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	<title>Prefeitura de São Paulo &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Prefeitura de São Paulo &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Cooperativa histórica de catadores enfrenta despejo em São Paulo e mobiliza debate sobre inclusão social</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 21:11:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Catador]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma das mais antigas cooperativas de reciclagem do Brasil enfrenta uma crise que pode interromper décadas de trabalho social e ambiental. Localizada na zona oeste de São Paulo, a Coopamare recebeu uma ordem para desocupar o espaço onde atua desde o fim dos anos 1980, gerando apreensão entre trabalhadores e levantando questionamentos sobre políticas públicas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das mais antigas cooperativas de reciclagem do Brasil enfrenta uma crise que pode interromper décadas de trabalho social e ambiental. Localizada na zona oeste de São Paulo, a Coopamare recebeu uma ordem para desocupar o espaço onde atua desde o fim dos anos 1980, gerando apreensão entre trabalhadores e levantando questionamentos sobre políticas públicas voltadas à categoria.</p>
<p>Fundada em 1989, a cooperativa se consolidou como referência nacional na organização de catadores e na promoção da coleta seletiva urbana. Atualmente, mais de 80 pessoas dependem diretamente da atividade para sustento, em um modelo que alia geração de renda à preservação ambiental.</p>
<p>A notificação de despejo, segundo relatos dos cooperados, foi recebida no início de abril com prazo de apenas 15 dias para a desocupação — período considerado insuficiente para reorganizar toda a estrutura de trabalho construída ao longo de quase quatro décadas.</p>
<h3>Justificativa oficial e impasse</h3>
<p>De acordo com a administração municipal, a decisão está baseada em um laudo técnico que aponta risco de incêndio na área ocupada, sob o Viaduto Paulo VI. A prefeitura afirma ainda que a permissão de uso do espaço foi cancelada anteriormente e que alternativas foram apresentadas aos trabalhadores.</p>
<p>Entretanto, os cooperados contestam as opções oferecidas. Segundo eles, os locais sugeridos ficam a quilômetros de distância e apresentam limitações estruturais que inviabilizariam a continuidade das atividades, além de comprometer a relação construída com clientes e parceiros ao longo dos anos.</p>
<h3>Impacto social e risco de desestruturação</h3>
<p>Para os trabalhadores, a saída forçada não representa apenas a perda de um espaço físico, mas o desmonte de um projeto coletivo consolidado. Muitos catadores relatam que passaram grande parte da vida atuando na cooperativa e enfrentariam dificuldades para se reinserir no mercado formal.</p>
<p>A atividade desempenhada pela Coopamare reflete uma realidade mais ampla no país. Dados recentes indicam que os catadores são responsáveis por cerca de 90% de tudo o que é reciclado no Brasil, apesar de ainda enfrentarem condições precárias e baixa formalização.</p>
<p>Além disso, a presença de cooperativas organizadas ainda é limitada: apenas uma parcela dos municípios brasileiros conta com estruturas formais integradas à gestão de resíduos sólidos, o que reforça a importância de iniciativas históricas como a Coopamare para o funcionamento da cadeia da reciclagem.</p>
<h3>Histórico de resistência</h3>
<p>Não é a primeira vez que a cooperativa enfrenta ameaças de remoção. No final dos anos 1990, moradores da região chegaram a acionar a Justiça para retirar o grupo do local, mas a decisão judicial foi favorável à permanência dos catadores à época.</p>
<p>Ao longo dos anos, o espaço foi ampliado e estruturado pelos próprios trabalhadores, muitas vezes com apoio de doações e parcerias. O local chegou a abrigar centenas de famílias e se tornou símbolo da luta por reconhecimento da categoria.</p>
<h3>Debate sobre políticas públicas</h3>
<p>O caso reacende discussões sobre o papel do poder público na inclusão socioeconômica de catadores. Especialistas apontam que políticas de gestão de resíduos devem priorizar a integração dessas cooperativas, garantindo condições adequadas de trabalho e estabilidade para os profissionais envolvidos.</p>
<p>Também chama atenção o contraste entre a relevância ambiental da atividade e a vulnerabilidade enfrentada pelos trabalhadores. Mesmo sendo peça-chave na reciclagem urbana, muitos catadores seguem à margem de políticas estruturadas e dependem de iniciativas locais para manter suas atividades.</p>
<h3>Futuro incerto</h3>
<p>Diante do prazo reduzido e da ausência de consenso sobre alternativas viáveis, os integrantes da Coopamare buscam diálogo para garantir a permanência na região ou a transferência para um espaço adequado. O principal receio é que a mudança comprometa não apenas a renda dos cooperados, mas também o próprio funcionamento da coleta seletiva na área.</p>
<p>O desfecho do caso deve influenciar não apenas o futuro da cooperativa, mas também o debate nacional sobre a valorização dos catadores e a sustentabilidade das políticas públicas de reciclagem no Brasil.</p>
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		<title>Seis pessoas morrem em São Paulo em decorrência das chuvas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Nov 2023 15:15:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Aeroporto]]></category>
		<category><![CDATA[Chuva]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Morte]]></category>
		<category><![CDATA[Prefeitura de São Paulo]]></category>
