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	<title>Prata &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Prata &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Ronan Cordeiro faz história e conquista prata inédita para o Brasil no triatlo paralímpico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luan Cavalcante]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Sep 2024 12:45:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esportes]]></category>
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					<description><![CDATA[O triatlo paralímpico brasileiro entrou para a história graças a Ronan Cordeiro, de 27 anos, que conquistou a primeira medalha do país na modalidade durante os Jogos Paralímpicos de Paris. Competing na classe S5, destinada a atletas com comprometimento físico motor, o paranaense completou as três etapas da prova — natação, ciclismo e corrida — [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O triatlo paralímpico brasileiro entrou para a história graças a Ronan Cordeiro, de 27 anos, que conquistou a primeira medalha do país na modalidade durante os Jogos Paralímpicos de Paris. Competing na classe S5, destinada a atletas com comprometimento físico motor, o paranaense completou as três etapas da prova — natação, ciclismo e corrida — em 59 minutos e 1 segundo, garantindo a medalha de prata. O ouro ficou com o norte-americano Chris Hammer, que concluiu o percurso em 58 minutos e 44 segundos, enquanto o alemão Martin Schulz levou o bronze com o tempo de 59 minutos e 19 segundos.</p>
<blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-captioned="" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/C_ahjkNO5DO/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14">
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<p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;"><a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;" href="https://www.instagram.com/p/C_ahjkNO5DO/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener">Uma publicação partilhada por Comitê Paralímpico Brasileiro (@brasilparalimpico)</a></p>
</div>
</blockquote>
<p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>
<p>&#8220;Triatlo é um esporte ingrato e desafiador, mas o apoio da minha equipe foi fundamental para esta conquista,&#8221; afirmou Ronan em depoimento ao Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB). &#8220;Passei quase um ano longe do Brasil, dedicando-me ao treinamento, com o objetivo de romper barreiras. Neste esporte, o investimento faz a diferença, e eu tive a sorte de contar com patrocinadores que acreditaram no meu potencial, investindo mais de R$ 800 mil, além do apoio crucial do CPB, que proporcionou meu primeiro treinamento em altitude. Mesmo com todo o esforço, foi uma prova dura, onde arrisquei tudo, especialmente na natação e no ciclismo, mas paguei o preço na corrida. Apesar disso, essa medalha é histórica e representa uma mudança para o triatlo no Brasil.&#8221;</p>
<p>Ronan, natural de Curitiba, começou sua carreira esportiva na natação, onde competiu de 2012 a 2018. Foi somente há seis anos que ele migrou para o triatlo, esporte no qual rapidamente se destacou. Em junho deste ano, ele já havia mostrado seu potencial ao conquistar a medalha de ouro no World Series de triatlo, em Swansea, no País de Gales. Ronan, que nasceu com uma má-formação congênita na mão esquerda, tem agora um novo marco em sua trajetória, pavimentando o caminho para futuros atletas brasileiros no triatlo paralímpico.</p>
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		<title>Caio Bonfim conquista prata inédita na marcha atlética para o Brasil</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/caio-bonfim-conquista-prata-inedita-na-marcha-atletica-para-o-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Aug 2024 14:41:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Olimpíadas 2024]]></category>
		<category><![CDATA[Brasileiro]]></category>
