<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Pnad contínua &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
	<atom:link href="https://www.expressocarioca.com.br/tag/pnad-continua/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.expressocarioca.com.br</link>
	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
	<lastBuildDate>Thu, 02 Jul 2026 16:38:50 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0.2</generator>

<image>
	<url>https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/08/cropped-favicon_logo.png?fit=32%2C32&#038;ssl=1</url>
	<title>Pnad contínua &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
	<link>https://www.expressocarioca.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">165599006</site>	<item>
		<title>Segurança leva famílias a adiar compra de celular para crianças, aponta IBGE</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/seguranca-leva-familias-a-adiar-compra-de-celular-para-criancas-aponta-ibge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 13:02:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Celular]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pnad contínua]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia da informação e comunicação]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=91517</guid>

					<description><![CDATA[A preocupação com a segurança e a privacidade passou a ser o principal fator para que pais e responsáveis decidam não oferecer um telefone celular às crianças. A conclusão faz parte do módulo sobre Tecnologia da Informação e Comunicação da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgado nesta quinta-feira (2) pelo Instituto [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A preocupação com a segurança e a privacidade passou a ser o principal fator para que pais e responsáveis decidam não oferecer um telefone celular às crianças. A conclusão faz parte do módulo sobre Tecnologia da Informação e Comunicação da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgado nesta quinta-feira (2) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>Os dados revelam que, em 2025, a parcela de brasileiros entre 10 e 13 anos que possuíam celular caiu para 55,2%. O índice representa uma redução de 1,5 ponto percentual em relação ao ano anterior e marca a primeira queda registrada desde o início da série histórica, iniciada em 2016.</p>
<p>Entre as crianças dessa faixa etária que ainda não têm aparelho próprio, a principal justificativa apresentada pelos responsáveis foi a preocupação com privacidade e segurança. Esse motivo foi citado por 32% dos entrevistados, percentual 7,8 pontos percentuais superior ao observado em 2024. Na comparação com 2022, esse indicador praticamente dobrou.</p>
<p>O cenário é diferente do observado há três anos. Em 2022, o alto custo do celular liderava as justificativas para que crianças de 10 a 13 anos não tivessem o equipamento. Na sequência apareciam a avaliação de que o aparelho não era necessário e o fato de a criança utilizar o telefone de outra pessoa. Naquele período, questões relacionadas à segurança ocupavam apenas a quarta posição entre os motivos mais mencionados.</p>
<p>O analista do IBGE Gustavo Fontes destaca ainda que o grupo de 10 a 13 anos foi o único que registrou queda na posse de celular em 2025. Nas outras faixas etárias, o crescimento se manteve, fazendo com que esse uso alcançasse 89,8% da população em geral.</p>
<p>&#8220;A gente tem visto cada vez mais uma preocupação com a segurança das crianças, com a exposição delas nas redes sociais, por exemplo. A gente teve também em 2025 uma restrição ao uso de celulares nas escolas&#8221;, avalia Fontes.</p>
<p>A pesquisa também identificou uma pequena redução no acesso à internet entre crianças de 10 a 13 anos, independentemente do dispositivo utilizado. O percentual passou de 84,9% para 84,4% entre 2024 e 2025. Entre aquelas que continuam sem acesso à rede, a justificativa mais frequente é a falta de necessidade. Em seguida, aparece novamente a preocupação com privacidade e segurança.</p>
<p>Assim como ocorreu na posse de celulares, essa diminuição foi exclusiva da faixa de 10 a 13 anos. Entre adolescentes de 14 a 19 anos, o acesso à internet permaneceu estável, enquanto, na população como um todo, o índice avançou de 89,2% para 90,5%.</p>
<p>Outro destaque do levantamento foi o crescimento do uso de tecnologia entre os brasileiros com mais de 60 anos. Em 2025, 74,5% dos idosos utilizavam a internet, resultado 4,4 pontos percentuais superior ao registrado em 2024 e mais de 29 pontos acima do observado em 2019. A proporção de pessoas dessa faixa etária que possuem celular também aumentou, passando de 78,3% para 80,3% em um ano.</p>
<p>Entre os idosos que ainda permanecem desconectados, a principal dificuldade apontada é a falta de conhecimento para utilizar tanto a internet quanto o aparelho celular.</p>
<p>Mas, como destaca o analista Gustavo Fontes, é cada vez mais difícil viver fora da rede. &#8220;A internet está cada vez mais inserida no cotidiano. Muitos serviços hoje são feitos pela internet, então existe um certo estímulo para os idosos buscarem utilizá-la.&#8221;</p>
