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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Pnud &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Desigualdade é barreira para desenvolvimento humano, diz órgão da ONU</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 May 2024 20:24:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento Humano]]></category>
		<category><![CDATA[Desigualdade]]></category>
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					<description><![CDATA[A desigualdade continua sendo um obstáculo significativo para o desenvolvimento humano, de acordo com um relatório lançado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). O estudo, divulgado nesta terça-feira (28) em Brasília, analisa o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) no Brasil de 2012 a 2022, com um foco especial nos impactos da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A desigualdade continua sendo um obstáculo significativo para o desenvolvimento humano, de acordo com um relatório lançado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). O estudo, divulgado nesta terça-feira (28) em Brasília, analisa o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) no Brasil de 2012 a 2022, com um foco especial nos impactos da pandemia de covid-19.</p>
<p><strong>Impactos da Pandemia no Desenvolvimento Humano</strong></p>
<p>A coordenadora de Desenvolvimento do PNUD, Betina Barbosa, destaca que a pandemia teve um impacto global no desenvolvimento humano, mas os efeitos foram particularmente severos na América Latina. No Brasil, o desenvolvimento humano regrediu em média 22,5%, equivalente a uma perda de seis anos de progresso. O impacto foi medido em três dimensões principais: longevidade, renda e educação, resultando em uma perda de dez anos de melhoria na longevidade, dez anos na renda e dois anos na educação.</p>
<p><strong>Desigualdade e Vulnerabilidade</strong></p>
<p>O estudo mostra que a pandemia afetou diferentes grupos de maneira desigual. Mulheres negras, em particular, ficaram mais vulneráveis em termos de desenvolvimento potencial e acesso a oportunidades. Cerca de 27% dos lares brasileiros são chefiados por mulheres negras, representando quase 30% da população e abrigando 34% das crianças e jovens até 14 anos. No entanto, esses lares somam apenas 16% do rendimento total do país.</p>
<p><strong>Projeções Futuras e Recomendações</strong></p>
<p>Projetando para o futuro, a maioria da população brasileira será composta por negros e pardos, um grupo já predominante em regiões como o Norte do Brasil (80%). O estudo recomenda uma repactuação do desenvolvimento humano com foco em raça e gênero, visando melhorias em educação, saúde e renda.</p>
<p>A ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, que participou do lançamento, ressaltou a importância do recorte trazido pelo estudo para repensar políticas públicas, enfatizando o combate às desigualdades e a valorização da diversidade.</p>
<p><strong>Efeito Nordeste</strong></p>
<p>O relatório também revelou um dado surpreendente: o maior desenvolvimento humano não se refletiu em baixas taxas de mortalidade durante a pandemia. Estados como Rio de Janeiro, Paraná e Distrito Federal, com altos índices de desenvolvimento, tiveram altas taxas de mortalidade. Em contraste, o Maranhão, com o menor IDH do país, teve uma taxa de mortalidade significativamente baixa. Se essa taxa fosse aplicada nacionalmente, o número de mortes teria sido reduzido pela metade entre 2020 e 2021.</p>
<p>Betina Barbosa atribui esse resultado às 487 medidas de combate à covid-19 adotadas pelo Maranhão, que incluíram a compra conjunta de medicamentos e a mobilização de leitos entre estados, resultando em respostas mais eficazes durante a crise.</p>
<p>Este estudo sublinha a importância de abordar a desigualdade como um fator crucial para o desenvolvimento humano e a necessidade de políticas públicas que promovam a equidade e a resiliência em tempos de crise.</p>
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		<title>IDH do Brasil aumenta em 2022, mas país desce duas posições no ranking da ONU</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/idh-do-brasil-aumenta-em-2022-mas-pais-desce-duas-posicoes-no-ranking-da-onu/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Mar 2024 23:56:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IDH]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[Organização das Nações Unidas]]></category>
		<category><![CDATA[Pnud]]></category>
