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	<title>povo Galibi Marworno &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Versos de Ancestralidade e Resistência: Projeto leva poesia indígena e oficinas culturais a mulheres em situação de vulnerabilidade no Rio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Jul 2025 21:27:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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					<description><![CDATA[No coração do Rio de Janeiro, nasce um projeto literário que transforma poesia em instrumento de cura, escuta e resistência. Piracema diVersos, concebido pela professora, atriz e roteirista indígena Lucia Tucuju — do povo Galibi Marworno — propõe um mergulho profundo nas vivências femininas atravessadas pela ancestralidade, pela dor e pela potência do renascimento. Mais [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No coração do Rio de Janeiro, nasce um projeto literário que transforma poesia em instrumento de cura, escuta e resistência. <em>Piracema diVersos</em>, concebido pela professora, atriz e roteirista indígena Lucia Tucuju — do povo Galibi Marworno — propõe um mergulho profundo nas vivências femininas atravessadas pela ancestralidade, pela dor e pela potência do renascimento.</p>
<p>Mais do que o lançamento de um livro, <em>Piracema diVersos</em> é um gesto coletivo de afeto. A obra reúne poemas intensos, escritos em linguagem livre e sensorial, em que o corpo feminino indígena se faz voz — uma voz que grita, canta e acolhe. Ao longo de agosto, o projeto realiza uma série de ações culturais em abrigos e instituições que atendem mulheres em situação de rua e vulnerabilidade social, como a ONG Meninas e Mulheres do Morro, na Mangueira, o Instituto Casa das Pretas e locais no Centro do Rio. Nessas atividades, estão previstas oficinas de escrita poética, rodas de conversa e saraus literários — encontros em que a palavra escrita se transforma em elo para trocas profundas, reconhecimento e reconstrução simbólica.</p>
<figure id="attachment_84924" aria-describedby="caption-attachment-84924" style="width: 400px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-84924" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/07/24-Versos-de-Ancestralidade-e-Resistencia-Projeto-leva-poesia-indigena-e-oficinas-culturais-Expresso-Carioca-1.webp?resize=400%2C400&#038;ssl=1" alt="Versos De Ancestralidade E Resistência Projeto Leva Poesia Indígena E Oficinas Culturais - Expresso Carioca" width="400" height="400" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/07/24-Versos-de-Ancestralidade-e-Resistencia-Projeto-leva-poesia-indigena-e-oficinas-culturais-Expresso-Carioca-1.webp?w=400&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/07/24-Versos-de-Ancestralidade-e-Resistencia-Projeto-leva-poesia-indigena-e-oficinas-culturais-Expresso-Carioca-1.webp?resize=300%2C300&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/07/24-Versos-de-Ancestralidade-e-Resistencia-Projeto-leva-poesia-indigena-e-oficinas-culturais-Expresso-Carioca-1.webp?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/07/24-Versos-de-Ancestralidade-e-Resistencia-Projeto-leva-poesia-indigena-e-oficinas-culturais-Expresso-Carioca-1.webp?resize=96%2C96&amp;ssl=1 96w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/07/24-Versos-de-Ancestralidade-e-Resistencia-Projeto-leva-poesia-indigena-e-oficinas-culturais-Expresso-Carioca-1.webp?resize=75%2C75&amp;ssl=1 75w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/07/24-Versos-de-Ancestralidade-e-Resistencia-Projeto-leva-poesia-indigena-e-oficinas-culturais-Expresso-Carioca-1.webp?resize=350%2C350&amp;ssl=1 350w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /><figcaption id="caption-attachment-84924" class="wp-caption-text">Lucia Tucuju, do povo Galibi Marworno &#8211; Foto: Divulgação</figcaption></figure>
<p>A autora, ganhadora do Prêmio Jabuti com o coletivo Mulherio das Letras Indígenas, descreve a poesia como extensão do próprio corpo: “Eu escrevo porque o meu corpo fala. E quando o meu corpo fala, ele lembra das minhas avós, das mulheres que vieram antes de mim, das que ainda resistem e das que precisam ser ouvidas. A poesia é o meu modo de gritar e também de oferecer abrigo.”</p>
<p>Com um estilo imagético e repleto de metáforas ligadas à natureza, os poemas abordam temas urgentes como violência, feminicídio, silenciamento e os conflitos internos vividos por mulheres indígenas. Cada verso carrega um rito de passagem, onde a memória e o território se entrelaçam.</p>
<p>O livro será lançado no dia 1º de agosto, às 19h, no espaço cultural Vegan Vegan, em Botafogo (Rua Hans Staden, 30). A publicação foi contemplada pelo edital Pró-Carioca (Linguagens), dentro do Programa de Fomento à Cultura Carioca, com recursos da Política Nacional Aldir Blanc.</p>
<p>A experiência literária é ampliada pelas ilustrações da artista visual Luciana Grether, professora da PUC-Rio, que trabalhou em parceria com Tucuju em um processo artesanal: folhas, sementes, galhos e tintas se transformaram em imagens que não explicam os poemas, mas caminham com eles. “São desenhos que nascem da terra, da água e do tempo. Eles não explicam os poemas, mas caminham com eles”, diz Grether. O resultado são colagens, desenhos e monotipias que intensificam a atmosfera sensorial da obra.</p>
<p>Com mais de 40 livros ilustrados, Luciana Grether tem reconhecimento nacional e internacional, tendo sido premiada em eventos como o Jabuti e a Bienal de Ilustração de Bratislava. É também responsável pelas ilustrações da abertura da novela <em>Joia Rara</em>, da TV Globo.</p>
<p>Lucia Tucuju, por sua vez, é referência na cena cultural brasileira. Atua como professora de Literaturas Indígenas, participou de festivais como o Fomenta e o Infâncias Plurais (Itaú Cultural), e levou sua arte ao teatro e ao audiovisual, com destaque para o monólogo <em>Arandu – Lendas Amazônicas</em>, apresentado nos CCBBs, e para o filme <em>Ricos de Amor 2</em>, da Netflix.</p>
<p><em>Piracema diVersos</em> tem como missão chegar onde a literatura raramente alcança. Para Lucia, escrever é também construir pontes: “Eu escrevi esse livro para que mulheres em situação de vulnerabilidade se reconheçam, sintam-se acolhidas e saibam que suas vozes importam. A palavra pode ser uma canoa. E às vezes, tudo que a gente precisa é de alguém que ofereça uma”</p>
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