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	<title>Polícia Federal &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Polícia Federal &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>INSS apura descontos indevidos em benefícios e amplia investigação com PF e CGU</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/inss-apura-descontos-indevidos-em-beneficios-e-amplia-investigacao-com-pf-e-cgu/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 13:04:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Aposentadoria]]></category>
		<category><![CDATA[CGU]]></category>
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					<description><![CDATA[O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) está no centro de uma investigação conduzida em parceria com a Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União (CGU) para apurar descontos aplicados sem autorização em aposentadorias e pensões de beneficiários em diversas regiões do país. As investigações miram cobranças associativas realizadas diretamente nos benefícios previdenciários, muitas vezes [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) está no centro de uma investigação conduzida em parceria com a Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União (CGU) para apurar descontos aplicados sem autorização em aposentadorias e pensões de beneficiários em diversas regiões do país.</p>
<p>As investigações miram cobranças associativas realizadas diretamente nos benefícios previdenciários, muitas vezes sem consentimento dos aposentados e pensionistas. A suspeita é de que entidades tenham utilizado dados dos segurados para incluir mensalidades e contribuições sem autorização formal.</p>
<p>Segundo as apurações, os descontos eram feitos diretamente na folha de pagamento do INSS, reduzindo o valor recebido mensalmente pelos beneficiários. A investigação busca identificar o funcionamento do esquema, os responsáveis pelas autorizações irregulares e possíveis falhas nos mecanismos de controle do sistema previdenciário.</p>
<p>A operação reúne equipes da Polícia Federal e da CGU para analisar contratos, registros de filiação, movimentações financeiras e documentos relacionados às entidades investigadas. O foco também está na verificação de como os dados dos aposentados foram utilizados para viabilizar os descontos.</p>
<p>O INSS informou que está colaborando com as investigações e afirmou que medidas administrativas vêm sendo adotadas para reforçar a fiscalização sobre cobranças autorizadas em benefícios previdenciários. O órgão também orienta aposentados e pensionistas a consultarem regularmente os extratos de pagamento para identificar descontos desconhecidos.</p>
<p>Beneficiários que encontrarem cobranças não reconhecidas podem solicitar o bloqueio das mensalidades diretamente pelos canais oficiais do INSS, além de pedir o ressarcimento dos valores descontados indevidamente. A recomendação é que os segurados utilizem o aplicativo Meu INSS, o site oficial ou a central telefônica 135 para registrar contestação.</p>
<p>A Controladoria-Geral da União destacou que a investigação pretende fortalecer os mecanismos de proteção aos aposentados e impedir novas fraudes relacionadas a descontos automáticos em benefícios previdenciários.</p>
<p>As apurações continuam em andamento e ainda não há balanço oficial sobre o total de pessoas afetadas nem o valor movimentado pelas cobranças investigadas.</p>
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		<item>
		<title>PF faz operação contra grupo do setor de combustíveis e mira Cláudio Castro</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/pf-faz-operacao-contra-grupo-do-setor-de-combustiveis-e-mira-claudio-castro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2026 15:41:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[busca e apreensão]]></category>
		<category><![CDATA[Cláudio Castro]]></category>
		<category><![CDATA[ex-governador do Rio]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Operação Sem Refino]]></category>
		<category><![CDATA[PF]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Federal realizou nesta sexta-feira (15) a Operação Sem Refino, que investiga um grupo econômico ligado ao setor de combustíveis suspeito de envolvimento em fraudes fiscais, ocultação de bens e movimentações financeiras ilegais fora do país. Entre os alvos da ação está o ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, que teve a residência [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Federal realizou nesta sexta-feira (15) a Operação Sem Refino, que investiga um grupo econômico ligado ao setor de combustíveis suspeito de envolvimento em fraudes fiscais, ocultação de bens e movimentações financeiras ilegais fora do país. Entre os alvos da ação está o ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, que teve a residência alvo de mandado de busca e apreensão na Barra da Tijuca, Zona Oeste da capital fluminense.</p>
