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	<title>PNI &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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		<title>Vacinação brasileira é modelo para o mundo, mas enfrenta desafios</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/vacinacao-brasileira-e-modelo-para-o-mundo-mas-enfrenta-desafios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Sep 2023 15:01:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[50 anos de vacinação para todos]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Prevenir contra o sarampo uma criança da Terra Indígena Bacurizinho, no Maranhão. Vacinar contra a pneumonia um idoso acamado em casa, no Complexo da Penha, no Rio de Janeiro. Proteger da raiva um adolescente ferido por um morcego silvestre na zona da mata mineira. Imunizar um bebê contra o tétano ainda na barriga da mãe. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Prevenir contra o sarampo uma criança da Terra Indígena Bacurizinho, no Maranhão. Vacinar contra a pneumonia um idoso acamado em casa, no Complexo da Penha, no Rio de Janeiro. Proteger da raiva um adolescente ferido por um morcego silvestre na zona da mata mineira. Imunizar um bebê contra o tétano ainda na barriga da mãe.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Aplicar centenas de milhões de doses de vacinas por ano em mais de 5 mil municípios. Fazer tudo isso de forma gratuita e segura foi o que tornou o Programa Nacional de Imunizações [PNI] do Brasil o maior do mundo e uma referência até mesmo para países desenvolvidos.</p>
<p>Há 50 anos, o PNI cumpre a ambiciosa missão de vacinar uma enorme população dispersa num território continental chamado Brasil, profundamente marcado pela diversidade de culturas e cenários, e também pela desigualdade de condições de vida. Ao longo do mês de setembro, vamos relembrar as conquistas dessas cinco décadas, discutir os desafios do futuro e destacar a importância das vacinas para a saúde coletiva do povo brasileiro e da humanidade.</p>
<p>Apesar de ser considerado o maior programa de vacinação público e gratuito do mundo, com 20 vacinas que eliminaram doenças importantes como a poliomielite, o tétano neonatal e a rubéola congênita, o programa completa meio século de vida lutando para reverter retrocessos que levaram as coberturas vacinais de volta aos níveis dos anos de 1980. Pesquisadores veem com otimismo o novo momento vivido pelo programa, mas apontam que há um longo caminho a ser percorrido.</p>
<h2>Referência global</h2>
<p>&#8220;Nós, os brasileiros do PNI [Programa Nacional de Imunizações], fomos solicitados a dar cursos no Suriname, recebemos técnicos de Angola para serem capacitados aqui. Estabelecemos cooperação técnica com Estados Unidos, México, Guiana Francesa, Argentina, Paraguai, Uruguai, Venezuela, Bolívia, Colômbia, Peru, Israel, Angola, Filipinas. Fizemos doações para Uruguai, Paraguai, República Dominicana, Bolívia e Argentina&#8221;.</p>
<p>O trecho, retirado do livro comemorativo dos 30 anos do PNI, organizado pelo Ministério da Saúde, deixa claro o destaque internacional do Brasil no setor de imunizações. O ano era 2003, e a imunização no país exibia elevados percentuais ano após ano, o que levou à eliminação do tétano neonatal, da rubéola congênita e do sarampo do país nos anos seguintes. Desde 2015, porém, uma queda considerável na busca pela vacinação fez com que o país revivesse o medo de doenças que ele já tinha vencido: o sarampo retornou em 2018, e a volta da pólio é considerada uma ameaça de alto risco.</p>
<figure id="attachment_68885" aria-describedby="caption-attachment-68885" style="width: 365px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/09/01-Chefe-de-saude-do-Fundo-das-Nacoes-Unidas-para-a-Infancia-Unicef-no-Brasil-Luciana-Phebo-Expresso-Carioca.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-68885" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/09/01-Chefe-de-saude-do-Fundo-das-Nacoes-Unidas-para-a-Infancia-Unicef-no-Brasil-Luciana-Phebo-Expresso-Carioca.jpg?resize=365%2C283&#038;ssl=1" alt="Vacinação Brasileira é Modelo Para O Mundo, Mas Enfrenta Desafios - Expresso Carioca" width="365" height="283" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/09/01-Chefe-de-saude-do-Fundo-das-Nacoes-Unidas-para-a-Infancia-Unicef-no-Brasil-Luciana-Phebo-Expresso-Carioca.jpg?w=365&amp;ssl=1 365w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/09/01-Chefe-de-saude-do-Fundo-das-Nacoes-Unidas-para-a-Infancia-Unicef-no-Brasil-Luciana-Phebo-Expresso-Carioca.jpg?resize=300%2C233&amp;ssl=1 300w" sizes="(max-width: 365px) 100vw, 365px" /></a><figcaption id="caption-attachment-68885" class="wp-caption-text">Chefe de saúde do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) no Brasil, Luciana Phebo. Foto: Unicef</figcaption></figure>
<p>A chefe de saúde do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) no Brasil, Luciana Phebo, classifica o programa como uma referência global, principalmente para países com renda média e baixa e semelhanças socioeconômicas com o Brasil.</p>
