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	<title>Polícia Militar do Distrito Federal &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Polícia Militar do Distrito Federal &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>PGR pede condenação de ex-comandantes da PMDF por omissão no 8 de Janeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Feb 2025 14:42:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Atos Golpistas]]></category>
		<category><![CDATA[dia 8 de janeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[O procurador-geral da República, Paulo Gonet, encaminhou ao Supremo Tribunal Federal (STF) alegações finais pedindo a condenação de ex-integrantes da cúpula da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) por omissão na contenção dos ataques golpistas de 8 de janeiro de 2023. O documento foi apresentado nesta sexta-feira (14) no âmbito da ação penal que investiga [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O procurador-geral da República, Paulo Gonet, encaminhou ao Supremo Tribunal Federal (STF) alegações finais pedindo a condenação de ex-integrantes da cúpula da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) por omissão na contenção dos ataques golpistas de 8 de janeiro de 2023. O documento foi apresentado nesta sexta-feira (14) no âmbito da ação penal que investiga a conduta dos oficiais.</p>
<p>Entre os réus estão os coronéis Fábio Augusto Vieira, Klepter Rosa Gonçalves, Jorge Eduardo Naime Barreto, Paulo José Ferreira de Sousa Bezerra, Marcelo Casimiro Vasconcelos Rodrigues, além do major Flávio Silvestre de Alencar e do tenente Rafael Pereira Martins. A PGR defende que eles sejam condenados à prisão e percam seus cargos na corporação.</p>
<h3>Acusações e omissão na contenção dos atos</h3>
<p>Os ex-comandantes são acusados de tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado, deterioração de patrimônio tombado e violação de normas internas da PMDF. Segundo Gonet, havia informações de inteligência alertando sobre os riscos de invasão aos prédios dos Três Poderes nos dias 7 e 8 de janeiro. No entanto, os oficiais teriam ignorado essas informações e elaborado um planejamento falho, permitindo que os ataques ocorressem.</p>
<p>“O comando da PMDF tinha pleno conhecimento do risco iminente de invasão a edifícios públicos e confrontos violentos, inclusive com indivíduos dispostos à morte, mas optou por ignorar essas informações, resultando na destruição de bens públicos e na ameaça direta às instituições democráticas”, argumentou o procurador.</p>
<h3>Próximos passos</h3>
<p>O ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, analisará as alegações finais da PGR e das defesas antes de liberar o processo para julgamento. Ainda não há data definida para a decisão.</p>
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		<title>PGR quer transferir oficiais presos por omissão em atos golpistas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/pgr-quer-transferir-oficiais-presos-por-omissao-em-atos-golpistas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Aug 2023 22:23:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Atos Golpistas]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[manifestação antidemocrática]]></category>
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		<category><![CDATA[Prisão]]></category>
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					<description><![CDATA[A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) que os oficiais da Polícia Militar do Distrito Federal, presos em função de suas ações nos atos antidemocráticos e 8 de janeiro, fiquem detidos em unidades militares diferentes. Os militares são investigados por omissão no policiamento durante os atos golpistas.  O pedido da PGR foi protocolado [&#8230;]]]></description>
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<div class="post-item-wrap">
<p>A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) que os oficiais da Polícia Militar do Distrito Federal, presos em função de suas ações nos atos antidemocráticos e 8 de janeiro, fiquem detidos em unidades militares diferentes. Os militares são investigados por omissão no policiamento durante os atos golpistas. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O pedido da PGR foi protocolado na sexta-feira (25) e enviado ao ministro do STF Alexandre de Moraes após a Secretaria de Segurança do DF informar que três dos cinco coronéis que tiveram a prisão preventiva decretada pelo ministro estão sendo supervisionados por um major, militar de patente inferior, nas instalações do 19º Batalhão de Polícia Militar. Pela legislação, policiais não ficam presos em presídios.</p>
