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	<title>População Negra &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Negros têm 2,7 vezes mais risco de serem assassinados no Brasil, revela Atlas da Violência 2024</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 May 2025 16:38:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
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					<description><![CDATA[O risco de uma pessoa negra ser vítima de homicídio no Brasil é 2,7 vezes maior do que o de uma pessoa não negra, segundo o Atlas da Violência 2024, divulgado nesta segunda-feira (12). Embora o número represente uma leve queda em relação a 2022 (2,8 vezes), o índice cresceu 15,6% na última década — [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O risco de uma pessoa negra ser vítima de homicídio no Brasil é 2,7 vezes maior do que o de uma pessoa não negra, segundo o Atlas da Violência 2024, divulgado nesta segunda-feira (12). Embora o número represente uma leve queda em relação a 2022 (2,8 vezes), o índice cresceu 15,6% na última década — em 2013, a diferença era de 2,4 vezes.</p>
<p>Em 2023, foram 35.213 homicídios entre pretos e pardos, com uma taxa de 28,9 por 100 mil habitantes. Entre os não negros, foram 9,9 mil mortes (10,6 por 100 mil). O estudo, feito pelo Ipea e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, aponta que a desigualdade racial na violência letal não só persiste, como se intensifica.</p>
<p>Apesar da redução geral de homicídios no Brasil nos últimos dez anos (queda de 20,3%), a violência continua afetando desproporcionalmente a população negra, que representa mais da metade da população brasileira (55,5%) e enfrenta piores condições socioeconômicas.</p>
<p>O levantamento também destaca o alto índice de homicídios entre indígenas, com taxa de 22,8 por 100 mil em 2023. Em estados como Roraima (235,3) e Mato Grosso do Sul (178,7), os números são alarmantes. O povo Guarani-Kaiowá, por exemplo, registrou mais de 500 internações por agressões nos últimos anos, em meio a conflitos territoriais agravados pelo avanço do agronegócio.</p>
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		<title>Estudo revela impacto do racismo na letalidade policial: Quase 90% das mortes em 2023 foram de negros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Nov 2024 13:04:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Letalidade policial]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Policia]]></category>
		<category><![CDATA[População Negra]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma pesquisa publicada pela Rede de Observatórios da Segurança revela que, das mais de 4.000 pessoas mortas por policiais no Brasil em 2023, 87,8% eram negras. O levantamento, intitulado &#8220;Pele Alvo: Mortes Que Revelam Um Padrão&#8221;, destaca o racismo estrutural presente na segurança pública e foi baseado em dados obtidos via Lei de Acesso à [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma pesquisa publicada pela Rede de Observatórios da Segurança revela que, das mais de 4.000 pessoas mortas por policiais no Brasil em 2023, 87,8% eram negras. O levantamento, intitulado &#8220;Pele Alvo: Mortes Que Revelam Um Padrão&#8221;, destaca o racismo estrutural presente na segurança pública e foi baseado em dados obtidos via Lei de Acesso à Informação em nove estados, incluindo Amazonas, Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro e São Paulo.</p>
<p>A cientista social e coordenadora da Rede, Silvia Ramos, afirma que os números são alarmantes e refletem como o racismo permeia a segurança pública. Ramos enfatiza que o treinamento policial frequentemente reforça um perfil suspeito que discrimina jovens negros das favelas e periferias, tratando-os como possíveis alvos.</p>
<blockquote><p>“O perfil do suspeito policial é fortalecido nas corporações. O policial aprende que deve tratar diferente um jovem branco vestido de terno na cidade e um jovem negro de bermuda e chinelo em uma favela. A questão é: 99,9% dos jovens negros das favelas e periferias estão de bermuda e chinelo. E todos passam a ser vistos como perigosos e como possíveis alvos que a polícia, se precisar, pode matar”, diz a pesquisadora.</p></blockquote>
<p>A Bahia registrou o maior índice de letalidade policial, com 1.702 mortes, seguida por Rio de Janeiro (871) e Pará (530). Em alguns estados, como o Ceará e Pará, houve redução tímida na letalidade policial, mas com aumento significativo no número de vítimas negras. A juventude é outro grupo desproporcionalmente afetado: no Ceará, 69,4% dos mortos pela polícia eram jovens de 18 a 29 anos, enquanto crianças e adolescentes entre 12 e 17 anos representaram 243 das vítimas.</p>
<p>A Rede de Observatórios da Segurança também destaca a falta de dados completos sobre raça e cor das vítimas, com 856 casos não informados, prejudicando uma análise aprofundada da realidade. Alguns estados, como o Maranhão e Ceará, registram mais de 50% dos casos sem essa informação.</p>
<p>Em resposta ao estudo, secretarias estaduais como as do Pará e do Rio de Janeiro apontaram medidas para reduzir a letalidade e o uso de câmeras corporais, enquanto a Secretaria de Segurança de São Paulo e do Ceará afirmaram investir na formação de seus agentes para um atendimento mais humanizado às populações vulneráveis.</p>
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