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					<description><![CDATA[Seis pessoas morreram em São Paulo em decorrência das fortes chuvas e rajadas de vento que atingiram o estado nessa sexta-feira (3). A velocidade dos ventos, segundo a Defesa Civil do Estado, chegou a 151 quilômetros por hora (km/h) em Santos. Na capital paulista, as rajadas chegaram a 103,7 km/h, recorde dos últimos cinco anos. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>Seis pessoas morreram em São Paulo em decorrência das fortes chuvas e rajadas de vento que atingiram o estado nessa sexta-feira (3). A velocidade dos ventos, segundo a Defesa Civil do Estado, chegou a 151 quilômetros por hora (km/h) em Santos. Na capital paulista, as rajadas chegaram a 103,7 km/h, recorde dos últimos cinco anos.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Quatro pessoas morreram por conta da queda de árvores, sendo uma em Osasco, uma em Suzano, municípios da Grande São Paulo; e duas na zona leste da capital paulista. Também houve óbito em Limeira, por desabamento de um muro, e em Santo André, devido à queda da parede de um prédio.</p>
<p>As defesas civis e o Corpo de Bombeiros registraram mais de 2 mil chamados em ocorrências em 40 municípios do estado, a maioria por queda de árvore.</p>
<p>A Prefeitura de São Paulo informou que o trabalho das equipes nas ruas foi reforçado para amenizar os impactos causados pelo temporal. Equipes das subprefeituras, da Defesa Civil e agentes da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), em conjunto com a Enel, passaram a madrugada nas ruas para recuperação de áreas afetadas e retomada da regularidade.</p>
<h2>Aeroporto</h2>
<p>No Aeroporto de Congonhas, segundo informações da concessionária Aena, um jato executivo, modelo Cessna Citation, que vinha de Estrela D&#8217;Oeste teve problemas com o sistema de freios durante a aterrissagem no fim da tarde dessa sexta-feira. Não houve feridos, mas os pousos e as decolagens na pista principal foram afetados por cerca de uma hora. Doze voos foram cancelados e 14 alternados para outros aeroportos.</p>
<p>Por conta das chuvas intensas, houve queda de energia no terminal de passageiros. Os geradores foram acionados pela administração e foi possível manter a regularidade da operação. A energia foi restabelecida às 20h48.</p>
<h2>Previsão</h2>
<p>Neste sábado (4), a capital paulista amanheceu com muitas nuvens, mas sem previsão de chuva. Segundo o Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE) da prefeitura, a frente fria que provocou os temporais já se afastou para o litoral fluminense. Durante a madrugada, São Paulo registrou chuviscos isolados na faixa leste da cidade. A nebulosidade diminui ao longo do dia e o sol aparecerá. A máxima pode chegar aos 25°C, com as menores taxas de umidade do ar na casa dos 40%.</p>
<p>Para o estado, a previsão, segundo a Defesa Civil, também é de sol entre nuvens. “Não há condições para chuva forte, apenas de garoa em pontos da faixa leste”, diz a nota do órgão.</p>
</div>
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		<title>Acordo garante retificação de nomes de trans e travestis em documentos</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/acordo-garante-retificacao-de-nomes-de-trans-e-travestis-em-documentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Mar 2023 00:02:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Nome Social]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[OAB SP]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoas Trans]]></category>
		<category><![CDATA[Prefeitura de São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Travestis]]></category>
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					<description><![CDATA[Um termo de cooperação técnica assinado entre a Ordem dos Advogados do Brasil Secional São Paulo (OAB SP) e a prefeitura da capital paulista, na manhã desta quarta-feira (1º), ajudará pessoas trans a retificarem gratuitamente o nome e o gênero em documentos e certidões. A iniciativa se dará por meio do programa Respeito Tem Nome, instituído por meio [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>Um termo de cooperação técnica assinado entre a Ordem dos Advogados do Brasil Secional São Paulo (OAB SP) e a prefeitura da capital paulista, na manhã desta quarta-feira (1º), ajudará pessoas trans a retificarem gratuitamente o nome e o gênero em documentos e certidões. A iniciativa se dará por meio do programa Respeito Tem Nome, instituído por meio da Portaria SMDHC 037, de 18 de junho de 2021.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Participam 90 advogados voluntários inscritos na OAB SP e que trabalharão no projeto junto à Comissão da Diversidade Sexual e de Gênero da Secional, para auxílio jurídico na conferência de documentos, emissão de certidões e acompanhamento dos processos. O programa Respeito Tem Nome visa atender 160 pessoas ao longo de 2023.</p>
<p>“A assinatura deste termo de cooperação técnica vai ao encontro dos objetivos da OAB SP, por meio da Comissão da Diversidade Sexual e de Gênero, que é a proteção, defesa e garantia dos direitos da população LGBTQIA+ , especialmente o respeito à identidade de gênero e ao uso do nome social pelo qual se autodeclaram travestis, mulheres transexuais e homens trans em consonância com o princípio constitucional da dignidade humana”, disse a presidente da OAB SP, Patricia Vanzolini.</p>
<p>A retificação de nome e gênero de travestis e pessoas trans sem a necessidade de ação judicial, feita diretamente no cartório de Registro Civil das Pessoas Naturais (RCPN), já é possível há cinco anos, depois de decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). Além da garantia do direito à retificação, as pessoas trans podem requisitar o processo sem necessidade de laudos psicológicos e psiquiátricos ou cirurgia de redesignação sexual.</p>
<p>O processo de retificação de nome e gênero de pessoa transgênero perante todos os cartórios de RCPN do Brasil é regulamentado pelo Provimento 73, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), publicado em 28 de junho de 2018. O provimento atende ao direito da dignidade da pessoa humana e ao direito da personalidade; da igualdade; à honra; à identidade de gênero ou expressão de gênero sem discriminações, consagrados pela Constituição Federal e demais tratados internacionais dos quais o Brasil é signatário, como o Pacto de San Jose da Costa Rica e a Convenção Interamericana de Direitos Humanos.</p>
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