<p>Na unidade, estão presos os coronéis Jorge Eduardo Naime Barreto, Marcelo Casimiro Vasconcelos Rodrigues e Paulo José Ferreira de Sousa Bezerra.</p>
<p>A procuradoria investiga irregularidades nos locais onde os oficiais estão presos, como visitas não autorizadas. De acordo com o subprocurador Carlos Frederico Santos, responsável pela investigação, há indícios de que a unidade militar não tem condições de garantir &#8220;a disciplina mínima&#8221;.</p>
<p>Com base na acusação de omissão contra os militares, Alexandre de Moraes autorizou, no dia 18 de agosto, a PF a cumprir mandados judiciais de prisão preventiva e buscas e apreensões em endereços residenciais dos oficiais da PM.</p>
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		<title>Moraes determina prisão de Anderson Torres</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/moraes-determina-prisao-de-anderson-torres/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Jan 2023 00:35:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre de Moraes]]></category>
		<category><![CDATA[Anderson Torres]]></category>
		<category><![CDATA[atos antidemocráticos]]></category>
		<category><![CDATA[Coronel Fábio Vieira]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou hoje (10) a prisão do ex-comandante da Polícia Militar do Distrito Federal coronel Fábio Augusto Vieira, e do ex-secretário de Segurança Pública do DF, Anderson Torres. Coronel Fábio Augusto Vieira era o responsável pela tropa que atuou durante os atos antidemocráticos neste domingo (8) contra o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou hoje (10) a prisão do ex-comandante da Polícia Militar do Distrito Federal coronel Fábio Augusto Vieira, e do ex-secretário de Segurança Pública do DF, Anderson Torres.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Coronel Fábio Augusto Vieira era o responsável pela tropa que atuou durante os atos antidemocráticos neste domingo (8) contra o Congresso, o Palácio do Planalto e a Suprema Corte.</p>
<p>Vieira não está mais no comando da corporação. Ele foi exonerado ontem (9) pelo interventor nomeado para a Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva decretar <a href="https://www.expressocarioca.com.br/lula-decreta-intervencao-federal-na-seguranca-publica-do-df/" target="_blank" rel="noopener">intervenção federal</a> na segurança pública do DF e o afastamento do governador Ibaneis Rocha pelo prazo de 90 dias, determinado pelo ministro.</p>
<p>Na decisão, Moraes também determinou a prisão do ex-ministro da Justiça e ex-secretário de Segurança do DF Anderson Torres.</p>
<p>As prisões foram solicitadas pela Polícia Federal, que apontou omissão e conivência das autoridades locais no controle dos atos, que ocorreram, segundo a corporação, com a anuência dos responsáveis pela segurança pública do Distrito Federal.</p>
<p>A PF citou a ausência de policiais do Batalhão de Choque, autorização para entrada de cerca de 100 ônibus em Brasília e inércia em relação à desativação do acampamento em frente ao quartel do Exército.</p>
<p>Ao aceitar os pedidos de prisão, Moraes disse que a medida é necessária diante de fortes indícios de que os investigados foram “coniventes” com quem praticou os atos de invasão.</p>
<p><em>“A existência de uma organização criminosa, cujos atos têm ocorrido regularmente há meses, inclusive no Distrito Federal, é um forte indício da conivência e da aquiescência do Poder Público com os crimes cometidos, a revelar o grave comprometimento da ordem pública e a possibilidade de repetição de atos semelhantes caso as circunstâncias permaneçam as mesmas”</em>, escreveu o ministro.</p>
<p>Moraes refirmou que a democracia não será abalada pelos atos. <em>“Absolutamente todos serão responsabilizados civil, política e criminalmente pelos atos atentatórios à democracia, ao Estado de Direito e às instituições, inclusive pela dolosa conivência – por ação ou omissão – motivada pela ideologia, dinheiro, fraqueza, covardia, ignorância, má-fé ou mau-caratismo</em>”, concluiu.</p>
<p>Nesta terça-feira, viaturas da PF estiveram na casa de Anderson Torres em Brasília.</p>
<p>Não há confirmação se o ex-ministro está na residência. No início desta semana, Torres disse à imprensa que estava em férias nos Estados Unidos.</p>
<p>Pelas redes sociais, Anderson Torres disse que vai retornar ao Brasil para se apresentar à Justiça e cuidar de sua defesa. <em>“Sempre pautei minhas ações pela ética e pela legalidade. Acredito na justiça brasileira e na força das instituições. Estou certo de que a verdade prevalecerá”</em>, declarou.</p>
<p><em>Matéria atualizada Às 20h52 para acréscimo da posição do ex-secretário de Justiça do DF Anderson Torres.</em></p>
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