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	<title>Presidência &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Presidência &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Juliano Oliveira assume presidência da União de Maricá</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 May 2024 14:58:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A União de Maricá tem um novo líder à frente de seus destinos. Juliano Oliveira, de 28 anos, figura que cresceu nas fileiras da escola desde sua fundação, assume agora a presidência com a missão de conduzir a agremiação rumo ao tão almejado acesso ao Grupo Especial. Renato Ramos continua como vice-presidente, mantendo-se no cargo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A União de Maricá tem um novo líder à frente de seus destinos. Juliano Oliveira, de 28 anos, figura que cresceu nas fileiras da escola desde sua fundação, assume agora a presidência com a missão de conduzir a agremiação rumo ao tão almejado acesso ao Grupo Especial. Renato Ramos continua como vice-presidente, mantendo-se no cargo que ocupava na gestão anterior.</p>
<figure id="attachment_76886" aria-describedby="caption-attachment-76886" style="width: 400px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-76886" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/05/13-Juliano-Oliveira-assume-presidencia-da-Uniao-de-Marica-Expresso-Carioca-1.webp?resize=400%2C600&#038;ssl=1" alt="Juliano Oliveira Assume Presidência Da União De Maricá - Expresso Carioca" width="400" height="600" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/05/13-Juliano-Oliveira-assume-presidencia-da-Uniao-de-Marica-Expresso-Carioca-1.webp?w=400&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/05/13-Juliano-Oliveira-assume-presidencia-da-Uniao-de-Marica-Expresso-Carioca-1.webp?resize=200%2C300&amp;ssl=1 200w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/05/13-Juliano-Oliveira-assume-presidencia-da-Uniao-de-Marica-Expresso-Carioca-1.webp?resize=150%2C225&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /><figcaption id="caption-attachment-76886" class="wp-caption-text">Juliano Oliveira &#8211; Foto: Matheus Inacios</figcaption></figure>
<p>Juliano Oliveira é uma verdadeira cria da União de Maricá. Desde os primórdios da escola, ele esteve presente, começando como componente, passando por coordenador de ala e, nos últimos anos, integrando a diretoria. Agora, como presidente administrativo, ele se compromete a levar a União de Maricá ao patamar das grandes escolas de samba do Rio de Janeiro.</p>
<p><em>&#8220;Sendo maricaense, faço parte da trajetória da escola desde seu nascimento, e alcançar a presidência representa uma conquista extraordinária. Agradeço a confiança depositada em mim, especialmente ao presidente de honra Washington Quaquá, ao prefeito Fabiano Horta, ao diretor executivo João Carlos Birigu, ao amigo João Maurício (Joãozinho) e, é claro, à comunidade da União de Maricá. Vou me dedicar integralmente para que possamos almejar o título da Série Ouro e a tão sonhada vaga no Grupo Especial. Estamos empenhados nesse objetivo&#8221;</em>, afirmou Juliano.</p>
<p>Com uma equipe forte e consolidada, a União de Maricá mantém a base que a levou ao quarto lugar em sua estreia na Sapucaí, na Série Ouro do desfile passado. Para o próximo carnaval, a escola trará o enredo &#8220;O Cavalo de Santíssimo e a coroa do Seu 7&#8221;, sob a batuta do carnavalesco Leandro Vieira, um reforço pontual para o Carnaval de 2025.</p>
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		<title>Lula nomeia Jeansley Charlles de Lima presidente da EBC</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/lula-nomeia-jeansley-charlles-de-lima-presidente-da-ebc/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Dec 2023 15:14:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva nomeou para o cargo de presidente da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Jeansley Charlles de Lima. Após a saída do ex-presidente Hélio Doyle do cargo, Jeansley Lima, então diretor geral da empresa, passou a ocupar interinamente o cargo de presidente. A nomeação foi publicada no Diário Oficial da União desta [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva nomeou para o cargo de presidente da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Jeansley Charlles de Lima. Após a saída do ex-presidente Hélio Doyle do cargo, Jeansley Lima, então diretor geral da empresa, passou a ocupar interinamente o cargo de presidente. A nomeação foi publicada no <a href="http://in.gov.br/en/web/dou/-/decretos-de-14-de-dezembro-de-2023-530658569" target="_blank" rel="noopener"><em>Diário Oficial da União</em></a> desta sexta-feira (15).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Doutor em História Econômica e mestre em História Social, Lima foi coordenador adjunto de Articulação Intergovernamental, Coordenador Executivo do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social do Distrito Federal (DF) e secretário-adjunto de governo na Secretaria de Governo do DF.</p>
<p>Foi também presidente da Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan) e do Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (Ipedf); e consultor no governo federal e no terceiro setor na elaboração de projetos e convênios para planejamento, execução, monitoramento e avaliação de políticas públicas na área da educação e alimentação escolar.</p>