<p>&#8220;É um programa de referência não só para a América Latina, mas para países da África também. E o Unicef, junto com a OMS [Organização Mundial da Saúde], tem também essa função de levar boas práticas do Brasil para outros países de contextos semelhantes. O PNI não é só importante para o Brasil, é importante para todo o mundo&#8221;.</p>
<p>Luciana Phebo destaca que o Brasil dispõe de ferramentas importantes que criaram as condições para um programa tão bem sucedido, como um sistema público e universal de saúde, instituições com tecnologia para produzir vacinas, e uma rede de atenção básica que ainda pode melhorar, mas que conta com um alcance relevante para chegar a quem precisa das vacinas.</p>
<p>&#8220;O SUS [Sistema Único de Saúde] é extraordinário, está acima do que acontece no mundo e até mesmo em países desenvolvidos, com a capilaridade, com uma gestão unificada, com o Ministério da Saúde chegando aos municípios mais remotos e a todo o território nacional, que é vastíssimo. Poucos países têm essa estrutura.&#8221;</p>
<p>As quedas nas coberturas vacinais observadas desde 2015, porém, acenderam um sinal de alerta para autoridades sanitárias do Brasil e do exterior, e a possibilidade de que doenças eliminadas do país retornem causa preocupação.</p>
<blockquote><p>&#8220;Com a pandemia, essa redução se agravou e, no período pós-pandêmico, acontece uma pequena melhora, a curva começa a tomar uma outra direção, mas essa resposta tem que ser acelerada. E ainda não teve a aceleração necessária para garantir que não haja reintrodução de doenças como a poliomielite ou surtos de sarampo que poderão voltar a acontecer&#8221;.</p></blockquote>
<h2>Reconstrução progressiva</h2>
<figure id="attachment_68887" aria-describedby="caption-attachment-68887" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/09/01-Ministra-da-Saude-Nisia-Trindade-durante-evento-em-Brasilia-Expresso-Carioca.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-68887" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/09/01-Ministra-da-Saude-Nisia-Trindade-durante-evento-em-Brasilia-Expresso-Carioca.jpg?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Vacinação Brasileira é Modelo Para O Mundo, Mas Enfrenta Desafios - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/09/01-Ministra-da-Saude-Nisia-Trindade-durante-evento-em-Brasilia-Expresso-Carioca.jpg?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/09/01-Ministra-da-Saude-Nisia-Trindade-durante-evento-em-Brasilia-Expresso-Carioca.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/09/01-Ministra-da-Saude-Nisia-Trindade-durante-evento-em-Brasilia-Expresso-Carioca.jpg?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /></a><figcaption id="caption-attachment-68887" class="wp-caption-text">Ministra da Saúde, Nísia Trindade, durante evento em Brasília. Foto: Wilson Dias/Arquivo Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>Em entrevista, a ministra da Saúde, Nísia Trindade, destaca que o governo tem atuado para reestabelecer o protagonismo do programa e a confiança da sociedade no Ministério da Saúde enquanto autoridade sanitária nacional. Apesar de considerar que o desafio está sendo vencido, ela lembra que a reconstrução será progressiva e levará tempo.</p>
<p>&#8220;Quando começamos a avançar com maior expressão, a partir de fins da década de 1980, o mundo ficou impressionado com nossa capacidade de engajar a população, de estabelecer essa relação de confiança com a vacinação. A experiência bem-sucedida e a proteção contra diversas doenças, perceptíveis nos dados de redução e eliminação dessas doenças, reforçaram essa confiança que precisamos hoje recuperar&#8221;, reforçou.</p>
<blockquote><p>&#8220;Reconquistar as altas coberturas vacinais, portanto, em um segundo momento, pode voltar a nos colocar em uma posição de referência que nos faça contribuir mais no enfrentamento ao negacionismo e à hesitação vacinal. Nosso objetivo é voltar a ser exemplo para o mundo. Retomar essa posição de referência internacional e mobilizá-la na nossa cooperação com outros países, incluindo a vacinação, é nossa prioridade.&#8221;</p></blockquote>
<h2>SUS</h2>
<figure id="attachment_68886" aria-describedby="caption-attachment-68886" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/09/01-Ministerio-da-Saude-lancou-a-campanha-de-multivacinacao-no-Distrito-Federal-no-final-de-agosto-Expresso-Carioca.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-68886" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/09/01-Ministerio-da-Saude-lancou-a-campanha-de-multivacinacao-no-Distrito-Federal-no-final-de-agosto-Expresso-Carioca.jpg?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Vacinação Brasileira é Modelo Para O Mundo, Mas Enfrenta Desafios - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/09/01-Ministerio-da-Saude-lancou-a-campanha-de-multivacinacao-no-Distrito-Federal-no-final-de-agosto-Expresso-Carioca.jpg?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/09/01-Ministerio-da-Saude-lancou-a-campanha-de-multivacinacao-no-Distrito-Federal-no-final-de-agosto-Expresso-Carioca.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/09/01-Ministerio-da-Saude-lancou-a-campanha-de-multivacinacao-no-Distrito-Federal-no-final-de-agosto-Expresso-Carioca.jpg?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /></a><figcaption id="caption-attachment-68886" class="wp-caption-text">Ministério da Saúde lançou a campanha de multivacinação no Distrito Federal no final de agosto. Foto: José Cruz/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>Consultora da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) e ex-coordenadora do PNI, Carla Domingues destaca que o programa se fortaleceu porque foi considerado uma política de Estado, tendo se estruturado desde a ditadura militar e passado por diferentes governos democráticos. A robustez conquistada, porém, veio principalmente na década de 1990, a partir da criação do Sistema Único de Saúde (SUS).</p>
