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	<title>PNAD &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>PNAD &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Rendimento médio dos brasileiros atinge maior valor em 12 anos, impulsionado pelo trabalho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 May 2025 15:42:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[O rendimento médio real mensal dos brasileiros chegou a R$ 3.057 em 2024 — o maior valor registrado desde o início da série histórica da Pnad Contínua, do IBGE, em 2012. O número representa um crescimento de 2,9% em relação a 2023 e supera o recorde anterior, de R$ 2.974. O avanço foi impulsionado principalmente [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O rendimento médio real mensal dos brasileiros chegou a R$ 3.057 em 2024 — o maior valor registrado desde o início da série histórica da Pnad Contínua, do IBGE, em 2012. O número representa um crescimento de 2,9% em relação a 2023 e supera o recorde anterior, de R$ 2.974.</p>
<p>O avanço foi impulsionado principalmente pelo crescimento da renda do trabalho, que atingiu R$ 3.225 em média, também um recorde. Segundo o IBGE, 47% da população com 14 anos ou mais têm rendimento recorrente por atividade laboral, o maior percentual já registrado, totalizando 101,9 milhões de pessoas.</p>
<p>Outro destaque da pesquisa foi a alta no rendimento mensal real domiciliar per capita, que chegou a R$ 2.020 em 2024 — aumento de 4,7% em relação ao ano anterior e de 19,1% desde 2012. Ao todo, a massa de rendimento domiciliar no Brasil alcançou R$ 438,3 bilhões mensais, novo recorde, com quase 75% desse valor vindo do trabalho.</p>
<p>A participação da população com alguma fonte de renda também cresceu: 66,1% dos brasileiros tinham algum rendimento em 2024, frente a 64,9% no ano anterior.</p>
<p>Os dados revelam um cenário de recuperação econômica e fortalecimento do mercado de trabalho, especialmente após os impactos da pandemia. O Sudeste concentrou quase metade da massa de rendimentos, com R$ 217,4 bilhões, seguido por Sul e Nordeste. As regiões com maior crescimento percentual foram Nordeste (11,1%) e Sul (11,9%).</p>
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		<title>Renda de pessoas negras equivale a 58% da de brancas, revela estudo</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/renda-de-pessoas-negras-equivale-a-58-da-de-brancas-revela-estudo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Mar 2025 13:53:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Centro de Estudos e Dados sobre Desigualdades Raciais]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[Igualdade Racial]]></category>
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					<description><![CDATA[Um estudo divulgado pelo Centro de Estudos e Dados sobre Desigualdades Raciais (Cedra) revelou que a renda do trabalho principal de pessoas negras corresponde, em média, a 58,3% da renda das pessoas brancas entre 2012 e 2023. A pesquisa utilizou dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), do Instituto Brasileiro de Geografia e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um estudo divulgado pelo Centro de Estudos e Dados sobre Desigualdades Raciais (Cedra) revelou que a renda do trabalho principal de pessoas negras corresponde, em média, a 58,3% da renda das pessoas brancas entre 2012 e 2023. A pesquisa utilizou dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<h3>Diferença Salarial Persiste ao Longo da Década</h3>
<p>Em 2012, a renda média do trabalho principal das pessoas negras era de R$ 1.049,44, enquanto a das pessoas brancas alcançava R$ 1.816,28. Em 2023, esses valores passaram para R$ 2.199,04 e R$ 3.729,69, respectivamente. Apesar do crescimento nominal dos rendimentos, a desigualdade se reduziu apenas em 1,2 ponto percentual ao longo do período.</p>
<h3>Trabalho Doméstico: Desigualdade Aumenta</h3>