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					<description><![CDATA[Atleta brasileiro se destaca e garante lugar no pódio na primeira prova do atletismo em Paris. Na abertura das competições de atletismo dos Jogos Olímpicos de Paris, o marchador brasileiro Caio Bonfim garantiu uma inédita medalha de prata na marcha atlética de 20 quilômetros. Aos 33 anos, Bonfim alcançou este feito em sua quarta participação [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Atleta brasileiro se destaca e garante lugar no pódio na primeira prova do atletismo em Paris.</p>
<p>Na abertura das competições de atletismo dos Jogos Olímpicos de Paris, o marchador brasileiro Caio Bonfim garantiu uma inédita medalha de prata na marcha atlética de 20 quilômetros. Aos 33 anos, Bonfim alcançou este feito em sua quarta participação olímpica.</p>
<p>A prova contou com a participação de 49 atletas, que largaram às 8h no horário local (3h no horário de Brasília), percorrendo as ruas de Paris. Caio Bonfim manteve-se no pelotão da frente desde o início, chegando a liderar em alguns momentos. Na última volta, o equatoriano Brian Pintado assumiu a liderança, finalizando a prova em 1h18min55. Bonfim cruzou a linha de chegada em 1h19min09, mesmo após receber duas punições. O espanhol Álvaro Martín conquistou o bronze com o tempo de 1h19min11. A cerimônia de premiação será realizada amanhã (2), no Stade de France, principal palco das competições de atletismo.</p>
<p>Além de Bonfim, outros dois brasileiros participaram da prova: Max Batista terminou em 28º lugar e Matheus Corrêa ficou com a 39ª posição.</p>
<p>A carreira de Caio Bonfim nos Jogos Olímpicos tem sido marcada por evolução. Em 2016, no Rio, ele ficou próximo do pódio ao terminar em quarto lugar, o melhor resultado do Brasil na marcha atlética até então. Em sua estreia olímpica em Londres (2012), Caio não completou a prova por problemas de saúde, e em Tóquio (2021), ele terminou em 13º lugar. O atleta também acumula duas medalhas de bronze em mundiais de atletismo (2017 e 2023) e três medalhas em Jogos Pan-Americanos (prata em 2019 e 2023, bronze em 2013).</p>
<p>A conquista da prata olímpica é um reconhecimento do esforço de uma vida inteira dedicada ao esporte. Caio começou na marcha atlética inspirado por sua mãe, Gianetti Sena Bonfim, ex-atleta e sua treinadora. Seu pai, João Bonfim, também é técnico de marcha atlética. Juntos, eles administram o Centro de Atletismo de Sobradinho, um projeto social no Distrito Federal que forma novos atletas.</p>
<p>“Desde criança, a marcha atlética sempre foi algo natural para mim por causa da minha mãe. Quando competi em Londres, disse a ela que estávamos juntos lá. Hoje, posso dizer que somos medalhistas olímpicos”, comemorou Caio em entrevista ao canal Sportv.</p>
<h4><strong>Prova Feminina e Revezamento Misto</strong></h4>
<p>A competição feminina da marcha atlética também foi disputada hoje, com 45 atletas. Erica Sena foi a melhor brasileira, terminando em 13º lugar, enquanto Viviane Lyra ficou na 18ª posição. A chinesa Jiayu Yang conquistou o ouro com 1h21min47, seguida pela espanhola Maria Perez com a prata, e a australiana Jemima Montag com o bronze.</p>
<p>Na próxima quarta-feira (7), será realizada a prova de revezamento misto da marcha atlética, uma novidade no programa dos Jogos Olímpicos. A prova consiste em um revezamento entre um homem e uma mulher, cada um percorrendo 10 km, totalizando 42,195 km, a distância de uma maratona. Caio Bonfim e Viviane Lyra representarão o Brasil nesta competição.</p>
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		<title>Judô: Guilherme Schimidt volta à boa fase com prata no Cazaquistão</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/judo-guilherme-schimidt-volta-a-boa-fase-com-prata-no-cazaquistao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Jun 2023 23:32:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esportes]]></category>
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		<category><![CDATA[Vaga Olímpica]]></category>