<p>A investigação apura a atuação de empresas e operadores financeiros suspeitos de utilizar estruturas societárias para esconder patrimônio e dificultar o rastreamento de recursos. Segundo a Polícia Federal, o esquema também teria relação com evasão de divisas e possíveis irregularidades tributárias envolvendo o conglomerado ligado à antiga Refinaria de Manguinhos, atualmente chamada Refit.</p>
<p>Ao todo, a operação cumpriu 17 mandados de busca e apreensão e sete medidas de afastamento de função pública nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Distrito Federal. As ordens judiciais foram autorizadas pelo Supremo Tribunal Federal.</p>
<p>Outro nome citado nas investigações é o empresário Ricardo Magro, apontado como controlador do grupo Refit e considerado pelas autoridades um dos maiores devedores de impostos do país. A Polícia Federal solicitou a inclusão do nome dele na Difusão Vermelha da Interpol, lista internacional de procurados.</p>
<p>As medidas judiciais também determinaram o bloqueio de aproximadamente R$ 52 bilhões em ativos financeiros ligados aos investigados, além da suspensão das atividades econômicas de empresas relacionadas ao esquema apurado.</p>
<p>De acordo com as investigações, o grupo teria utilizado uma rede de empresas, fundos e operações financeiras para ocultar lucros e movimentar recursos de forma irregular. A antiga Refinaria de Manguinhos já vinha sendo alvo de outras apurações envolvendo suspeitas de sonegação fiscal e lavagem de dinheiro.</p>
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		<item>
		<title>PF aponta que pai de Daniel Vorcaro comandava grupo usado para intimidar adversários do banqueiro</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/pf-aponta-que-pai-de-daniel-vorcaro-comandava-grupo-usado-para-intimidar-adversarios-do-banqueiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2026 14:25:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[A Turma]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Master]]></category>
		<category><![CDATA[Daniel Vorcaro]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Henrique Vorcaro]]></category>
		<category><![CDATA[Milícia]]></category>
		<category><![CDATA[Os Meninos]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Federal afirmou que Henrique Vorcaro, pai do empresário Daniel Vorcaro, exercia papel central na coordenação de um grupo chamado “A Turma”, apontado pelos investigadores como uma espécie de milícia privada ligada ao ex-controlador do Banco Master. A informação consta em documentos apresentados ao Supremo Tribunal Federal no âmbito da sexta fase da Operação Compliance Zero.</p>
<p>Segundo a PF, o grupo atuava realizando monitoramento, intimidação e obtenção de informações sigilosas contra pessoas consideradas desafetas de Henrique e Daniel Vorcaro. A investigação também identificou a existência de outro núcleo denominado “Os Meninos”, que teria participado das operações clandestinas.</p>
<p>Henrique Vorcaro foi preso nesta quinta-feira (14) por determinação do ministro do STF André Mendonça, relator do caso. A decisão judicial afirma que o empresário não apenas se beneficiava da atuação do grupo, mas também financiava e mantinha contato direto com integrantes da organização mesmo após o avanço das investigações.</p>
<p>Na decisão que autorizou a prisão, Mendonça escreveu:</p>
<blockquote><p>“não apenas se beneficiava dos serviços ilícitos da Turma, mas os solicitava”</p></blockquote>
<p>As investigações apontam que a existência da organização foi descoberta após análise de mensagens encontradas em celulares apreendidos pela PF. Parte do material teria revelado trocas de mensagens entre integrantes do grupo e policiais responsáveis por acessar ilegalmente dados sigilosos.</p>
<p>De acordo com os investigadores, o policial federal aposentado Marilson Roseno da Silva atuava na coordenação operacional das ações de intimidação e também na obtenção de informações reservadas sobre investigações envolvendo a família Vorcaro. A PF afirma que ele utilizava contatos dentro da corporação para acessar dados protegidos.</p>
<p>Outro alvo da operação foi o policial federal Anderson da Silva Lima, lotado na superintendência da PF no Rio de Janeiro. Segundo relatório da investigação, ele realizava consultas sobre investigações sigilosas relacionadas ao núcleo empresarial investigado.</p>
<p>A Polícia Federal informou que a operação apura crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, ameaça, corrupção, invasão de dispositivos eletrônicos e violação de sigilo funcional. Ao todo, foram cumpridos sete mandados de prisão preventiva e 17 mandados de busca e apreensão nos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo.</p>
