<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Policia &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
	<atom:link href="https://www.expressocarioca.com.br/tag/policia/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.expressocarioca.com.br</link>
	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
	<lastBuildDate>Wed, 20 Aug 2025 19:42:50 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/08/cropped-favicon_logo.png?fit=32%2C32&#038;ssl=1</url>
	<title>Policia &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
	<link>https://www.expressocarioca.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">165599006</site>	<item>
		<title>Polícia desarticula esquema do “falso advogado” em seis estados</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/policia-desarticula-esquema-do-falso-advogado-em-seis-estados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Aug 2025 19:42:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[falso advogado]]></category>
		<category><![CDATA[Golpes]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[OAB]]></category>
		<category><![CDATA[Policia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=85333</guid>

					<description><![CDATA[Uma operação policial deflagrada nesta terça-feira (20) desmantelou uma rede criminosa responsável pelo chamado golpe do “falso advogado”, esquema que atuava em pelo menos seis estados do país. Ao todo, 11 pessoas foram presas em São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará, Pernambuco, Bahia e Rio Grande do Norte. A Justiça expediu 66 ordens judiciais, incluindo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma operação policial deflagrada nesta terça-feira (20) desmantelou uma rede criminosa responsável pelo chamado golpe do “falso advogado”, esquema que atuava em pelo menos seis estados do país. Ao todo, 11 pessoas foram presas em São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará, Pernambuco, Bahia e Rio Grande do Norte. A Justiça expediu 66 ordens judiciais, incluindo mandados de prisão, busca e apreensão, além do bloqueio de contas bancárias ligadas aos suspeitos.</p>
<p>As investigações, iniciadas há cinco meses pela Delegacia de Combate a Estelionatos de Joinville (SC), revelaram que os criminosos invadiam sistemas do governo federal e de Tribunais de Justiça para obter informações de processos e dados de clientes. De posse dessas informações, entravam em contato com as vítimas se passando por advogados, solicitando depósitos referentes a supostas custas processuais para liberar alvarás ou acelerar trâmites judiciais.</p>
<h3><strong>Golpe milionário</strong></h3>
<p>Segundo a Polícia Civil, os valores exigidos variavam entre R$ 30 mil e R$ 100 mil, mas alguns casos chegaram a ultrapassar R$ 500 mil. Um dos advogados que tiveram sua identidade utilizada foi <strong>Guilherme Aquino Reusing Pereira</strong>, vice-presidente da OAB de Joinville, cuja cliente chegou a transferir R$ 20 mil acreditando tratar-se de um pagamento legítimo.</p>
<p>“Os criminosos usavam até fotos de advogados reais em aplicativos de mensagens para dar credibilidade ao golpe”, explicou Pereira.</p>
<h3><strong>Alerta às vítimas</strong></h3>
<p>A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) tem registrado aumento expressivo das denúncias. Apenas em São Paulo, mais de 3 mil casos foram reportados desde 2024. Para conter o avanço, a entidade lançou uma <strong>cartilha de prevenção</strong> e montou uma força-tarefa para orientar profissionais e clientes.</p>
<p>A Polícia orienta que, ao receber contatos suspeitos, a população:</p>
<ul>
<li><strong>confira sempre os canais oficiais do advogado no Cadastro Nacional da OAB</strong>;</li>
<li><strong>desconfie de números de telefone diferentes ou de solicitações de PIX</strong>;</li>
<li><strong>confirme informações diretamente com o escritório responsável pelo processo</strong>;</li>
<li>registre boletim de ocorrência em caso de tentativa de golpe.</li>
</ul>
<blockquote><p>“A grande lição é: nunca faça pagamentos sem validar diretamente com seu advogado de confiança. Golpistas usam informações reais, mas manipulam os clientes para extorquir valores”, reforçou Artur José Dian, delegado-geral da Polícia Civil de São Paulo.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">85333</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Estudo revela impacto do racismo na letalidade policial: Quase 90% das mortes em 2023 foram de negros</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/estudo-revela-impacto-do-racismo-na-letalidade-policial-quase-90-das-mortes-em-2023-foram-de-negros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Nov 2024 13:04:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Letalidade policial]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Policia]]></category>
		<category><![CDATA[População Negra]]></category>
