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	<title>Pnuma &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Dia do Meio Ambiente foca no combate à desertificação e restauração de ecossistemas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Jun 2024 16:31:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Há mais de 40 anos, o ambientalista Nereu Rios dedica-se integralmente à coleta de sementes, produção de mudas e à observação das árvores que fornecerão mais matéria-prima para reiniciar o ciclo. Contudo, nos últimos anos, essa rotina tem se tornado desafiadora à medida que ele percebe a crescente dificuldade em multiplicar algumas espécies. “No Mato [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há mais de 40 anos, o ambientalista Nereu Rios dedica-se integralmente à coleta de sementes, produção de mudas e à observação das árvores que fornecerão mais matéria-prima para reiniciar o ciclo. Contudo, nos últimos anos, essa rotina tem se tornado desafiadora à medida que ele percebe a crescente dificuldade em multiplicar algumas espécies.</p>
<p>“No Mato Grosso do Sul, há uns dez anos venho coletando amostras de pau-ferro [Libidibia ferrea] que dão a vagem, mas não a semente”, relata Nereu. Nascido em Dourados (MS) e atualmente residindo em Campo Grande (MS), ele divide seu tempo entre o viveiro onde trabalha e suas expedições pelo Cerrado, observando de perto a diversidade resultante de seu trabalho. Além da dificuldade em obter sementes, ele também nota mudanças significativas na paisagem.</p>
<p>“Passando por Olhos D’Água, próximo a Alexânia (GO), eu mostrava para meu filho os ipês-roxos [Handroanthus impetiginosus] que coletávamos há uns oito anos. Agora, eles estão morrendo porque a monocultura tomou conta da estrada e a pulverização do milharal está matando tudo ao redor”, destaca.</p>
<p>André Andrade, pesquisador do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM), explica que para produzir sementes, a planta necessita de muita energia, obtida pela fotossíntese, que requer água e luz solar abundantes. Com a mudança climática, o ciclo natural sofre perturbações. “Durante longos períodos de estiagem, combinados com anos de El Niño, há muito sol, mas falta água. A planta, então, interrompe a fotossíntese para sobreviver, impedindo a produção de energia necessária para gerar sementes”, explica Andrade.</p>
<p>A ONU reforça essa preocupação, destacando o enfrentamento à desertificação e a construção de resiliência à seca como temas centrais do Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado em 5 de junho. A campanha deste ano enfatiza: “Não podemos retroceder no tempo, mas podemos restaurar florestas, restabelecer recursos hídricos e recuperar o solo. Somos a geração que pode reconciliar-se com a terra”.</p>
<p><strong>Desertificação e Degradação do Solo</strong></p>
<p>Segundo o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), bilhões de hectares de terra estão degradados globalmente, contribuindo para a desertificação e a seca, afetando metade da população mundial. Esse fenômeno ameaça comunidades rurais, pequenos agricultores e coloca em risco metade do Produto Interno Bruto (PIB) global, podendo gerar insegurança alimentar.</p>
<p>Andrade ressalta a importância da restauração de ecossistemas como a solução mais rápida e eficaz para equilibrar os ciclos da água e do carbono, prevenindo o agravamento do aquecimento global e de eventos climáticos extremos. “Restaurar grandes áreas agora, em 20 a 30 anos, é uma estratégia viável para alcançar a transição energética necessária, pois existe um limite para o carbono que as florestas podem armazenar. Precisamos agir antes que esse limite seja atingido”, conclui.</p>
<p><strong>Missão de Vida</strong></p>
<p>Nereu Rios, familiarizado com o Cerrado desde a juventude, cresceu em uma família de moveleiros nas proximidades do arco do desmatamento. Porém, a convivência com a terra fez com que ele admirasse mais uma árvore florida do que a madeira derrubada. Em sua “missão de vida”, ele aprendeu que as escolhas individuais impactam o clima, a vegetação e até os insetos, que em um ambiente desequilibrado, se tornam pragas.</p>