<p>O levantamento mostra que a ampliação do acesso acompanha a maior oferta de serviços digitais. Em 2025, 74,2% dos usuários da internet utilizaram a rede para acessar bancos ou outras instituições financeiras, crescimento de 14,4 pontos percentuais em relação a 2022. Já o uso de serviços públicos online passou de 33,2% para 41,1% no mesmo período.</p>
<p>Pela primeira vez, mais da metade das pessoas conectadas informou realizar compras ou encomendar produtos e serviços pela internet. O percentual subiu de 47,9% para 52,7%.</p>
<p>Entre as atividades mais comuns realizadas na internet, conversar por chamadas de voz ou vídeo lidera o ranking, sendo prática de 95,3% dos usuários. Em seguida aparecem o envio de mensagens de texto, voz e imagens por aplicativos, mencionado por 90,2%, e o consumo de vídeos, incluindo programas, filmes e séries, hábito registrado por 89,3% da população conectada.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">91517</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Brasil registra menor índice de analfabetismo da última década, mas ainda soma 8,4 milhões de pessoas sem alfabetização</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/brasil-registra-menor-indice-de-analfabetismo-da-ultima-decada-mas-ainda-soma-84-milhoes-de-pessoas-sem-alfabetizacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2026 18:12:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Analfabetismo]]></category>
		<category><![CDATA[Exoressi Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pnad contínua]]></category>
		<category><![CDATA[taxa de analfabetismo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=91269</guid>

					<description><![CDATA[O Brasil alcançou em 2025 o menor índice de analfabetismo desde o início da série histórica atual da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Educação), iniciada em 2016. Levantamento divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aponta que 8,4 milhões de brasileiros com 15 anos ou mais ainda não sabem ler [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil alcançou em 2025 o menor índice de analfabetismo desde o início da série histórica atual da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Educação), iniciada em 2016. Levantamento divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aponta que 8,4 milhões de brasileiros com 15 anos ou mais ainda não sabem ler nem escrever um bilhete simples, número que corresponde a uma taxa de analfabetismo de 4,9%.</p>
<p>O resultado representa um avanço em relação ao ano anterior. Em 2024, a taxa nacional era de 5,3%, o que significa que cerca de 592 mil pessoas deixaram a condição de analfabetismo ao longo de um ano. A redução também consolida uma tendência observada nos últimos anos, refletindo a ampliação do acesso à educação e o aumento da escolarização das gerações mais jovens.</p>
<p>Na comparação com 2016, quando o índice nacional era de 6,7%, a queda acumulada foi de 1,8 ponto percentual. O desempenho coloca o país pela primeira vez abaixo da marca de 5% de analfabetismo desde o início da série histórica utilizada pelo IBGE.</p>
<p>Apesar do avanço, os dados revelam que o problema continua concentrado em grupos específicos da população. As pessoas com 60 anos ou mais representam a maior parcela dos brasileiros analfabetos. Em 2025, havia aproximadamente 4,8 milhões de idosos nessa condição, o equivalente a 58% de todos os analfabetos do país. Entre os integrantes dessa faixa etária, a taxa de analfabetismo chegou a 14,9%.</p>
<p>As desigualdades regionais também permanecem evidentes. O Nordeste concentra 57,4% dos analfabetos brasileiros, reunindo cerca de 4,8 milhões de pessoas. A região apresenta os maiores índices do país, mantendo um cenário historicamente mais desafiador quando comparado às demais regiões brasileiras.</p>
<p>O levantamento mostra ainda diferenças relacionadas à raça e cor da população. Entre os idosos, a taxa de analfabetismo entre pessoas pretas e pardas alcança 20,6%, percentual significativamente superior ao observado entre pessoas brancas da mesma faixa etária, que registram índice de 7,3%. Os números refletem desigualdades históricas no acesso à educação ao longo das últimas décadas.</p>
<p>Quando analisados os grupos mais jovens, os indicadores são mais favoráveis. A taxa de analfabetismo diminui progressivamente conforme a idade reduz, demonstrando os efeitos da expansão da educação básica e das políticas de alfabetização implementadas nas últimas décadas. Entre a população de 15 a 59 anos, o índice caiu para 2,6%, evidenciando uma realidade bastante diferente da observada entre os idosos.</p>
<p>Os dados também apontam uma pequena diferença entre homens e mulheres. Entre os brasileiros com 15 anos ou mais, a taxa de analfabetismo ficou em 5,2% para os homens e 4,6% para as mulheres. Ambos os grupos registraram redução de 0,4 ponto percentual em relação ao ano anterior.</p>
<p>Embora os indicadores mostrem evolução consistente, o país ainda está distante de eliminar completamente o analfabetismo. Especialistas destacam que o principal desafio atual está na alfabetização de adultos e idosos, público que concentra a maior parte das pessoas que não tiveram acesso à educação básica durante a infância e juventude.</p>