<p>Lula nomeou também Maíra Carneiro Bittencourt Maia para o cargo de diretora geral da EBC. Os dois dirigentes terão mandato até 30 de outubro de 2025.</p>
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		<title>Enel Substitui Presidente no Brasil Vinte Dias Após Apagão que Afetou Milhões</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/enel-substitui-presidente-no-brasil-vinte-dias-apos-apagao-que-afetou-milhoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Nov 2023 15:13:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A Enel (Entidade Nacional de Eletricidade) anunciou na quinta-feira (23) a substituição do presidente da empresa no Brasil, Nicola Cotugno, em meio a críticas e questionamentos decorrentes de um apagão que afetou mais de 2 milhões de clientes em São Paulo. A mudança na liderança, que estava prevista desde outubro, está relacionada à aposentadoria do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Enel (Entidade Nacional de Eletricidade) anunciou na quinta-feira (23) a substituição do presidente da empresa no Brasil, Nicola Cotugno, em meio a críticas e questionamentos decorrentes de um apagão que afetou mais de 2 milhões de clientes em São Paulo. A mudança na liderança, que estava prevista desde outubro, está relacionada à aposentadoria do dirigente que ocupava o cargo nos últimos cinco anos.</p>
<p>Cotugno será sucedido por Antonio Scala, um executivo que já fazia parte da empresa. A Enel afirmou que o presidente em saída prorrogou sua saída até 22 de novembro para apoiar o processo de substituição e enfrentar os desafios recentes. Até a conclusão dos trâmites administrativos para a nomeação de Scala, Guilherme Gomes Lencastre, presidente do Conselho de Administração, assume interinamente.</p>
<p>A Enel, que atende mais de 15 milhões de clientes em distribuidoras nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Ceará, enfrentou críticas após um forte temporal deixar parte dos paulistas sem energia por mais de sete dias em novembro.</p>
<p>Em meio à crise, o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, solicitou à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) o rompimento do contrato com a Enel, alegando interrupções no fornecimento e demora nas ligações para obras municipais.</p>
<p>A Enel também é alvo de Comissões Parlamentares de Inquérito (CPI) na Câmara Municipal de Vereadores e na Assembleia Legislativa, ambas criadas para investigar as causas do apagão. O Ministério Público de São Paulo (MPSP) instaurou um inquérito e propôs um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) à Enel, buscando indenização para os mais de dois milhões de consumidores afetados.</p>
<p>A empresa tem 15 dias para responder ao TAC proposto pelo MPSP, que visa aumentar os investimentos para evitar episódios de desabastecimento.</p>
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		<title>Brasil assume presidência do Conselho de Segurança da ONU</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/brasil-assume-presidencia-do-conselho-de-seguranca-da-onu/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Oct 2023 15:34:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[O Brasil assumiu nesse domingo (1º), pelo período de um mês, a presidência do Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU). Entre os temas que o país vai defender, o principal é a importância das instituições bilaterais, regionais e multilaterais para prevenir, resolver e mediar conflitos.  O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, presidirá uma audiência [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O Brasil assumiu nesse domingo (1º), pelo período de um mês, a presidência do Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU). Entre os temas que o país vai defender, o principal é a importância das instituições bilaterais, regionais e multilaterais para prevenir, resolver e mediar conflitos. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, presidirá uma audiência sobre essa questão no dia 20 de outubro.</p>
<p>“Vamos trazer este mês a ideia de que o Conselho de Segurança deveria tratar mais amplamente dos instrumentos que as Nações Unidas, os países e as organizações regionais têm para prevenir os conflitos e não só tratar deles depois que ocorrem. Um reforço da diplomacia bilateral, regional e multilateral para prevenir a eclosão de conflitos”, explicou o secretário de Assuntos Multilaterais e Políticos do Ministério das Relações Exteriores, embaixador Carlos Márcio Cozendey, em entrevista sexta-feira (29).</p>
<p>Como exemplo, ele citou o tratado de Tlatelolco, firmado em 1967 pelos 33 países da América Latina e Caribe, para garantir a não proliferação de armas nucleares na região.</p>
<p>Segundo o diplomata, outros temas serão abordados ao longo do mês na presidência brasileira do Conselho de Segurança: a possível missão de apoio às forças de segurança do Haiti; a manutenção da missão da ONU que supervisiona as negociações de paz na Colômbia; e, possivelmente, questões relativas à guerra entre Ucrânia e Rússia.</p>
<h2>Reforma</h2>
<p>Instituído após a Segunda Guerra Mundial, em 1948, para zelar pela manutenção da paz e da segurança internacional, o Conselho de Segurança da ONU tem cinco membros permanentes – China, Estados Unidos, França, Reino Unido e Rússia – e um grupo de 10 membros não permanentes com mandatos de dois anos.</p>
