pesquisas clínicas do medicamento.</p>
<h3>Preço proibitivo e disputa global</h3>
<p>O governo brasileiro critica o valor cobrado pela Gilead. O lenacapavir foi aprovado nos Estados Unidos com custo anual superior a US$ 28 mil por pessoa.<br />
Para países de renda muito baixa, a farmacêutica oferece a dose semestral a US$ 40 — mas a América Latina foi excluída dessa política.</p>
<p>“A empresa quer um preço impraticável para programas de saúde pública. Não concordamos que uma inovação viabilizada com subsídios públicos seja inacessível para países de renda média como o Brasil”, afirmou o ministro.</p>
<p>A Articulação Nacional de Luta contra a Aids defende que, se não houver acordo, o país deve considerar o licenciamento compulsório, mecanismo que permite quebra de patente em nome do interesse público.</p>
<h3>Avanços na prevenção e diagnóstico</h3>
<p>O Brasil ampliou de forma significativa o acesso a tecnologias de prevenção:</p>
<ul>
<li>PrEP: mais de 140 mil pessoas utilizam diariamente; crescimento acima de 150% desde 2023.</li>
<li>Preservativos: 190 milhões de unidades de camisinhas texturizadas e sensitivas foram adquiridas para dialogar com o público jovem.</li>
<li>Diagnóstico: 6,5 milhões de duo testes de HIV e sífilis distribuídos (aumento de 65%) e 780 mil autotestes disponibilizados.</li>
</ul>
<p>No tratamento, o SUS garante acesso universal à terapia antirretroviral. Atualmente, mais de 225 mil usuários adotam o comprimido único de lamivudina + dolutegravir, regime mais eficaz e com melhor tolerabilidade.</p>
<p>O país já cumpriu duas das três metas globais 95-95-95 da ONU — diagnóstico, tratamento e supressão viral.</p>
<h3>Queda histórica nas mortes por aids</h3>
<p>O novo boletim epidemiológico do Ministério da Saúde mostrou avanços expressivos:</p>
<ul>
<li>13% de redução nas mortes entre 2023 e 2024 (de pouco mais de 10 mil para 9,1 mil).</li>
<li>Primeiro ano, em três décadas, com óbitos abaixo de 10 mil.</li>
<li>Casos de aids caíram 1,5% no período.</li>
</ul>
<p>Padilha também anunciou que o Brasil deve receber, ainda em dezembro, o reconhecimento da OMS pela eliminação da transmissão vertical (de mãe para bebê) como problema de saúde pública — tornando-se o maior país do mundo a alcançar esse patamar.</p>
<p>Com a busca por PrEP injetável, o Ministério da Saúde sinaliza que a próxima etapa da resposta brasileira à epidemia passa pela inovação tecnológica, pela autonomia produtiva e pelo combate às desigualdades de acesso.</p>
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		<title>Rio amplia vacinação contra dengue para adolescentes de até 16 anos</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/rio-amplia-vacinacao-contra-dengue-para-adolescentes-de-ate-16-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jan 2025 23:04:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[Aedes aepypti]]></category>
		<category><![CDATA[Contágio]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Verão]]></category>
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					<description><![CDATA[A Prefeitura do Rio de Janeiro anunciou, nesta terça-feira (28), a ampliação da faixa etária para vacinação contra a dengue. A partir de fevereiro, adolescentes entre 10 e 16 anos poderão receber o imunizante, que antes era destinado apenas para a faixa de 10 a 14 anos. De acordo com o secretário municipal de Saúde, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Prefeitura do Rio de Janeiro anunciou, nesta terça-feira (28), a ampliação da faixa etária para vacinação contra a dengue. A partir de fevereiro, adolescentes entre <strong>10 e 16 anos</strong> poderão receber o imunizante, que antes era destinado apenas para a faixa de <strong>10 a 14 anos</strong>. De acordo com o secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz, a medida busca otimizar o uso das <strong>100 mil doses em estoque</strong>, reservadas para quem ainda não retornou para a segunda aplicação da vacina.</p>
<p>Durante coletiva de imprensa sobre o plano operacional do carnaval de rua, Soranz destacou a importância da imunização, especialmente no verão, quando a transmissão da dengue costuma aumentar. Ele alertou para o risco de circulação do sorotipo 3 da doença, que tem registrado alta de casos em São Paulo e pode chegar ao Rio. &#8220;Dengue é sempre uma preocupação no verão, mas este ano temos números muito menores que no ano passado, quando enfrentamos uma epidemia. Mesmo assim, estamos atentos ao aumento de casos em outros estados&#8221;, afirmou.</p>