<p>A pesquisa divulgada pelo IBGE reforça que o Brasil segue avançando nos indicadores educacionais, mas evidencia a necessidade de políticas específicas voltadas à população mais velha e às regiões com maiores índices de exclusão educacional. Enquanto o número de analfabetos continua diminuindo, milhões de brasileiros ainda enfrentam limitações no acesso pleno à leitura e à escrita, um dos direitos fundamentais para a participação social e econômica.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">91269</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Desemprego no Brasil chega a 5,4% no início de 2026, aponta IBGE</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/desemprego-no-brasil-chega-a-54-no-inicio-de-2026-aponta-ibge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2026 12:30:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pnad contínua]]></category>
		<category><![CDATA[população ocupada]]></category>
		<category><![CDATA[Recuo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=89045</guid>

					<description><![CDATA[A taxa de desemprego no Brasil foi de 5,4% no trimestre encerrado em janeiro de 2026, segundo dados divulgados pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad Contínua), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O índice representa uma leve alta em relação ao trimestre anterior, quando a desocupação havia atingido 5,1%. Mesmo com [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A taxa de desemprego no Brasil foi de 5,4% no trimestre encerrado em janeiro de 2026, segundo dados divulgados pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad Contínua), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O índice representa uma leve alta em relação ao trimestre anterior, quando a desocupação havia atingido 5,1%.</p>
<p>Mesmo com a pequena elevação, o percentual permanece em um dos níveis mais baixos desde o início da série histórica da pesquisa, iniciada em 2012. O resultado indica que o mercado de trabalho brasileiro segue em patamar favorável quando comparado aos últimos anos.</p>
<p>No período analisado, aproximadamente 6 milhões de pessoas estavam desempregadas, ou seja, buscavam trabalho, mas não conseguiram ocupação. Esse contingente integra a população economicamente ativa que tenta ingressar no mercado formal ou informal.</p>
<p>Os dados também mostram que o número de trabalhadores ocupados continua elevado no país. Em 2025, por exemplo, a população com algum tipo de emprego chegou a cerca de 103 milhões de pessoas, o maior volume já registrado pela pesquisa do IBGE.</p>
<p>Outro ponto observado pelo levantamento é a manutenção de um nível relevante de trabalhadores por conta própria e de atividades informais, característica estrutural do mercado de trabalho brasileiro. Ainda assim, indicadores recentes apontam uma redução gradual da informalidade ao longo dos últimos anos.</p>
<p>A Pnad Contínua é a principal pesquisa utilizada para acompanhar a evolução do emprego no país. O estudo reúne informações trimestrais sobre ocupação, desemprego, rendimento e características da força de trabalho, permitindo avaliar tendências e mudanças no mercado laboral brasileiro.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">89045</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Três em cada dez lares no Brasil ainda não têm esgoto ligado à rede geral, aponta IBGE</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/tres-em-cada-dez-lares-no-brasil-ainda-nao-tem-esgoto-ligado-a-rede-geral-aponta-ibge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Aug 2025 13:54:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Água]]></category>
		<category><![CDATA[Coleta de Esgoto]]></category>
		<category><![CDATA[coleta de lixo]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Pnad contínua]]></category>
		<category><![CDATA[Saneamento básico]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=85347</guid>

					<description><![CDATA[Quase 30% dos domicílios brasileiros não têm acesso à rede geral de esgoto, segundo a PNAD Contínua 2024, divulgada nesta sexta-feira (22) pelo IBGE. O levantamento mostra que, dos 77 milhões de lares do país, 70,4% estão ligados à rede, enquanto 29,5% utilizam fossas rudimentares, valas ou outros meios alternativos. Apesar de uma leve melhora [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quase 30% dos domicílios brasileiros não têm acesso à rede geral de esgoto, segundo a PNAD Contínua 2024, divulgada nesta sexta-feira (22) pelo IBGE. O levantamento mostra que, dos 77 milhões de lares do país, 70,4% estão ligados à rede, enquanto 29,5% utilizam fossas rudimentares, valas ou outros meios alternativos.</p>
<p>Apesar de uma leve melhora em relação a 2019, quando 32% dos domicílios não tinham ligação, os dados revelam fortes desigualdades regionais. No Sudeste, a cobertura chega a 90,2%, enquanto o Norte registra apenas 31,2% de lares com esgoto conectado. Em estados como Piauí (13,5%) e Amapá (17,8%), a situação é ainda mais crítica.</p>