<p>Atualmente, ocupam as vagas rotativas Brasil, Albânia, Equador, Emirados Árabes, Gabão, Gana, Japão, Malta, Moçambique e Suíça. O mandato desses países vai até dezembro.</p>
<p>É a segunda vez no atual biênio que o Brasil estará na presidência do órgão &#8211; a primeira ocorreu em julho de 2022. Desde a criação do conselho esse é o 11º mandato brasileiro.</p>
<p>Os cinco membros permanentes no conselho têm poder de veto, ou seja, podem barrar resoluções do órgão por razões relacionadas a interesses próprios.</p>
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva vem defendendo a reforma de instituições de governança global e reivindica um assento permanente para o Brasil no Conselho de Segurança, bem como para a África do Sul e a Índia. Para ele, entidades internacionais mais representativas podem, por exemplo, impor punição aos países que não cumprirem seus compromissos em questões climáticas e impulsionar o combate às desigualdades no mundo.</p>
<p>Em discurso na Assembleia Geral das Nações Unidas, no último dia 19, Lula afirmou que o princípio do multilateralismo global – que pressupõe igualdade soberana entre as nações –, vem sendo corroído e que o órgão de segurança da ONU “vem perdendo progressivamente sua credibilidade”.</p>
<p>“Essa fragilidade decorre, em particular, da ação de seus membros permanentes, que travam guerras não autorizadas em busca de expansão territorial ou de mudança de regime. Sua paralisia é a prova mais eloquente da necessidade e urgência de reformá-lo, conferindo-lhe maior representatividade e eficácia”, disse Lula na ocasião.</p>
<h2>Agenda</h2>
<p>Além da audiência no dia 20, o ministro Mauro Vieira presidirá outros eventos durante o mês de outubro. Um deles, no dia 24, será um debate aberto sobre o Oriente Médio, realizado a cada trimestre, para abordar a questão da Palestina e outros assuntos. No dia 25, haverá outro debate aberto com o tema “Mulheres, Paz e Segurança”.</p>
<p>“O tema foi proposto no início deste século para chamar a atenção sobre o papel que as mulheres podem e devem exercer nos processos de prevenção e resolução de conflitos, presença nas operações de paz e também para o efeito desproporcional que os conflitos têm sobre as mulheres”, explicou o embaixador Cozendey.</p>
<p>Outro evento que ocorrerá no período da presidência brasileira será o diálogo anual entre o Conselho de Segurança da ONU e o Conselho de Paz e Segurança da União Africana. Ele será realizado em Adis Abeba, capital da Etiópia e sede da União Africana.</p>
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		<title>Brasil recebe presidência do G20 e propõe força-tarefa contra fome</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/brasil-recebe-presidencia-do-g20-e-propoe-forca-tarefa-contra-fome/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Sep 2023 13:58:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu, neste domingo (10), a presidência do G20, durante o encerramento da 18ª Cúpula de Chefes de Governo e Estado do grupo, que ocorre em Nova Déli, na Índia. Durante a cerimônia, a liderança do bloco foi transmitida do primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, para Lula. A presidência brasileira [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu, neste domingo (10), a presidência do G20, durante o encerramento da 18ª Cúpula de Chefes de Governo e Estado do grupo, que ocorre em Nova Déli, na Índia. Durante a cerimônia, a liderança do bloco foi transmitida do primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, para Lula.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A presidência brasileira no G20 terá três prioridades: a inclusão social e a luta contra a desigualdade, a fome e a pobreza; o enfrentamento das mudanças climáticas e a promoção do desenvolvimento sustentável em suas dimensões econômica, social e ambiental; e a defesa da reforma das instituições de governança global, que reflita a geopolítica do presente.</p>
<p>“Todas essas prioridades estão contidas no lema da presidência brasileira, que diz ‘Construindo um Mundo Justo e um Planeta Sustentável’”, disse Lula durante discurso no encerramento do encontro. Ele anunciou que serão criadas duas forças-tarefas: a Aliança Global contra a Fome e a Pobreza e a Mobilização Global contra a Mudança do Clima.</p>
<p>O presidente brasileiro lembrou a tragédia no Rio Grande do Sul em decorrência da passagem de um ciclone extratropical. De acordo com o último balanço, divulgado às 18h deste sábado (9), o estado contabiliza 41 mortes e 46 pessoas seguem desaparecidas. São 88 municípios em estado de calamidade pública.</p>
<p>“Isso nos chama a atenção porque fenômenos como esse têm acontecido nos mais diferentes lugares do nosso planeta”, apontou. Ontem (9), durante discurso em outro evento da cúpula, Lula cobrou recursos de países ricos contra aquecimento global. “A natureza continua dando demonstração de que nós precisamos cuidar dela com muito mais carinho”, acrescentou o presidente.</p>
<p>O G20 reúne 19 das maiores economias do mundo e a União Europeia. A União Africana também tornou-se membro permanente durante a cúpula na Índia.</p>
<h2>Combate à fome</h2>