		<category><![CDATA[Violência Policialf]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=80304</guid>

					<description><![CDATA[Uma pesquisa publicada pela Rede de Observatórios da Segurança revela que, das mais de 4.000 pessoas mortas por policiais no Brasil em 2023, 87,8% eram negras. O levantamento, intitulado &#8220;Pele Alvo: Mortes Que Revelam Um Padrão&#8221;, destaca o racismo estrutural presente na segurança pública e foi baseado em dados obtidos via Lei de Acesso à [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma pesquisa publicada pela Rede de Observatórios da Segurança revela que, das mais de 4.000 pessoas mortas por policiais no Brasil em 2023, 87,8% eram negras. O levantamento, intitulado &#8220;Pele Alvo: Mortes Que Revelam Um Padrão&#8221;, destaca o racismo estrutural presente na segurança pública e foi baseado em dados obtidos via Lei de Acesso à Informação em nove estados, incluindo Amazonas, Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro e São Paulo.</p>
<p>A cientista social e coordenadora da Rede, Silvia Ramos, afirma que os números são alarmantes e refletem como o racismo permeia a segurança pública. Ramos enfatiza que o treinamento policial frequentemente reforça um perfil suspeito que discrimina jovens negros das favelas e periferias, tratando-os como possíveis alvos.</p>
<blockquote><p>“O perfil do suspeito policial é fortalecido nas corporações. O policial aprende que deve tratar diferente um jovem branco vestido de terno na cidade e um jovem negro de bermuda e chinelo em uma favela. A questão é: 99,9% dos jovens negros das favelas e periferias estão de bermuda e chinelo. E todos passam a ser vistos como perigosos e como possíveis alvos que a polícia, se precisar, pode matar”, diz a pesquisadora.</p></blockquote>
<p>A Bahia registrou o maior índice de letalidade policial, com 1.702 mortes, seguida por Rio de Janeiro (871) e Pará (530). Em alguns estados, como o Ceará e Pará, houve redução tímida na letalidade policial, mas com aumento significativo no número de vítimas negras. A juventude é outro grupo desproporcionalmente afetado: no Ceará, 69,4% dos mortos pela polícia eram jovens de 18 a 29 anos, enquanto crianças e adolescentes entre 12 e 17 anos representaram 243 das vítimas.</p>
<p>A Rede de Observatórios da Segurança também destaca a falta de dados completos sobre raça e cor das vítimas, com 856 casos não informados, prejudicando uma análise aprofundada da realidade. Alguns estados, como o Maranhão e Ceará, registram mais de 50% dos casos sem essa informação.</p>
<p>Em resposta ao estudo, secretarias estaduais como as do Pará e do Rio de Janeiro apontaram medidas para reduzir a letalidade e o uso de câmeras corporais, enquanto a Secretaria de Segurança de São Paulo e do Ceará afirmaram investir na formação de seus agentes para um atendimento mais humanizado às populações vulneráveis.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">80304</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Condutor de Porsche envolvido em acidente fatal está foragido</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/condutor-de-porsche-envolvido-em-acidente-fatal-esta-foragido/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 May 2024 22:31:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Acidente]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Policia]]></category>
		<category><![CDATA[Porsche]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[sastre]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=76669</guid>

					<description><![CDATA[O empresário Fernando Sastre de Andrade Filho, motorista do Porsche envolvido no acidente que resultou na morte do motorista de aplicativo Ornaldo da Silva Viana, no mês passado, em São Paulo, permanece em fuga. Após uma equipe do 30º Distrito Policial, no Tatuapé, se dirigir ao endereço de Sastre na Vila Regente Feijó, zona leste [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O empresário Fernando Sastre de Andrade Filho, motorista do Porsche envolvido no acidente que resultou na morte do motorista de aplicativo Ornaldo da Silva Viana, no mês passado, em São Paulo, permanece em fuga.</p>
<p>Após uma equipe do 30º Distrito Policial, no Tatuapé, se dirigir ao endereço de Sastre na Vila Regente Feijó, zona leste de São Paulo, com um mandado de prisão, constatou-se que ele não estava presente, sendo agora considerado foragido.</p>
<p>De acordo com informações da Secretaria Estadual de Segurança Pública de São Paulo, a Polícia Civil continua em busca de Sastre para cumprir o mandado de prisão expedido pela Justiça na noite de sexta-feira (3).</p>
<p>A decisão foi tomada pelo desembargador João Augusto Garcia, que considerou as medidas cautelares impostas anteriormente insuficientes diante da gravidade do caso, decidindo pela prisão preventiva para resguardar a ordem pública e garantir a devida instrução criminal.</p>
