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	<title>Política Nacional de Humanização do Luto Materno e Parental &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Humanização do luto materno: nova lei entra em vigor em 90 dias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 May 2025 15:39:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a Lei nº 15.139, que cria a Política Nacional de Humanização do Luto Materno e Parental, publicada nesta segunda-feira (26) no Diário Oficial da União (DOU). A nova legislação entrará em vigor em 90 dias, promovendo acolhimento humanizado e assistência às mulheres e familiares que enfrentam a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a Lei nº 15.139, que cria a Política Nacional de Humanização do Luto Materno e Parental, publicada nesta segunda-feira (26) no Diário Oficial da União (DOU). A nova legislação entrará em vigor em 90 dias, promovendo acolhimento humanizado e assistência às mulheres e familiares que enfrentam a perda de um bebê, seja na fase gestacional, no parto ou no período neonatal.</p>
<p>Segundo o Palácio do Planalto, a política visa reduzir os riscos e a vulnerabilidade emocional das mães e seus familiares, assegurando atendimento integral, equitativo e descentralizado. A iniciativa também busca estimular a produção de estudos e pesquisas sobre boas práticas de acolhimento ao luto gestacional e neonatal.</p>
<h3>Principais medidas da nova lei</h3>
<ul>
<li><strong>Encaminhamento para acompanhamento psicológico</strong> após a alta hospitalar, preferencialmente na residência da família ou em unidade de saúde próxima.</li>
<li>Direito de a família <strong>sepultar ou cremar o feto ou bebê</strong>, com registro de óbito incluindo nome, data e local do parto, e, se possível, impressões digitais e plantares.</li>
<li>Garantia de que a família possa <strong>participar de rituais fúnebres</strong>, conforme suas crenças.</li>
<li>Direito de os pais atribuírem <strong>nome ao natimorto</strong>.</li>
</ul>
<h3>Atendimento humanizado</h3>
<p>A legislação também determina a acomodação em ala separada para gestantes que tenham sofrido perda gestacional, óbito fetal ou neonatal, ou cujo feto tenha diagnóstico de anomalia grave e possivelmente fatal. Durante o parto de natimorto, será garantido o direito a um acompanhante escolhido pela mãe, além de um espaço adequado para a despedida familiar.</p>
<p>Os serviços de saúde, públicos e privados, deverão ainda:</p>
<ul>
<li>Realizar <strong>registro de óbito em prontuário</strong>.</li>
<li>Disponibilizar <strong>assistência social</strong> para apoio e trâmites legais.</li>
<li>Oferecer <strong>capacitação aos profissionais</strong> de maternidades sobre como lidar com o luto parental.</li>
<li>Garantir às mulheres o <strong>acesso a exames e avaliações</strong> para investigar as causas do óbito.</li>
<li>Assegurar <strong>acompanhamento específico</strong> em uma próxima gestação, incluindo apoio psicológico.</li>
</ul>
<p>Com a nova política, o governo federal espera promover mais empatia e acolhimento nos momentos mais delicados da maternidade, fortalecendo os direitos e a dignidade das famílias enlutadas.</p>
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