<p>“Precisamos redobrar os esforços para alcançar a meta de acabar com a fome no mundo até 2030, caso contrário estaremos diante do maior fracasso multilateral dos últimos anos. Agir para combater a mudança do clima exige vontade política e determinação dos governantes, e também recursos e transferência de tecnologia”, disse Lula, sobre as linhas basilares da presidência brasileira.</p>
<p>Ele também destacou a necessidade de que países emergentes tenham mais participação nas decisões do Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional (FMI). “A insustentável dívida externa dos países mais pobres precisa ser equacionada. A OMC [Organização Mundial do Comércio] tem que ser revitalizada e seu sistema de solução de controvérsias precisa voltar a funcionar. Para recuperar sua força política, o Conselho de Segurança da ONU precisa contar com a presença de novos países em desenvolvimento entre seus membros permanentes e não permanentes”, defendeu.</p>
<h2>G20 no Brasil</h2>
<p>A presidência brasileira começa em 1º de dezembro de 2023 e se encerra em 30 de novembro de 2024. A agenda do G20 será decidida e implementada pelo governo do Brasil, com apoio direto da Índia, última ocupante da presidência, e da África do Sul, país que exercerá o mandato em 2025. Esse sistema é conhecido como troika e é um dos diferenciais do grupo em relação a outros organismos internacionais.</p>
<p>Entre dezembro de 2023 e novembro de 2024, o Brasil deverá organizar mais de 100 reuniões oficiais em várias cidades do país, que incluem cerca de 20 reuniões ministeriais, 50 reuniões de alto nível e eventos paralelos. O ponto alto será a 19ª Cúpula de chefes de Estado e governo do G20, nos dias 18 e 19 de novembro de 2024, no Rio de Janeiro.</p>
<p>De acordo com Lula, no G20, o Brasil pretende organizar os trabalhos em torno de três orientações gerais. Primeiro, ele propõe uma aproximação entre a trilha de política, mais ampla e onde se discutem políticas públicas, e a trilha de finanças, onde se discutem as questões de financiamento, de forma que “se coordenem e trabalhem de forma mais integrada”. “Não adianta acordarmos a melhor política pública se não alocarmos os recursos necessários para sua implementação”, avaliou.</p>
<p>A presidência brasileira deve criar ainda um canal de diálogo entre os líderes e a sociedade civil, assegurando que os grupos de engajamento da sociedade, entidades de classe e órgãos públicos tenham a oportunidade de reportar suas conclusões e recomendações aos representantes de governo.</p>
<p>Para o presidente, também é preciso evitar discussões sobre questões geopolíticas, como guerras, para não esvaziar a agenda de discussões das várias instâncias do bloco. “Não nos interessa um G20 dividido. Só com uma ação conjunta é que podemos fazer frente aos desafios dos nossos dias. Precisamos de paz e cooperação em vez de conflitos”, disse.</p>
<h2>Agenda internacional</h2>
<p>É a primeira vez que o Brasil assume a presidência do G20 desde a sua criação, em 1999. O país esteve presente desde o início, quando as 20 maiores economias do mundo se reuniram com o objetivo de buscar uma solução para a grave crise financeira que abalou todos os mercados e que levou à quebra de um número enorme de bancos e outras companhias.</p>
<p>O grupo reunia, à época, apenas ministros de finanças e presidentes de bancos centrais. Em 2008, para enfrentar nova crise financeira internacional, passou a ter o formato atual, com chefes de Estado e de governo.</p>
<p>“Nossa atuação conjunta nos permitiu enfrentar os momentos mais críticos, mas foi insuficiente para corrigir os equívocos estruturais do neoliberalismo. A arquitetura financeira global mudou pouco e as bases de uma nova governança econômica não foram lançadas. Novas urgências surgiram, os desafios se acumularam e se agravaram, vivemos num mundo em que a riqueza está mais concentrada, em que milhões de seres humanos ainda passam fome, em que o desenvolvimento sustentável está sempre ameaçado, em que as instituições de governança ainda refletem a realidade de meados do século passado”, alertou Lula em seu discurso em Nova Déli.</p>
<p>Para ele, a redução das desigualdades deve estar no centro da agenda internacional. “Só vamos conseguir enfrentar todos esses problemas se tratarmos da questão da desigualdade. A desigualdade de renda, de acesso à saúde, educação e alimentação, de gênero e raça e de representação está na origem de todas essas anomalias”, destacou.</p>
<p>Além dos líderes dos países-membros do G20 – África do Sul, Alemanha, Arábia Saudita, Argentina, Austrália, Brasil, Canadá, China, Coreia do Sul, Estados Unidos, França, Índia, Indonésia, Itália, Japão, México, Reino Unido, Rússia, Turquia e União Europeia –, participaram da cúpula, na condição de convidados da presidência indiana, os líderes de Bangladesh, Egito, Emirados Árabes Unidos, Espanha, Maurício, Nigéria, Omã, Países Baixos, Singapura e União Africana.</p>
<p>O principal documento resultante da 18ª Cúpula do G20 foi a Declaração de Líderes, que incluiu temas como necessidade do desenvolvimento sustentável, da cooperação econômica e científica, de ações contra desigualdade e da redução do sofrimento causado pelas guerras.</p>
<p>A presidência da Índia iniciou-se em dezembro de 2022 sob o lema <em>Uma Terra, Uma Família, Um Futuro</em>. Durante o período, o G20 teve como prioridades gerais estilos de vida sustentáveis, tecnologia, crescimento inclusivo, multilateralismo e liderança de mulheres.</p>