<p>A Operação Compliance Zero investiga um suposto esquema bilionário de fraudes financeiras envolvendo o Banco Master e relações do grupo empresarial com agentes públicos. Desde o início das investigações, a Justiça já determinou bloqueios patrimoniais que somam bilhões de reais.</p>
<p>Em nota enviada à imprensa, a defesa de Henrique Vorcaro classificou a prisão como “grave e desnecessária” e afirmou que a decisão foi tomada antes que o empresário fosse ouvido formalmente pelos investigadores.</p>
<p>O caso ganhou ainda mais repercussão nos últimos dias após reportagens apontarem possíveis conexões políticas e empresariais envolvendo Daniel Vorcaro, que já havia sido preso em fases anteriores da investigação.</p>
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		<item>
		<title>Polícia prende pai de Daniel Vorcaro durante nova fase da Operação Compliance Zero em Minas Gerais</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/policia-prende-pai-de-daniel-vorcaro-durante-nova-fase-da-operacao-compliance-zero-em-minas-gerais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2026 11:16:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Master]]></category>
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		<category><![CDATA[Henrique Vorcaro]]></category>
		<category><![CDATA[Operação Compliance Zero]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Civil de Minas Gerais prendeu, nesta quinta-feira (14), o empresário Elias Vorcaro, pai de Daniel Vorcaro, durante a sexta fase da Operação Compliance Zero. A ação faz parte de uma investigação que apura supostos crimes financeiros, lavagem de dinheiro e irregularidades patrimoniais envolvendo empresários e empresas ligadas ao grupo investigado. Segundo a Polícia [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Civil de Minas Gerais prendeu, nesta quinta-feira (14), o empresário Elias Vorcaro, pai de Daniel Vorcaro, durante a sexta fase da Operação Compliance Zero. A ação faz parte de uma investigação que apura supostos crimes financeiros, lavagem de dinheiro e irregularidades patrimoniais envolvendo empresários e empresas ligadas ao grupo investigado.</p>
<p>Segundo a Polícia Civil, mandados judiciais foram cumpridos em Belo Horizonte e outras cidades mineiras. Além da prisão, agentes realizaram buscas e apreensões de documentos, equipamentos eletrônicos e materiais considerados importantes para o avanço das investigações.</p>
<p>A operação investiga movimentações financeiras consideradas incompatíveis com declarações patrimoniais apresentadas por parte dos envolvidos. De acordo com os investigadores, o grupo é suspeito de utilizar empresas e operações comerciais para ocultar patrimônio e dificultar o rastreamento de recursos.</p>
<p>A Polícia Civil informou que a nova fase da operação busca aprofundar a análise de documentos e transações financeiras identificadas durante etapas anteriores da investigação. O inquérito também conta com cooperação de órgãos especializados em inteligência financeira.</p>
<p>Daniel Vorcaro é conhecido no mercado financeiro por atuar no setor bancário e empresarial. O empresário ganhou projeção nacional após assumir o controle do Banco Master, instituição financeira que ampliou presença no mercado nos últimos anos.</p>
<p>Até o momento, a defesa dos investigados afirma que não teve acesso completo aos autos do processo e sustenta que os envolvidos irão colaborar com as autoridades para esclarecer os fatos.</p>
<p>A Operação Compliance Zero teve início em fases anteriores da investigação conduzida pela Polícia Civil mineira e já resultou em cumprimento de mandados, bloqueios patrimoniais e apreensão de bens considerados relevantes para o inquérito.</p>
<p>As autoridades não divulgaram detalhes sobre possíveis novos alvos ou futuros desdobramentos da investigação. O caso segue sob sigilo parcial para preservar diligências em andamento.</p>
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		<item>
		<title>Deputado do RJ é preso pela PF em nova fase de operação contra fraudes na educação</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/deputado-do-rj-e-preso-pela-pf-em-nova-fase-de-operacao-contra-fraudes-na-educacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 14:52:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Deputado Estadual]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Operação Unha e Carne]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Prisão]]></category>