<p>Anteriormente, o Ministério Público de São Paulo (MPSP) havia recorrido duas vezes para solicitar a prisão de Sastre, sendo o pedido negado em ambas as ocasiões. A promotora de Justiça Monique Ratton apresentou um recurso contra a decisão que negou a prisão preventiva, argumentando que o caso preenchia os requisitos para tal medida.</p>
<p>Sastre foi denunciado por homicídio doloso qualificado e lesão corporal gravíssima. O acidente ocorreu em 31 de março deste ano, na Avenida Salim Farah Maluf, zona leste de São Paulo, onde o carro conduzido por Sastre estava em alta velocidade antes de colidir com o veículo de Ornaldo, conforme apontam as investigações.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">76669</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Estudo indica aumento de 76% em casos de homofobia no futebol do país</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/estudo-indica-aumento-de-76-em-casos-de-homofobia-no-futebol-do-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 May 2023 20:47:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[Anuário]]></category>
		<category><![CDATA[cânticos homofóbicos]]></category>
		<category><![CDATA[Coletivo de Torcidas Canarinhos LGBTQ+]]></category>
		<category><![CDATA[Crime]]></category>
		<category><![CDATA[discriminação]]></category>
		<category><![CDATA[estádio]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Futebol]]></category>
		<category><![CDATA[homofobia]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[LGBTfobia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ofensa]]></category>
		<category><![CDATA[Policia]]></category>
		<category><![CDATA[xingamento]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=59720</guid>

					<description><![CDATA[A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) divulgou nesta quarta-feira (17), Dia Internacional de Combate à LGBTfobia, um relatório do Coletivo de Torcidas Canarinhos LGBTQ+. Segundo o trabalho, houve 76% mais casos de homofobia no futebol do Brasil (dentro e fora de campo) em 2022, na comparação com o ano anterior. Segundo o Anuário do Observatório [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) divulgou nesta quarta-feira (17), Dia Internacional de Combate à LGBTfobia, um relatório do Coletivo de Torcidas Canarinhos LGBTQ+. Segundo o trabalho, houve 76% mais casos de homofobia no futebol do Brasil (dentro e fora de campo) em 2022, na comparação com o ano anterior.</p>
<p>Segundo o Anuário do Observatório do Coletivo, foram registrados 74 episódios de preconceito contra a comunidade LGBTQIAP+ no ano passado, ante 42 em 2021. Em 2020, quando teve início a pandemia da covid-19 e os campeonatos ficaram paralisados por tempo significativo, o relatório apontou 20 casos de homofobia.</p>
<blockquote><p>&#8220;São casos que se repetem toda semana, é uma luta complexa e desafiadora. Há clubes que já detectaram isso e trabalham o tema com seus jogadores, funcionários e torcedores. Mas ainda é insuficiente. A LGBTfobia é um mal social que se alastra em todos os ambientes, em especial no futebol. Essa intolerância motivada por ódio e discriminação é profundamente violenta e deixa marcas profundas. Temos uma pesquisa de 2018 que indica que 62,5% dos LGBTQ+ brasileiros já pensaram em suicídio&#8221;, comentou Onã Rudá, fundador do coletivo, em depoimento ao site da CBF.</p></blockquote>
<blockquote class="twitter-tweet" data-width="500" data-dnt="true">
<p lang="pt" dir="ltr">Vamos nessa construção! 👊🏾 <a href="https://t.co/Uch635RLNS">https://t.co/Uch635RLNS</a></p>
<p>&mdash; Canarinhos LGBTQ+ (@Canarinhoslgbt) <a href="https://twitter.com/Canarinhoslgbt/status/1658682069231214593?ref_src=twsrc%5Etfw">May 17, 2023</a></p></blockquote>
<p><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>Conforme o relatório, os episódios de 2022 passam por xingamentos em campo, cânticos nos estádios e comentários ofensivos. O estudo também aborda o trabalho realizado pelo coletivo para dialogar com órgãos e entidades com atuação no futebol nacional, como a própria CBF, o Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) e o Ministério Público.</p>
<blockquote><p>&#8220;Há nitidamente uma nova lógica de pensar o futebol e a forma com que ele se relaciona com a sociedade. Um passo importante que precisa ser dado é a construção de um protocolo que padronize e oriente de forma direta como todos os árbitros do Brasil devem agir diante de cada situação de discriminação. Há árbitros que paralisam as partidas por causa de cânticos homofóbicos, mas não registram o caso em súmula e isso prejudica ações no STJD”, disse Rudá.</p></blockquote>
<h2>Passível de punição</h2>
<p>O Regulamento Geral de Competições (RGC) da CBF de 2023, publicado em fevereiro, indica a possibilidade de punição esportiva a um clube em caso de discriminação. O artigo 134 do RGC prevê como penalidades: advertência, multa pecuniária de R$ 500 mil, vedação de registro ou de transferência de atletas e até perda de pontos.</p>