</div>
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		<title>Candidato à presidência do Equador é morto em Quito</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Aug 2023 10:04:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O presidente equatoriano, Guillermo Lasso, utilizou sua conta no Twitter para confirmar o trágico assassinato do candidato presidencial Fernando Villavicencio. Em sua postagem, Lasso expressou profunda indignação e consternação diante desse terrível ato e prestou solidariedade à esposa e filhas de Villavicencio. Ele assegurou que o crime não ficará sem punição e se comprometeu a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente equatoriano, Guillermo Lasso, utilizou sua conta no Twitter para confirmar o trágico assassinato do candidato presidencial Fernando Villavicencio. Em sua postagem, Lasso expressou profunda indignação e consternação diante desse terrível ato e prestou solidariedade à esposa e filhas de Villavicencio. Ele assegurou que o crime não ficará sem punição e se comprometeu a tomar medidas firmes em relação a esse acontecimento.</p>
<p>O presidente do Equador declarou que planeja acionar as autoridades do Conselho Nacional Eleitoral e da Corte Nacional de Justiça para conduzir uma investigação abrangente sobre o caso. Ele ressaltou que o crime organizado ultrapassou limites inaceitáveis e enfatizou que a lei será aplicada rigorosamente para punir os responsáveis.</p>
<p>Momentos antes do pronunciamento de Guillermo Lasso, a Ecuavisa, uma rede de televisão local, juntamente com uma associação de imprensa local, já noticiavam o assassinato do candidato durante um comício de campanha que ocorria no norte de Quito na quarta-feira (9).</p>
<p>Vale ressaltar que as eleições presidenciais do Equador estão programadas para ter seu primeiro turno em 20 de agosto. Fernando Villavicencio, embora não fosse um dos favoritos para avançar ao segundo turno, de acordo com as pesquisas de intenção de voto, lideradas por Luísa Gonzales, do partido Revolução Cidadã, seu assassinato trágico lança uma sombra sobre o processo eleitoral e a estabilidade política do país.</p>
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		<title>Promessa de reconstrução na posse da presidenta da Funai</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/promessa-de-reconstrucao-na-posse-da-presidenta-da-funai/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Feb 2023 18:42:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Funai]]></category>
		<category><![CDATA[Joenia Wapichana]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Posse]]></category>
		<category><![CDATA[Presidência]]></category>
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					<description><![CDATA[Na cerimônia repleta de emoção e discursos poderosos, a deputada federal Joenia Wapichana assumiu o cargo de presidenta da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai). Em seu discurso de posse, ela se comprometeu a reconstruir a Funai e destacou a importância de, pela primeira vez, o órgão estar sendo liderado por uma indígena. “Esse é [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na cerimônia repleta de emoção e discursos poderosos, a deputada federal Joenia Wapichana assumiu o cargo de presidenta da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai). Em seu discurso de posse, ela se comprometeu a reconstruir a Funai e destacou a importância de, pela primeira vez, o órgão estar sendo liderado por uma indígena.</p>
<p>“Esse é o primeiro passo que a gente tem de dar. Reorganizar a Funai. Fortalecer a Funai. Buscar orçamento para a Funai”, destacou Joenia ao assumir o cargo. A presidenta da Funai também mencionou outros desafios enfrentados pelo órgão, incluindo as restrições orçamentárias, a escassez de servidores públicos e o grande volume de ações judiciais acumuladas ao longo dos anos.</p>
<blockquote><p>“Todo esse caminho que percorremos para chegar aqui até hoje foi longo e muito sofrido. Muitas vidas se perderam no caminho e ainda estão se perdendo. Passamos anos de desmonte, de sucateamento, de desvalorização dos servidores públicos”, declarou a nova presidenta.</p></blockquote>
<figure id="attachment_57324" aria-describedby="caption-attachment-57324" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/02/04-Presidente-da-Fundacao-Nacional-dos-Povos-Indigena-Joenia-Wapichana-com-o-lider-indigena-Raoni-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-57324" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/02/04-Presidente-da-Fundacao-Nacional-dos-Povos-Indigena-Joenia-Wapichana-com-o-lider-indigena-Raoni-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Presidente Da Fundação Nacional Dos Povos Indígena, Joenia Wapichana, Com O Líder Indígena Raoní - Jornal Expresso Carioca - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/02/04-Presidente-da-Fundacao-Nacional-dos-Povos-Indigena-Joenia-Wapichana-com-o-lider-indigena-Raoni-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/02/04-Presidente-da-Fundacao-Nacional-dos-Povos-Indigena-Joenia-Wapichana-com-o-lider-indigena-Raoni-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/02/04-Presidente-da-Fundacao-Nacional-dos-Povos-Indigena-Joenia-Wapichana-com-o-lider-indigena-Raoni-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=391%2C260&amp;ssl=1 