<p>“Sei que existe um inseto que consome a seiva na vagem do pau-ferro, impedindo o desenvolvimento da semente, mas esse não é o único problema. Há quatro anos não consigo coletar sementes de angelim-amargo [Andira anthelmia], uma espécie que antes era abundante, assim como a guavira [Campomanesia adamantium], que no ano passado produziu muito pouco. Plantas que antes produziam anualmente, agora produzem irregularmente, às vezes ficando dois ou três anos sem gerar sementes”, relata Nereu.</p>
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		<title>Entenda: COP28 avalia ação de países contra aquecimento global</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/entenda-cop28-avalia-acao-de-paises-contra-aquecimento-global/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Nov 2023 14:51:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Acordo de Paris]]></category>
		<category><![CDATA[Aquecimento Global]]></category>
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		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Mudanças Climáticas]]></category>
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		<category><![CDATA[Pnuma]]></category>
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					<description><![CDATA[A Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas de 2023 (COP28) começou nesta quinta-feira (30) em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. Reunindo representantes de cerca de 200 países e 70 mil pessoas, o encontro deve apresentar, pela primeira vez, um balanço global de como cada país está atuando para cumprir com o Acordo de Paris, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas de 2023 (COP28) começou nesta quinta-feira (30) em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. Reunindo representantes de cerca de 200 países e 70 mil pessoas, o encontro deve apresentar, pela primeira vez, um balanço global de como cada país está atuando para cumprir com o Acordo de Paris, quando as nações se comprometeram a limitar o aumento da temperatura da terra a 1,5º C acima dos níveis pré-industriais.  <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Ou seja, pela primeira vez desde o Acordo de Paris, serão avaliadas as contribuições dos países para a redução do aquecimento da terra. A análise servirá de base para a COP30, em 2025, quando o Acordo de Paris completará 10 anos, e está prevista a adoção de novas medidas para mitigar o aquecimento da terra.</p>
<p>“A COP 28 faz uma revisão do que foi proposto nas edições passadas e verifica como cada país tem evoluído. Ela é uma prestação de contas de cada país”, explicou Pedro Côrtes, professor do Instituto de Energia e Ambiente da Universidade de São Paulo (USP). Segundo Côrtes, os acordos climáticos não punem os países que não os cumprem.</p>
<p>“É como se fosse um puxão de orelha só. Dizem: ‘vocês poderiam ter reduzido mais e não o fizeram’, e os representantes do país vão tentar explicar os motivos, mas o que a gente verifica é que países como Estados Unidos e China acabam não abraçando essas causas tanto quanto poderiam e deveriam”, destacou.</p>
<h2>Meta</h2>
<figure id="attachment_71223" aria-describedby="caption-attachment-71223" style="width: 463px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/11/29-A-meta-de-limite-do-aumento-do-aquecimento-global-podera-ser-revista-Expresso-Carioca.webp?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-71223" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/11/29-A-meta-de-limite-do-aumento-do-aquecimento-global-podera-ser-revista-Expresso-Carioca.webp?resize=463%2C309&#038;ssl=1" alt="A Meta De Limite Do Aumento Do Aquecimento Global Poderá Ser Revista - Expresso Carioca" width="463" height="309" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/11/29-A-meta-de-limite-do-aumento-do-aquecimento-global-podera-ser-revista-Expresso-Carioca.webp?w=463&amp;ssl=1 463w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/11/29-A-meta-de-limite-do-aumento-do-aquecimento-global-podera-ser-revista-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w" sizes="(max-width: 463px) 100vw, 463px" /></a><figcaption id="caption-attachment-71223" class="wp-caption-text">A meta de limite do aumento do aquecimento global poderá ser revista, diz Karen Oliveira, a diretora da TNC Brasil &#8211; Foto: Daniel Guedes/Divulgação</figcaption></figure>
