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	<title>políticas públicas &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>políticas públicas &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Empreendedorismo Feminino: Informalidade e os desafios das políticas públicas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/empreendedorismo-feminino-informalidade-e-os-desafios-das-politicas-publicas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Mar 2025 16:54:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Na vendinha de frutas na porta de casa, no carrinho de pipoca em frente à igreja, com roupas e perfumes no porta-malas do carro ou no salão de cabeleireiro improvisado no quintal, milhões de mulheres no Brasil encontram no empreendedorismo uma alternativa de sustento e autonomia. No entanto, muitas dessas iniciativas operam na informalidade, um [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na vendinha de frutas na porta de casa, no carrinho de pipoca em frente à igreja, com roupas e perfumes no porta-malas do carro ou no salão de cabeleireiro improvisado no quintal, milhões de mulheres no Brasil encontram no empreendedorismo uma alternativa de sustento e autonomia. No entanto, muitas dessas iniciativas operam na informalidade, um cenário que desafia as políticas públicas e limita o crescimento dos negócios.</p>
<p>A questão foi debatida nesta terça-feira (18) no painel &#8220;Vozes do Empreendedorismo Feminino: Conectando Saberes e Ações&#8221;, promovido pelo governo federal. Especialistas e gestores públicos destacaram que facilitar o acesso ao crédito e oferecer capacitação são medidas fundamentais para impulsionar essas empreendedoras e fortalecer seus negócios.</p>
<h3>Informalidade e desafios</h3>
<p>Segundo dados apresentados no evento, 70% das mulheres empreendedoras são mães e têm um faturamento médio de aproximadamente R$ 2 mil. A professora Daiane Batista, da Universidade Federal da Bahia (UFBA), destacou que muitas dessas mulheres recorrem ao empreendedorismo por necessidade, devido a dificuldades no mercado formal de trabalho.</p>
<figure id="attachment_82363" aria-describedby="caption-attachment-82363" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-82363" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/03/19-Ministra-das-Mulheres-Cida-Goncalves-participa-do-painel-Vozes-do-Empreendedorismo-Feminino-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Empreendedorismo Feminino Informalidade E Os Desafios Das Políticas Públicas - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/03/19-Ministra-das-Mulheres-Cida-Goncalves-participa-do-painel-Vozes-do-Empreendedorismo-Feminino-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/03/19-Ministra-das-Mulheres-Cida-Goncalves-participa-do-painel-Vozes-do-Empreendedorismo-Feminino-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/03/19-Ministra-das-Mulheres-Cida-Goncalves-participa-do-painel-Vozes-do-Empreendedorismo-Feminino-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/03/19-Ministra-das-Mulheres-Cida-Goncalves-participa-do-painel-Vozes-do-Empreendedorismo-Feminino-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-82363" class="wp-caption-text">Ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, participa do painel &#8220;Vozes do Empreendedorismo Feminino: Conectando Saberes e Ações&#8221;, como parte das celebrações do Dia Internacional da Mulher, Foto Antônio Cruz/Agência Brasilícias</figcaption></figure>
<p>“As mulheres empreendem porque enfrentam barreiras no emprego formal, mas também porque precisam conciliar o trabalho com a maternidade e outras responsabilidades domésticas”, explicou Daiane. A pesquisadora também destacou que a informalidade é ainda maior entre mulheres negras, cujos negócios frequentemente são conduzidos dentro de suas próprias casas.</p>
<p>Para elas, a criatividade e a resiliência são essenciais para manter os negócios funcionando. “As empreendedoras precisam o tempo todo criar soluções para viabilizar suas iniciativas sem acesso a capital”, afirmou a professora.</p>
<h3>Pesquisa revela principais dificuldades</h3>
<p>Caroline Moreira de Aguiar, líder de educação e projetos do Instituto Rede Mulher Empreendedora, apresentou uma pesquisa nacional que evidencia os desafios enfrentados por essas mulheres. O acesso ao crédito e a gestão financeira aparecem como os principais obstáculos.</p>