<p>A Secretaria Municipal de Saúde confirmou, na segunda-feira (27), o <strong>primeiro óbito por dengue</strong> na capital em 2025. A vítima, um homem de 38 anos, morava em Campo Grande, na zona oeste. Até o momento, cerca de <strong>mil casos</strong> foram notificados no município.</p>
<p>A ampliação da faixa etária é mais uma tentativa de conter o avanço da doença e estimular a adesão à vacinação, considerada uma das principais estratégias de prevenção.</p>
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		<title>País poderá ter centros com uso de IA para eventos climáticos extremos</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/pais-podera-ter-centros-com-uso-de-ia-para-eventos-climaticos-extremos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 May 2024 20:17:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Centros de Operações]]></category>
		<category><![CDATA[COR-Rio]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos climáticos]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Manual]]></category>
		<category><![CDATA[Prevenção]]></category>
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					<description><![CDATA[Qualquer cidade brasileira poderá implantar um centro de operações similar ao da cidade do Rio de Janeiro (COR Rio) para auxiliar gestores municipais a enfrentar eventos climáticos extremos e reduzir riscos para a população com o auxílio de inteligência artificial (IA). A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e a prefeitura do Rio lançaram a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Qualquer cidade brasileira poderá implantar um centro de operações similar ao da cidade do Rio de Janeiro (COR Rio) para auxiliar gestores municipais a enfrentar eventos climáticos extremos e reduzir riscos para a população com o auxílio de inteligência artificial (IA). A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e a prefeitura do Rio lançaram a “Prática Recomendada ABNT PR 1021 &#8211; Centro de Operações de Cidade &#8211; Implementação”, um manual para ajudar a reduzir a complexidade da gestão municipal e aumentar a eficiência na tomada de decisões em situações de risco.</p>
<p><strong>O COR Rio</strong></p>
<p>Inaugurado em 2010 e expandido em 2022, o COR Rio conta com 500 profissionais trabalhando em três turnos, 24 horas por dia, sete dias por semana. Eles monitoram mais de 3.500 câmeras pela cidade e utilizam o maior videowall da América Latina. A integração de diversos órgãos, como a Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Polícia Civil, Marinha do Brasil, concessionárias de serviços e modais de transporte, permite a criação de mapas de calor e a elaboração de protocolos operacionais baseados nos dados gerados pelo sistema.</p>
<p><strong>A Importância da Norma ABNT</strong></p>
<p>A norma ABNT visa disseminar a metodologia do COR Rio para todo o Brasil, promovendo políticas públicas de resiliência urbana. Com a expansão do monitoramento (de 60 câmeras em 2010 para mais de 3.600 atualmente, com previsão de 10 mil câmeras até o final do ano), o COR Rio também utiliza uma vasta rede de pluviômetros e radares meteorológicos, além de sensores de rios.</p>
<p><strong>Implementação da IA</strong></p>
<p>A IA no COR Rio permite uma análise de dados superior à capacidade humana, ajudando a transformar informações históricas em dados úteis e aprimorando o banco de dados do COR. A IA direciona ações e protocolos, melhorando a qualidade de vida da população e permitindo previsões mais precisas. A cidade do Rio é a única no Brasil com estágios de cidade, que são pontos de partida para acionamento de protocolos operacionais e comunicações estratégicas com a população.</p>
<p><strong>Apoio do BNDES</strong></p>
<p>O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) autorizou um projeto de quase R$ 30 milhões para IA no COR Rio. O BNDES liberou R$ 117 milhões para a capital fluminense para ações de resposta a desastres, governo digital e gestão urbana inteligente, incluindo R$ 24 milhões especificamente para o COR Rio e R$ 5 milhões para uma rede de sinais de trânsito inteligentes.</p>
<p><strong>Expansão Nacional e Internacional</strong></p>
<p>O presidente da ABNT, Mario William Esper, afirmou que o documento é um guia para qualquer cidade e a ABNT pretende propor a padronização dessa norma internacionalmente. A experiência do COR Rio servirá como modelo para outras grandes cidades do Brasil, com apoio financeiro do BNDES para replicar a metodologia.</p>
