<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>potencial epidêmico &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
	<atom:link href="https://www.expressocarioca.com.br/tag/potencial-epidemico/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.expressocarioca.com.br</link>
	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
	<lastBuildDate>Sat, 10 Aug 2024 13:56:21 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/08/cropped-favicon_logo.png?fit=32%2C32&#038;ssl=1</url>
	<title>potencial epidêmico &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
	<link>https://www.expressocarioca.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">165599006</site>	<item>
		<title>OMS Atualiza lista de patógenos com potencial epidêmico</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/oms-atualiza-lista-de-patogenos-com-potencial-epidemico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Aug 2024 13:56:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[lista de doenças]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[OMS]]></category>
		<category><![CDATA[potencial epidêmico]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=78789</guid>

					<description><![CDATA[A Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou uma atualização de sua lista de patógenos com potencial para desencadear epidemias globais. Com mais de 30 agentes infecciosos, a lista abrange doenças já conhecidas, como dengue e influenza, bem como novos riscos, como o vírus Nipah. Este levantamento serve como um alerta para a preparação e resposta [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou uma atualização de sua lista de patógenos com potencial para desencadear epidemias globais. Com mais de 30 agentes infecciosos, a lista abrange doenças já conhecidas, como dengue e influenza, bem como novos riscos, como o vírus Nipah. Este levantamento serve como um alerta para a preparação e resposta global a possíveis surtos.</p>
<p>Entre os patógenos destacados, está o vírus da mpox, responsável por um surto em 2022 e que permanece sob vigilância rigorosa devido ao risco de ser novamente classificado como emergência internacional em saúde pública. A OMS esclarece que a lista não é exaustiva e é revisada periodicamente, com base nas mudanças nas metodologias e nas necessidades emergentes.</p>
<h4><strong>Principais Patógenos na Lista da OMS</strong></h4>
<p><strong>Covid-19:</strong> Causada pelo SARS-CoV-2, a COVID-19 continua a ser uma ameaça global significativa. Altamente transmissível e com potencial para causar infecções respiratórias graves, o vírus foi identificado pela primeira vez em dezembro de 2019, em Wuhan, China, e desde então se espalhou globalmente.</p>
<p><strong>Febre Hemorrágica da Crimeia-Congo (CCHF):</strong> Transmitida por carrapatos e por contato com tecidos de animais infectados, a CCHF apresenta alta taxa de letalidade, variando entre 10% e 40%. Endêmica em várias regiões da África, Ásia e Europa, a doença é difícil de prevenir e tratar.</p>
<p><strong>Ebola:</strong> Esta doença zoonótica, com origem em morcegos, é uma das mais graves na África subsaariana, com surtos esporádicos que podem ser devastadores. O vírus Ebola, descoberto em 1976, tem uma taxa de letalidade que pode chegar a 90%.</p>
<p><strong>Doença de Marburg:</strong> Semelhante ao Ebola, o vírus Marburg causa febre hemorrágica e tem uma taxa média de mortalidade de 50%. Os primeiros surtos ocorreram na Alemanha e na Sérvia, associados a laboratórios que trabalhavam com macacos infectados.</p>
<p><strong>Febre de Lassa:</strong> Afetando milhares de pessoas na África Ocidental, a febre de Lassa é transmitida por roedores. A doença pode causar sérios danos aos órgãos e, em casos graves, pode ser fatal.</p>
<p><strong>Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS):</strong> Um tipo de coronavírus transmitido de dromedários para humanos. Identificado pela primeira vez em 2012, o MERS tem sido notificado em 27 países, com uma taxa de mortalidade significativa.</p>
<p><strong>Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS):</strong> Esta condição, que pode ser uma complicação da COVID-19, é caracterizada por sintomas respiratórios graves que exigem hospitalização. A SARS é uma preocupação contínua em surtos de coronavírus.</p>
<p><strong>Nipah:</strong> Transmitido de animais para humanos, o vírus Nipah pode causar desde infecções assintomáticas até encefalite fatal. Apesar de surtos limitados na Ásia, o potencial de disseminação global coloca o Nipah como uma ameaça significativa.</p>
<p><strong>Febre do Vale do Rift:</strong> Esta zoonose viral afeta principalmente animais, mas também pode infectar humanos. A febre do Vale do Rift é transmitida por mosquitos e moscas, e pode resultar em febre hemorrágica grave.</p>
<p><strong>Zika:</strong> Causada pelo vírus Zika e transmitida por mosquitos, a infecção pode ser assintomática ou causar complicações neurológicas graves, como microcefalia em fetos e síndrome de Guillain-Barré.</p>
<p><strong>Doença X:</strong> Esta é uma categoria hipotética que a OMS usa para representar um patógeno desconhecido que pode causar uma grande pandemia no futuro. A inclusão da &#8220;Doença X&#8221; sublinha a importância de estar preparado para ameaças inesperadas.</p>
<p>A lista da OMS é um instrumento vital para a vigilância epidemiológica global e para orientar esforços de pesquisa, desenvolvimento de vacinas e preparação para emergências sanitárias. A inclusão de novos patógenos reflete a necessidade contínua de monitorar e responder rapidamente a surtos potenciais que podem ter consequências devastadoras para a saúde pública mundial.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">78789</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