<p>“O faturamento dessas empreendedoras dificilmente ultrapassa os R$ 2 mil, e muitas vezes o que ganham é reinvestido no próprio negócio, impedindo o crescimento”, explicou Caroline. Segundo o levantamento, a sobrecarga é uma realidade para essas mulheres, que, além de suas empresas, são responsáveis pelo cuidado com filhos, idosos e outras tarefas domésticas. Esse cenário impacta diretamente o tempo disponível para gerir e expandir os negócios.</p>
<p>As dificuldades são ainda maiores para mulheres negras e pardas, que relataram um nível elevado de sobrecarga e menos acesso a oportunidades.</p>
<h3>Políticas públicas e crédito para empreendedoras</h3>
<p>A ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, ressaltou a importância de políticas públicas voltadas para as empreendedoras. Segundo ela, o governo federal tem investido em programas que oferecem qualificação e acesso a recursos financeiros.</p>
<p>“Precisamos garantir que as mulheres tenham acesso ao crédito e possam vender seus produtos em mercados internos e externos”, afirmou a ministra. Ela enfatizou que diferentes grupos de empreendedoras enfrentam desafios específicos, como as mulheres da Amazônia, do Nordeste, quilombolas e indígenas, e que o governo precisa atuar nessas frentes para reduzir desigualdades.</p>
<p>O secretário executivo do Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, Tadeu Alencar, destacou a importância da Estratégia Nacional do Empreendedorismo Feminino, que busca facilitar o acesso ao crédito para mulheres empreendedoras. Ele citou o programa Procred 360, parte do programa Acredita, que oferece financiamento de até 30% do faturamento do ano anterior para microempreendedores. No caso de negócios liderados por mulheres, esse percentual sobe para 50%.</p>
<p>“É fundamental que mulheres quilombolas, indígenas, da agricultura familiar e das periferias tenham acesso a esses recursos”, afirmou Alencar. Ele também ressaltou que, apesar da percepção de que mulheres representam maior risco financeiro, elas se mostram melhores pagadoras do que os homens.</p>
<p>Com medidas que ampliem o acesso ao crédito e capacitação, especialistas acreditam que o cenário do empreendedorismo feminino pode avançar, fortalecendo negócios e garantindo maior autonomia econômica para milhões de mulheres no Brasil.</p>
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		<title>TV 3.0: Ampliando o acesso aos serviços públicos via canais abertos</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/tv-3-0-ampliando-o-acesso-aos-servicos-publicos-via-canais-abertos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Apr 2024 21:34:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CDN]]></category>
		<category><![CDATA[EBC]]></category>
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		<category><![CDATA[Ministério das Comunicações]]></category>
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					<description><![CDATA[A futura implementação da TV 3.0 na era digital brasileira não apenas representa um avanço tecnológico, mas também abre novas possibilidades para a comunicação pública no país. Ao integrar canais abertos com a internet, a TV 3.0 promete viabilizar serviços e políticas públicas, especialmente para a população de baixa renda. Os desafios para alcançar esse [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A futura implementação da TV 3.0 na era digital brasileira não apenas representa um avanço tecnológico, mas também abre novas possibilidades para a comunicação pública no país. Ao integrar canais abertos com a internet, a TV 3.0 promete viabilizar serviços e políticas públicas, especialmente para a população de baixa renda.</p>
<p>Os desafios para alcançar esse objetivo são consideráveis, conforme discutido em uma mesa sobre as perspectivas para TVs públicas durante um seminário promovido pelo Ministério das Comunicações. A diretora geral da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Maíra Bittencourt, destacou que um dos principais desafios será garantir uma infraestrutura física adequada para distribuir e implementar conteúdos e serviços.</p>