<p>Para o prefeito do Rio, Eduardo Paes, o COR é essencial para antecipar soluções e minimizar impactos de eventos extremos, salvando vidas e evitando que a população seja surpreendida por desastres naturais.</p>
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		<title>Após ataque, especialistas propõem escuta ativa nas escolas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/apos-ataque-especialistas-propoem-escuta-ativa-nas-escolas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Apr 2023 22:43:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Acolhimento]]></category>
		<category><![CDATA[escola atacada]]></category>
		<category><![CDATA[Escola Estadual Thomazia Montoro]]></category>
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		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[Volta as Aulas]]></category>
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					<description><![CDATA[Ações de acolhimento após eventos traumáticos devem envolver toda a comunidade escolar, incluindo estudantes, pais, responsáveis e funcionários, além de escuta ativa e capacitação dos profissionais da educação. E o período das ações deve ser prolongado, afirmam especialistas. Após duas semanas do ataque à Escola Estadual Thomazia Montoro, na zona oeste da capital paulista, os [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>Ações de acolhimento após eventos traumáticos devem envolver toda a comunidade escolar, incluindo estudantes, pais, responsáveis e funcionários, além de escuta ativa e capacitação dos profissionais da educação. E o período das ações deve ser prolongado, afirmam especialistas.</p>
<p>Após duas semanas do ataque à Escola Estadual Thomazia Montoro, na zona oeste da capital paulista, os estudantes voltaram às aulas nesta segunda-feira (10), com um plano de acolhimento que inclui também pais e responsáveis e equipe escolar.</p>
<blockquote><p><em>“Para combater a violência extremista nas escolas, é necessário fortalecer os grêmios estudantis, as associações de pais, responsáveis e os conselhos escolares como meios de mobilização. Além disso, é importante aprimorar as disciplinas de humanidades, incluindo abordagens antirracistas, feministas e emancipadoras”, diz a coordenadora-geral da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Andressa Pellanda.</em></p></blockquote>
<p>Para ela, outra medida relevante é oferecer formação continuada aos profissionais da educação e capacitá-los a identificar sinais de aproximação de grupos extremistas e a combater múltiplas formas de violência.</p>
<p>Segundo a educadora, as intervenções para lidar com o luto, o trauma e promover a resiliência precisam ser adequadas ao estágio de desenvolvimento do grupo afetado.</p>
<blockquote><p><em>“As intervenções devem fornecer segurança psicológica e física e envolver os pais e a comunidade, transmitindo esperança. É essencial oferecer orientações sobre onde as vítimas podem buscar suporte de longo prazo. Todos os profissionais que prestam assistência precisam saber como lidar com crises, desastres e traumas.”</em></p></blockquote>
<p>De acordo com a pedagoga e mestre em psicologia educacional pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) Sandra Dedeschi, em casos como esse, as escolas precisam ter clareza da importância de espaços de escuta ativa. “Não podem ser ações isoladas. Precisarão estar presentes por bastante tempo na escola. É claro que talvez de forma mais acentuada nas primeiras duas ou três semanas, mas não se lida com o luto, com um trauma tão grande, em dois, três momentos de diálogo.”</p>
<p>Para Sandra, é preciso que as escolas deixem um canal aberto caso os estudantes sintam necessidade de conversar sobre o problema – pode ser um gestor, um professor de confiança ou alguém com quem os alunos se identifiquem. Os espaços de escuta devem permitir que falem do que eles estão sentindo e das dúvidas que possam ter.</p>
<p>“O que precisa ter nesses espaços de conversa? Ajudar os estudantes a identificar o que eles estão sentindo. Às vezes, posso estar chamando de medo a raiva. Como é que se pode identificar o que se está sentindo, se tivesse que dar um nome para isso? Explicar quais as sensações no corpo, que pensamentos aparecem. Outros vão dizer: ‘é isso mesmo, eu também sinto isso’. Esses espaços [são] para que eles possam ir falando e identificando o que estão sentindo.”</p>