391w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/02/04-Presidente-da-Fundacao-Nacional-dos-Povos-Indigena-Joenia-Wapichana-com-o-lider-indigena-Raoni-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /></a><figcaption id="caption-attachment-57324" class="wp-caption-text">Presidente da Fundação Nacional dos Povos Indígena, Joenia Wapichana, com o líder indígena Raoní &#8211; Joedson Alves/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>Com relação aos servidores públicos, a presidenta da Funai prometeu promover um concurso público, desenvolver um plano de carreira e trabalhar para ampliar o poder de polícia dos funcionários da Funai. “Os servidores [da Funai] não têm condições de trabalhar, de não ter um salário digno, de não ter poder de polícia. São enviados para uma área como o Vale do Javari, onde aconteceu a tragédia do [indigenista] Bruno Pereira e do [jornalista] Dom Phillips”, declarou.</p>
<p>Joenia afirmou também que buscará a orientação do Ministério Público Federal para lidar com a acumulação de processos por omissão e negligência na Funai. “Agora vamos reverter esse papel. Em vez de perseguir servidor, de fechar a porta para os povos indígenas, a Funai tem de estar ao lado dos povos indígenas. Tem que ir no processo não para acusar, mas para proteger. E esses são os novos tempos necessários para o país”, destacou</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Convidados</h2>
<p>Após a posse, Joenia Wapichana assinou nove atos. Destes, sete foram para a criação de equipes de trabalho com o objetivo de identificar e delimitar terras indígenas em sete estados do Brasil, incluindo Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul, Rondônia, Pará, São Paulo e Minas Gerais. Além disso, ela assinou duas restrições de uso de terras indígenas, no Mato Grosso do Sul e Amazonas, e uma portaria que estabelece um grupo de trabalho para apoiar as ações do governo federal na Terra Indígena Yanomami.</p>
<p>O evento de posse de Joenia Wapichana como presidenta da Funai teve uma duração de quase duas horas e aconteceu no Memorial dos Povos Indígenas. Entre os convidados estavam as ministras Sonia Guajajara (Povos Indígenas) e Marina Silva (Meio Ambiente e Mudança do Clima), a vice-governadora do DF Celina Leão, deputados e líderes indígenas. O ex-presidente da Funai, indigenista Sydney Possuelo, também esteve presente.</p>
<p>Sonia Guajajara destacou, em sua fala, a crescente participação política da comunidade indígena, que está conquistando cada vez mais posições de poder. “A bancada do cocar está espalhada pelo Congresso Nacional e pelos órgãos do Executivo. Isso marca de fato o novo momento, da luta. Porque a gente hoje vê o resultado do que foram esses anos todos de mobilização, de luta, de resistência de nossos povos”, disse.</p>
<p>Sonia Guajajara considerou a posse da primeira mulher indígena à frente da Funai como um momento histórico. “Estamos construindo uma nova história, onde nós marcamos o começo da política indígena do Brasil. Até então, era uma política indigenista, onde outras pessoas, não indígenas, discutiam, construíam, representavam. Hoje é a política indígena, onde nós estamos ocupando o lugar de pensar, de construir e de executar”, destacou.</p>
<p>A ministra Marina Silva anunciou que seu Ministério trabalhará em colaboração com a Funai. “Graças a Deus, ao povo brasileiro, à responsabilidade com a democracia, com os direitos humanos, com os povos indígenas, com o combate à desigualdade, com a proteção da Amazônia, a justiça social, um mundo de luta e de paz, eu e o presidente Lula estamos unidos para trabalhar em paz pelo Brasil que a gente quer. De homens que se respeitam, mesmo na diferença. Contem comigo e a minha equipe”, discursou.</p>
<h2>Líderes indígenas</h2>
<p>O prestigiado líder indígena, Cacique Raoni Metyktire, deu o colete da Funai à nova presidenta durante a cerimônia de posse. Em seu discurso, ele defendeu a necessidade de uma conciliação entre indígenas e não indígenas, afirmando trabalhar por uma convivência pacífica entre ambos. “Quero pedir para que a gente fale uma língua só e estarmos unidos pelo bem de todos nós. Repudio a violência, o ódio e a inimizade. Nós, brasileiros, precisamos conviver em paz e de forma harmônica neste território”, declarou.</p>
<p>Raoni pediu aos jovens indígenas para continuarem a luta de seus antepassados, assumindo cargos na Funai. “Nossos indígenas, principalmente os mais jovens, têm que assumir este órgão e trabalhar para nossos povos indígenas”, ressaltou.</p>
<p>Enock Taurepang, coordenador geral do Conselho Indígena de Roraima (CIR), fez um discurso duro, pedindo o alinhamento dos movimentos indígenas para evitar crises humanitárias, como a do povo Yanomami. “Não nos curvamos diante do Estado. Não nos tornamos corruptos e vendidos como muitos. Estamos numa conjuntura favorável a nós, porém isso me preocupa. Porque é na facilidade que fica mais fácil de a inimizade entrar. É na facilidade que fica mais fácil de a inveja entrar”, disse.</p>
