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	<title>Policiais &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Policiais &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Menos de 20% das delegacias da mulher funcionam 24 horas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/menos-de-20-das-delegacias-da-mulher-funcionam-24-horas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Dec 2023 17:23:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Atendimento à Mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[Levantamento feito pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública apresenta diagnósticos sobre a situação estrutural e funcionamento das instituições de segurança pública e das unidades policiais especializadas no atendimento à mulher. Os dados foram obtidos a partir de pesquisas feitas com polícias militares e civis, corpos de bombeiros, órgãos periciais e unidades de atendimento a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>Levantamento feito pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública apresenta diagnósticos sobre a situação estrutural e funcionamento das instituições de segurança pública e das unidades policiais especializadas no atendimento à mulher. Os dados foram obtidos a partir de pesquisas feitas com polícias militares e civis, corpos de bombeiros, órgãos periciais e unidades de atendimento a mulheres, bem como instituições voltadas para a investigação de narcóticos em todas as unidades federativas.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Segundo a pesquisa, 554.473 ocorrências foram registradas em 2022 – ano-base da pesquisa divulgada em 2023. Deste total, 170.984 foram de ameaças. Ainda segundo o diagnóstico, apenas 18,66% das Delegacias de Atendimento às Mulheres (Deams) tinham plantão 24 horas.</p>
<p>O Ministério da Justiça lembra que, naquele ano, ainda não vigorava a Lei 14.541/2023, sancionada em 2023 pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que garante o funcionamento 24 horas por dia dessas unidades, inclusive nos domingos e feriados.</p>
<h2>Narcóticos</h2>
<p>Conforme o levantamento, 44% das unidades especializadas na investigação de narcóticos estão localizadas no Sudeste e 23%, no Nordeste. Na Amazônia Legal, que corresponde a 59% do território brasileiro, estão localizados 15% desses postos de investigação. A região engloba oito estados (Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins) e parte do Maranhão.</p>
<p>O número equivale a 12 unidades policiais especializadas na investigação de narcóticos. O Ministério da Justiça ressalta que, em 2022, tais unidades foram responsáveis pela apreensão de 737,5 mil quilos de drogas, 65 armas de fogo, 181 veículos, 9 embarcações e 877 aparelhos celulares.</p>
<h2>Polícias militares e civis</h2>
<p>Quanto ao perfil das instituições de segurança pública, a pesquisa identificou &#8220;interrupção de uma série de três anos consecutivos de queda do número de policiais militares na ativa no país, com aumento de 0,6% em relação a 2021 (acréscimo de 2.300 policiais)”.</p>
<p>O levantamento aponta ainda aumento do efetivo feminino nas polícias militares, sendo 2022 o ano de pico dessa alta, com aumento de 1,6% de mulheres nas corporações.</p>
<p>Quanto à raça-cor declarada, os dados indicam que, do total de policiais militares no Brasil, a maioria (39,2%) se declara de cor branca; 31,8% se declaram pardos e 5,2%, de cor preta. &#8220;Apenas 0,7% dos policiais militares se declararam de cor amarela e 0,3% se declararam indígenas”, detalha o levantamento, ao destacar que houve, nesse caso, um “elevado percentual de dados não informados [22,9%]”.</p>
<p>De acordo com o estudo, o efetivo de policiais civis aumentou pelo segundo ano consecutivo. O número de delegados, escrivães e agentes em atividade cresceu 1% na comparação com 2021. Isso equivale a um acréscimo de 1.017 profissionais.</p>
<p>Destes, 58,9% se declaram brancos; 26,6%, pardos; 3,8%, pretos; 0,7%, de cor amarela; e 0,3%, indígenas. Dados não informados, nesse quesito, representam 9,7% do total.</p>
<h2>Bombeiros e peritos</h2>
<p>Tendo como recorte os corpos de bombeiros militares, o levantamento identificou que, em 2022, o efetivo aumentou 0,9%, o que corresponde a um acréscimo de 622 profissionais ao quadro. Segundo o Ministério da Justiça, isso representou aumento percentual de 0,9%.</p>
<p>Do efetivo de bombeiros militares na ativa, 41,7% se declaram de cor parda; 36,8%, brancos; 8,4%, de cor preta; 1,6%, de cor amarela; e 0,3%, indígenas. Nesse quesito, o percentual de dados não informados ficou em 11,1%.</p>