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					<description><![CDATA[O deputado estadual Thiago Rangel foi preso na manhã desta terça-feira (5) durante a quarta etapa da Operação Unha e Carne, conduzida pela Polícia Federal no estado do Rio de Janeiro. A ofensiva tem como objetivo desarticular um esquema criminoso relacionado a fraudes em licitações e contratos públicos ligados à área da educação. De acordo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O deputado estadual Thiago Rangel foi preso na manhã desta terça-feira (5) durante a quarta etapa da Operação Unha e Carne, conduzida pela Polícia Federal no estado do Rio de Janeiro. A ofensiva tem como objetivo desarticular um esquema criminoso relacionado a fraudes em licitações e contratos públicos ligados à área da educação.</p>
<p>De acordo com as investigações, o grupo atuaria na manipulação de processos de contratação para fornecimento de materiais e prestação de serviços, incluindo obras de reforma em unidades da rede estadual. A suspeita é de que empresas eram previamente escolhidas para vencer licitações, possibilitando o desvio de recursos públicos.</p>
<p>Além da prisão do parlamentar, os agentes federais cumpriram outros mandados judiciais em diferentes municípios fluminenses, incluindo a capital, Campos dos Goytacazes, Miracema e Bom Jesus do Itabapoana. Ao todo, foram expedidas ordens de prisão e de busca e apreensão como parte da ofensiva para aprofundar a apuração do esquema.</p>
<p>As investigações que culminaram na nova fase da operação tiveram origem em análises de materiais apreendidos em etapas anteriores, que já haviam identificado indícios de organização criminosa, corrupção e lavagem de dinheiro. Parte das suspeitas envolve o uso de empresas e contratos públicos para movimentar valores de forma irregular.</p>
<p>Há ainda indícios de que o grupo investigado utilizava estruturas empresariais, como redes de postos de combustíveis, para ocultar a origem dos recursos obtidos ilegalmente, ampliando a complexidade do esquema financeiro sob investigação.</p>
<p>A Operação Unha e Carne já havia atingido outras autoridades públicas em fases anteriores, incluindo integrantes do alto escalão político do estado, o que evidencia a abrangência das apurações. A Polícia Federal segue com as diligências para identificar todos os envolvidos e dimensionar o impacto financeiro das irregularidades investigadas.</p>
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		<item>
		<title>Brasil reage a ação dos EUA e Polícia Federal retira credenciais de agente de imigração americano</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/brasil-reage-a-acao-dos-eua-e-policia-federal-retira-credenciais-de-agente-de-imigracao-americano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 20:03:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Andrei Rodrigues]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[PF]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Federal]]></category>
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					<description><![CDATA[A decisão da Polícia Federal de retirar as credenciais de um agente de imigração dos Estados Unidos que atuava no Brasil marcou um novo capítulo nas recentes tensões diplomáticas entre os dois países. A medida foi adotada como resposta direta à determinação do governo norte-americano de afastar um representante brasileiro que atuava em território dos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A decisão da Polícia Federal de retirar as credenciais de um agente de imigração dos Estados Unidos que atuava no Brasil marcou um novo capítulo nas recentes tensões diplomáticas entre os dois países. A medida foi adotada como resposta direta à determinação do governo norte-americano de afastar um representante brasileiro que atuava em território dos EUA.</p>
<p>Segundo informações confirmadas por autoridades brasileiras, a ação segue o princípio da reciprocidade nas relações internacionais: ao restringir a atuação de um agente brasileiro, os Estados Unidos desencadearam uma resposta equivalente por parte do Brasil. Com isso, o servidor americano perdeu o acesso às instalações e sistemas operacionais utilizados em cooperação com órgãos de segurança nacionais.</p>
<h3>Entenda o contexto da crise diplomática</h3>
<p>O impasse teve início após autoridades norte-americanas solicitarem a saída de um agente da Polícia Federal que atuava como elo de cooperação em Miami. A justificativa apresentada pelos EUA envolveu suspeitas relacionadas ao uso do sistema de imigração em um caso de repercussão política, o que foi interpretado pelo governo brasileiro como uma decisão unilateral e sem comunicação formal prévia.</p>
<p>Em resposta, o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, confirmou que o agente norte-americano no Brasil deixou de ter acesso às dependências da instituição, replicando exatamente a restrição imposta ao representante brasileiro no exterior.</p>
<h3>Relação bilateral sob pressão</h3>