<p>&#8220;A nova TV Digital exigirá avanços tecnológicos para garantir uma boa resposta de internet, especialmente por meio de uma rede de infraestrutura física destinada à entrega de conteúdo, conhecida como CDN, em todo o território nacional&#8221;, explicou Bittencourt.</p>
<p>Além disso, a integração entre diferentes veículos de comunicação pública, como TVs estaduais e ligadas a instituições de ensino, será fundamental. Isso permitirá uma maior colaboração na disponibilização de conteúdo educacional e cultural para a população.</p>
<p>Outro ponto relevante é o desenvolvimento de aplicativos voltados para entidades públicas, visando facilitar o acesso aos serviços por meio da TV 3.0. Maíra ressaltou a importância de uma experiência do usuário fluida e acessível para garantir o sucesso da plataforma.</p>
<p>Quanto à inclusão digital, a diretora apontou que a TV 3.0 poderá desempenhar um papel significativo, possibilitando o acesso a serviços públicos por meio da tela da televisão, especialmente em comunidades de baixa renda.</p>
<p>Para Carlos Neiva, engenheiro de telecomunicações da Câmara dos Deputados, a TV 3.0 trará diversas oportunidades para os veículos públicos de comunicação, especialmente nas áreas de saúde e educação. No entanto, ele ressaltou a necessidade de investimentos e políticas públicas eficientes para viabilizar o acesso à nova tecnologia.</p>
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		<title>Grupo de trabalho vai mapear políticas públicas para a Maré</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/grupo-de-trabalho-vai-mapear-politicas-publicas-para-a-mare/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Dec 2023 18:01:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Complexo da Maré]]></category>
		<category><![CDATA[Diário Oficial da União]]></category>
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					<description><![CDATA[Portaria da Secretaria-Geral da Presidência da República instituiu um grupo de trabalho para mapear políticas públicas para o complexo de favelas da Maré, na zona norte do Rio de Janeiro. O texto foi publicado na edição desta quarta-feira (13) no Diário Oficial da União. “Fica instituído, no âmbito da Secretaria-Geral da Presidência da República, Grupo de Trabalho [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>Portaria da Secretaria-Geral da Presidência da República instituiu um grupo de trabalho para mapear políticas públicas para o complexo de favelas da Maré, na zona norte do Rio de Janeiro. O texto foi publicado na edição desta quarta-feira (13)<a href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/portaria-sg/pr-n-171-de-12-de-dezembro-de-2023-530271296" target="_blank" rel="noopener"> no <em>Diário Oficial da União</em></a>.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>“Fica instituído, no âmbito da Secretaria-Geral da Presidência da República, Grupo de Trabalho Técnico &#8211; GTT a ser coordenado pela Secretaria Nacional de Diálogos Sociais e Articulação de Políticas Públicas, com a finalidade de mapear, articular e integrar a oferta de políticas públicas na região da Maré, na cidade do Rio de Janeiro, visando o fortalecimento da participação social no território e a promoção de direitos à sua população”, diz a portaria.</p>
<p>O relatório final do GTT será encaminhado ao ministro Márcio Macêdo, no prazo de 180 dias, contado da data de realização da sua primeira reunião, permitida a prorrogação por prazo determinado.</p>
<p>O complexo da Maré tem mais de 140 mil moradores. Constituída por 16 favelas, a Maré tem um processo de ocupação que se consolidou a partir da construção da atual Avenida Brasil, em 1946, onde se criou um cinturão industrial. As encostas e as áreas alagadiças existentes naquele trecho da Baía de Guanabara e a proximidade do centro tornaram-se condições favoráveis para o surgimento do conjunto de favelas.</p>
</div>
</div>
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		<title>Incra estabelece diálogo sobre regularização fundiária de quilombolas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/incra-estabelece-dialogo-sobre-regularizacao-fundiaria-de-quilombolas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Nov 2023 19:12:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Comunidade Quilombola]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[Programa Nacional de Reforma Agrária]]></category>