<p>&#8220;O PNI foi um exemplo de sucesso porque todos os princípios do SUS foram efetivamente consolidados. Começando pela universalidade, que define que todas as vacinas cheguem a toda a população brasileira, seja ela dos grandes centros, cidades médias, população ribeirinha ou indígena&#8221;, afirma Carla Domingues, que esteve à frente do programa brasileiro por 13 anos.</p>
<blockquote><p>&#8220;A história de sucesso vai até 2016. Hoje, infelizmente, nossos indicadores estão sendo comparados a países como Haiti e Venezuela. Infelizmente, deixamos de ser modelo. O grande desafio é voltar a estabelecer essa confiança que a gente teve por mais de quatro décadas, com a população brasileira sendo responsável e comparecendo aos postos de vacinação&#8221;.</p></blockquote>
<p>Um ponto importante que o PNI introduziu no país, explica a especialista, foi a participação dos estados e municípios nas políticas de imunização, com atribuições definidas para cada uma das esferas do governo. A compra centralizada e em larga escala de vacinas para todo o país por parte do governo federal, também garantida a partir do programa, foi essencial para que todas as populações pudessem ser vacinadas, independentemente da saúde financeira ou prioridade orçamentária de seus estados.</p>
<p>&#8220;Até a década de 1970, os programas da varíola, da pólio e da rubéola faziam suas compras, e não havia uma política nacional de aquisição de vacinas. E para doenças como sarampo, difteria, tétano e coqueluche, os estados que tinham recursos faziam programas estaduais. Isso não tinha impacto para a eliminação das doenças. Com compras centralizadas, distribuição e aplicação descentralizadas, garantia de fornecimento e toda uma cadeia de transporte e logística, você conseguiu implementar essa política de vacinação&#8221;.</p>
<h2>Calendários para todos</h2>
<p>Toda essa estrutura permitiu que o programa saísse das quatro vacinas ofertadas na década de 1970 para 20 vacinas disponíveis hoje, com calendários para crianças, adolescentes, adultos, gestantes e campanhas de grande porte como a vacinação anual contra o Influenza.</p>
<p>Esses motivos fizeram com que o Brasil sempre fosse convidado a apresentar suas experiências nas reuniões da Organização Pan-Americana de Saúde, lembra Carla Domingues, que acrescenta que o país também implementou de forma célere as recomendações e os compromissos debatidos no organismo internacional.</p>
<p>&#8220;O Brasil serviu de modelo quando a organização mostrava os casos de sucesso e, principalmente, pelos desafios, sendo um país tão grande, com populações tão dispersas e em condições geográficas tão diferentes.&#8221;</p>
<figure id="attachment_68888" aria-describedby="caption-attachment-68888" style="width: 365px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/09/01-Presidente-da-Sociedade-Brasileira-de-Imunizacoes-Monica-Levi.-Expresso-Carioca.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-68888" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/09/01-Presidente-da-Sociedade-Brasileira-de-Imunizacoes-Monica-Levi.-Expresso-Carioca.jpg?resize=365%2C548&#038;ssl=1" alt="Vacinação Brasileira é Modelo Para O Mundo, Mas Enfrenta Desafios - Expresso Carioca" width="365" height="548" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/09/01-Presidente-da-Sociedade-Brasileira-de-Imunizacoes-Monica-Levi.-Expresso-Carioca.jpg?w=365&amp;ssl=1 365w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/09/01-Presidente-da-Sociedade-Brasileira-de-Imunizacoes-Monica-Levi.-Expresso-Carioca.jpg?resize=200%2C300&amp;ssl=1 200w" sizes="(max-width: 365px) 100vw, 365px" /></a><figcaption id="caption-attachment-68888" class="wp-caption-text">Presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações, Mônica Levi. Foto: Divulgação/SBIM</figcaption></figure>
<p>A presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Monica Levi, concorda que, apesar de cada país ter suas características, o Brasil era um modelo. Ela destaca que, da mesma forma, outras experiências internacionais podem agregar estratégias no enfrentamento de desafios, como o antivacinismo.</p>
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<div class="post-item-wrap">
<p>&#8220;O Brasil é um país que serve de modelo por ter um êxito nas coberturas vacinais por vários e vários anos, o que não é mais uma realidade agora&#8221;, conta Mônica.</p>