<figure id="attachment_85349" aria-describedby="caption-attachment-85349" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-85349" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/08/22-Tres-em-cada-dez-lares-no-Brasil-ainda-nao-tem-esgoto-ligado-a-rede-geral-aponta-IBGE-Expresso-Carioca-1.webp?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Três Em Cada Dez Lares No Brasil Ainda Não Têm Esgoto Ligado à Rede Geral, Aponta IBGE - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/08/22-Tres-em-cada-dez-lares-no-Brasil-ainda-nao-tem-esgoto-ligado-a-rede-geral-aponta-IBGE-Expresso-Carioca-1.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/08/22-Tres-em-cada-dez-lares-no-Brasil-ainda-nao-tem-esgoto-ligado-a-rede-geral-aponta-IBGE-Expresso-Carioca-1.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/08/22-Tres-em-cada-dez-lares-no-Brasil-ainda-nao-tem-esgoto-ligado-a-rede-geral-aponta-IBGE-Expresso-Carioca-1.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/08/22-Tres-em-cada-dez-lares-no-Brasil-ainda-nao-tem-esgoto-ligado-a-rede-geral-aponta-IBGE-Expresso-Carioca-1.webp?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-85349" class="wp-caption-text">Segundo a Pnad, 86,3% dos domicílios brasileiros têm a rede geral de distribuição como principal forma de abastecimento de água &#8211; Foto: Marcello Casal Jr/Arquivo/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>Outro dado preocupante está no contraste entre áreas urbanas e rurais: 78,1% dos lares urbanos contam com rede geral, mas no campo o índice cai para 9,4%.</p>
<p>O estudo também avaliou o abastecimento de água: 86,3% dos domicílios recebem pela rede geral, com o Norte novamente na pior posição (61,7%). Já sobre coleta de lixo, 86,9% dos lares têm acesso ao serviço, mas a prática de queimar resíduos ainda persiste em 14,4% dos domicílios nortistas e 13,1% dos nordestinos.</p>
<p>Especialistas alertam que a falta de saneamento básico afeta diretamente a saúde, a qualidade de vida e a economia, além de evidenciar a urgência em acelerar investimentos no setor para reduzir desigualdades históricas.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">85347</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Mais de 20 milhões de brasileiros ainda estão fora da internet</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/mais-de-20-milhoes-de-brasileiros-ainda-estao-fora-da-internet/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Jul 2025 14:00:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pnad contínua]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia da informação e comunicação]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=84886</guid>

					<description><![CDATA[Apesar da crescente digitalização da sociedade, cerca de 20,5 milhões de brasileiros com 10 anos ou mais ainda não acessam a internet em 2024. O número equivale a 10,9% da população nesta faixa etária. Entre os motivos apontados, o principal é a falta de conhecimento para usar a rede — razão citada por 45,6% dos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar da crescente digitalização da sociedade, cerca de 20,5 milhões de brasileiros com 10 anos ou mais ainda não acessam a internet em 2024. O número equivale a 10,9% da população nesta faixa etária. Entre os motivos apontados, o principal é a falta de conhecimento para usar a rede — razão citada por 45,6% dos desconectados, ou cerca de 9,3 milhões de pessoas.</p>
<p>Os dados são do suplemento de tecnologia da informação e comunicação da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgado nesta quinta-feira (24) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A coleta foi feita no último trimestre de 2024, com base nos hábitos dos entrevistados nos 90 dias anteriores.</p>
<p>O analista do IBGE, Gustavo Geaquinto Fontes, destaca que, embora o acesso esteja em expansão, o desconhecimento ainda é um entrave, especialmente entre os idosos. Nessa faixa etária, 66,1% dos que não usam a internet disseram que não sabem como mexer.</p>
<p>Ainda assim, os números mostram avanço da inclusão digital: 168 milhões de brasileiros usam a internet, o que representa 89,1% da população com 10 anos ou mais.</p>
<p><strong>Desigualdade educacional e etária</strong></p>
<p>O levantamento mostra que a exclusão digital é mais acentuada entre idosos e pessoas com menor escolaridade. Mais da metade dos que não acessam a internet (52,1%) têm 60 anos ou mais, e 73,4% têm até o ensino fundamental completo ou nenhuma instrução.</p>
<p>Outros motivos apontados para a não utilização da internet incluem falta de necessidade (em alta entre os mais jovens) e custos com serviço ou equipamento — embora este último fator venha perdendo relevância. Em 2024, 10,9% mencionaram essa razão, frente a 16,2% em 2022.</p>
<p><strong>Segurança e privacidade em foco</strong></p>
<p>Entre adolescentes de 10 a 13 anos, a principal justificativa para não utilizar a internet foi &#8220;falta de necessidade&#8221; (33,9%). Já a preocupação com privacidade ou segurança ganhou destaque: 22,5% dos entrevistados citaram esse receio em 2024, ante 15,6% em 2022.</p>
<p>A mesma preocupação aparece como motivo para 24,1% dos jovens dessa faixa etária não possuírem telefone celular — índice que era de 17,2% em 2022.</p>
<p>Fontes do IBGE apontam que essa decisão nem sempre parte dos próprios jovens. “Pode refletir também a preocupação dos próprios pais ou responsáveis. Apesar de ser um equipamento importante para comunicação, é uma preocupação de pais”, explica Gustavo Fontes.</p>
<p><strong>Iniciativa para proteção online</strong></p>