<p>O episódio ocorre em um momento sensível das relações entre Brasil e Estados Unidos, especialmente diante de divergências envolvendo temas políticos e judiciais. A cooperação entre os países em áreas como segurança, imigração e combate ao crime internacional historicamente depende de confiança mútua e troca constante de informações — fatores que podem ser impactados por medidas desse tipo.</p>
<p>Órgãos como o Serviço de Imigração e Controle de Aduanas dos Estados Unidos (ICE) desempenham papel central na fiscalização migratória e na cooperação internacional, sendo responsáveis por investigações e operações ligadas à imigração e segurança de fronteiras.</p>
<p>A retirada de credenciais, embora não represente rompimento formal de relações, limita diretamente a atuação operacional desses agentes, reduzindo o intercâmbio de dados e a atuação conjunta em investigações.</p>
<h3>Impactos e possíveis desdobramentos</h3>
<p>Especialistas em العلاقات internacionais avaliam que a adoção de medidas recíprocas é comum em disputas diplomáticas, mas pode gerar efeitos práticos relevantes. Entre eles estão:</p>
<ul>
<li>Dificuldades na cooperação policial e troca de inteligência;</li>
<li>Redução da eficiência em investigações transnacionais;</li>
<li>Aumento da tensão política entre governos.</li>
</ul>
<p>Além disso, o caso reacende debates sobre soberania nacional e limites de atuação de agentes estrangeiros em território brasileiro — tema sensível, sobretudo quando envolve questões judiciais e extradição.</p>
<h3>Cenário ainda indefinido</h3>
<p>Até o momento, não há indicação de escalada para medidas mais severas, mas o episódio evidencia um desgaste nas relações institucionais entre os dois países. A condução dos próximos passos dependerá de negociações diplomáticas e da capacidade de restabelecer canais de diálogo entre as autoridades envolvidas.</p>
<p>Enquanto isso, a decisão da Polícia Federal reforça a postura do Brasil de responder a ações consideradas assimétricas, sinalizando que medidas adotadas no campo internacional tendem a ter repercussões diretas no equilíbrio das relações bilaterais.</p>
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		<item>
		<title>Universidade Estadual de Campinas abre sindicância após furto de material biológico em laboratório</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/universidade-estadual-de-campinas-abre-sindicancia-apos-furto-de-material-biologico-em-laboratorio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 17:34:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[ANVISA]]></category>
		<category><![CDATA[Campinas]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[material biológico]]></category>
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		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Unicamp]]></category>
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					<description><![CDATA[A Universidade Estadual de Campinas instaurou uma investigação interna para apurar o furto de material biológico em um de seus laboratórios, localizado no Instituto de Biologia. O caso ocorreu no último fim de semana e passou a ser tratado como grave devido à natureza do material envolvido. A apuração também é conduzida pela Polícia Federal, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Universidade Estadual de Campinas instaurou uma investigação interna para apurar o furto de material biológico em um de seus laboratórios, localizado no Instituto de Biologia. O caso ocorreu no último fim de semana e passou a ser tratado como grave devido à natureza do material envolvido.</p>
<p>A apuração também é conduzida pela Polícia Federal, que prendeu em flagrante uma professora da instituição, identificada como Soledad Palameta Miller, vinculada à Faculdade de Engenharia de Alimentos. A docente foi localizada com o material e liberada no dia seguinte, devendo responder ao processo em liberdade.</p>
<p>Segundo as autoridades, as amostras teriam sido retiradas do Laboratório de Virologia e Biotecnologia Aplicada. O material foi recuperado após cumprimento de mandado de busca e apreensão, com apoio técnico da Anvisa, que acompanha o caso devido aos riscos sanitários envolvidos.</p>
<p>A universidade informou que adotou medidas imediatas ao tomar conhecimento do ocorrido, colaborando com as investigações e instaurando procedimento administrativo para apurar responsabilidades. A sindicância deverá avaliar as circunstâncias do episódio e possíveis falhas nos protocolos de segurança.</p>
<p>A professora poderá responder por crimes como furto qualificado, fraude processual e transporte irregular de organismo geneticamente modificado, conforme indicaram as autoridades responsáveis pela investigação.</p>