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					<description><![CDATA[O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) criou, nesta quarta-feira (1º), a Mesa Nacional de Acompanhamento da Política de Regularização Fundiária Quilombola para estabelecer diálogo entre o governo federal e a sociedade civil organizada. O espaço estratégico foi estabelecido por meio de uma portaria publicada no Diário Oficial da União. O objetivo da medida [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) criou, nesta quarta-feira (1º), a Mesa Nacional de Acompanhamento da Política de Regularização Fundiária Quilombola para estabelecer diálogo entre o governo federal e a sociedade civil organizada. O espaço estratégico foi estabelecido por meio de uma portaria publicada no <a href="https://in.gov.br/en/web/dou/-/portaria-n-188-de-11-de-outubro-de-2023-520206879" target="_blank" rel="noopener"><em>Diário Oficial da União</em></a>.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O objetivo da medida é acompanhar e buscar soluções para os processos relativos à população quilombola, que tratem do direito de uso e posse de terra, do acesso às políticas públicas para a permanência nos territórios e à assistência técnica, crédito e infraestrutura produtiva. O Incra também busca integrar as ações federais às iniciativas nas superintendências estaduais e municipais, visando o reconhecimento de agricultores familiares remanescentes de quilombo como beneficiários Programa Nacional de Reforma Agrária.</p>
<p>No dia 20 de novembro, completa duas décadas do Decreto nº 4.887/2003 que regulamentou os processos de identificação, reconhecimento, delimitação, demarcação e titulação das terras ocupadas por remanescentes quilombolas. Foi nessa ato que o cumprimento do art. 68 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, que reconhece a propriedade das terras ocupadas por essa população, foi atribuído ao Incra.</p>
<p>Em vinte anos de decreto, também cresceu a tensão e disputa pelas terras tradicionalmente ocupadas por remanescentes quilombolas, mas ainda não tituladas. A busca por soluções, prevenção e gestão dos conflitos nos territórios quilombolas também serão objeto dos diálogos entre os órgãos de instituições públicas e privadas e os movimentos representativos dessa população.</p>
<p>As Diretorias de Governança Fundiária e de Desenvolvimento e Consolidação de Projetos de Assentamentos do Incra serão responsáveis por conduzir os encontros da mesa, a cada quatro meses. A atividade também deverá acontecer nas superintendências regionais, com o objetivo de estabelecer mesas de diálogo, nos mesmos moldes da nacional, para acompanhamento das demandas locais.</p>
</div>
</div>
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		<title>Novo PPA prevê R$ 13,3 trilhões para políticas públicas em quatro anos</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/novo-ppa-preve-r-133-trilhoes-para-politicas-publicas-em-quatro-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Aug 2023 16:57:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[Plano Plurianual]]></category>
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					<description><![CDATA[Enviado nesta quarta-feira (30) ao Congresso após seis meses de elaboração, o Plano Plurianual (PPA) 2024–2027 prevê gastos de R$ 13,3 trilhões nos próximos quatro anos para atender a 464 objetivos específicos distribuídos em 88 programas. A proposta foi elaborada com participação ativa da sociedade, por meio de plenárias em todos os estados e o Distrito [&#8230;]]]></description>
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<p>Enviado nesta quarta-feira (30) ao Congresso após seis meses de elaboração, o Plano Plurianual (PPA) 2024–2027 prevê gastos de R$ 13,3 trilhões nos próximos quatro anos para atender a 464 objetivos específicos distribuídos em 88 programas. A proposta foi elaborada com participação ativa da sociedade, por meio de plenárias em todos os estados e o Distrito Federal que reuniram 309 movimentos sociais e 34 mil participantes entre março e julho.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Do total de recursos, a maior parte, R$ 8,885 trilhões, sairá do Orçamento Fiscal e da Seguridade Social, de onde vêm o dinheiro dos tributos e das receitas com a dívida pública. Um total de R$ 566,2 bilhões virá do investimento das estatais, e R$ 3,883 trilhões de recursos não orçamentários, como operações de crédito, subsídios e incentivos tributários.</p>