<p>Com foco na proteção da infância na era digital, a organização Childhood Brasil lançou uma cartilha com dicas e orientações para garantir segurança na internet para crianças e adolescentes. O material está disponível online para acesso gratuito.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">84886</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Idosos conectados: acesso à internet quase quadruplica em oito anos no Brasil</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/idosos-conectados-acesso-a-internet-quase-quadruplica-em-oito-anos-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Jul 2025 13:57:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Idosos]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pnad contínua]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia da informação e comunicação]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=84883</guid>

					<description><![CDATA[O número de idosos com acesso à internet no Brasil cresceu 278% entre 2016 e 2024, saltando de 6,5 milhões para 24,5 milhões. O dado faz parte do suplemento sobre tecnologia da informação e comunicação da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgado nesta quinta-feira (24) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O número de idosos com acesso à internet no Brasil cresceu 278% entre 2016 e 2024, saltando de 6,5 milhões para 24,5 milhões. O dado faz parte do suplemento sobre tecnologia da informação e comunicação da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgado nesta quinta-feira (24) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>Em termos proporcionais, o uso da internet por pessoas com 60 anos ou mais passou de 44,8% em 2016 para 69,8% em 2024. Ainda assim, os idosos seguem como o grupo etário que menos utiliza a rede.</p>
<p>Para o analista do IBGE Gustavo Geaquinto Fontes, o crescimento reflete uma maior inserção digital da terceira idade diante da digitalização dos serviços. “A internet tem feito cada vez mais parte do cotidiano da sociedade. Muitos serviços são acessados online, a comunicação ocorre pela internet e, muitas vezes, é até uma necessidade profissional”, explica.</p>
<p>A pesquisa foi realizada no último trimestre de 2024 e ouviu brasileiros sobre seus hábitos nos 90 dias anteriores à entrevista. O levantamento mostra que 87,9% dos idosos conectados acessam a internet todos os dias.</p>
<table class="aligncenter" style="width: 55.7934%; height: 343px;" border="1" cellspacing="1" cellpadding="1">
<tbody>
<tr>
<td class="rtecenter" style="width: 99.8165%;" colspan="2"><strong>Evolução do acesso à internet (percentual da população com 10 anos ou mais)</strong></td>
</tr>
<tr>
<td class="rtecenter" style="width: 50.2752%;"><strong>2016</strong></td>
<td class="rtecenter" style="width: 49.5413%;">66,1%</td>
</tr>
<tr>
<td class="rtecenter" style="width: 50.2752%;"><strong>2017</strong></td>
<td class="rtecenter" style="width: 49.5413%;">71,1%</td>
</tr>
<tr>
<td class="rtecenter" style="width: 50.2752%;"><strong>2018</strong></td>
<td class="rtecenter" style="width: 49.5413%;">76,2%</td>
</tr>
<tr>
<td class="rtecenter" style="width: 50.2752%;"><strong>2019</strong></td>
<td class="rtecenter" style="width: 49.5413%;">79,5%</td>
</tr>
<tr>
<td class="rtecenter" style="width: 50.2752%;"><strong>2020*</strong></td>
<td class="rtecenter" style="width: 49.5413%;"> –</td>
</tr>
<tr>
<td class="rtecenter" style="width: 50.2752%;"><strong>2021</strong></td>
<td class="rtecenter" style="width: 49.5413%;">84,7%</td>
</tr>
<tr>
<td class="rtecenter" style="width: 50.2752%;"><strong>2022</strong></td>
<td class="rtecenter" style="width: 49.5413%;">87,2%</td>
</tr>
<tr>
<td class="rtecenter" style="width: 50.2752%;"><strong>2023</strong></td>
<td class="rtecenter" style="width: 49.5413%;">88%</td>
</tr>
<tr>
<td class="rtecenter" style="width: 50.2752%;"><strong>2024</strong></td>
<td class="rtecenter" style="width: 49.5413%;">89,1%</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10px;"><em>*Por causa da pandemia de covid-19, a pesquisa não foi realizada em 2020</em></span></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Internet para quase todos</strong></p>
<p>Em 2024, 168 milhões de brasileiros com 10 anos ou mais usaram a internet, o que representa 89,1% da população nesta faixa etária. Desse total, 95,2% acessam a rede diariamente — apenas 0,6% usam menos de uma vez por semana.</p>
<p>O celular continua sendo o principal meio de conexão, usado por 98,8% dos internautas. Já o uso de computadores caiu significativamente: de 63,2% em 2016 para 33,4% em 2024. Por outro lado, o uso de televisores para acessar a rede disparou, passando de 11,3% para 53,5% no mesmo período.</p>
<p><strong>Conexão nas casas e nas zonas rurais</strong></p>
<p>Dos 80 milhões de domicílios brasileiros, 93,6% (74,9 milhões) têm acesso à internet — avanço considerável em relação aos 70,9% registrados em 2016. A grande maioria dessas conexões (99,9%) é feita por meio de banda larga, seja fixa ou móvel.</p>
<p>A pesquisa também mostra desigualdades regionais. Nas áreas urbanas, 94,7% das casas estão conectadas, contra 84,8% das áreas rurais. Apesar disso, o uso da internet cresceu de forma acelerada no campo, aproximando-se da realidade urbana.</p>