<p>&#8220;É importante ver como outros países enfrentaram as crises de confiança e conseguiram contornar a situação. Mas o que acontece em um país em termos de hesitação vacinal nem sempre é o mesmo que em outros&#8221;, afirma a especialista apontado exemplos como o Japão e a Austrália, que enfrentaram fortes movimentos antivacina contra o imunização anti-HPV.</p>
<p>A SBIm, a Fundação Oswaldo Cruz e o Ministério da Saúde têm trabalhado juntos em um projeto de reversão das baixas coberturas vacinais que obteve bons resultados no Amapá e na Paraíba, envolvendo as comunidades e os líderes comunitários na mobilização pró-vacinas. Esses resultados têm norteado as campanhas de multivacinação que devem chegar a todos os estados até o fim do ano.</p>
<p>&#8220;Já vejo melhora, mas não para todas as vacinas. Sou otimista e acredito que vamos conseguir recuperar nossa cobertura vacinal e voltar a ser como éramos antes. Já tivemos uma melhora em 2022, mas ainda não estamos perto de atingir o que a gente precisa. Ainda tem muito trabalho pela frente&#8221;.</p>
<p><em>Colaborou Tâmara Freire, da Rádio Nacional</em></p>
</div>
</div>
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		<title>Covid-19: Anvisa reitera segurança das doses da vacina bivalente</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/covid-19-anvisa-reitera-seguranca-das-doses-da-vacina-bivalente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Mar 2023 17:51:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[De acordo com a Anvisa, as vacinas bivalentes BA.1 e BA.4/BA.5 contra a covid-19, produzidas pela Pfizer, estão seguras para uso, já que estão dentro do prazo de validade. A agência reguladora afirmou em nota divulgada nesta sexta-feira (17) que os imunizantes possuem validade de 18 meses, a contar da data de fabricação. &#8220;Anteriormente aprovadas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>De acordo com a Anvisa, as vacinas bivalentes BA.1 e BA.4/BA.5 contra a covid-19, produzidas pela Pfizer, estão seguras para uso, já que estão dentro do prazo de validade. A agência reguladora afirmou em nota divulgada nesta sexta-feira (17) que os imunizantes possuem validade de 18 meses, a contar da data de fabricação.</p>
<p>&#8220;Anteriormente aprovadas para uso em até 12 meses, essas vacinas passaram por um rigoroso processo de avaliação técnica da Agência de estudos de estabilidade, antes da aprovação da ampliação do prazo de validade&#8221;, diz a nota.</p>
<p>De acordo com a Anvisa, a análise dos dados dos estudos também demonstrou que não houve alteração nas especificações de qualidade das vacinas durante o período adicional ao prazo anteriormente autorizado.</p>
<blockquote><p>“As vacinas são seguras, eficazes e podem ser utilizadas pelo Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde, conforme os estudos de estabilidade avaliados e aprovados pela Agência”, garante a diretora Meiruze Sousa Freitas.</p></blockquote>
<p>A Anvisa destaca que a ampliação do prazo de validade das vacinas bivalentes da Pfizer foi permitida mediante a adoção de medidas de comunicação e rastreabilidade dos lotes. Entre essas medidas, a empresa incluiu em seu portal eletrônico e no Comirnaty Education a listagem de todos os lotes disponíveis no Brasil e seus respectivos prazos de validade para consulta dos profissionais de saúde e cidadãos. A agência reforça que os cuidados de conservação das vacinas permanecem os mesmos e que a empresa Pfizer é responsável pela qualidade e segurança dos produtos.</p>
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<h2>Variantes</h2>
<p>As vacinas bivalentes da Pfizer oferecem proteção contra a variante original do vírus causador da Covid-19 e contra as cepas que surgiram posteriormente, incluindo a Ômicron, variante de preocupação no momento.</p>
<p>Essas vacinas foram autorizadas para uso como dose de reforço na população a partir de 12 anos. A Anvisa reforça que a imunização continua sendo essencial no combate à covid-19, especialmente na prevenção de casos graves e mortes.</p>
<h2>Desperdício</h2>
<p>Essa semana o Ministério da Saúde divulgou nota informando que perdeu de milhões doses de vacinas contra a covid-19. Segundo a pasta, isso aconteceu pelo fato de o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro ter negado à equipe de transição informações sobre estoques e validade de vacinas.</p>
<blockquote><p>&#8220;Ao todo, incluindo o quantitativo perdido em 2023, o desperdício de vacinas contra a covid-19 chegou a 38,9 milhões de doses desde 2021. Um prejuízo de cerca de R$ 2 bilhões aos cofres públicos&#8221;, informou a pasta.</p></blockquote>
<p>Segundo a secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, Ethel Maciel, a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro não compartilhou dados sobre os estoques com a equipe do presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante a transição de governo.</p>
</div>