<p>O levantamento também apontou que a renda das mulheres negras no trabalho doméstico correspondia a 86,1% da renda das mulheres brancas no período analisado. Em 2012, essa renda era de R$ 503,23 para negras e R$ 576,00 para brancas. Em 2022, as negras passaram a receber R$ 978,35, enquanto as brancas atingiram R$ 1.184,57. Isso resultou em um aumento da desigualdade de 4,8 pontos percentuais.</p>
<h3>Representatividade em Cargos Gerenciais</h3>
<p>Em 2012, as pessoas negras representavam 53% da população e ocupavam 31,5% dos cargos gerenciais. Em 2023, esses percentuais passaram para 56,5% da população e 33,7% dos cargos gerenciais, indicando um avanço de apenas 2,2 pontos percentuais na presença de negros nesses postos.</p>
<p>Quando se trata das mulheres, a proporção de brancas em cargos gerenciais aumentou 1,5 ponto percentual entre 2012 e 2023, apesar da redução de sua participação populacional de 24,1% para 22%. No caso das mulheres negras, houve crescimento tanto na ocupação de cargos gerenciais (1,3 ponto percentual) quanto na população geral (de 26,5% em 2012 para 28,5% em 2023), mas sem diminuição significativa da desigualdade.</p>
<h3>Empregadores e Desemprego</h3>
<p>A proporção de homens brancos como empregadores em 2012 era quase cinco vezes maior do que a de mulheres negras. Em 2023, essa diferença reduziu-se para quatro vezes, mas a disparidade ainda é expressiva.</p>
<p>Já a taxa de desocupacão das mulheres negras, que em 2012 era 6,1 pontos percentuais acima da dos homens brancos, atingiu 8,9 pontos em 2017, antes de reduzir para 7,4 pontos em 2023.</p>
<h3>Sobre o Cedra</h3>
<p>O Centro de Estudos e Dados sobre Desigualdades Raciais é composto por especialistas em ciência de dados, estatísticos, economistas e cientistas sociais. Entre seus apoiadores estão o Instituto Çarê, Instituto Ibirapitanga, B3 Social e Bem-Te-Vi Diversidade, além de parcerias com Amazon Web Services (AWS), Bain &amp; Company, Daniel Advogados e Observatório da Branquitude.</p>
<p>A pesquisa reforça a necessidade de políticas públicas e empresariais que promovam maior equidade salarial e oportunidades para pessoas negras no mercado de trabalho brasileiro.</p>
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		<title>Desemprego no Brasil cai para 7,1%, menor nível desde 2014</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/desemprego-no-brasil-cai-para-71-menor-nivel-desde-2014/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Jun 2024 14:20:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[PNAD]]></category>
		<category><![CDATA[Taxa de Desocupação]]></category>
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					<description><![CDATA[O Brasil registrou um importante marco no mercado de trabalho: a taxa de desocupação caiu para 7,1% no trimestre encerrado em maio, o menor índice para o período desde 2014. O dado, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira (28), representa uma queda em comparação com os 7,8% registrados no trimestre [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil registrou um importante marco no mercado de trabalho: a taxa de desocupação caiu para 7,1% no trimestre encerrado em maio, o menor índice para o período desde 2014. O dado, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira (28), representa uma queda em comparação com os 7,8% registrados no trimestre anterior e os 8,3% no mesmo período de 2023. Este é o menor índice registrado desde o trimestre encerrado em janeiro de 2015, quando a taxa ficou em 6,9%.</p>
<p>A população desocupada no país — pessoas com 14 anos ou mais que procuravam emprego — diminuiu para 7,8 milhões em maio. Este número representa uma queda de 751 mil pessoas em comparação ao trimestre encerrado em fevereiro de 2024 e 1,2 milhão em relação ao mesmo período de 2023.</p>
<p>A população ocupada alcançou 101,3 milhões de pessoas, um recorde na série histórica do IBGE. Esse número é 1,1 milhão superior ao do trimestre anterior e 2,9 milhões acima do registrado em maio de 2023. A expansão foi impulsionada tanto pelo aumento de empregados formais quanto informais, refletindo a recuperação e o crescimento de diversas atividades econômicas.</p>