<blockquote><p>&#8220;Considera-se de extrema gravidade a infração de cunho discriminatório praticada por dirigentes, representantes e profissionais dos Clubes, atletas, técnicos, membros de Comissão Técnica, torcedores e equipes de arbitragem em competições coordenadas pela CBF, especialmente injuriar alguém, ofendendo-lhe a dignidade ou o decoro, em razão de raça, cor, etnia, procedência nacional ou social, sexo, gênero, deficiência, orientação sexual, idioma, religião, opinião política, fortuna, nascimento ou qualquer outra forma de discriminação que afronte a dignidade humana&#8221;, diz o parágrafo 1º do artigo.</p></blockquote>
<blockquote class="twitter-tweet" data-width="500" data-dnt="true">
<p lang="pt" dir="ltr">🌈 Por respeito, dignidade, pelo direito de amar livremente. Toda pessoa tem direito à vida e à proteção do Estado.</p>
<p>No Dia Internacional de Combate à LGBTfobia, o <a href="https://twitter.com/hashtag/Galo?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#Galo</a> reforça a luta contra o preconceito e pede ao torcedor que não entoe cânticos homofóbicos no estádio. Pedimos… <a href="https://t.co/RnxmCxDXKr">pic.twitter.com/RnxmCxDXKr</a></p>
<p>&mdash; Atlético (@Atletico) <a href="https://twitter.com/Atletico/status/1658828640933539845?ref_src=twsrc%5Etfw">May 17, 2023</a></p></blockquote>
<p><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<h2>Caso de polícia</h2>
<p>No último domingo (14), torcedores do Corinthians entoaram cânticos de tom homofóbico durante o clássico contra o São Paulo, na Neo Química Arena, na capital paulista, pelo Campeonato Brasileiro. O árbitro Bruno Arleu de Araújo registrou, na súmula da partida, que interrompeu o confronto aos 18 minutos do segundo tempo, devido à manifestação da torcida.</p>
<p>A Polícia Civil de São Paulo abriu inquérito para investigar perfis em redes sociais que teriam incentivado ações homofóbicas durante a partida. Em nota, a Secretaria de Segurança Pública do Estado (SSP) informou que a Delegacia de Repressão aos Delitos de Intolerância Esportiva (Drade) trabalha para identificar os usuários. O Ministério Público paulista também apura os fatos de domingo (14).</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-width="500" data-dnt="true">
<p lang="pt" dir="ltr">LGBTfobia é crime! </p>
<p>O Botafogo aproveita a data para se posicionar totalmente contra gestos e cantos homofóbicos nos estádios. O Clube acredita que o futebol tem papel importante e educativo na sociedade e deve servir de exemplo para a evolução e inclusão em todos os segmentos.… <a href="https://t.co/11OXq7ylMK">pic.twitter.com/11OXq7ylMK</a></p>
<p>&mdash; Botafogo F.R. (@Botafogo) <a href="https://twitter.com/Botafogo/status/1658826998007967745?ref_src=twsrc%5Etfw">May 17, 2023</a></p></blockquote>
<p><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<h2>Clubes se manifestam</h2>
<p>Ao longo desta quarta, alguns clubes do futebol brasileiro se manifestaram a respeito do Dia de Combate à LGBTfobia. Até a publicação desta matéria, 12 dos 20 times da Série A do Brasileirão publicaram mensagens sobre o tema: Santos, São Paulo, Corinthians, Red Bull Bragantino, Atlético-MG, Athletico-PR, Cruzeiro, Fluminense, Vasco, Botafogo, Fortaleza e Bahia.</p>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">59720</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Polícias de três estados combatem tráfico de armas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/policias-de-tres-estados-combatem-trafico-de-armas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Dec 2022 14:29:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Policia]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Tráfico de Armas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=55272</guid>

					<description><![CDATA[Policiais da Delegacia Especializada em Armas, Munições e Explosivos (Desarme) e da Polícia Rodoviária Federal (PRF) cumprem hoje (7) seis mandados de prisão e dez de busca e apreensão contra suspeitos de tráfico de armas. Os alvos da segunda fase da operação Patrone seriam parte de uma organização criminosa que transporta armamento para o Rio de Janeiro. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>Policiais da Delegacia Especializada em Armas, Munições e Explosivos (Desarme) e da Polícia Rodoviária Federal (PRF) cumprem hoje (7) seis mandados de prisão e dez de busca e apreensão contra suspeitos de tráfico de armas. Os alvos da segunda fase da operação Patrone seriam parte de uma organização criminosa que transporta armamento para o Rio de Janeiro.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Os mandados de hoje estão sendo cumpridos em Santa Catarina e no Paraná. Até as 8h10, cinco pessoas já tinham sido presas, de acordo com a Polícia Civil do Rio.</p>