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					<description><![CDATA[Apesar do avanço no IDH, o Brasil desceu duas posições no ranking global da ONU, agora ocupando a 89ª colocação entre 193 países. Em 2020, o país estava na 84ª posição, registrando um IDH de 0,758. O índice ainda não recuperou os níveis pré-pandêmicos de 2019, quando atingiu 0,764. O IDH, que avalia indicadores como [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar do avanço no IDH, o Brasil desceu duas posições no ranking global da ONU, agora ocupando a 89ª colocação entre 193 países. Em 2020, o país estava na 84ª posição, registrando um IDH de 0,758. O índice ainda não recuperou os níveis pré-pandêmicos de 2019, quando atingiu 0,764.</p>
<p>O IDH, que avalia indicadores como educação, saúde, renda e expectativa de vida, é uma medida importante do bem-estar da população. Seu valor varia de 0 a 1, sendo que quanto mais próximo de 1, maior é o desenvolvimento humano do país.</p>
<p>Desde 1990, o IDH do Brasil cresceu 22,6%, com quedas apenas em 2015, 2020 e 2021. Contudo, os dados do Pnud mostram que, desde o início da pandemia, a disparidade entre os IDHs de países ricos e pobres vem aumentando, revertendo a tendência de aproximação observada desde 1990.</p>
<p>Impacto da pandemia e políticas públicas<br />
Maitê Gauto, gerente de Programas, Incidências e Campanhas da Oxfam Brasil, destacou que o país enfrentou dificuldades econômicas desde 2015, agravadas pela pandemia. O aumento da fome, atingindo cerca de 33 milhões de pessoas, é um dos reflexos dessa situação.</p>
<p>Mesmo com políticas como o Auxílio Emergencial e o Bolsa Família, o país não conseguiu retomar o IDH anterior à pandemia. O Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc) ressaltou a redução de verbas nas políticas sociais até 2022, refletindo negativamente nas condições de vida da população.</p>
<p>Comparação regional e internacional<br />
No cenário latino-americano e caribenho, o Brasil ficou na 17ª posição, atrás de países como México, Equador, Cuba e Peru. Chile, Argentina e Uruguai lideram a lista nessa região.</p>
<p>Globalmente, a liderança do ranking pertence a Suíça, Noruega e Islândia, enquanto Somália e Sudão do Sul ocupam as últimas posições. A lista completa pode ser consultada no site da ONU.</p>
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		<title>CNJ aponta dificuldade de acesso de adolescentes internos a documentos</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/cnj-aponta-dificuldade-de-acesso-de-adolescentes-internos-a-documentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Dec 2023 15:52:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[CNJ]]></category>
		<category><![CDATA[Documentação]]></category>
		<category><![CDATA[ECA]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Medida Socioeducativa]]></category>
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		<category><![CDATA[Pnud]]></category>
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					<description><![CDATA[À frente da sala de aula, o professor e sociólogo brasiliense Emerson Franco, de 34 anos, mergulha na própria memória para ensinar. Adolescentes do sistema de ressocialização escutam a história do rapaz que, aos 15 anos (no ano de 2004), viu-se envolvido em furtos, foi apreendido e, depois de adulto, preso. Aos garotos, ele explica [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>À frente da sala de aula, o professor e sociólogo brasiliense Emerson Franco, de 34 anos, mergulha na própria memória para ensinar. Adolescentes do sistema de ressocialização escutam a história do rapaz que, aos 15 anos (no ano de 2004), viu-se envolvido em furtos, foi apreendido e, depois de adulto, preso. Aos garotos, ele explica o que aprendeu e diz que é possível dar a volta por cima. Quem sabe se tornar um professor como ele. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Em uma das aulas, Emerson fala sobre a necessidade de conhecer direitos elementares, como o de ter um documento. “Eu tinha meu RG [documento de identidade], certidão de nascimento, mas isso está longe de ser uma regra”, afirmou, em entrevista.  Inclusive, a dificuldade de adolescentes com documentação vai ao encontro de uma pesquisa divulgada nesta quarta (13) pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), intitulada <a href="https://www.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2023/12/diagnostico-emissao-digital.pdf" target="_blank" rel="noopener">Diagnóstico da Emissão de Documentos Básicos no Sistema Socioeducativo: Atendimento Inicial em Meio Fechado</a>.</p>