<p>Do ponto de vista psicossocial, Andressa Pellanda ressalta que outras ações podem ser tomadas como medidas preventivas, como criar grupos terapêuticos e espaços de acolhimento dentro das escolas; orientar os profissionais da educação e a comunidade em geral sobre como identificar e agir em caso de ameaças iminentes; garantir a presença permanente de psicólogos e orientadores educacionais nas escolas; estabelecer mecanismos de prevenção e discutir questões de violência envolvendo misoginia, racismo, LGBTQIA+fobia, islamofobia e antissemitismo.</p>
<h2>Retorno</h2>
<p>O reinício das atividades na Escola Estadual Thomazia Montoro incluiu, no primeiro dia, três turmas, com cerca de 90 alunos, e os responsáveis acompanhantes, que tiveram apoio de equipes multiprofissionais de saúde. A partir de terça-feira (11), todos os estudantes voltam às aulas e, durante toda a semana, participarão de rodas de conversa, oficinas de consciência corporal e jogos colaborativos.</p>
<p>A escola passa também a contar com reforço da Ronda Escolar e apoio constante do Gabinete Integrado de Segurança e do Programa Escola Mais Segura, ações que resultam da iniciativa integrada das secretarias estaduais da Educação, de Saúde, de Justiça e Cidadania e Segurança Pública, com apoio do município e da organização não governamental (ONG) Instituto Superação.</p>
<p>É preciso destacar que a implementação de medidas de segurança, como instalação de catracas e detectores de metal, além da presença de seguranças armados nas escolas não é uma solução efetiva para combater o extremismo de direita. “Tais medidas podem até mesmo aumentar as ameaças, tornando o clima escolar insalubre e promovendo a propaganda extremista dentro da própria escola”, destaca Andressa Pellanda.</p>
<p>Segundo a educadora, é essencial garantir um ambiente escolar saudável e acolhedor, que incentive a criatividade, a crítica e a construção de conhecimento.</p>
<p>O governo do estado informou que, após o ataque à escola, a Polícia Militar reuniu os comandantes das companhias de área com os diretores de colégios para discutir a ampliação dos programas e estratégias de combate a agressores ativos. Além desta medida, a gestão estadual estuda contratar policiais da reserva para que fiquem de forma permanente nas escolas.</p>
<h2>Ataque</h2>
<p>Na manhã de 27 de março, uma segunda-feira, a Escola Estadual Thomazia Montoro foi alvo de um ataque provocado por um adolescente de 13 anos. A professora Elizabeth Tenreiro, de 71 anos, morreu após ser esfaqueada pelo aluno. Segundo o governo paulista, Elizabeth Tenreiro era funcionária aposentada do Instituto Adolfo Lutz e, desde 2013, trabalhava como professora.</p>
<p>Estudo da Unicamp revela que, desde 2002, houve 23 ataques a escolas no país.</p>
</div>
</div>
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		<title>Enem 2022 mantém medidas de prevenção à covid-19</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/enem-2022-mantem-medidas-de-prevencao-a-covid-19/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Nov 2022 13:47:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[enem 2022]]></category>
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		<category><![CDATA[Provas]]></category>
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					<description><![CDATA[Os candidatos inscritos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2022 que estiverem com covid-19 ou outra doença infectocontagiosa não devem comparecer ao local de prova. Assim como nas duas últimas edições do exame, esses estudantes poderão solicitar a reaplicação das provas. O Enem será aplicado em mais de 1,7 mil municípios nos próximos domingos, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>Os candidatos inscritos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2022 que estiverem com covid-19 ou outra doença infectocontagiosa não devem comparecer ao local de prova. Assim como nas duas últimas edições do exame, esses estudantes poderão solicitar a reaplicação das provas. O Enem será aplicado em mais de 1,7 mil municípios nos próximos domingos, 13 e 20 de novembro. Cerca de 3,4 milhões de participantes estão com a inscrição confirmada.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A reaplicação do Enem será nos dias 10 e 11 de janeiro de 2023. A solicitação da reaplicação deverá ser feita na <a href="http://enem.inep.gov.br/participante" target="_blank" rel="noopener">Página do Participante</a> em até cinco dias úteis após o último dia de aplicação, conforme o <a href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/edital-n-33-de-28-de-abril-de-2022-396385788" target="_blank" rel="noopener">edital do exame</a>. Cada pedido será analisado individualmente.</p>