<p>A primeira fase da operação Patrone foi desencadeada em 13 de outubro deste ano e resultou na prisão de quatro pessoas suspeitas de transportar um fuzil e uma pistola de Santa Catarina para o estado do Rio.</p>
<h2>Identidade falsa</h2>
<p>A partir dessas investigações, a Polícia Civil identificou que um dos suspeitos era foragido do Paraná e vivia no Rio de Janeiro com identidade falsa. Ele é apontado pela polícia como o chefe de uma quadrilha especializada na venda de drogas na região do Pontal do Paraná.</p>
<p>Também foram identificados fornecedores de armas e munições do grupo criminoso e outros integrantes da quadrilha especializada na venda de drogas no Paraná. Uma das suspeitas atuaria como laranja para o grupo, abrindo contas bancárias e usando uma empresa de exportação de grãos em Itaguaí (RJ), com o objetivo de lavar dinheiro. A ação de hoje conta com o apoio das polícias civis do Paraná e de Santa Catarina. Os nomes dos envolvidos ainda não foram divulgados.</p>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">55272</post-id>	</item>
		<item>
		<title>STJ reabre investigação sobre a Chacina do Parque Bristol</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/stj-reabre-investigacao-sobre-a-chacina-do-parque-bristol/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Aug 2022 12:00:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[crimes de maio]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[forças de segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Grupo de Extermínio]]></category>
		<category><![CDATA[Investigação]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Maio]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Policia]]></category>
		<category><![CDATA[Sangrento]]></category>
		<category><![CDATA[STJ]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=52030</guid>

					<description><![CDATA[O Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou, por meio de sua Terceira Seção, a reabertura e a transferência para a Justiça Federal de inquéritos relacionados a uma série de assassinatos cometidos por grupo de extermínio “supostamente ligado a agentes de segurança pública”. O caso, conhecido como Chacina do Parque Bristol, ocorreu em São Paulo, em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou, por meio de sua Terceira Seção, a reabertura e a transferência para a Justiça Federal de inquéritos relacionados a uma série de assassinatos cometidos por grupo de extermínio “supostamente ligado a agentes de segurança pública”. O caso, conhecido como Chacina do Parque Bristol, ocorreu em São Paulo, em maio de 2006.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Também conhecida como Maio Sangrento e como Crimes de Maio, a chacina resultou no assassinato de cinco pessoas, por homens encapuzados. Foram apresentadas denúncias de que a cena do crime foi alterada, em procedimento “comumente utilizado por grupos de extermínio formado por policiais militares”, conforme relatado na época.</p>
<p>De acordo com nota divulgada pelo STJ, “logo após o crime, uma viatura da Polícia Militar teria passado pelo local para recolher cartuchos e projéteis que estavam no chão. Meses após esse episódio, um dos sobreviventes foi morto a poucos metros do local onde havia sido atingido na primeira vez”. Há, inclusive, um pedido de responsabilização do Brasil pelo caso, apresentado à Corte Interamericana de Direitos Humanos.</p>
<p>A série de assassinatos cometidos “por grupo de extermínio supostamente ligado a agentes de segurança pública de São Paulo” foi, de acordo com o STJ, “uma represália a ataques da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC)” ocorridos na época.</p>
<p>Na decisão do colegiado, foi considera a existência de indícios de graves violações de direitos humanos. Além de acatar o Incidente de Deslocamento de Competência (IDC), o STJ determinou a reabertura do caso.</p>
<h2>Falhas</h2>
<p>Vários inquéritos policiais foram instauradas em decorrência da chacina. No primeiro deles, a polícia entendeu “não haver elementos suficientes de autoria”. Após questionamentos sobre a não apresentação de importantes exames periciais para a elucidação dos fatos, a Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu a remessa do caso da Justiça de São Paulo para a Justiça Federal “em razão de falhas na condução das investigações pelas autoridades estaduais”.</p>
<p>Relator do IDC, o ministro João Otávio de Noronha disse que não se pode desconsiderar “os violentos ataques cometidos pelo PCC em 2006”.</p>
<p>“Contudo, isso não significa dizer que, durante o combate a essas atividades criminosas, eventuais excessos ou abusos cometidos por agentes públicos possam ser tolerados”, disse o ministro ao defender o avanço nas apurações, inclusive para verificar a correlação do caso com homicídios relatados em outros inquéritos.</p>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">52030</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