<p>O número de empregados com carteira assinada atingiu um recorde de 38,3 milhões, um resultado de crescimentos contínuos a cada trimestre. O número de empregados sem carteira assinada também foi o maior já registrado, totalizando 13,7 milhões. Setores como administração pública, educação, saúde e serviços sociais foram destaque na criação de vagas, enquanto o setor de transporte, armazenagem e correio apresentou uma leve redução.</p>
<p>O rendimento médio dos trabalhadores no trimestre encerrado em maio foi de R$ 3.181, estável em relação ao trimestre anterior e 5,6% maior na comparação anual. Este é o maior valor registrado para um trimestre encerrado em maio desde o início da pandemia, que afetou severamente a economia e o mercado de trabalho. A massa de rendimentos, que soma a renda total recebida pelos trabalhadores, atingiu o recorde de R$ 317,9 bilhões, um valor que contribui significativamente para a economia, seja pelo consumo ou pela poupança.</p>
<p><strong>Informalidade e Contribuição para a Previdência</strong></p>
<p>A taxa de informalidade foi de 38,6% da população ocupada, equivalente a 39,1 milhões de trabalhadores informais. Este grupo inclui principalmente empregados sem carteira assinada, empregadores e trabalhadores por conta própria sem CNPJ. Apesar disso, o país também registrou um recorde no número de trabalhadores contribuindo para a previdência social, com 66,171 milhões no trimestre encerrado em maio, representando 65,3% da população ocupada.</p>
<p>A contínua queda na taxa de desemprego, aliada ao crescimento da ocupação e da massa salarial, indica uma recuperação econômica robusta, com potencial para sustentar o crescimento econômico e a melhoria da qualidade de vida dos trabalhadores brasileiros.</p>
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		<title>Brancos estudam em média 10,8 anos; negros, 9,2 anos</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/brancos-estudam-em-media-108-anos-negros-92-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Mar 2024 19:06:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Analfabetismo]]></category>
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					<description><![CDATA[Os negros brasileiros têm menos anos de estudo, maiores taxas de analfabetismo e menor acesso ao ensino superior. Dados de uma publicação especial sobre educação da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada nesta sexta-feira (22), mostram que a desigualdade racial persiste no cenário educacional do país. Entre os dados que mostram as [&#8230;]]]></description>
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<p>Os negros brasileiros têm menos anos de estudo, maiores taxas de analfabetismo e menor acesso ao ensino superior. Dados de uma publicação especial sobre educação da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada nesta sexta-feira (22), mostram que a desigualdade racial persiste no cenário educacional do país.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Entre os dados que mostram as diferenças raciais destaca-se a média de anos de estudo. Enquanto os brancos tinham, em média, 10,8 anos em 2023, os negros tinham 9,2 anos, ou seja, 1,6 ano a menos. Houve uma pequena queda nessa diferença desde 2016, quando era de 2 anos.</p>
<p>A partir dos dados da Pnad Contínua, é possível observar que essa desigualdade começa no ensino médio. Enquanto, no ensino fundamental, o percentual de negros no ciclo escolar adequado à sua faixa etária (6 a 14 anos) era superior (94,7%) ao de brancos (94,5%), no nível médio a situação se invertia.</p>
<p>A parcela de negros de 15 a 17 anos que estudavam ou já tinham concluído o ensino médio, ciclo adequado para essa faixa etária, era de 71,5%, bem abaixo dos 80,5% atingidos pela população branca.</p>
<blockquote><p>“O abandono escolar começa a ficar muito mais forte a partir dos 15 anos, que é quando esse adolescente muitas vezes para de estudar, muito em função do trabalho”, ressalta a pesquisadora do IBGE Adriana Beringuy.</p></blockquote>
<p>Apenas 48,3% dos negros com mais de 25 anos haviam concluído o ensino médio em 2023. Para os brancos, o percentual era de 61,8%.</p>