<p>Fontes do IBGE ressaltam que o acesso à rede por moradores da zona rural pode ocorrer fora de casa, como em locais de trabalho ou espaços públicos com conexão.</p>
<p><strong>Dispositivos inteligentes em alta</strong></p>
<p>O estudo também captou o crescimento da chamada “internet das coisas”. Dispositivos como câmeras, lâmpadas, caixas de som, ar-condicionado e geladeiras conectadas à internet estão presentes em 18,1% dos domicílios em 2024 — avanço em relação aos 14,3% de 2022. Nas cidades, esse percentual chega a 19,1%; no campo, é de 8,8%.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">84883</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Número de brasileiros que usam banco pela internet cresce 22 milhões em dois anos</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/numero-de-brasileiros-que-usam-banco-pela-internet-cresce-22-milhoes-em-dois-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Jul 2025 13:52:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Bancos]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[internet banking]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pix]]></category>
		<category><![CDATA[Pnad contínua]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia da informação e comunicação]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=84880</guid>

					<description><![CDATA[O número de brasileiros que usam a internet para acessar bancos ou instituições financeiras saltou para 119,6 milhões em 2024, um aumento de 22,5 milhões de pessoas em relação a 2022. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad), divulgada nesta quinta-feira (24) pelo IBGE. O número representa 71,2% dos brasileiros [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O número de brasileiros que usam a internet para acessar bancos ou instituições financeiras saltou para 119,6 milhões em 2024, um aumento de 22,5 milhões de pessoas em relação a 2022. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad), divulgada nesta quinta-feira (24) pelo IBGE.</p>
<p>O número representa 71,2% dos brasileiros com acesso à internet (168 milhões). Em 2022, o percentual era de 60,1%; em 2023, 66,7%.</p>
<p>Segundo o analista do IBGE Gustavo Fontes, o crescimento foi “muito rápido”. “Foram 11,1 pontos percentuais em dois anos, o que é bastante significativo”, destacou.</p>
<h3>Pix e bancarização impulsionam alta</h3>
<p>Embora a pesquisa não detalhe quais serviços foram realizados, os analistas apontam o avanço da bancarização e a popularização do Pix como principais fatores. Criado em 2020, o Pix já conta com 159,9 milhões de pessoas físicas cadastradas, segundo o Banco Central.</p>
<p>De acordo com o IBGE, a facilidade de acesso via aplicativos bancários e o crescimento no número de contas ativas no país — 202,5 milhões até junho deste ano, contra 188,3 milhões no fim de 2022 — também explicam o salto.</p>
<h3>Cresce também o uso de serviços públicos online</h3>
<p>A pesquisa mostra ainda que 65,2 milhões de brasileiros acessaram serviços públicos via internet em 2024 — 11 milhões a mais que em 2022. O percentual passou de 33,4% para 38,8% dos usuários conectados.</p>
<p>Também houve aumento nas compras online: 48,1% dos internautas compraram ou encomendaram algo pela internet em 2024, contra 42% em 2022.</p>
<h3>Mudança no uso principal da internet</h3>
<p>A principal atividade dos brasileiros na internet passou a ser chamadas de voz ou vídeo, realizadas por 95% dos usuários — superando o envio de mensagens por apps como o WhatsApp, que caiu de 95,8% (em 2019) para 90,2% (em 2024).</p>
<h3>Bets ainda fora da pesquisa</h3>
<p>Apesar da explosão do uso de plataformas de apostas online (bets), o IBGE ainda não coleta esse dado de forma específica. Um estudo da Anbima estima que 23 milhões de brasileiros fizeram pelo menos uma aposta digital em 2024 — o equivalente a 15% da população com 16 anos ou mais.</p>
<p>O IBGE admite que a questão pode entrar em futuras edições da Pnad, diante da relevância crescente do tema.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">84880</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Rendimento médio dos brasileiros atinge maior valor em 12 anos, impulsionado pelo trabalho</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/rendimento-medio-dos-brasileiros-atinge-maior-valor-em-12-anos-impulsionado-pelo-trabalho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 May 2025 15:42:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[PNAD]]></category>
		<category><![CDATA[Pnad contínua]]></category>
		<category><![CDATA[Rendimento do trabalhador]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=83465</guid>

					<description><![CDATA[O rendimento médio real mensal dos brasileiros chegou a R$ 3.057 em 2024 — o maior valor registrado desde o início da série histórica da Pnad Contínua, do IBGE, em 2012. O número representa um crescimento de 2,9% em relação a 2023 e supera o recorde anterior, de R$ 2.974. O avanço foi impulsionado principalmente [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O rendimento médio real mensal dos brasileiros chegou a R$ 3.057 em 2024 — o maior valor registrado desde o início da série histórica da Pnad Contínua, do IBGE, em 2012. O número representa um crescimento de 2,9% em relação a 2023 e supera o recorde anterior, de R$ 2.974.</p>