<p>Lei que define prioridades para as políticas públicas e estipula o cumprimento de objetivos de quatro em quatro anos, o PPA, em tese, orienta tanto a elaboração da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) quanto do Projeto de Lei Orçamentária (PLOA) durante o período de abrangência. Historicamente, o PPA tem tido caráter fictício, mas a secretária nacional de Planejamento, Leany Lemos, promete que desta vez será diferente porque o governo pretende monitorar a execução das políticas públicas.</p>
<p>“Criamos um quadro de indicadores que traduzem mudanças importantes e relevantes, que podem ser monitoradas. Queremos criar um observatório de acompanhamento, que reúna representantes da sociedade civil, do setor produtivo e da universidade. Esses indicadores foram construídos em conjunto com os ministérios de cada área e têm metas do que é possível cumprir”, explica Lemos.</p>
<p>O plano definiu seis prioridades: combate à fome e redução das desigualdades; educação básica; atenção primária e especializada em saúde; neoindustrialização, trabalho, emprego e renda; Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC); e combate ao desmatamento e enfrentamento da emergência climática. Também haverá cinco agendas transversais, que envolverão mais de um ministério em torno de um mesmo objetivo: criança e adolescente; mulheres; igualdade racial; povos indígenas; e meio ambiente.</p>
<h2>Indicadores e metas</h2>
<p>Ao todo, a proposta prevê 69 indicadores das mais diversas áreas. Cada indicador terá um intervalo de meta, com o limite inferior chamado de cenário-base, com alguma melhoria, e o limite superior, chamado de cenário desejável, mais otimista. Do total de indicadores, 62 estão distribuídos em três eixos: desenvolvimento social e garantia de direitos; desenvolvimento econômico e sustentabilidade; e defesa da democracia e reconstrução do Estado e da soberania.</p>
<p>Chamados indicadores-chave, os sete restantes englobam objetivos prioritários a serem alcançados no fim de 2027. Os seis primeiros parâmetros a serem medidos são os seguintes: taxa de extrema pobreza (redução de 20,3% a 54,7%), razão entre as rendas dos 10% mais ricos e dos 40% mais pobres (redução de 0,83% a 12,2%), Produto Interno Bruto <em>per capita</em> (aumento de 4,3% a 15,6%), média anual da taxa de desemprego (queda de 28,3% com bom desempenho econômico a alta de 16% em caso de recessão), emissão de gases de efeito estufa no Brasil (queda de 16,3% a 22,1%) e desmatamento anual no bioma Amazônia (queda de 75% a 80%).</p>
<p>O sétimo indicador-chave é rendimento domiciliar <em>per capita</em> nas grandes regiões, com aumento em todas elas. O PPA prevê fixar uma meta de alta entre 4,3% e 29,7% na Região Norte; de 12,8% a 34,4% no Nordeste; entre 1,7% e 17,2% no Sudeste; de 3,4% a 16,8% no Sul; e expansão entre 3,6% e 19,3% no Centro-Oeste.</p>
<p>Em relação aos demais 62 indicadores, alguns serão usados pela primeira vez no PPA, ressalta a secretária nacional de Planejamento. Entre os exemplos, ela cita a alfabetização na idade certa, indicador municipal que passará a ser calculado em âmbito nacional. O PPA também medirá a evolução da igualdade racial, por meio do monitoramento de taxa de homicídios de negros, da razão entre o rendimento médio do trabalho de brancos e de negros e da razão entre a frequência de brancos e de negros, de 18 a 24 anos, no ensino superior.</p>
<h2>Fiscalização da sociedade</h2>
<p>Historicamente, o PPA tem servido como peça de ficção. Embora estabeleça prioridades e metas, o descumprimento não gera nenhuma punição. Segundo Leany Lemos, o governo pretende criar um observatório de monitoramento e de avaliação do PPA, com a participação de representantes de organizações sociais, do setor produtivo e das universidades. Além disso, o Ministério do Planejamento pretende promover seminários a cada quatro meses com especialistas.</p>