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		<title>Rio aplicará 2ª dose de reforço a partir de 40 anos na terça-feira</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/rio-aplicara-2a-dose-de-reforco-a-partir-de-40-anos-na-terca-feira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jun 2022 19:59:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A partir da próxima terça-feira (21), todas as pessoas com 40 anos ou mais já podem tomar a segunda dose de reforço contra a covid-19 na cidade do Rio de Janeiro. O anúncio foi feito hoje (17) pelo prefeito Eduardo Paes pelas redes sociais. Pelo Twitter, Paes informou que o intervalo deve ser de pelo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>A partir da próxima terça-feira (21), todas as pessoas com 40 anos ou mais já podem tomar a segunda dose de reforço contra a covid-19 na cidade do Rio de Janeiro.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O anúncio foi feito hoje (17) pelo prefeito Eduardo Paes pelas redes sociais. Pelo Twitter, Paes informou que o intervalo deve ser de pelo menos quatro meses, após a primeira dose de reforço.</p>
<p>Para imunizar a população contra a covid-19, os postos de saúde da cidade do Rio de Janeiro abrem hoje e amanhã (18) das 8h às 12h. Estão sendo aplicadas as duas primeiras doses para todos com 5 anos ou mais que ainda não se vacinaram.</p>
<p>A primeira dose de reforço está sendo aplicada a todos que têm 12 anos ou mais. O intervalo entre a primeira e a segunda doses varia de acordo com o tipo de vacina: Pfizer (21 dias), CoronaVac (quatro semanas), AstraZeneca (oito semanas).</p>
<p>Já o intervalo entre a segunda dose e a primeira dose de reforço é de, no mínimo, quatro meses para a Pfizer, CoronaVac e AstraZeneca. Para quem se imunizou com a dose única da Janssen, o intervalo para a primeira dose de reforço é de dois meses.</p>
<p>O intervalo entre a primeira dose de reforço e a segunda é de quatro meses, segundo a Secretaria Municipal de Saúde.</p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Covid-19: Rio suspende 2ª dose para adolescentes que tomaram Pfizer</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/covid-19-rio-suspende-2a-dose-para-adolescentes-que-tomaram-pfizer/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Apr 2022 14:02:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Adolescente]]></category>
		<category><![CDATA[Coronavírus]]></category>
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					<description><![CDATA[A cidade do Rio de Janeiro suspendeu a aplicação da segunda dose da vacina contra a covid-19 em adolescentes de 12 a 17 anos para quem recebeu o imunizante da Pfizer na primeira aplicação. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), a cidade está desabastecida de doses adultas da fabricante norte-americana e o esquema básico [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>A cidade do Rio de Janeiro suspendeu a aplicação da segunda dose da vacina contra a covid-19 em adolescentes de 12 a 17 anos para quem recebeu o imunizante da Pfizer na primeira aplicação.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Segundo a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), a cidade está desabastecida de doses adultas da fabricante norte-americana e o esquema básico da vacinação deve ser feito com vacinas homólogas, ou seja, da mesma fabricante.</p>
<p>Apenas a Pfizer estava autorizada para ser aplicada neste público até janeiro, quando o Ministério da Saúde incluiu a CoronaVac para crianças a partir dos 6 anos.</p>
<p>De acordo com os painéis de vacinação da prefeitura, ainda faltam 111,8 mil jovens de 12 a 19 anos completarem o esquema básico, com duas doses, contra a covid-19.</p>
<p>Para a dose de reforço no público adulto, estão sendo aplicada as vacinas da Janssen e da AstraZeneca, disponíveis em estoque na cidade.</p>
<p>“A SMS-Rio já solicitou ao Ministério da Saúde doses da Pfizer para adultos, e segue aguardando a chegada da vacina”, informa o órgão.</p>
<h2>Situação no estado</h2>
<p>Já a Secretaria de Estado de Saúde (SES) solicitou na segunda-feira (4) ao Ministério da Saúde o envio de 600 mil doses da vacina Pfizer. “O imunizante servirá para completar o esquema vacinal de pessoas com 12 anos ou mais que tenham recebido apenas a dose do imunizante”, disse a SES.</p>
<div>
<p>Segundo o secretário, Alexandre Chieppe, a pasta espera que a situação seja regularizada nos próximos dias, sem comprometer a campanha de vacinação contra a covid-19:</p>
<p>“Sempre que a gente precisou do Ministério da Saúde nós fomos atendidos e a gente imagina que agora, por alguma questão pontual de logística, a gente imagina que deva ser resolvido rapidamente também. Então a gente pede para que as pessoas que eventualmente precisem da Pfizer nesse momento, que tenham um pouco de paciência até que a gente tenha um posicionamento oficial do Ministério da Saúde&#8221;.</p></div>
<p>O Ministério da Saúde informou na quarta-feira (6) que 4,8 milhões de doses seriam distribuídas nessa semana, sendo 1,2 milhão pediátricas, para a aplicação da segunda dose em crianças de 5 a 11 anos.</p>
<p>No segundo lote, são 3,6 milhões de doses destinados para o reforço em adultos. Desse total, 2,2 milhões são da Janssen, 1,3 milhão da AstraZeneca e cerca de 50 mil da Pfizer.</p>
<p>De acordo com o Ministério, não há pendência de vacinas para o estado do Rio de Janeiro.</p>
