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	<title>Plataformas &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Plataformas &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Entregadores de aplicativos protestam por melhorias nas condições de trabalho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Mar 2025 21:40:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[motoboys]]></category>
		<category><![CDATA[Plataformas]]></category>
		<category><![CDATA[Protesto]]></category>
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					<description><![CDATA[Entregadores de aplicativos iniciaram, nesta segunda-feira (31), uma paralisação em diversas regiões da Grande São Paulo, manifestando-se contra a precarização das condições de trabalho nas principais plataformas de entrega do país. O protesto deve continuar nesta terça-feira (1º), com o objetivo de pressionar as empresas a reajustarem os valores pagos aos trabalhadores. Principais reivindicações A [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Entregadores de aplicativos iniciaram, nesta segunda-feira (31), uma paralisação em diversas regiões da Grande São Paulo, manifestando-se contra a precarização das condições de trabalho nas principais plataformas de entrega do país. O protesto deve continuar nesta terça-feira (1º), com o objetivo de pressionar as empresas a reajustarem os valores pagos aos trabalhadores.</p>
<h3><strong>Principais reivindicações</strong></h3>
<p>A mobilização conta com o apoio do Sindicato dos Mensageiros Motociclistas, Ciclistas e Mototaxistas do Estado de São Paulo (SindimotoSP), que destacou a necessidade de ajustes nas tarifas para garantir uma remuneração mais justa à categoria. Entre as demandas apresentadas pelos entregadores, estão:</p>
<ul>
<li>Estabelecimento de uma taxa mínima de R$ 10 para corridas de até quatro quilômetros;</li>
<li>Reajuste do valor por quilômetro rodado para R$ 2,50;</li>
<li>Limitação das entregas feitas por bicicleta a um raio máximo de três quilômetros;</li>
<li>Pagamento integral da taxa de entrega para cada pedido, mesmo quando há agrupamento de solicitações na mesma rota.</li>
</ul>
<p>Em nota oficial, o SindimotoSP reforçou seu apoio à manifestação, criticando a exploração praticada pelas plataformas digitais. “O sindicato dos motoboys de São Paulo vem a público manifestar total apoio a essa luta dos trabalhadores diante da exploração desenfreada das empresas de aplicativo, que promovem a pior precarização trabalhista da história do motofrete, explorando os entregadores e tornando-os verdadeiros escravos em pleno século 21”, declarou a entidade.</p>
<h3><strong>Impacto e próximos passos</strong></h3>
<p>A paralisação reflete o crescente descontentamento dos entregadores com as condições oferecidas pelas plataformas, especialmente diante do aumento da demanda por serviços de entrega e da falta de regulamentação adequada para garantir direitos trabalhistas à categoria. Representantes sindicais indicam que novas mobilizações podem ocorrer caso as reivindicações não sejam atendidas.</p>
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		<title>Plataformas devem garantir conteúdos seguros, afirma professor</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/plataformas-devem-garantir-conteudos-seguros-afirma-professor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Jun 2024 13:38:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Canadá]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
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		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Regulamentação]]></category>
		<category><![CDATA[serviços on-line]]></category>
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					<description><![CDATA[O Canadá está na vanguarda da regulamentação de redes sociais e serviços on-line. Suas leis exigem que plataformas financiem a mídia local e apresentem conteúdo nacional. A legislação canadense também exige que buscadores paguem por notícias produzidas pela mídia local. Além disso, o Parlamento discute uma lei que responsabiliza a mídia e plataformas por reduzir [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Canadá está na vanguarda da regulamentação de redes sociais e serviços on-line. Suas leis exigem que plataformas financiem a mídia local e apresentem conteúdo nacional. A legislação canadense também exige que buscadores paguem por notícias produzidas pela mídia local. Além disso, o Parlamento discute uma lei que responsabiliza a mídia e plataformas por reduzir a exposição a conteúdo nocivo, incluindo bullying, sexualização de crianças e incitação ao extremismo, violência ou ódio.</p>
<p>Taylor Owen, professor associado da Escola Max Bell de Políticas Públicas da Universidade McGill, em Montreal, compartilhou a experiência canadense com brasileiros. Ele esteve em Brasília para reuniões na Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República e para uma conferência na Universidade de Brasília sobre plataformas digitais e sustentabilidade do jornalismo.</p>
<p>Segundo Owen, a regulamentação das plataformas é essencial porque elas medeiam a democracia, decidindo quem pode falar e como as mensagens são distribuídas. Os algoritmos das plataformas determinam se uma mensagem é escutada e como a resposta é disseminada. Owen afirma que a regulamentação deve focar no desenho da comunicação e nos mecanismos das plataformas que determinam a propagação e amplificação do conteúdo, e não nos atos de diálogo em si. A regulação canadense visa reduzir o risco de conteúdos nocivos sem definir o que pode ou não ser dito.</p>
<p>Sobre problemas como uso indevido de dados pessoais, golpes, desinformação, ódio e pornografia infantil, Owen acredita que algumas questões não devem ser reguladas. A desinformação, por exemplo, requer discernimento entre verdade e falsidade, algo que agências governamentais não devem definir. Contudo, para abusos como discurso de ódio, incitação à violência e pornografia infantil, a regulação pode forçar as plataformas a desenvolver estratégias específicas para mitigá-los.</p>