<p>Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), para a análise da possibilidade de reaplicação a pessoa deverá inserir obrigatoriamente, no momento da solicitação, documento legível que comprove a doença. Na documentação deve constar o nome completo do participante, o diagnóstico com a descrição da condição, o código correspondente à Classificação Internacional de Doença (CID 10), além da assinatura e da identificação do profissional competente, com o respectivo registro no Conselho Regional de Medicina (CRM), do Ministério da Saúde (RMS) ou de órgão competente, assim como a data do atendimento.</p>
<p>Além da covid serão aceitas justificativas de candidatos com tuberculose, coqueluche, difteria, doença invasiva por <em>Haemophilus influenzae</em>, doença meningocócica e outras meningites, varíola, <em>influenza</em> humana A e B, poliomielite por poliovírus selvagem, sarampo, rubéola, varicela.</p>
<h2>Uso de máscara</h2>
<p>O uso da máscara de proteção facial é obrigatório nos locais de prova, exceto nos estados e municípios onde esse uso esteja liberado, por decreto ou ato administrativo, em locais fechados. De acordo com o Inep, a aplicação deste ano manterá as medidas de proteção contra a covid-19, como o distanciamento entre os candidatos nas salas de prova.</p>
<p>Segundo o último Boletim Infogripe, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), foi verificado aumento nos casos de covid-19 nos estados do Amazonas, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e de São Paulo.</p>
<p>De acordo com a Fiocruz, a covid-19 tem demonstrado tendência a picos anuais de sazonalidade no Brasil, ao contrário de outras doenças respiratórias, como a <em>influenza</em> ou gripe, que aparecem com mais frequência no país apenas nos meses de inverno. O Brasil registrou aumento de casos de covid-19 entre maio e junho de 2022, depois da forte onda verificada em janeiro e fevereiro. Neste momento, a Fiocruz indica aumento de internações por doenças respiratórias de pessoas a partir de 18 anos e no Rio Grande do Sul, na faixa a partir de 60 anos.</p>
<p>Para o médico e professor de doenças infecciosas da Universidade Federal do Rio de Janeiro Edimilson Migowski, os participantes com sintomas gripais, mesmo que não haja obrigatoriedade no local onde façam a prova, devem usar máscara de proteção facial no dia da prova, ainda que não tenham sido diagnosticados com covid, para evitar o contágio de doenças respiratórias. Alguns dos sintomas gripais são congestão nasal, nariz escorrendo, dor de garganta e tosse.</p>
<p>“Nesse momento, seria obrigatório o uso da máscara por pessoa que têm sinais ou sintomas de infecção respiratória, quem tem sinal ou sintoma de qualquer enfermidade”, diz. Além disso, ele recomenda que usem máscara pessoas imunodeficientes ou com outras condições que as tornem suscetíveis a essas doenças.</p>
<h2>Enem 2022</h2>
<p>No primeiro dia, os participantes farão as provas de linguagens, ciências humanas e redação. No segundo, matemática e ciências da natureza. Os locais de prova estão disponíveis no Cartão de Confirmação de Inscrição na <a href="https://enem.inep.gov.br/participante/#!/" target="_blank" rel="noopener">Página do Participante</a>.</p>
<p>O exame seleciona estudantes para vagas do ensino superior públicas, pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), para bolsas em instituições privadas, pelo Programa Universidade para Todos (ProUni), e serve de parâmetro para o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Os resultados também podem ser usados para ingressar em instituições de ensino portuguesas que têm convênio com o Inep.</p>
<p>Quem está se preparando para o Enem pode acessar todas as provas e gabaritos de edições anteriores no<em> <a href="http://https//www.gov.br/inep/pt-br/areas-de-atuacao/avaliacao-e-exames-educacionais/enem/orientacoes/provas-e-gabaritos" target="_blank" rel="noopener">site</a></em><a href="http://https//www.gov.br/inep/pt-br/areas-de-atuacao/avaliacao-e-exames-educacionais/enem/orientacoes/provas-e-gabaritos" target="_blank" rel="noopener"> do Inep</a>. Para testar os conhecimentos, os estudantes podem acessar gratuitamente o <a href="https://questoesenem.ebc.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Questões Enem</a>, um banco preparado pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC), que reúne questões de provas de anos anteriores. No sistema, é possível escolher as áreas do conhecimento se quer estudar. O banco seleciona as questões de maneira aleatória.</p>
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