<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Política Monetária &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
	<atom:link href="https://www.expressocarioca.com.br/tag/politica-monetaria/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.expressocarioca.com.br</link>
	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
	<lastBuildDate>Fri, 06 Mar 2026 16:22:51 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/08/cropped-favicon_logo.png?fit=32%2C32&#038;ssl=1</url>
	<title>Política Monetária &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
	<link>https://www.expressocarioca.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">165599006</site>	<item>
		<title>Produção industrial brasileira avança 1,8% em janeiro e registra melhor desempenho em mais de um ano</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/producao-industrial-brasileira-avanca-18-em-janeiro-e-registra-melhor-desempenho-em-mais-de-um-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 16:22:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Juros]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[PIM]]></category>
		<category><![CDATA[Política Monetária]]></category>
		<category><![CDATA[Produção Industrial]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=89101</guid>

					<description><![CDATA[A produção da indústria brasileira apresentou crescimento de 1,8% em janeiro de 2026 na comparação com dezembro de 2025, de acordo com dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado representa o maior avanço mensal desde junho de 2024, quando o setor havia registrado alta de 4,4%. O desempenho marca uma [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A produção da indústria brasileira apresentou crescimento de 1,8% em janeiro de 2026 na comparação com dezembro de 2025, de acordo com dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado representa o maior avanço mensal desde junho de 2024, quando o setor havia registrado alta de 4,4%.</p>
<p>O desempenho marca uma recuperação parcial após a retração observada nos últimos meses do ano passado. Entre setembro e dezembro de 2025, o setor acumulou perdas sucessivas, com quedas de 0,5% em outubro, 1,4% em novembro e 0,1% em dezembro.</p>
<p>Na comparação com janeiro de 2025, a produção industrial teve leve crescimento de 0,2%, interrompendo três meses seguidos de resultados negativos.</p>
<p>Os dados fazem parte da Pesquisa Industrial Mensal (PIM), levantamento realizado pelo IBGE para acompanhar o desempenho das atividades industriais no país. Com o resultado de janeiro, o nível atual de produção industrial ficou 1,8% acima do patamar registrado antes da pandemia de covid-19, em fevereiro de 2020.</p>
<p>Apesar do avanço, o setor ainda permanece distante de seu pico histórico. Segundo o instituto, o nível atual segue abaixo do recorde alcançado em maio de 2011.</p>
<p>De acordo com o gerente da pesquisa, André Macedo, parte da alta observada no início de 2026 está relacionada à retomada das atividades produtivas após a forte redução registrada no fim do ano passado, período marcado por paralisações temporárias em diversas indústrias.</p>
<p>“Naquele mês, além do movimento de menor dinamismo que vinha caracterizando o setor industrial, observou-se também uma maior frequência de férias coletivas. Com a retomada das atividades produtivas no início do ano, ocorre uma recuperação de parte dessa perda”, explicou.</p>
<p>Mesmo com o resultado positivo de janeiro, o saldo acumulado entre setembro e dezembro de 2025 ainda não foi totalmente revertido. Segundo Macedo, o setor industrial segue com uma perda aproximada de 0,8% em relação ao nível anterior à sequência de quedas no final do ano.</p>
<p>O analista também apontou que fatores macroeconômicos continuam limitando uma recuperação mais consistente da indústria, entre eles a política monetária restritiva e o nível elevado das taxas de juros, que encarecem o crédito e dificultam novos investimentos produtivos no país.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">89101</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Copom mantém juros básicos da economia em 13,75% ao ano</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/copom-mantem-juros-basicos-da-economia-em-1375-ao-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Sep 2022 12:00:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[Copom]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Juros]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política Monetária]]></category>
		<category><![CDATA[Selic]]></category>
		<category><![CDATA[Taxa Básica de Juros]]></category>
		<category><![CDATA[Taxa Selic]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=52884</guid>