<p>Owen destaca que a polarização é, em parte, causada pelo desenho do ecossistema digital, reforçando a necessidade de regulamentação. Ele sugere focar na distribuição e no risco de exposição ao conteúdo nas plataformas, garantindo que sejam seguras, dada a diversidade da população e sua capacidade de compreender informações on-line.</p>
<p>No Canadá, a conscientização dos cidadãos sobre os danos causados pelas tecnologias digitais foi crucial para apoiar a regulamentação. Danos aos filhos, abusos on-line e aumento da polarização levaram à demanda por ação governamental para maximizar os benefícios dessas tecnologias e mitigar os danos.</p>
<p>Além do Canadá, a União Europeia, Reino Unido e Austrália estão na liderança da regulamentação das redes sociais. Outros países estão atualizando suas leis de privacidade, inteligência artificial e apoio ao jornalismo. Owen acredita que países como Indonésia, Malásia, África do Sul e Brasil têm potencial para criar uma internet mais segura para mais de 1 bilhão de pessoas, afetando significativamente a vida de bilhões.</p>
<p>Em relação aos acordos entre gigantes do jornalismo internacional e a OpenAI para calibrar o ChatGPT com notícias autênticas, Owen expressa preocupação. Ele acredita que a inteligência artificial trará benefícios, oferecendo novas ferramentas aos jornalistas. No entanto, esses acordos podem permitir a cópia de acervos valiosos. Além disso, a IA generativa pode ser um risco para o jornalismo, ao sugerir que não precisamos de jornalistas, criando um modelo insustentável que desvaloriza o papel do jornalismo e representa uma ameaça existencial.</p>
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		<title>TSE formaliza acordo com 8 redes sociais para combater desinformação</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/tse-formaliza-acordo-com-8-redes-sociais-para-combater-desinformacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Feb 2022 18:29:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[desinformação]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições 2022]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[Plataformas]]></category>
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		<category><![CDATA[TSE]]></category>
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					<description><![CDATA[O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) formalizou hoje (15) a parceria com oito redes sociais com o objetivo de combater a desinformação sobre o processo eleitoral deste ano. A iniciativa, que já vinha sendo anunciada e ocorreu em anos anteriores, foi firmada em cerimônia virtual. Neste ano, a novidade foi a inclusão da Kwai, plataforma de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) formalizou hoje (15) a parceria com oito redes sociais com o objetivo de combater a desinformação sobre o processo eleitoral deste ano. A iniciativa, que já vinha sendo anunciada e ocorreu em anos anteriores, foi firmada em cerimônia virtual.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Neste ano, a novidade foi a inclusão da Kwai, plataforma de compartilhamento de vídeos curtos. “Vamos ter um canal direto com o TSE para [denunciar] conteúdos que violem a legislação eleitoral e causem risco para a integridade das eleições”, disse Wanderley Mariz, diretor de relações governamentais e políticas públicas da rede social.</p>
<p>Nesta terça-feira (15), foram assinados memorandos de entendimento que listam ações, medidas e projetos a serem desenvolvidos em conjunto pelo TSE e as plataformas, de acordo com as especificidades da cada uma. Tais ações serão colocadas em prática mesmo após o período eleitoral, até 31 de dezembro.</p>
<p>Uma das principais linhas de atuação é a remoção de conteúdos considerados danoso ao processo eleitoral. Nessa linha, plataformas como TikTok, Facebook e Instagram anunciaram que seguirão com a exclusão de publicações nocivas. O Twitter, por sua vez, demonstrou postura mais cautelosa.</p>
<p>“Não dependemos apenas de decisões binárias de remoção e ou exclusão de conteúdo, pois sabemos que oferecer a pessoas o contexto adequado é também uma ferramenta eficaz e importante para combater a desinformação”, disse Daniele Kleiner Fontes, chefe de políticas públicas do Twitter.</p>
<p>Já o WhatsApp disse que continuará a suspender contas que apresentem “atividade inautêntica”. Segundo o representante da plataforma mensagens instantâneas, Dario Durigan, em todo o mundo são suspensas mais de 8 milhões de contas por mês do aplicativo. “A eleição brasileira é a mais importante para o WhatsApp no mundo em 2022”, afirmou o executivo.</p>
<p>Sem citar concorrentes, Durigan afirmou que o aplicativo é “dos únicos serviços de mensagens instantâneas que respeitam a lei brasileira”. Desde o início do ano, o presidente do TSE, Luís Roberto Barroso, tem criticado o Telegram, um dos principais concorrentes do WhatsApp, por não possuir representação no Brasil nem se submeter às leis brasileiras.</p>
<p>O diretor de relações governamentais do Google no Brasil, Marcelo Lacerda, anunciou ainda que a empresa divulgará um relatório de transparência de anúncios políticos, “que dará visibilidade sobre quem contratou esses anúncios, quanto pagou, para quem esses anúncios foram servidos e quais os parâmetros utilizados para a segmentação desses anúncios”.</p>
<p>Outras iniciativas das plataformas são focadas na disseminação de informações oficiais sobre o pleito, que devem receber maior destaque das ferramentas, por meio de <em>links, stickers,</em> avisos e bots do próprio TSE.</p>
<p>“Nós conseguimos avançar com ferramentas e instrumentos que ajudam a justiça eleitoral e as plataformas a servirem da melhor forma ao pais e a democracia brasileira”, disse Barroso no evento desta terça. Ele reafirmou que a parceria entre o TSE e as plataformas não envolve nenhuma troca de dinheiro.</p>
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