<p>Taurepang criticou os influenciadores digitais indígenas que se aliaram ao governo anterior. “Precisamos falar a verdade um para o outro porque só assim a gente vai defender de fato quem precisa. Falo em nome dos parentes yanomami que estão morrendo. Nós estamos em um mundo tecnológico em que o parente [indígena] se preocupa mais com <em>like</em> do que com a verdade. Não preciso de <em>like</em>. Preciso de parceiros e amigos que vão para a luta juntos com os povos indígenas”, concluiu.</p>
<h2>Rituais</h2>
<figure id="attachment_57323" aria-describedby="caption-attachment-57323" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/02/04-Cerimonia-comecou-com-um-ritual-de-defumacao-realizado-pela-paje-Mariana-Macuxi-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-57323" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/02/04-Cerimonia-comecou-com-um-ritual-de-defumacao-realizado-pela-paje-Mariana-Macuxi-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Cerimônia Começou Com Um Ritual De Defumação Realizado Pela Pajé Mariana Macuxi - Jornal Expresso Carioca - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/02/04-Cerimonia-comecou-com-um-ritual-de-defumacao-realizado-pela-paje-Mariana-Macuxi-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/02/04-Cerimonia-comecou-com-um-ritual-de-defumacao-realizado-pela-paje-Mariana-Macuxi-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/02/04-Cerimonia-comecou-com-um-ritual-de-defumacao-realizado-pela-paje-Mariana-Macuxi-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=391%2C260&amp;ssl=1 391w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/02/04-Cerimonia-comecou-com-um-ritual-de-defumacao-realizado-pela-paje-Mariana-Macuxi-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /></a><figcaption id="caption-attachment-57323" class="wp-caption-text">Cerimônia começou com um ritual de defumação realizado pela pajé Mariana Macuxi,- Joedson Alves/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>A cerimônia iniciou-se com um ritual de purificação conduzido pela pajé Mariana Macuxi, que também fez pinturas indígenas no rosto da nova presidenta da Funai. Em seguida, foi executado o Hino Nacional, cantado na língua Macuxi, uma etnia localizada no norte de Roraima. Duas crianças, pertencentes às etnias Kayapó e Xavante, apresentaram uma bandeira do Brasil e outra da Funai para Joenia.</p>
<p>Antes de começar a fazer o seu discurso, Joenia recebeu uma faixa que simboliza a união de todos os povos indígenas do Brasil, oferecida pelo líder Jacir Macuxi, um dos mais fervorosos defensores do reconhecimento da Terra Indígena Raposa Serra do Sol, situada em Roraima. A cerimônia terminou com uma apresentação da dança Parixara, realizada por indígenas de Roraima.</p>
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		<title>Lula entra para a história da redemocratização com 3º mandato</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/lula-entra-para-a-historia-da-redemocratizacao-com-3o-mandato/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Jan 2023 10:20:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), 77 anos, inicia neste domingo (1º) o terceiro mandato como presidente da República. Consagrado novamente nas urnas, com mais de 60 milhões de votos recebidos no dia 30 de outubro, ele amplia seu protagonismo histórico ao longo das últimas três décadas, que marcaram a redemocratização do país [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), 77 anos, inicia neste domingo (1º) o terceiro mandato como presidente da República. Consagrado novamente nas urnas, com mais de 60 milhões de votos recebidos no dia 30 de outubro, ele amplia seu protagonismo histórico ao longo das últimas três décadas, que marcaram a redemocratização do país após 21 anos de ditadura (1964-1985). <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Lula dedicou os últimos dois meses à montagem de um governo de ampla coalizão, mais abrangente do que em seus mandatos anteriores. A maior expressão disso é a parceria com Geraldo Alckmin (PSB), que foi seu adversário político nas eleições de 2006, ainda filiado ao PSDB, rival histórico do PT, mas que se juntou a Lula para compor uma chapa de frente ampla de centro-esquerda, da qual fizeram parte agremiações políticas de centro-direita no segundo turno.</p>
<p>Antes mesmo da tomar posse, o desafio dessa frente ampla já foi posto à prova. A equipe do governo eleito precisou costurar uma difícil articulação no Congresso Nacional para aprovar uma proposta de emenda constitucional (PEC) que assegurasse recursos para a principal promessa de campanha: a manutenção do valor do programa Bolsa Família em R$ 600, mais R$ 150 por criança de até seis anos de cada beneficiário do programa. Após mais de 20 dias de tramitação, a PEC passou em dois turnos tanto na Câmara dos Deputados quanto no Senado Federal. O texto ainda liberou verbas extras para a recomposição orçamentária de diversos órgãos.</p>
<p>Outro desafio das últimas semanas foi a própria montagem do primeiro escalão do governo. Evocando a estrutura de seu segundo mandato de presidente, entre 2007 e 2010, Lula decidiu ampliar o número de ministérios, chegando a 37.</p>
<p>Entre as pastas recriadas e as novas estruturas, estão os ministérios das Mulheres, da Igualdade Racial, dos Direitos Humanos e dos Povos Originários, este último uma novidade e promessa de campanha. O Ministério da Economia, que concentrou super poderes durante o mandato de Jair Bolsonaro, foi novamente desmembrado em ministérios da Fazenda, do Desenvolvimento, Indústria e Comércio e do Planejamento, além de uma pasta nova de Gestão e Inovação em Serviços Públicos.</p>
