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	<title>prevenção de desastres &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Recursos Técnicos Locais: O Desafio na Prevenção de Desastres</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 May 2024 14:23:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A recente tragédia climática no Rio Grande do Sul evidenciou a necessidade de reforçar o orçamento e as políticas públicas voltadas para a prevenção e recuperação de desastres. No entanto, a liberação desses recursos depende de projetos técnicos elaborados por prefeituras e governos estaduais. Esse é o alerta de Úrsula Peres, professora de Gestão de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A recente tragédia climática no Rio Grande do Sul evidenciou a necessidade de reforçar o orçamento e as políticas públicas voltadas para a prevenção e recuperação de desastres. No entanto, a liberação desses recursos depende de projetos técnicos elaborados por prefeituras e governos estaduais. Esse é o alerta de Úrsula Peres, professora de Gestão de Políticas Públicas na Universidade de São Paulo e pesquisadora associada ao Centro de Estudos da Metrópole.</p>
<p>Entre 2010 e 2023, apenas R$ 6,5 de cada R$ 10 autorizados pelo Congresso Nacional para programas e ações nessa área foram efetivamente gastos, segundo dados do Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi), analisados pela ONG Contas Abertas.</p>
<p>Peres explica que as ações de prevenção e recuperação de desastres são despesas discricionárias, ao contrário de áreas como saúde, educação e previdência social. “Como são despesas discricionárias, há menos pressão para que esses recursos sejam executados”, comenta.</p>
<p>Além disso, a execução desses recursos frequentemente depende de iniciativas locais, o que exige que estados e municípios elaborem projetos técnicos. “A maioria dos municípios brasileiros tem estruturas pequenas e menos capacidade para desenvolver projetos complexos, especialmente em áreas de risco com topografia complicada, o que torna os processos de licitação, medição e controle mais desafiadores”, detalha Peres.</p>
<p>A pesquisadora também aponta que o teto de gastos públicos, instituído pela Emenda Constitucional nº 95/2016, limita o aumento das despesas primárias, pressionando ainda mais as despesas discricionárias. “Ter orçamento autorizado não garante a execução da ação”, afirma.</p>
<p>Nos últimos 14 anos, o pico dos investimentos em prevenção de desastres foi em 2013, com R$ 6,8 bilhões durante o governo Dilma Rousseff. Em contrapartida, o menor investimento ocorreu em 2021, no governo Bolsonaro, com R$ 1,3 bilhão. Em 2024, o orçamento inicial no terceiro mandato de Lula é de R$ 2,6 bilhões, o maior desde 2018.</p>
<p><strong>Nova Perspectiva Orçamentária</strong></p>
<p>Úrsula Peres acredita que o retorno aos antigos níveis de previsão e execução orçamentária não será rápido. “Não é de uma hora para outra que se restabelece o volume do orçamento”, observa. Ela prevê que a tragédia no Rio Grande do Sul trará mudanças na agenda orçamentária, forçando uma reavaliação das prioridades de despesa e aumentando a conscientização sobre os riscos climáticos entre gestores e eleitores.</p>
<p>Peres ressalta a importância de considerar o impacto das políticas fiscais na população mais vulnerável, especialmente nas periferias sujeitas a enchentes e deslizamentos. “Precisamos agir com equidade, garantindo que os recursos cheguem a quem mais precisa”, defende.</p>
<p>Ela enfatiza a necessidade de buscar sustentabilidade econômica, social e ambiental, o que requer investimentos em uma economia verde. “Precisamos de recursos no orçamento agora para colher frutos no futuro, incluindo maior arrecadação”, afirma.</p>
<p><strong>Medidas e Investimentos para o Rio Grande do Sul</strong></p>
<p>O Tribunal de Contas da União (TCU) monitora os recursos destinados à gestão de riscos e desastres no Rio Grande do Sul. Desde 2012, foram liberados cerca de R$ 593,6 milhões pelo governo federal para o estado.</p>
<p>O presidente do TCU, Bruno Dantas, prometeu flexibilizar a burocracia para agilizar o atendimento às pessoas afetadas. Uma força-tarefa acompanha as obras de infraestrutura e as medidas de defesa civil no estado.</p>
<p>O Ministério das Cidades garantiu recursos para todas as propostas de obras de contenção de encostas enviadas pelo Rio Grande do Sul para áreas de risco. O novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) prevê R$ 4,8 bilhões para drenagem e R$ 1,7 bilhão para contenção de encostas em todo o país, valores já disponíveis para contratação por parte dos municípios.</p>
<p>O Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), em parceria com o BNDES, destinou US$ 1,115 bilhão ao Rio Grande do Sul, incluindo US$ 500 milhões para pequenas e médias empresas e obras de proteção ambiental.</p>
<p>Além disso, o governo federal instituiu o Auxílio Reconstrução, um benefício de R$ 5.100 para famílias afetadas pela tragédia no Rio Grande do Sul, e criou a Secretaria Extraordinária da Presidência da República para Apoio à Reconstrução do estado, coordenando ações federais para enfrentar a calamidade e promover a reconstrução.</p>
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