<p>“A pasta já entregou ao estado mais de 40 milhões de doses, sendo 16 milhões para o público acima de 12 anos. Segundo dados fornecidos pelo próprio estado, 13,5 milhões de doses foram aplicadas. Ou seja, o estado tem um saldo estimado em mais de 2,5 milhões de doses para o público. No entanto, a pasta avalia a solicitação por mais imunizante”, informou o ministério hoje (8).</p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Covid-19: apenas 35% das crianças de 5 a 11 anos tomaram a D1 no RJ</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/covid-19-apenas-35-das-criancas-de-5-a-11-anos-tomaram-a-d1-no-rj/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Mar 2022 23:22:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[Criança]]></category>
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		<category><![CDATA[Vacinação]]></category>
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					<description><![CDATA[Apenas 35% das crianças de 5 a 11 anos do estado do Rio de Janeiro receberam a primeira dose da vacina contra a covid-19. De um total estimado em 1,5 milhão de crianças, apenas 526,2 mil receberam a imunização. A segunda dose só foi aplicada até o momento em 78,9 mil crianças nessa faixa etária, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>Apenas 35% das crianças de 5 a 11 anos do estado do Rio de Janeiro receberam a primeira dose da vacina contra a covid-19. De um total estimado em 1,5 milhão de crianças, apenas 526,2 mil receberam a imunização. A segunda dose só foi aplicada até o momento em 78,9 mil crianças nessa faixa etária, o que equivale a 5% do total.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Entre os adolescentes de 12 a 17 anos, a adesão no estado chega a 86% (1,1 milhão) com a primeira dose e 63% (833,2 mil) com a segunda. Os dados estão <a href="https://painel.saude.rj.gov.br/monitoramento/covid19.html#" target="_blank" rel="noopener">disponíveis nos painéis</a> da Secretaria de Estado de Saúde (SES). A SES foi procurada para se manifestar sobre a baixa adesão à vacinação infantil contra covid-19 no estado, mas não enviou posicionamento nem informou estratégias para aumentar a cobertura.</p>
<p>Na capital, faltam 26% do grupo de 5 a 11 anos tomarem a primeira dose, um total de 147,2 mil crianças, segundo os dados da Secretaria Municipal de Saúde (SMS). Para ampliar a adesão à vacina, foi feita uma campanha de busca ativa nas escolas, em parceria com a Secretaria Municipal de Educação (SME), com vacinação nas unidades de ensino municipais durante as aulas, mediante autorização dos pais.</p>
<p>A cobertura na cidade da população total acima de 5 anos está em 98% com a primeira dose e 91% com a segunda ou dose única. No estado do Rio de Janeiro, a cobertura com o esquema completo para o público que integra a campanha está em 73%.</p>
<h2>Histórico</h2>
<p>O grupo de 5 a 11 anos foi incluído no Plano Nacional de Imunizações (PNI) no dia 5 de janeiro deste ano, após a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovar o uso da vacina Pfizer pediátrica em 16 de dezembro.</p>
<p>As primeiras doses chegaram ao Brasil em 13 de janeiro e, no Rio de Janeiro, a aplicação começou no dia 17 de janeiro. O uso infantil da CoronaVac, fabricada no Brasil pelo Instituto Butantan, em São Paulo, foi aprovado pela Anvisa para a faixa entre 6 e 17 anos no dia 20 de janeiro.</p>
<h2>Fake News</h2>
<p>Esse mês, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) emitiu um alerta sobre o desafio e a importância da vacinação infantil contra a covid-19 para conter a pandemia. A nota técnica atribui às <em>fake news</em> a responsabilidade por causar insegurança em muitos pais sobre os riscos de vacinar seus filhos.</p>
<p>Instituições de <a href="https://butantan.gov.br/noticias/medicos-e-pesquisadores-garantem-a-seguranca-da-vacinacao-infantil-contra-covid-19" target="_blank" rel="noopener">pesquisa como o Butantan</a> e diversos cientistas brasileiros e de outros países já atestaram a segurança e eficácia da vacina contra a covid-19 para o público infantil. Segundo a Fiocruz, os principais motivos para a hesitação em vacinar os filhos são o medo de reações adversas e a minimização da gravidade da doença em crianças.</p>
<p>O problema da disseminação de desinformação e informações falsas também foi apontado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), como uma barreira na resposta à pandemia no Brasil. A conclusão está no relatório <em>Explorando debates online da Covid-19 e a poluição de informações na América Latina e no Caribe</em>, <a href="https://www.latinamerica.undp.org/content/rblac/en/home/library/democratic_governance/exploring-covid-19-online-debates-and-information-pollution-in-l.html" target="_blank" rel="noopener">lançado na semana passada</a>, apenas em inglês.</p>