<p>O efetivo de peritos aumentou 6,5% em 2022, na comparação com 2021. O levantamento mostra que, em 2022, o número de peritos do sexo masculino caiu 1,7%, perda que foi compensada com uma alta de 2,6% no número de profissionais do sexo feminino.</p>
<p>A maioria dos peritos criminais ativos no Brasil se declara de cor branca (56%); 16,6% se declaram pardos; e 2,9%, de cor preta. Apenas 2,6% dos peritos se declararam de cor amarela e 0,2% se declararam indígenas. O percentual de dados não informados ficou em 21,7%.</p>
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		<title>Lula enfatiza que a polícia não deve confundir indivíduos carentes com criminosos</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/lula-enfatiza-que-a-policia-nao-deve-confundir-individuos-carentes-com-criminosos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Aug 2023 19:53:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Bandidos]]></category>
		<category><![CDATA[Combate ao Crime]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Periferia]]></category>
		<category><![CDATA[Pobres]]></category>
		<category><![CDATA[Policiais]]></category>
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					<description><![CDATA[Durante uma cerimônia realizada no Rio de Janeiro nesta quinta-feira (10), o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, expressou críticas em relação às mortes de pessoas inocentes ocasionadas por policiais, reforçando a necessidade de evitar confusões entre cidadãos carentes e criminosos. Lula enfatizou: &#8220;A população das áreas periféricas deve ser tratada com respeito [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante uma cerimônia realizada no Rio de Janeiro nesta quinta-feira (10), o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, expressou críticas em relação às mortes de pessoas inocentes ocasionadas por policiais, reforçando a necessidade de evitar confusões entre cidadãos carentes e criminosos.</p>
<p>Lula enfatizou: &#8220;A população das áreas periféricas deve ser tratada com respeito para que situações como a de um jovem que foi vítima de um policial despreparado não ocorram novamente.&#8221;</p>
<p>Ele prosseguiu: &#8220;Não é apropriado atribuir culpa à polícia, no entanto, é nosso dever ressaltar que um agente que dispara contra um jovem que já está caído demonstra irresponsabilidade e uma falta de preparo psicológico para o exercício policial.&#8221;</p>
<p>Lula destacou a importância da cooperação entre governadores e o presidente para estabelecer condições que capacitem a polícia a combater eficazmente o crime. Ele reforçou: &#8220;Contudo, é fundamental que a polícia saiba discernir entre um criminoso e um indivíduo desfavorecido que transita pelas ruas.&#8221;</p>
<p>Durante o evento, que ocorreu na zona oeste da cidade e contou com a presença do governador fluminense Cláudio Castro, Lula ressaltou esses pontos, reiterando a importância de tratar os cidadãos com dignidade e respeito.</p>
<p>O presidente também compartilhou sua opinião em sua conta na plataforma X, anteriormente conhecida como Twitter, mencionando o trágico falecimento do jovem Thiago Menezes, de 13 anos. O adolescente perdeu a vida durante uma operação policial ocorrida na Cidade de Deus, zona oeste do Rio, na última segunda-feira (7).</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-width="500" data-dnt="true">
<p lang="pt" dir="ltr">O Rio de Janeiro, o povo pobre, trabalhador, negro, das periferias, precisa ser tratado com respeito. Para que nunca mais aconteça o que aconteceu com um menino que foi assassinado pela polícia. Um cidadão que atira e mata um menino de 13 anos é despreparado e irresponsável.…</p>
<p>&mdash; Lula (@LulaOficial) <a href="https://twitter.com/LulaOficial/status/1689654165960863745?ref_src=twsrc%5Etfw">August 10, 2023</a></p></blockquote>
<p><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
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		<title>Chacina do Jacarezinho: Justiça rejeita denúncia contra dois policiais</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/chacina-do-jacarezinho-justica-rejeita-denuncia-contra-dois-policiais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jun 2022 19:02:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Chacina do Jacarezinho]]></category>