<p>A situação de desigualdade se acentua no acesso ao ensino superior. A taxa de negros de 18 a 24 anos que cursavam uma graduação ou já tinham concluído a faculdade era de 19,3%. Já os brancos eram 36%. O atraso escolar atingia 7% dos brancos na faixa de 18 a 24 anos, enquanto que 10,1% dos negros sofriam com esse problema.</p>
<p>Segundo o IBGE, 70,6% dos negros com 18 a 24 anos deixaram os estudos sem concluir o ensino superior. Para os brancos, a taxa era de 57%.</p>
<p>Outro dado que mostra a permanência na desigualdade racial na educação brasileira é a taxa de analfabetismo. Os negros tinham uma taxa de 7,1% em 2023, mais do que o dobro observado na população branca (3,2%). Analisando-se a taxa para pessoas com mais de 60 anos, a diferença é ainda maior: 22,7% para os negros e 8,6% para os brancos.</p>
</div>
</div>
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		<title>Taxa média de desemprego em 2023 é a menor desde 2014</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/taxa-media-de-desemprego-em-2023-e-a-menor-desde-2014/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Jan 2024 19:01:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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					<description><![CDATA[A taxa média de desocupação em 2023 ficou em 7,8%. Esse resultado anual é o menor desde 2014, quando o indicador marcou 7%. O dado faz parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad), divulgada nesta quarta-feira (31) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O desemprego médio do ano passado foi [&#8230;]]]></description>
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<p>A taxa média de desocupação em 2023 ficou em 7,8%. Esse resultado anual é o menor desde 2014, quando o indicador marcou 7%. O dado faz parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad), divulgada nesta quarta-feira (31) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O desemprego médio do ano passado foi 1,8 ponto percentual (pp) menor que o nível de 2022, com 9,6%. O resultado confirma tendência já apresentada em 2022 de recuperação do mercado de trabalho após o impacto da pandemia da covid-19.</p>
<p>O levantamento revela que a população média ocupada atingiu um recorde, subindo para 100,7 milhões de pessoas em 2023, com crescimento de 3,8% na comparação com 2022. Na outra ponta, houve redução de 17,6% no número médio de pessoas desocupadas entre 2022 e 2023, chegando a 8,5 milhões.</p>
<h2>Trajetória</h2>
<p>A série histórica do IBGE começa em 2012, quando a taxa de desocupação média ficou em 7,4%. O menor índice já registrado foi em 2014 (7%). Em 2019, último ano antes de começar a pandemia, o desemprego era de 11,8%, e chegou a alcançar 14% em 2021, pico da série.</p>
<h2>Tipo de contratação</h2>
<p>O ano de 2023 terminou com recorde do número de empregados com carteira de trabalho assinada, 37,7 milhões, alta de 5,8% na comparação com o ano anterior.</p>
<p>O contingente de trabalhadores sem carteira assinada no setor privado também mostrou aumento (5,9%), chegando a 13,4 milhões de pessoas, configurando o pico da série.</p>
<p>A quantidade de trabalhadores por conta própria somou 25,6 milhões no ano passado, subindo 0,9% em 12 meses. A taxa anual de informalidade passou de 39,4% para 39,2% entre 2022 e 2023.</p>
<p>O nível da ocupação do mercado de trabalho brasileiro &#8211; percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar &#8211; foi estimado em 57,6% em 2023. Isso representa alta de 1,6 ponto percentual na comparação com 2022. O maior nível já apontado ocorreu em 2013, com 58,3%.</p>
<h2>Rendimento</h2>
<p>O rendimento real de 2023 foi estimado pelo IBGE em R$ 2.979, alta de R$ 199 na comparação com 2022. Esse crescimento de 7,2% supera a inflação oficial acumulada no ano passado, de 4,62%. O valor se aproxima do maior registrado na série histórica, R$ 2.989, em 2014.</p>
<h2>4º trimestre</h2>
