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	<title>Prêmio Jacira Silva &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Prêmio Jacira Silva: Um marco no reconhecimento do Jornalismo Negro no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jul 2024 13:10:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A jornalista Jacira Silva, aos 73 anos, nunca imaginou que veria seu nome em um prêmio de reconhecimento ao jornalismo negro. Nesta sexta-feira (26), durante a 17ª edição do Festival Latinidades, em Brasília, será entregue o Prêmio Jacira Silva, uma homenagem que celebra sua contribuição para o jornalismo e a luta pela igualdade racial. Na [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A jornalista Jacira Silva, aos 73 anos, nunca imaginou que veria seu nome em um prêmio de reconhecimento ao jornalismo negro. Nesta sexta-feira (26), durante a 17ª edição do Festival Latinidades, em Brasília, será entregue o Prêmio Jacira Silva, uma homenagem que celebra sua contribuição para o jornalismo e a luta pela igualdade racial.</p>
<p>Na categoria Jornalistas Negras, a gerente da Agência Brasil, Juliana Cézar Nunes, será premiada ao lado de destacadas profissionais como Maju Coutinho, da Rede Globo, e Basília Rodrigues, da CNN. &#8220;É o reconhecimento dos colegas pela nossa trajetória e o pouco que a gente consegue fazer para transformar e para contribuir para uma comunicação democrática, plural, não sexista. Espero que eu mantenha a minha coerência política e a minha dignidade como ser humano e que eu possa sempre representá-los e representá-las com muito Axé&#8221;, declarou Jacira.</p>
<p>Jacira Silva fez história ao se tornar a primeira mulher negra a presidir o Sindicato dos Jornalistas do Distrito Federal, entre 1995 e 1998, além de fundar a Comissão de Jornalistas pela Igualdade Racial (Cojira/DF). Atualmente, ela é diretora de Condições de Trabalho e Qualidade de Vida do Sindicato.</p>
<p><strong>Festival Latinidades: Celebrando a Mulher Negra na Mídia</strong></p>
<p>O Festival Latinidades, considerado o maior festival de mulheres negras da América Latina, acontece até amanhã (27) no Museu da República, em Brasília. O evento, que conta com o apoio da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), inclui na programação de hoje um debate sobre a participação das mulheres negras na mídia, promovendo uma reflexão sobre o futuro com maior inclusão e representatividade.</p>
<p>Para Jacira, a presença de mulheres negras nas redações brasileiras, embora ainda reduzida, oferece uma nova perspectiva ao jornalismo. &#8220;Hoje, fruto da luta do movimento negro organizado no Brasil, nós mulheres negras estamos na TV, no rádio, nas redes como nós somos. Do jeito que a gente quer se vestir, quer se pentear. Com a nossa autoestima e com a nossa história, dos nossos ancestrais, das nossas famílias. E sem ser exótico, e sim sermos quem nós somos, com o nosso cabelo crespo, o nosso cabelo para cima, solto, trançado com o nosso nariz chato e com a nossa pele negra. Mas a gente ainda continua sendo uma ou duas, contando nos dedos.”</p>
<p><strong>A Jornada Inspiradora de Jacira Silva</strong></p>
<p>A trajetória de Jacira Silva é marcada por perseverança e superação. Após quatro tentativas frustradas de ingressar na Universidade de Brasília (UnB), ela iniciou seus estudos de comunicação em uma faculdade privada, enfrentando grandes dificuldades financeiras. &#8220;Eu não passava porque trabalhava, tinha dois empregos, sempre fui de escola pública. Mas não desisti do que eu queria ser.&#8221;</p>
<p>Jacira começou sua carreira como revisora na gráfica do Congresso Nacional e passou por redações de veículos como Correio Braziliense e Jornal de Brasília, além de atuar em rádios e jornais comunitários. Trabalhou também em assessorias de imprensa de órgãos públicos como o Ministério da Educação e a Funarte, além de se engajar no movimento sindical no DF.</p>
<p>Em sua carreira, Jacira enfrentou discriminação racial, que frequentemente colocava sua capacidade em dúvida. &#8220;A discriminação nos move quando ela vem na forma do enfrentamento. Ela não pode te abater e nem deixar você desistir, ela me fortalece. Mas ela não é boa, é óbvio, eu não quero ser discriminada para me fortalecer&#8221;, afirmou.</p>
<p>O Prêmio Jacira Silva é mais do que uma homenagem; é um símbolo da resistência e da luta pela igualdade racial no jornalismo brasileiro.</p>
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