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					<description><![CDATA[A Justiça rejeitou a denúncia apresentada pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) contra os policiais civis Amaury Godoy Mafra e Alexandre Moura de Souza, pelo homicídio doloso de Richard Gabriel da Silva Ferreira e Isaac Pinheiro de Oliveira, além de fraude processual. Os dois foram mortos durante a operação policial feita [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>A Justiça rejeitou a denúncia apresentada pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) contra os policiais civis Amaury Godoy Mafra e Alexandre Moura de Souza, pelo homicídio doloso de Richard Gabriel da Silva Ferreira e Isaac Pinheiro de Oliveira, além de fraude processual. Os dois foram mortos durante a operação policial feita na comunidade do Jacarezinho, na zona norte do Rio de Janeiro, no dia 6 de maio de 2021. No total, 28 pessoas morreram, incluindo um policial.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<figure id="attachment_50274" aria-describedby="caption-attachment-50274" style="width: 1024px" class="wp-caption alignright"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-50274" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/06/08-Chacina-do-Jacarezinho-Justica-rejeita-denuncia-contra-dois-policiais-2-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.png?resize=1024%2C650&#038;ssl=1" alt="Chacina Do Jacarezinho: Justiça Rejeita Denúncia Contra Dois Policiais - Jornal Expresso Carioca - Expresso Carioca" width="1024" height="650" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/06/08-Chacina-do-Jacarezinho-Justica-rejeita-denuncia-contra-dois-policiais-2-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.png?w=1024&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/06/08-Chacina-do-Jacarezinho-Justica-rejeita-denuncia-contra-dois-policiais-2-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.png?resize=300%2C190&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/06/08-Chacina-do-Jacarezinho-Justica-rejeita-denuncia-contra-dois-policiais-2-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.png?resize=768%2C488&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/06/08-Chacina-do-Jacarezinho-Justica-rejeita-denuncia-contra-dois-policiais-2-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.png?resize=150%2C95&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/06/08-Chacina-do-Jacarezinho-Justica-rejeita-denuncia-contra-dois-policiais-2-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.png?resize=750%2C476&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption id="caption-attachment-50274" class="wp-caption-text">Policiais civis carregam o corpo de uma pessoa morta durante operação na favela do Jacarezinho. &#8211; Foto: Ricardo Moraes &#8211; REUTERS</figcaption></figure>
<p>A denúncia do MPRJ foi feita ao 2º Tribunal do Júri da Capital, alegando que os policiais entraram na residência onde Richard e Isaac se abrigaram após já terem sido baleados durante a troca de tiros. Segundo o MPRJ, a perícia atestou ausência de conflito no local em que eles foram mortos.</p>
<p>Na decisão, o juiz em exercício Daniel Werneck Cotta afirmou que não há elementos o suficiente na denúncia que corroborem com a intenção de matar, ao invés da legítima defesa alegada pelos policiais, o chamado excludente de ilicitude, mesmo que os disparos feitos pelos policiais tenham ocorrido antes de qualquer revide.</p>
<p><em>“No caso concreto, a despeito das complexas e valorosas diligências adotadas pela Força- tarefa [do MPRJ no caso Jacarezinho], conclui-se, pelo revolvimento minucioso do procedimento administrativo que instrui a inicial acusatória, que os elementos informativos e probatórios produzidos são inidôneos a formar a justa causa necessária ao recebimento da ação”</em>, diz a decisão.</p>
<p>O juiz relata que não há testemunhas do ato em que os dois foram mortos, mas que os moradores da residência relataram ter ficado cerca de 4 horas impedidos de sair de casa, inclusive quando os policiais invadiram o local atrás de Richard e Isaac, e que eles não demonstraram intenção de se entregar.</p>
<p>A decisão destaca, ainda, que não havia sinais de execução, como tiros a curta distância, e que Isaac foi socorrido com vida. Além disso, o juiz desqualifica um áudio anexado ao processo, que teria sido gravado no momento em que as vítimas se renderiam.</p>
<p><em>“Constata-se que não há informações mínimas sobre a origem do áudio submetido a confronto, não sendo possível, portanto, analisar por que meio foi produzido, em que local armazenado e como manipulado”.</em></p>
<p>O MPRJ informou que aguarda ser intimado da decisão, <em>“para análise das razões de decidir do juiz, e então avaliar a interposição do recurso”</em>.</p>
</div>
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