<p>Segundo o relatório, 25,8% das informações falsas que circularam na região entre 1º de outubro de 2020 e 13 de fevereiro de 2021, em inglês e espanhol, são relacionadas às vacinas. O documento aponta que, apesar de não terem sido analisados conteúdos em português, 22% dos brasileiros foram expostos a informações poluídas sobre vacinas em outras línguas.</p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Covid-19: Brasil recebe mais 2 milhões de doses da vacina da Pfizer</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/covid-19-brasil-recebe-mais-2-milhoes-de-doses-da-vacina-da-pfizer/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Feb 2022 15:32:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério da Saúde recebeu mais um lote com 2 milhões de vacinas contra a covid-19 da Pfizer. A remessa chegou pelo Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), em dois voos. No de hoje (21) chegaram mais de 1,4 milhão de doses pediátricas, voltadas a crianças de 5 a 11 anos. Já o que [&#8230;]]]></description>
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<div class="post-item-wrap">
<p>O Ministério da Saúde recebeu mais um lote com 2 milhões de vacinas contra a covid-19 da Pfizer. A remessa chegou pelo Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), em dois voos.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>No de hoje (21) chegaram mais de 1,4 milhão de doses pediátricas, voltadas a crianças de 5 a 11 anos. Já o que pousou ontem (20), trouxe 585 mil doses para vacinação do público-alvo acima de 12 anos.</p>
<p>Em nota a pasta informou que os imunizantes serão encaminhados para o Centro de Distribuição do Ministério da Saúde, onde passarão por um rígido controle de qualidade. Após esse processo, o lote será distribuído pelo Ministério da Saúde aos estados e ao Distrito Federal.</p>
<h2>Balanço</h2>
<p>Ainda na manhã desta segunda-feira, o Brasil ultrapassou a marca de 380 milhões de doses aplicadas. Mais de 93% da população acima de 12 anos está vacinada com a primeira dose e mais de 155 milhões estão com o esquema vacinal completo.</p>
<p>Desde o início da campanha de vacinação, mais de 430 milhões de doses de imunizantes contra a covid-19 já foram distribuídas pelo Ministério da Saúde.</p>
</div>
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		<item>
		<title>Covid-19: Rio vai receber 120 mil doses de vacinas para as crianças</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/covid-19-rio-vai-receber-120-mil-doses-de-vacinas-para-as-criancas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Jan 2022 15:26:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O município do Rio de Janeiro espera receber 120 mil novas doses de vacinas contra a covid-19 entre hoje (24) e amanhã (25), sendo 30 mil da Pfizer pediátrica e 90 mil doses de CoronaVac para o público de 6 a 17 anos sem comorbidades, informou nesta manhã a Secretaria Municipal de Saúde. Até amanhã, [&#8230;]]]></description>
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<div class="post-item-wrap">
<p>O município do Rio de Janeiro espera receber 120 mil novas doses de vacinas contra a covid-19 entre hoje (24) e amanhã (25), sendo 30 mil da Pfizer pediátrica e 90 mil doses de CoronaVac para o público de 6 a 17 anos sem comorbidades, informou nesta manhã a Secretaria Municipal de Saúde.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Até amanhã, a imunização infantil continua para meninas e meninos de 11 anos. A partir de quarta-feira (26), o calendário da vacinação avança para as crianças de 10 anos, de ambos os sexos. O calendário divulgado inicialmente, que previa a imunização dessa faixa etária até o dia 22 de janeiro, foi suspenso por falta de doses.</p>
<p>No último dia 20, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou a aplicação do imunizante do Instituto Butantan, a CoronaVac, em crianças e adolescentes com idade entre 6 e 17 anos.</p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Covid-19: Rio retoma calendário de vacinação infantil na quarta-feira</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/covid-19-rio-retoma-calendario-de-vacinacao-infantil-na-quarta-feira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Jan 2022 14:48:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) do Rio de Janeiro deve retomar o cronograma de vacinação infantil contra a covid-19 na próxima quarta-feira (26). A retomada será possível, com a chegada de um lote de 90 mil doses da CoronaVac, na segunda-feira (24); além de um lote de 30 mil doses pediátricas do imunizante da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) do Rio de Janeiro deve retomar o cronograma de vacinação infantil contra a covid-19 na próxima quarta-feira (26). A retomada será possível, com a chegada de um lote de 90 mil doses da CoronaVac, na segunda-feira (24); além de um lote de 30 mil doses pediátricas do imunizante da Pfizer.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Ontem (20), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou a aplicação do imunizante do Instituto Butantan, a CoronaVac, em crianças e adolescentes com idade entre 6 e 17 anos.</p>
<p>De acordo com a SMS, a vacinação na próxima quarta-feira será para crianças de 10 anos, de ambos os sexos. O calendário divulgado inicialmente, que previa a imunização dessa faixa etária até amanhã (22), foi suspenso por falta de doses.</p>