<p>Também foram recriados os ministérios da Cultura e do Esporte. Na área de infraestrutura, o governo recriou os ministérios de Cidades, Portos e Aeroportos, Transportes e Integração e Desenvolvimento Regional.</p>
<h2>Do sindicato à Presidência</h2>
<p>Lula tem uma longa trajetória na política brasileira, iniciada ainda na década de 1970. Na época, justamente quando o país vivia ainda sob ditadura militar, Lula era diretor do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, um dos principais centros industriais do país.</p>
<p>Em 1975, ele foi eleito presidente do sindicato, que representava 100 mil trabalhadores. Três anos depois, em 1978, após ser reeleito presidente da entidade, Lula lidera as primeiras greves operárias em mais de uma década.</p>
<p>Naquele momento, o país vivia um processo de abertura política lenta e gradual. Em março de 1979, mais de 170 mil metalúrgicos pararam as fábricas no ABC Paulista. No ano seguinte, cerca de 200 mil metalúrgicos cruzaram os braços.</p>
<p>A repressão policial ao movimento grevista, que chegou a levar Lula à prisão, fez emergir a liderança popular de Lula, que criaria o Partido dos Trabalhadores (PT), em 1980. Alguns anos depois, ele fundaria também a Central Única dos Trabalhadores (CUT).</p>
<p>Em 1984, Lula foi uma das principais lideranças da campanha das Diretas Já para a Presidência da República. Em 1986, foi eleito o deputado federal mais votado do país, para a Assembleia Constituinte, que elaborou a Constituição Federal de 1988.</p>
<p>Liderança nacional consolidada, Lula foi lançado pelo PT para disputar a Presidência da República em 1989, após 29 anos sem eleição direta para o cargo. Perdeu a disputa, no segundo turno, para Fernando Collor de Mello, por pequena diferença de votos.</p>
<p>Dois anos depois, no entanto, Lula liderou uma mobilização nacional contra a corrupção que culminou no <em>impeachment</em> de Collor. Em 1994 e 1998, Lula voltou a ser candidato a presidente, sendo derrotado por Fernando Henrique Cardoso nas duas ocasiões.</p>
<p>Em 2002, por meio de uma inédita aliança política, o PT aprovou uma coligação política que incluía PL, PCdoB, PCB e PMN, lançando Lula novamente a presidente, tendo como vice-presidente na chapa o senador José Alencar (PL), de Minas Gerais, um dos maiores empresários do país.</p>
<p>Em 27 de outubro de 2002, em segundo turno, aos 57 anos de idade, Lula obtém quase 53 milhões de votos e se elege pela primeira vez presidente da República. Seu mandato foi marcado pela ampliação de programas sociais e expansão nas áreas de educação e saúde, além de uma política de valorização do salário mínimo.</p>
<p>Uma das principais marcas do seu governo foi a redução da miséria no país. Em 2006, Lula e José Alencar são reeleitos e terminam o mandato, em 2010, com a maior aprovação de um governo da história do país, superior a 80%.</p>
<p>Essa popularidade impulsionou a eleição de Dilma Rousseff (PT), que era a principal ministra de Lula, e foi eleita a primeira mulher presidente da história do país.</p>
<h2>Lava Jato e prisão</h2>
<p>Em 2014, após a deflagração da Operação Lava Jato, que apurava corrupção na Petrobras, a crise política escalou um patamar inédito na democracia brasileira. Reeleita no mesmo ano, a presidente Dilma e seu governo acabaram consumidos pelo desgaste das denúncias, ela perdeu apoio no Congresso e acabou sofrendo <em>impeachment</em> em 2016. O afastamento de Dilma é controverso, já que não teria ficado demonstrada a prática de crime de responsabilidade, como exige a Constituição Federal.</p>
<p>Lula passou a ser alvo de processos por suposta corrupção e foi condenado pelo então juiz Sergio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba, onde tramitavam os processos da operação.</p>
<p>Após ser condenado no processo do triplex do Guarujá, o ex-presidente foi preso no dia 7 de abril de 2018, dois dias depois a expedição da ordem de prisão contra ele. A sentença do magistrado havia sido confirmada, e a pena fora aumentada pela 8ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, com sede em Porto Alegre. Na época, o Supremo Tribunal Federal (STF) havia alterado o entendimento de que condenados em segunda instância poderiam iniciar o cumprimento da pena.</p>
<p>Lula ficou 580 dias preso e foi proibido pela Justiça de disputar as eleições presidenciais de 2018, vencidas por Jair Bolsonaro. O ex-presidente foi solto em novembro de 2019, após o STF rever a tese de cumprimento a partir de condenação em segunda instância, passando a considerar a possibilidade apenas com o trânsito em julgado do processo.</p>
<p>Em 2021, julgamentos do STF consideraram que o então juiz Sergio Moro foi parcial no julgamento de Lula, e foi declarada a suspeição do magistrado, no caso do triplex. O julgamento foi anulado.</p>
<p>Além disso, os casos do sítio de Atibaia e de duas ações penais envolvendo o Instituto Lula também foram anulados porque deveriam ter sido julgados pela Justiça Federal, em Brasília, e não em Curitiba, onde Moro atuava como juiz. Na Justiça Federal do Distrito Federal, os casos foram considerados prescritos, que é quando o estado perde o prazo para buscar uma condenação.</p>
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