<p>Outra expectativa é a da reafirmação do compromisso assumido pelos países de manter a meta de aumento da temperatura em 1,5ºC em comparação aos níveis pré-industriais. A diretora de Políticas Públicas e Relações Governamentais da TNC Brasil, Karen Oliveira, ressaltou que existe um risco de essa meta ser revista.</p>
<p>“Infelizmente, este é um debate que está na mesa. Às vezes, os próprios textos das discussões sobre o clima usam o termo &#8216;preferencialmente&#8217; ao citar a necessidade de não passar a meta de 1,5ºC. Mas nós sabemos que não é uma questão de preferência, é uma questão obrigatória frente as consequências danosas das mudanças do clima”, afirmou.</p>
<p>Em relatório anual divulgado no último dia 20, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) informou que o mundo pode aumentar a temperatura em até 2,9ºC até 2100 se não houver mudanças nas políticas atuais. O número é quase o dobro do limite fixado pelo Acordo de Paris. O documento também registrou aumento de 1,2% da emissão de gases do efeito estufa entre 2021 e 2022.</p>
<p>“É a maior quantidade jamais registrada. Salvo o setor do transporte, todos os demais setores repuseram inteiramente as quedas de emissões causadas pela pandemia de covid-19 e agora já superam os níveis de 2019”, diz a Organização das Nações Unidas (ONU).</p>
<p>“O mundo está muito fora de rota para conseguir limitar o aumento da temperatura em 1,5ºC. Então, é preciso fazer muito mais, e isso passa pela eliminação dos combustíveis fósseis”, defendeu a coordenadora adjunta de Política Internacional do Observatório do Clima, Stela Herschmann.</p>
<p>Stela acrescentou que está em andamento uma articulação para prorrogar a produção de combustíveis fósseis por meio do uso de tecnologias que mitigam sua utilização, como a captura de carbono, que filtra os gases jogados na atmosfera e os armazena. “São tentativas dos produtores de petróleo de estender a vida útil de sua produção. O que os cientistas do mundo falam é que precisamos reduzir de maneira drástica as emissões. Não temos tempo a perder com essas soluções tecnológicas que não são viáveis economicamente e que não têm larga escala”, destacou.</p>
<h2>Crise Climática</h2>
<figure id="attachment_71225" aria-describedby="caption-attachment-71225" style="width: 463px" class="wp-caption alignright"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/11/29-COP28-avalia-acao-de-paises-contra-aquecimento-globa-l-Expresso-Carioca.webp?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-71225" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/11/29-COP28-avalia-acao-de-paises-contra-aquecimento-globa-l-Expresso-Carioca.webp?resize=463%2C309&#038;ssl=1" alt="COP28 Avalia Ação De Países Contra Aquecimento Global - Expresso Carioca" width="463" height="309" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/11/29-COP28-avalia-acao-de-paises-contra-aquecimento-globa-l-Expresso-Carioca.webp?w=463&amp;ssl=1 463w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/11/29-COP28-avalia-acao-de-paises-contra-aquecimento-globa-l-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w" sizes="(max-width: 463px) 100vw, 463px" /></a><figcaption id="caption-attachment-71225" class="wp-caption-text">COP28 avaliará ações contra aquecimento global &#8211; Ralf Vetterle/Pixabay</figcaption></figure>
<p>As emissões de gases do efeito estufa, como o dióxido de carbono (CO2) e metano (CH4), são responsáveis pelo aquecimento da terra e impulsionam a atual crise climática, marcada por eventos extremos, como o calor excessivo, as secas prolongadas e as chuvas muito intensas.</p>
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<p>Os gases do efeito estufa lançados na atmosfera vêm aumentando desde a Revolução Industrial (séculos 18 e 19), principalmente por meio da queima de combustíveis fósseis.  Esta é uma das principais preocupações de cientistas, sociedades e governos que vêm mobilizando os encontros sobre o clima desde a Eco de 1992, que ocorreu no Rio de Janeiro.</p>
<p>No Acordo de Paris, em 2015, 195 países se comprometeram a combater o aquecimento global “em bem menos de 2º C acima dos níveis pré-industriais”, buscando limitá-lo a 1,5ºC. Já o Brasil se comprometeu a reduzir, até 2030, em 43% a emissão dos gases do efeito estufa em relação aos níveis de 2005.</p>
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