<p>“A SMS aguarda o envio de 120 mil doses de vacinas pelo Ministério da Saúde no início da próxima semana, sendo 30 mil da Pfizer e 90 mil da CoronaVac, esta que poderá ser aplicada no público de 6 a 17 anos sem comorbidades. Com isso, o Município mantém a repescagem para os três grupos já atendidos e, a partir da quarta-feira, avançará no calendário”, informou o órgão por meio de nota.</p>
<p>De acordo com a secretaria municipal, foram vacinadas até ontem (20) cerca de 39 mil crianças dos grupos de 11 anos e a partir dos 5 com comorbidades e com deficiência.</p>
<p>Segundo a pasta, o avanço para a faixa etária dos 10 anos requer um aporte de mais 60 mil doses. “Com a chegada desses novos lotes, a SMS pretende ajustar o calendário de vacinação infantil. Os detalhes serão divulgados em breve”.</p>
<p>O Ministério da Saúde espera receber na segunda-feira mais 1,8 milhão de doses da Pfizer para aplicação em crianças de 5 a 11 anos. De acordo com a pasta, o país já recebeu 2,5 milhões de doses da vacina pediátrica.</p>
<p>O último lote, com 1,2 milhão de doses, foi entregue domingo passado (16) e está sendo distribuído aos estados. A reportagem perguntou ao Ministério sobre a distribuição da CoronaVac para aplicação nas crianças, mas ainda não obteve retorno.</p>
<h2>Reforço</h2>
<p>O secretário Municipal de Saúde, Daniel Soranz, afirmou que a dose de reforço para os adultos tem se mostrado eficiente para evitar agravamentos da infecção pela variante Ômicron, que já representa 90% dos casos de covid-19 na cidade. Segundo ele, 650 mil pessoas estão aptas a receber a dose de reforço e não retornaram aos postos de vacinação.</p>
<p>Até o momento, a cidade já aplicou 2,1 milhão de doses de reforço contra a covid-19.</p>
<h2>Casos</h2>
<p>Apenas em janeiro de 2022, o município já confirmou 122.189 casos da doença, sendo 550 casos graves e 67 óbitos. O número de casos já supera metade dos 217,8 mil registrados em todo o primeiro ano da pandemia, em 2020, e chega a 42,6% dos 289,5 mil registros de 2021.</p>
<p>No momento, o painel da prefeitura informa que são 862 pessoas internadas com covid-19 na rede pública da cidade, sendo que 88% dos internados não completaram o calendário vacinal.</p>
</div>
</div>
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		<title>Maricá começa a vacinar crianças contra a covid-19 nesta sexta-feira</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/marica-comeca-a-vacinar-criancas-contra-a-covid-19-nesta-sexta-feira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Jan 2022 14:47:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A cidade de Maricá, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, inicia hoje (14) a imunização das crianças de 5 a 11 anos contra a covid-19, sendo a primeira do estado a atender essa faixa etária. A Secretaria de Estado de Saúde (SES) recebeu no início da madrugada de hoje a primeira remessa das vacinas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>A cidade de Maricá, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, inicia hoje (14) a imunização das crianças de 5 a 11 anos contra a covid-19, sendo a primeira do estado a atender essa faixa etária.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A Secretaria de Estado de Saúde (SES) recebeu no início da madrugada de hoje a primeira remessa das vacinas da Pfizer destinada a esse público, com 93,5 mil doses.</p>
<p>De acordo com a prefeitura da cidade, o primeiro grupo atendido será o de crianças indígenas em suas aldeias. Amanhã (15), será a vez das crianças com comorbidades ou deficiência permanente, que devem ser levadas à sede do Serviço de Atendimento de Reabilitação Especial de Maricá (Sarem), das 9h às 13h.</p>
<p>As crianças com dificuldades de locomoção severa podem receber a vacina em casa, depois de agendamento na Unidade de Saúde da Família (USF) de referência.</p>
<p>O pai ou responsável precisa apresentar o laudo médico que comprove a comorbidade ou a deficiência permanente listada no Plano Nacional de Imunização (PNI), além de certidão de nascimento ou documento de identidade da criança.</p>
<p>A secretária municipal de Saúde, Solange Oliveira, destacou que o cronograma da cidade segue o recomendado pelo PNI, mas depende da disponibilidade de vacinas pelo Ministério da Saúde. Ela explica que a imunização das crianças ajuda a proteger toda a população contra o novo coronavírus.</p>
<p>“É importante que os responsáveis saibam que a vacina é segura e eficaz, e é fundamental que as crianças recebam a primeira dose o quanto antes para conseguirmos romper a cadeia de transmissão do vírus, principalmente a de novas variantes. Além de proteger e evitar formas graves, a vacinação das crianças também protegerá os adultos e os idosos, por isso é urgente e necessária”.</p>
<p>O calendário para a imunização das crianças em geral ainda não foi divulgado pela prefeitura de Maricá.</p>
<p>No município do Rio de Janeiro, a prefeitura anunciou para segunda-feira (17) o início da vacinação infantil, começando com as meninas de 11 anos. Na terça-feira será a vez dos meninos da mesma idade e na quarta-feira a repescagem para ambos os sexos.</p>
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