<p>O avanço foi impulsionado principalmente pelo crescimento da renda do trabalho, que atingiu R$ 3.225 em média, também um recorde. Segundo o IBGE, 47% da população com 14 anos ou mais têm rendimento recorrente por atividade laboral, o maior percentual já registrado, totalizando 101,9 milhões de pessoas.</p>
<p>Outro destaque da pesquisa foi a alta no rendimento mensal real domiciliar per capita, que chegou a R$ 2.020 em 2024 — aumento de 4,7% em relação ao ano anterior e de 19,1% desde 2012. Ao todo, a massa de rendimento domiciliar no Brasil alcançou R$ 438,3 bilhões mensais, novo recorde, com quase 75% desse valor vindo do trabalho.</p>
<p>A participação da população com alguma fonte de renda também cresceu: 66,1% dos brasileiros tinham algum rendimento em 2024, frente a 64,9% no ano anterior.</p>
<p>Os dados revelam um cenário de recuperação econômica e fortalecimento do mercado de trabalho, especialmente após os impactos da pandemia. O Sudeste concentrou quase metade da massa de rendimentos, com R$ 217,4 bilhões, seguido por Sul e Nordeste. As regiões com maior crescimento percentual foram Nordeste (11,1%) e Sul (11,9%).</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">83465</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Desemprego atinge menor nível da história em 14 estados, aponta IBGE</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/desemprego-atinge-menor-nivel-da-historia-em-14-estados-aponta-ibge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Feb 2025 13:26:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pnad contínua]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=81861</guid>

					<description><![CDATA[O desemprego atingiu o menor patamar já registrado em 14 estados brasileiros ao longo de 2024, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada nesta sexta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A pesquisa, que acompanha o mercado de trabalho desde 2012, revelou que a taxa média [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O desemprego atingiu o menor patamar já registrado em 14 estados brasileiros ao longo de 2024, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada nesta sexta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A pesquisa, que acompanha o mercado de trabalho desde 2012, revelou que a taxa média de desocupação no país foi de 6,6% no ano passado.</p>
<p>Entre os estados que registraram os menores índices de desemprego da série histórica estão:</p>
<ul>
<li><strong>Rio Grande do Norte</strong> (8,5%)</li>
<li><strong>Amazonas</strong> (8,4%)</li>
<li><strong>Amapá</strong> (8,3%)</li>
<li><strong>Alagoas</strong> (7,6%)</li>
<li><strong>Maranhão</strong> (7,1%)</li>
<li><strong>Ceará</strong> (7%)</li>
<li><strong>Acre</strong> (6,4%)</li>
<li><strong>São Paulo</strong> (6,2%)</li>
<li><strong>Tocantins</strong> (5,5%)</li>
<li><strong>Minas Gerais</strong> (5%)</li>
<li><strong>Espírito Santo</strong> (3,9%)</li>
<li><strong>Mato Grosso do Sul</strong> (3,9%)</li>
<li><strong>Santa Catarina</strong> (2,9%)</li>
<li><strong>Mato Grosso</strong> (2,6%)</li>
</ul>
<p>O levantamento do IBGE considera pessoas com 14 anos ou mais e abrange diversas formas de ocupação, incluindo empregos formais, informais, temporários e autônomos. A pesquisa é realizada em 211 mil domicílios distribuídos por todas as unidades da federação.</p>
<h3>Panorama regional</h3>
<p>No recorte por regiões, Norte (7%), Sudeste (6,4%), Sul (4,2%) e Centro-Oeste (5,4%) alcançaram as menores taxas de desocupação já registradas desde 2012. Já no Nordeste, a taxa foi de 9%, a menor desde 2015, mas ainda superior ao recorde histórico de 8,6%, atingido em 2014.</p>
<p>As maiores taxas médias de desemprego em 2024 foram verificadas na Bahia (10,8%), Pernambuco (10,8%) e Distrito Federal (9,6%).</p>
<h3>Informalidade segue alta</h3>
<p>Apesar da redução no desemprego, a informalidade ainda representa uma parcela significativa do mercado de trabalho. Segundo o IBGE, em 2024, 39% da população ocupada atuava de maneira informal. Os estados com as maiores taxas foram Pará (58,1%), Piauí (56,6%) e Maranhão (55,3%). Em contrapartida, os menores índices foram registrados em Santa Catarina (26,4%), Distrito Federal (29,6%) e São Paulo (31,1%).</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">81861</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Uma em cada dez famílias brasileiras enfrenta insegurança alimentar</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/uma-em-cada-dez-familias-brasileiras-enfrenta-inseguranca-alimentar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Apr 2024 13:53:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Insegurança Alimentar]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Pnad contínua]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Alimentar]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=76290</guid>