<p>O caso ocorre em um contexto de preocupação com a segurança de materiais científicos sensíveis, especialmente aqueles utilizados em pesquisas biológicas. A instituição não divulgou detalhes sobre o conteúdo das amostras, alegando necessidade de preservar o andamento das investigações.</p>
<p>As apurações seguem em curso, tanto no âmbito administrativo quanto criminal, com possibilidade de responsabilização dos envolvidos conforme a legislação vigente.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Polícia Federal deflagra operação contra esquema de vazamento de dados de ministros do STF</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/policia-federal-deflagra-operacao-contra-esquema-de-vazamento-de-dados-de-ministros-do-stf/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2026 13:40:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[ministros do STF]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Operação Dataleaks]]></category>
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		<category><![CDATA[Polícia Federal]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Federal realizou, nesta quinta-feira (5), uma operação para investigar um esquema de obtenção e divulgação ilegal de informações pessoais de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). A ação faz parte de um inquérito que busca esclarecer a origem de uma base de dados paralela que reunia dados sensíveis de integrantes da Corte. Batizada [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Federal realizou, nesta quinta-feira (5), uma operação para investigar um esquema de obtenção e divulgação ilegal de informações pessoais de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). A ação faz parte de um inquérito que busca esclarecer a origem de uma base de dados paralela que reunia dados sensíveis de integrantes da Corte.</p>
<p>Batizada de Operação Dataleaks, a investigação apura a atuação de um grupo suspeito de acessar sistemas oficiais para coletar, modificar e posteriormente comercializar informações sigilosas. Segundo a Polícia Federal, a organização criminosa seria especializada na obtenção e disseminação ilegal de dados provenientes tanto de bases governamentais quanto de bancos de dados privados.</p>
<p>Os investigadores tentam identificar como essas informações foram obtidas e utilizadas. A suspeita é que os dados tenham sido reunidos em uma base não oficial que concentrava informações pessoais de autoridades do Judiciário, incluindo dados considerados sensíveis.</p>
<p>A apuração também busca esclarecer a extensão do esquema e verificar se houve comercialização das informações ou uso para outros tipos de atividades ilícitas. Entre as hipóteses investigadas estão crimes relacionados à invasão de sistemas, manipulação de dados e organização criminosa.</p>
<p>O caso ocorre em meio a investigações recentes sobre acessos indevidos a informações fiscais e pessoais de ministros do STF e de seus familiares. Em operações anteriores, a Polícia Federal já havia cumprido mandados de busca e apreensão e adotado medidas cautelares contra suspeitos de acessar sistemas públicos sem justificativa funcional.</p>
<p>As autoridades seguem analisando documentos e registros digitais apreendidos para identificar os responsáveis pelo esquema e dimensionar o impacto do possível vazamento de dados. A investigação continua sob supervisão do Supremo Tribunal Federal.</p>
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		<title>PF cumpre mandados contra suspeitos de produzir e divulgar vídeos de estupros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Feb 2026 17:04:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Abuso Sexual]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[PF]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Violência contra a Mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (11), a Operação Somnus para desarticular uma organização criminosa suspeita de dopar mulheres para cometer estupros, gravar os abusos e disseminar os vídeos em plataformas digitais. A ação cumpre três mandados de prisão temporária e sete mandados de busca e apreensão em cinco estados: São Paulo, Ceará, Pará, Santa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (11), a Operação Somnus para desarticular uma organização criminosa suspeita de dopar mulheres para cometer estupros, gravar os abusos e disseminar os vídeos em plataformas digitais. A ação cumpre três mandados de prisão temporária e sete mandados de busca e apreensão em cinco estados: São Paulo, Ceará, Pará, Santa Catarina e Bahia.</p>
<p>De acordo com a PF, as investigações tiveram início em 2025, após o recebimento de informações repassadas pela Europol, a agência policial da União Europeia. O material indicava a atuação de uma quadrilha internacional envolvida na prática sistemática de violência sexual contra mulheres sedadas, com posterior compartilhamento das imagens em sites e redes sociais.</p>