					<description><![CDATA[A queda da inflação fez o Banco Central (BC) interromper o ciclo de alta dos juros após um ano e meio de reajustes seguidos. Por 7 votos a 2, o Comitê de Política Monetária (Copom) manteve a taxa Selic, juros básicos da economia, em 13,75% ao ano. A decisão era esperada pelos analistas financeiros. O presidente [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A queda da inflação fez o Banco Central (BC) interromper o ciclo de alta dos juros após um ano e meio de reajustes seguidos. Por 7 votos a 2, o Comitê de Política Monetária (Copom) manteve a taxa Selic, juros básicos da economia, em 13,75% ao ano. A decisão era esperada pelos analistas financeiros.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, e os diretores Bruno Serra Fernandes, Carolina de Assis Barros, Diogo Abry Guillen, Maurício Costa de Moura, Otávio Ribeiro Damaso e Paulo Sérgio Neves de Souza votaram pela manutenção da taxa. Os diretores Fernanda Magalhães Rumenos Guardado e Renato Dias de Brito Gomes votaram pela elevação em 0,25 ponto.</p>
<p>Em comunicado, o Copom informou que continuará a monitorar a economia e poderá voltar a subir a taxa Selic caso a inflação não caia como esperado. &#8220;O comitê reforça que irá perseverar até que se consolide não apenas o processo de desinflação como também a ancoragem das expectativas em torno de suas metas. O comitê enfatiza que os passos futuros da política monetária poderão ser ajustados e não hesitará em retomar o ciclo de ajuste caso o processo de desinflação não transcorra como esperado&#8221;, destacou o texto.</p>
<p>A taxa continua no maior nível desde janeiro de 2017, quando também estava em 13,75% ao ano. Essa foi a primeira pausa nas elevações após 12 altas consecutivas, num ciclo que começou em meio à alta dos preços de alimentos, de energia e de combustíveis.</p>
<p>De março a junho do ano passado, o Copom tinha elevado a taxa em 0,75 ponto percentual em cada encontro. No início de agosto, o BC passou a aumentar a Selic em 1 ponto a cada reunião. Com a alta da inflação e o agravamento das tensões no mercado financeiro, a Selic foi elevada em 1,5 ponto de outubro do ano passado até fevereiro deste ano. O Copom promoveu dois aumentos de 1 ponto, em março e maio, e dois aumentos de 0,5 ponto, em junho e agosto.</p>
<p>Antes do início do ciclo de alta, a Selic tinha sido reduzida para 2% ao ano, no nível mais baixo da série histórica iniciada em 1986. Por causa da contração econômica gerada pela pandemia de covid-19, o Banco Central tinha derrubado a taxa para estimular a produção e o consumo. A taxa ficou no menor patamar da história de agosto de 2020 a março de 2021.</p>
<h2>Inflação</h2>
<p>A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Em agosto, o indicador fechou em 8,73% no acumulado de 12 meses, após ter se . Esse foi o segundo mês seguido de inflação negativa, por causa da queda do preço da energia e da gasolina.</p>
<p>Apesar da desaceleração recente, o valor está acima do teto da meta de inflação. Para 2022, o Conselho Monetário Nacional (CMN) fixou meta de inflação de 3,5%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual. O IPCA, portanto, não podia superar 5% neste ano nem ficar abaixo de 2%.</p>
<p>No <em>Relatório de Inflação</em> divulgado no fim de junho pelo Banco Central, a autoridade monetária estimava que o IPCA fecharia 2022 em 8,8% no cenário base. A projeção, no entanto, está desatualizada e deverá ser revista para baixo por causa das desonerações sobre a gasolina e o gás de cozinha. A nova versão do relatório será divulgada no fim de setembro.</p>
<p>As previsões do mercado estão mais otimistas. De acordo com o boletim <em>Focus</em>, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo BC, a inflação oficial deverá fechar o ano em 6%. No início de junho, as estimativas do mercado chegavam a 9%.</p>
<h2>Crédito mais caro</h2>
<p>A elevação da taxa Selic ajuda a controlar a inflação. Isso porque juros maiores encarecem o crédito e desestimulam a produção e o consumo. Por outro lado, taxas mais altas dificultam a recuperação da economia. No último <em>Relatório de Inflação</em>, o Banco Central projetava crescimento de 1,7% para a economia em 2022.</p>
<p>O mercado projeta crescimento um pouco maior. Segundo a última edição do boletim <em>Focus</em>, os analistas econômicos preveem expansão de 2,65% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos pelo país) neste ano.</p>
<p>A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o Banco Central segura o excesso de demanda que pressiona os preços, porque juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.</p>
<p>Ao reduzir os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas enfraquece o controle da inflação. Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de subir.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">52884</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