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					<description><![CDATA[O judoca brasileiro Guilherme Schimidt, atual número nove do mundo na categoria 81 quilos, faturou a medalha de prata neste sábado (17), no Grand Slam de Astana (Cazaquitão).  Após vencer três lutas seguidas por ippon, o brasiliense de 22 anos foi superado na final por Somon Makhmadbekov (Tadjiquistão), ao sofrer três punições da arbitragem. Promessa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O judoca brasileiro Guilherme Schimidt, atual número nove do mundo na categoria 81 quilos, faturou a medalha de prata neste sábado (17), no Grand Slam de Astana (Cazaquitão).  Após vencer três lutas seguidas por ippon, o brasiliense de 22 anos foi superado na final por Somon Makhmadbekov (Tadjiquistão), ao sofrer três punições da arbitragem. Promessa do judô nacional, Schimidt volta a subir ao pódio quase um ano depois de conquistar dois ouros em Grand Slams (Turquia e Hungria) e ascender ao top 5 do ranking mundial da Federação Internacional de Judô (IJF, na sigla em inglês). <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-width="500" data-dnt="true">
<p lang="pt" dir="ltr">Time <a href="https://twitter.com/hashtag/brasiljudo?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#brasiljudo</a> 100% no Grand Slam do Cazaquistão 🇰🇿 </p>
<p>1 atleta ➡️ 1 final ➡️ 1 medalha 😜</p>
<p>Guilherme Schimidt 81kg volta ao pódio de Grand Slam com a 🥈 em Astana! </p>
<p>Amanhã teremos Rafael Macedo 90kg no tatame! Vamos buscar mais uma, Rafa! <a href="https://twitter.com/hashtag/brasiljudo?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#brasiljudo</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/judo?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#judo</a> <a href="https://t.co/zjMwWApVJT">pic.twitter.com/zjMwWApVJT</a></p>
<p>&mdash; CBJ (@JudoCBJ) <a href="https://twitter.com/JudoCBJ/status/1670056375701970945?ref_src=twsrc%5Etfw">June 17, 2023</a></p></blockquote>
<p><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>Para chegar à final contra Makhmadbekov, o brasileiro bateu na estreia o cazaque Aibol Nyssanali com dois waza-ari (ippon). Na luta seguinte, pelas quarta de final, Schimidt levou a melhor sobre o espanhol o espanhol Jose Maria Mendiola Izquieta,por hansokumake (desclassificação). A semifinal foi contra o georgiano Nugzari Tatalashvili, que competiu pelos Emirados Árabes Unidos. Schimidt chegou a ter um ippon retirado, após avaliação de vídeo pela comissão de arbitragem, mas acabou avançando à final após o adversário somar três punições, contra duas do brasileiro. Na última luta, valendo a medalha de ouro, Makhmadbekov teve mais facilidade nas estratégia de pegas, e Schimid ainda sofreu três punições, deixando escapar o topo do pódio.</p>
<p>Neste domingo (18), o Brasil volta ao tatame com Rafael Macedo, número 11 do mundo nos 90 kg, que estreará nas oitavas contra o vencedor da luta entre o vencedor da luta entre Bakar Erashvili (Georgia) e Ayan Baigazy (Cazaquistão). As preliminares começam às 2h30 (horário de Brasília) com transmissão ao vivo do site <a href="https://judotv.com/">judotv.com. </a>Já a disputa por medalhas, a partir das 8h, será transmitida pelo <a href="https://www.canalolimpicodobrasil.com.br/">Canal Olímpico do Brasil.</a></p>
<h2>De olho em Paris 2024</h2>
<p>Os Grand Slams somam pontos para o ranking mundial, que vale como parâmetro para a classificação à Olimpíada de Paris. O próximo será em Ulanbaatar (Mongólia), a partir da próxima sexta-feira (23).</p>
<p>O Brasil busca assegurar vaga em cada uma das 14 categorias individuais, além do torneio por equipes em Paris.</p>
<p>A totalização de pontos no ranking da IJF teve início em julho de 2022 e só termina em junho do ano que vem. A modalidade reunirá 372 atletas em Paris (igualmente divididos entre homens e mulheres).  Os 17 primeiros colocados no ranking de categoria asseguram vaga em Paris 2024 (com o limite de um judoca por país). A partir das 18ª colocação no ranking, as vagas serão distribuídas por continente: Américas (21 vagas), Africa (24), Europa (25), Ásia (20) e Oceania (10).</p>
</div>
</div>
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