<p>Sete brasileiros são suspeitos de integrar o grupo. Durante as apurações, a Polícia Federal analisou trocas de mensagens entre os investigados nas quais discutiam quais sedativos seriam mais eficazes para incapacitar as vítimas, evidenciando planejamento prévio e organização das ações criminosas.</p>
<p>Os envolvidos poderão responder por crimes como estupro, associação criminosa e divulgação de material ilícito, entre outros que poderão ser confirmados ao longo das investigações. O material apreendido será submetido à perícia para aprofundar a identificação de vítimas e possíveis conexões internacionais do esquema.</p>
<p>A operação reforça a cooperação entre autoridades brasileiras e organismos internacionais no combate a crimes cibernéticos e à violência contra mulheres, especialmente aqueles que envolvem a produção e a circulação de conteúdos criminosos na internet.</p>
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		<title>PF apura disseminação de fake news sobre programas sociais do governo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Jan 2026 17:26:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[benefícios]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsa Família]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Fraude]]></category>
		<category><![CDATA[Gás do Povo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Wellington Dias]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Federal já está atuando para identificar a origem de notícias falsas envolvendo programas sociais do governo federal, segundo confirmou o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias. De acordo com ele, a disseminação de informações mentirosas com potencial de confundir, manipular ou causar danos aos beneficiários ultrapassa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Federal já está atuando para identificar a origem de notícias falsas envolvendo programas sociais do governo federal, segundo confirmou o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias. De acordo com ele, a disseminação de informações mentirosas com potencial de confundir, manipular ou causar danos aos beneficiários ultrapassa o campo da desinformação e entra na esfera criminal.</p>
<p>A declaração foi feita nesta quinta-feira (29), durante entrevista ao programa Bom Dia, Ministro, da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). Na ocasião, Dias alertou para a circulação recorrente de boatos nas redes sociais, especialmente sobre supostas mudanças nas regras do Bolsa Família e a criação de novas condicionalidades inexistentes.</p>
<h3>Boatos se intensificam em ano eleitoral</h3>
<p>Entre as fake news mais recentes, o ministro citou a falsa informação de que o Bolsa Família só continuaria sendo pago a famílias com filhos, o que não procede. Segundo ele, esse tipo de conteúdo tende a se intensificar em anos eleitorais, como 2026, e tem efeito direto sobre a população mais vulnerável.</p>
<p>“Não existe qualquer condicionalidade que incentive alguém a ter filhos para receber o benefício. Isso não é apenas mentira, é preconceito”, afirmou Dias, reforçando que nenhuma mudança desse tipo foi implementada no programa.</p>
<p>Para o ministro, espalhar esse tipo de boato é uma prática criminosa. “Não se trata apenas de fake news. É crime. Pode causar medo, desespero e até problemas graves de saúde em pessoas que dependem do benefício”, declarou, ao exemplificar o impacto que a desinformação pode causar em idosos e famílias de baixa renda.</p>
<h3>Investigação corre sob sigilo</h3>
<p>Segundo Wellington Dias, assim que as denúncias chegaram ao ministério, a rede federal de fiscalização dos programas sociais foi acionada, com participação direta da Polícia Federal. As investigações seguem sob sigilo, mas o ministro afirmou confiar em resultados rápidos.</p>
<p>“A Polícia Federal já está em campo. Vamos identificar os responsáveis, doa a quem doer”, garantiu.</p>
<p>Casos de irregularidades, boatos ou cobranças indevidas podem ser denunciados gratuitamente pelo Disque Social 121, canal oficial do ministério.</p>
<h3>Denúncia de cobrança irregular no Gás do Povo</h3>
<p>Durante o programa, o ministro também recebeu uma denúncia ao vivo sobre cobrança irregular de taxas no programa Gás do Povo, no estado de Alagoas. Segundo relato de um radialista, beneficiários estariam sendo obrigados a pagar valores de até R$ 30 para acessar o benefício.</p>
<p>Dias reforçou a necessidade de formalizar a denúncia pelo canal oficial e afirmou que a fiscalização será acionada imediatamente para apurar o caso.</p>
<p>“Sem denúncia, não conseguimos agir. O 121 é o caminho para combater esse tipo de crime e proteger quem realmente precisa dos programas sociais”, concluiu o ministro.</p>
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