					<description><![CDATA[A insegurança alimentar moderada ou grave atingia 7,4 milhões de famílias brasileiras (ou 9,4% do total) no último trimestre de 2023. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira (25). Segundo o IBGE, esses mais de 7 milhões de lares [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A insegurança alimentar moderada ou grave atingia 7,4 milhões de famílias brasileiras (ou 9,4% do total) no último trimestre de 2023. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira (25).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Segundo o IBGE, esses mais de 7 milhões de lares que convivem com a redução na quantidade de alimentos consumidos ou com a ruptura em seus padrões de alimentação abrigam 20,6 milhões de pessoas.</p>
<p>A metodologia da pesquisa envolve um questionário sobre a situação alimentar do domicílio nos 90 dias que antecederam a entrevista. “A gente não fala de pessoas [individualmente], a gente fala de pessoas que vivem em domicílios que têm um grau de segurança ou insegurança alimentar”, destaca o pesquisador do IBGE Andre Martins.</p>
<p>O domicílio é, então, classificado em quatro níveis, segundo a Escala Brasileira de Insegurança Alimentar. O grau segurança alimentar demonstra que aquela família tem acesso regular e permanente a alimentos de qualidade, em quantidade suficiente.</p>
<p>De acordo com o IBGE, 56,7 milhões de famílias brasileiras (que reúnem 152 milhões de pessoas) encontram-se nessa situação.</p>
<p>O grau insegurança alimentar leve afeta 14,3 milhões de famílias (43,6 milhões de pessoas) e significa que há preocupação ou incerteza em relação aos alimentos no futuro, além de consumo de comida com qualidade inadequada de forma a não comprometer a quantidade de alimentos.</p>
<p>Já a insegurança alimentar moderada atinge 4,2 milhões de famílias (11,9 milhões de pessoas) e demonstra redução quantitativa de alimentos entre os adultos e/ou ruptura nos padrões de alimentação resultante da falta de alimentos entre os adultos.</p>
<p>Por fim, a situação mais severa é a insegurança alimentar grave, que representa uma redução quantitativa de comida e ruptura nos padrões de alimentação resultante da falta de alimentos entre todos os moradores, incluindo as crianças. São 3,2 milhões de famílias, ou 8,7 milhões de pessoas, que se encontram nesse cenário.</p>
<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<h2><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-76292" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/04/25-Uma-em-cada-dez-familias-brasileiras-enfrenta-inseguranca-alimentar-Expresso-Carioca.png?resize=670%2C963&#038;ssl=1" alt="Uma Em Cada Dez Famílias Brasileiras Enfrenta Insegurança Alimentar - Expresso Carioca" width="670" height="963" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/04/25-Uma-em-cada-dez-familias-brasileiras-enfrenta-inseguranca-alimentar-Expresso-Carioca.png?w=670&amp;ssl=1 670w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/04/25-Uma-em-cada-dez-familias-brasileiras-enfrenta-inseguranca-alimentar-Expresso-Carioca.png?resize=209%2C300&amp;ssl=1 209w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/04/25-Uma-em-cada-dez-familias-brasileiras-enfrenta-inseguranca-alimentar-Expresso-Carioca.png?resize=150%2C216&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 670px) 100vw, 670px" />Orçamentos familiares</h2>
<p>Na comparação com o último levantamento sobre segurança alimentar, a Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) realizada em 2017 e 2018, no entanto, houve uma melhora na situação.</p>
<p>O percentual de domicílios em situação de segurança alimentar subiu de 63,3% em 2017/2018 para 72,4% em 2023. Já aqueles que apresentavam insegurança alimentar moderada ou grave recuaram de 12,7% para 9,4%. A insegurança alimentar leve também caiu, de 24% para 18,2%.</p>
<p>“A gente teve todo um investimento em programas sociais, em programas de alimentação, principalmente esses programas de [transferência de] renda. Isso reflete diretamente na escala de insegurança alimentar, que responde bem a esse tipo de intervenção”, afirma Martins. “A recuperação da renda, do trabalho também se reflete na segurança alimentar”.</p>
<p>Outro indicador que provoca melhora da situação é a redução dos preços dos alimentos. Em 2023, por exemplo, os produtos alimentícios para consumo no domicílio tiveram queda de preços de 0,52%.</p>
<p>O pesquisador do IBGE Leonardo de Oliveira ressalta, no entanto, que não é possível atribuir apenas ao ano de 2023 o avanço ocorrido, uma vez que se passaram cinco anos entre a POF 2017/2018 e a Pnad Contínua do quarto trimestre de 2023. E não houve nenhuma pesquisa do IBGE sobre segurança alimentar entre essas duas.</p>
<p>“É importante ter em mente que esse movimento não são melhorias de um único ano. O resultado aqui é consequência de todos os movimentos da renda e movimentos de preço que aconteceram entre esses dois períodos”, destaca Oliveira. “Esse resultado não é apenas do que aconteceu no último ano, embora coisas que tenham acontecido nesse último ano são importantes”.</p>
<p>A situação de segurança alimentar, no entanto, ainda está inferior àquela observada no ano de 2013, quando o assunto foi abordado pela Pnad. Naquele ano, a segurança alimentar era garantida a 77,4% dos lares, enquanto a insegurança alimentar leve atingia 14,8% dos domicílios, a insegurança moderada, 4,6% e a insegurança grave, 3,2%.</p>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">76290</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