<p>Considerando apenas os dados trimestrais de emprego, que oferecem uma análise mais recente do comportamento do mercado de trabalho brasileiro, o último trimestre de 2023 teve taxa de desocupação de 7,4%. A população ocupada chegou a 101 milhões. Para efeito de comparação, no terceiro trimestre, o nível de desemprego foi 7,7%.</p>
<p>O período de três meses encerrado em dezembro de 2023 apresentou a menor taxa desde o trimestre encerrado em janeiro de 2015. Observando apenas os trimestres encerrados em dezembro, o número é o mais baixo desde 2014.</p>
<p>De acordo com a coordenadora da Pnad, Adriana Beringuy, os últimos meses do ano terminaram com mais vagas de trabalho de forma disseminada pela economia.</p>
<p>“Houve expansão em diversos segmentos. Nos últimos resultados, notávamos um movimento mais concentrado no setor de serviços. Para este trimestre encerrado em dezembro, indústria e construção também contribuíram significativamente.”</p>
<p>No trimestre, o rendimento do trabalhador brasileiro ficou em R$ 3.032, sem variação significativa na comparação trimestral e aumento de 3,1% no ano.</p>
<h2>Setores</h2>
<p>Confrontando o terceiro e quarto trimestres de 2023, o grupamento indústria geral cresceu 2,5%, acrescentando 322 mil vagas. A construção teve expansão de 2,7%, o que representou 198 mil novos postos de trabalho. O grupo transporte, armazenagem e correio adicionou 237 mil empregos (+4,3%). O segmento outros serviços apresentou evolução de 5,8% no quantitativo de mão de obra, somando 302 mil vagas. Já os serviços domésticos ocuparam mais 228 mil pessoas (+3,9%).</p>
<p>Apenas o grupo de agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura teve redução na comparação (-4,8%), menos 403 mil pessoas.</p>
<h2>Caged</h2>
<p>Nesta terça-feira (30) o Ministério do Trabalho e Emprego divulgou dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), que avalia apenas o comportamento dos postos de trabalho formal, ou seja, com carteira assinada. Em 2023, o Brasil registrou saldo positivo de 1.483.598 vagas. O salário médio de admissão foi R$ 2.037,94.</p>
</div>
</div>
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		<title>Desemprego cai para 8,7% no terceiro trimestre, revela IBGE</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/desemprego-cai-para-87-no-terceiro-trimestre-revela-ibge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Oct 2022 17:11:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Contínua]]></category>
		<category><![CDATA[Desemprego]]></category>
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					<description><![CDATA[A taxa de desemprego caiu 0,6 ponto percentual no trimestre móvel de julho a setembro de 2022 e ficou em 8,7% no período, em comparação com o trimestre de abril a junho, quando foi de 9,3%. Em relação ao mesmo período de 2021, quando o desemprego estava em 12,6%, a redução é de 3,9 pontos [&#8230;]]]></description>
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<p>A taxa de desemprego caiu 0,6 ponto percentual no trimestre móvel de julho a setembro de 2022 e ficou em 8,7% no período, em comparação com o trimestre de abril a junho, quando foi de 9,3%. Em relação ao mesmo período de 2021, quando o desemprego estava em 12,6%, a redução é de 3,9 pontos percentuais.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua e foram divulgados hoje (27), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>Segundo o IBGE, é a menor taxa desde o trimestre fechado em junho de 2015, quando o desemprego estava em 8,4%. Os dados apontam para um total de 9,5 milhões de pessoas desocupadas, queda de 6,2% (menos 621 mil pessoas) no trimestre e 29,7% (menos 4 milhões) no ano.</p>
<p>Em números absolutos, a população ocupada somou 99,3 milhões de pessoas, um recorde da série iniciada em 2012. A alta na comparação trimestral foi de 1% ou mais um milhão de pessoas. Na comparação anual, a alta é de 6,8% ou mais 6,3 milhões.</p>
<h2>Subutilização</h2>
<p>O nível da ocupação ficou em 57,2% e a taxa composta de subutilização foi de 20,1%, a menor desde março de 2016. A contingente subutilizado somou 23,4 milhões de pessoas e o subocupado por insuficiência de horas trabalhadas estava em 6,2 milhões no trimestre encerrado em setembro, o menor total desde junho de 2017. Os desalentados ficaram estáveis em 4,3 milhões de pessoas frente ao trimestre anterior e caíram 17,2% na comparação anual.</p>