<p>O levantamento inédito revela que seis unidades federativas (Goiás, Alagoas, Espírito Santo, São Paulo, Distrito Federal e Santa Catarina) têm projetos específicos para emissão de documentos para adolescentes envolvidos em atos infracionais. Não proporcionar programas nesse sentido pode gerar impacto direto nas vidas de adolescentes e jovens, mostra a pesquisa. Segundo o CNJ, cerca de 12 mil adolescentes cumprem medidas em meio fechado, e mais de 117 mil em meio aberto no Brasil.</p>
<p>A pesquisa foi realizada entre outubro e dezembro de 2022 pelo programa Fazendo Justiça, coordenado pelo CNJ em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) para transformar a privação de liberdade.</p>
<h2>Direito básico</h2>
<p>Conforme testemunha o <a href="https://www.instagram.com/emerson.franco/" target="_blank" rel="noopener">professor Emerson Franco</a>, que atualmente é palestrante voluntário no sistema socioeducativo, com o projeto Papo Franco (que ele realiza há sete anos), ainda há, de fato, dificuldades para que o adolescente no cumprimento da medida possa obter a primeira documentação. “Da delegacia para o sistema de internação, acontece de sumir documentação de adolescente ou mesmo de chegar sem nenhum tipo de documentação.”</p>
<p>Emerson entende, porém, que, conforme garantia do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), há mais atenção. “A  documentação é um direito básico, inclusive de segurança, e para a pessoa reconquistar sua cidadania.”</p>
<p>Esse tema é abordado nas palestras do professor Emerson. “Eu sempre converso com os assistentes sociais e com os psicólogos para saber como está a documentação de cada adolescente. É básico para a pessoa receber algum tipo de benefício ou progressão.”</p>
<h2>Isenções</h2>
<p>O estudo do CNJ chama a atenção ainda para o fato de que o acesso à Central de Informações do Registro Civil (CRC), que é utilizada para localizar registros de nascimento, está disponível em somente em seis estados: Amazonas, Tocantins, Ceará, Pernambuco, Rio de Janeiro e Santa Catarina.</p>
<p>Para obter a documentação, a maior parte dos estados isenta grupos vulnerabilizados (como são os adolescentes em sistema de ressocialização) da taxa para a emissão da segunda via do RG. No entanto, não adotam essa política os estados do Acre, Ceará, de Mato Grosso do Sul, do Paraná, de Roraima, São Paulo e do Tocantins, segundo o levantamento.</p>
<h2>Estratégias</h2>
<p>Para o coordenador do Departamento de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e do Sistema de Execução de Medidas Socioeducativas do CNJ, Luís Lanfredi, viabilizar o acesso à documentação civil de adolescentes no âmbito do sistema socioeducativo é medida crucial para superação de estigmas e também para evitar métodos invasivos de identificação compulsória. “O CNJ entende que o direito à documentação é fundamental porque viabiliza diversos outros direitos para o pleno exercício da cidadania”, afirmou Lanfredi, em texto divulgado pelo conselho.</p>
<p>Para o juiz Edinaldo César Santos Junior, também do CNJ, que atua na área socioeducativa, uma das principais recomendações do estudo é a realização de convênios e o estímulo a legislações que garantam a gratuidade da documentação para jovens e adolescentes em cumprimento de medida socioeducativa. A gratuidade e a facilidade de acesso são estratégias indicadas no estudo.</p>
<p>&#8220;O relatório é um chamado à ação. Nós, como sociedade, temos a responsabilidade de agir com base nessas descobertas para garantir que cada adolescente e jovem tenha acesso irrestrito aos documentos que são fundamentais para o exercício pleno da cidadania&#8221;, ressaltou o juiz.</p>
<p>Entre as estratégias para enfrentar tal situação, destaca-se a necessidade de reforçar, na educação dos adolescentes, uma compreensão aprofundada do papel dos documentos e sua conexão com os direitos básicos. É preciso “entender a função de cada um dos documentos a ser emitido, a relação desses documentos com o exercício dos direitos civis, políticos, sociais e culturais, bem como o acesso permanente às informações e aos documentos emitidos”, diz o levantamento.</p>
<p>Mobilizar os adolescentes para buscarem identificação e se sentirem como plenos em direitos de cidadania pode ser o primeiro passo para a mudança de rumo, enfatiza o professor Emerson Franco. As lembranças de garoto e de ex-detento não estão omitidas. “Busco conscientizar para que eles não façam as coisas erradas que eu fiz. Falar com eles é uma missão de vida para mim”, desabafa. Uma missão de um homem livre, com crachá de professor e identidade renovada.</p>
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