<p>O Orçamento de 2024, a ser enviado ao Congresso nesta quinta-feira (31), terá as ações prioritárias marcadas, mas elas não estarão blindadas contra contingenciamentos (bloqueios temporários). Para monitorar o cumprimento dos objetivos propostos, num cenário em que o governo precisa arrecadar mais para zerar o déficit primário em 2024 e registrar superávit em 2025 e 2026, a secretária diz que a fiscalização da sociedade é fundamental.</p>
<p>“Queremos promover um efeito de transparência na entrega de políticas públicas porque a informação monitorada gera pressão. Se determinada meta não for atingida, os conselhos nacionais vão apontar, a comunidade vai bater. Em determinados casos, uma política pode não ir para a frente porque houve judicialização ou uma recessão econômica, aí caberá aos ministérios de cada área se justificar”, explica.</p>
<p>Um dos exemplos da participação social, diz Lemos, ocorreu durante a definição de prioridades, quando o enfrentamento à mudança climática recebeu 20.534 votos na <a href="https://brasilparticipativo.presidencia.gov.br/" target="_blank" rel="noopener">Plataforma Brasil Participativo</a>, criada para receber contribuições pela internet e foi incluído na lista de prioridades. De 11 de maio a 16 de julho, a página recebeu 8.254 propostas (agrupadas conforme a semelhança) de 1.419.729 participantes.</p>
<p>Segundo a secretária, o PPA é importante porque o governo recupera a capacidade de se planejar e de monitorar políticas públicas. “A incapacidade de planejar explica muitos gargalos e dificuldades para o desenvolvimento”, diz.</p>
</div>
</div>
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		<title>Comitê Permanente de Gênero, Raça e Diversidade é lançado pelo governo</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/comite-permanente-de-genero-raca-e-diversidade-e-lancado-pelo-governo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Apr 2023 15:50:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Na segunda-feira (3), o Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional lançou o Comitê Permanente de Gênero, Raça e Diversidade, com o objetivo de incluir a igualdade de gênero e raça e o respeito à diversidade nas políticas públicas da pasta. O comitê terá a responsabilidade de realizar diagnósticos, solicitar pareceres e estudos, além de construir [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na segunda-feira (3), o Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional lançou o Comitê Permanente de Gênero, Raça e Diversidade, com o objetivo de incluir a igualdade de gênero e raça e o respeito à diversidade nas políticas públicas da pasta. O comitê terá a responsabilidade de realizar diagnósticos, solicitar pareceres e estudos, além de construir um plano de ação com propostas para programas e ações da pasta e entidades vinculadas, com o intuito de desenvolver políticas públicas inclusivas que possam reparar distorções e desigualdades sociais. Durante a cerimônia de abertura, o ministro Waldez Góez destacou a importância da transversalidade nesse processo.</p>
<p>“Um país de dimensão continental tem muitas diferenças, muitas desigualdades. Às vezes, dentro de um mesmo estado. Em termos de indicadores macros, PIB [Produto Interno Bruto], renda, está bem. Mas, quando você vai para os recortes, há muitas injustiças, de norte a sul do país”.</p>
<p>“Obviamente que nenhum de nós tem a pretensão de virar essa página muito rápido, mas todos nós temos que ter o compromisso de frear o problema e passar a atuar para diminuir o problema, sejam as desigualdades regionais, seja a inclusão de negros, índios, caboclos, mulheres, LGBTQIA+, pessoas com algum tipo de deficiência.”</p>
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<p>Também presente na solenidade, a ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, reforçou o papel da transversalidade e das parcerias com diversas pastas para a implementação de políticas públicas. “É por meio de atos como esses, de demonstração de parceria e de vontade, que a gente vai conseguir”, disse.</p>
<p>“Toda vez que a gente tem uma vitória, como estabelecer um comitê, como olhar para uma mesa tão bonita como essa e os seus arredores, isso dá a sensação de novos ares de fato e que a gente está conseguindo colocar em concretude a transversalidade”, concluiu.</p>
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