<p>O número de empregados com carteira de trabalho assinada no setor privado subiu 1,3% no trimestre, para 36,3 milhões de pessoas, e os sem carteira assinada atingiram o maior nível da série histórica, apesar da estabilidade no trimestre: 13,2 milhões de pessoas. A taxa de informalidade caiu de 40% para 39,4% da população ocupada, com 39,1 milhões de trabalhadores informais.</p>
<p>Os trabalhadores por conta própria somaram 25,7 milhões de pessoas, os domésticos são 5,9 milhões e os empregadores ficaram em 4,4 milhões.</p>
<p>O setor público cresceu 2,5% no trimestre e atingiu 12,2 milhões de empregados, o recorde da série histórica. Outros 3,1 milhões de pessoas são empregados no setor público sem carteira assinada, apresentando alta de 11,6% no trimestre.</p>
<p>O IBGE apontou, também, aumento no trimestre no número de pessoas ocupadas nos setores da administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais. Na comparação anual, houve redução no grupamento de agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura.</p>
<h2>Rendimento</h2>
<p>O rendimento real habitual subiu 3,7% na comparação trimestral, indo para R$ 2.737, somando R$ 266,7 bilhões na massa de rendimento.</p>
<p>Os aumentos no trimestre foram observados na agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura; indústria, comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas; informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas; e administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais.</p>
<p>Por tipo de ocupação, os empregados com carteira de trabalho assinada tiveram aumento de 2,8% no trimestre, os empregados no setor público 2,3%, e os empregadores estão ganhando 10% a mais. As demais categorias não apresentaram variação significativa.</p>
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		<title>Taxa de desemprego recua para 11,2% em janeiro, diz IBGE</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/taxa-de-desemprego-recua-para-112-em-janeiro-diz-ibge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Mar 2022 13:55:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Contínua]]></category>
		<category><![CDATA[Desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
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					<description><![CDATA[A taxa de desemprego no país ficou em 11,2% no trimestre encerrado em janeiro deste ano. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o resultado é o menor para o período, desde 2016 (9,6%). Os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) foram divulgados hoje (18). No trimestre encerrado [&#8230;]]]></description>
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<p>A taxa de desemprego no país ficou em 11,2% no trimestre encerrado em janeiro deste ano. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o resultado é o menor para o período, desde 2016 (9,6%).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) foram divulgados hoje (18).</p>
<p>No trimestre encerrado em janeiro de 2021, a taxa era de 14,5%. Ainda de acordo com o IBGE, a taxa observada no trimestre encerrado em janeiro deste ano ficou abaixo da observada no trimestre finalizado em outubro de 2021 (12,1%).</p>
<p>A população desocupada ficou em 12 milhões de pessoas, 6,6% abaixo do trimestre anterior (menos 858 mil pessoas) e 18,3% abaixo do trimestre encerrado em janeiro de 2021 (menos 2,7 milhões de pessoas).</p>
<p>A população ocupada no país chegou a 95,4 milhões, altas de 1,6% em relação a outubro (mais 1,5 milhão de pessoas) e de 9,4% ante janeiro de 2021 (mais 8,2 milhões).</p>
<p>O nível da ocupação, que é o percentual de pessoas ocupadas na população com idade para trabalhar, ficou estimado em 55,3%. O resultado é 0,7 ponto percentual acima do registrado no trimestre anterior (54,6%) e 4,3 pontos percentuais acima que no mesmo período de 2021 (51,1%).</p>
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