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	<title>PL &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>PGR solicita ao STF condenação de deputados do PL por desvio de emendas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 19:27:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Corrupção]]></category>
		<category><![CDATA[Emendas Parlamentares]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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					<description><![CDATA[A Procuradoria-Geral da República (PGR) apresentou ao Supremo Tribunal Federal (STF) um parecer pedindo a condenação de deputados federais do Partido Liberal (PL) investigados por suposto desvio de emendas parlamentares. A manifestação ministerial, encaminhada ao ministro relator da ação penal, sustenta que existem indícios robustos de corrupção passiva, ativa e lavagem de dinheiro praticados pelos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>Procuradoria-Geral da República (PGR)</strong> apresentou ao <strong>Supremo Tribunal Federal (STF)</strong> um parecer pedindo a condenação de deputados federais do <strong>Partido Liberal (PL)</strong> investigados por suposto desvio de emendas parlamentares. A manifestação ministerial, encaminhada ao ministro relator da ação penal, sustenta que existem indícios robustos de corrupção passiva, ativa e lavagem de dinheiro praticados pelos parlamentares.</p>
<p>Segundo a PGR, os deputados teriam se valido de emendas ao orçamento para destinar indevidamente recursos públicos a empresas de fachada, com a finalidade de obter vantagens pessoais e financiar campanhas eleitorais. O pedido de condenação se apoia em elementos colhidos ao longo das investigações que, para o Ministério Público Federal, comprovam o elo entre os parlamentares e a utilização irregular dos valores públicos.</p>
<p>A peça enviada ao tribunal inclui a descrição de indícios que, para a PGR, caracterizam a participação dos deputados em esquema de desvio de emendas diretamente vinculadas à atuação legislativa. Também foram apontados supostos mecanismos utilizados para ocultar a origem e o destino dos recursos, como a criação e contratação de empresas sem atividade econômica real.</p>
<p>A Procuradoria solicita que o STF julgue procedentes as acusações e imponha as sanções penais cabíveis aos parlamentares envolvidos, caso sejam reconhecidas as práticas criminosas descritas no inquérito. O pedido foi apresentado antes do envio formal da denúncia, fase em que o Ministério Público detalha sua conclusão sobre os fatos investigados.</p>
<p>Até o momento, os deputados citados ainda não se manifestaram oficialmente sobre o pedido de condenação. A defesa dos parlamentares pode apresentar alegações antes da análise do tribunal, que dará sequência ao processo conforme o rito previsto para autoridades com foro no STF.</p>
<p>O caso faz parte de uma série de investigações que têm como foco supostas irregularidades no uso de emendas parlamentares e outras práticas ilícitas envolvendo membros do Congresso Nacional. A tramitação no Supremo será acompanhada de perto tanto pela Procuradoria quanto pela sociedade civil, dada a relevância das acusações e o impacto político das possíveis condenações.</p>
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		<title>PL suspende atividades partidárias e salário de Jair Bolsonaro</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/pl-suspende-atividades-partidarias-e-salario-de-jair-bolsonaro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Nov 2025 00:20:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Golpe de Estado]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[PL]]></category>
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					<description><![CDATA[O Partido Liberal anunciou, nesta quinta-feira (27), a suspensão das atividades partidárias e da remuneração do ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpria funções como presidente de honra da legenda. A medida ocorre em razão da legislação partidária vigente — a Lei nº 9.096/95 — e dos efeitos da condenação de Bolsonaro na Ação Penal 2668, que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Partido Liberal anunciou, nesta quinta-feira (27), a suspensão das atividades partidárias e da remuneração do ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpria funções como presidente de honra da legenda. A medida ocorre em razão da legislação partidária vigente — a Lei nº 9.096/95 — e dos efeitos da condenação de Bolsonaro na Ação Penal 2668, que resultou na perda de seus direitos políticos.</p>
<p>Em nota, o PL classificou a decisão como “infelizmente necessária”, ressaltando que a suspensão permanecerá ativa enquanto durarem as consequências jurídicas da condenação. Bolsonaro iniciou nesta semana o cumprimento da pena e está preso na sede da Polícia Federal, em Brasília, após ser condenado por tentativa de golpe de Estado.</p>
<p>A repercussão dentro do partido foi imediata. O senador Flávio Bolsonaro, filho do ex-presidente, afirmou nas redes sociais que a suspensão era obrigatória e não representava uma iniciativa política da legenda. “Se ele está arbitrariamente impedido de trabalhar, a lei determina isso”, escreveu.</p>
<p>Flávio também defendeu coesão entre aliados diante do cenário de desgaste político: “Enquanto eu estiver vivo, nada faltará ao meu pai. É hora de ficarmos unidos”, declarou.</p>
<p>A decisão amplia o impacto político da condenação e deixa Bolsonaro oficialmente afastado das funções partidárias até nova deliberação judicial.</p>
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		<title>PL remove assassino de Chico Mendes do diretório do partido no Pará</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/pl-remove-assassino-de-chico-mendes-do-diretorio-do-partido-no-para/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Feb 2024 17:47:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[assassino de chico mendes]]></category>
		<category><![CDATA[Darci Alves Pereira]]></category>
		<category><![CDATA[diretório do PL em Medicilândia]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[PL]]></category>
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					<description><![CDATA[O diretório estadual do PL no Pará anunciou hoje (28) a remoção de Darci Alves Pereira da liderança do diretório municipal em Medicilândia, oeste do Pará. A decisão foi tomada após a controvérsia gerada pela posse de Darci Alves, confesso assassino do ambientalista Chico Mendes, que havia assumido o cargo no final de janeiro. &#8220;O [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O diretório estadual do PL no Pará anunciou hoje (28) a remoção de Darci Alves Pereira da liderança do diretório municipal em Medicilândia, oeste do Pará. A decisão foi tomada após a controvérsia gerada pela posse de Darci Alves, confesso assassino do ambientalista Chico Mendes, que havia assumido o cargo no final de janeiro.</p>
<p>&#8220;O PL Pará removeu Darci Alves da presidência do PL de Medicilândia, conforme recomendação do Presidente Nacional do PL, Valdemar Costa Neto. Valdilene Lambert, vereadora e pré-candidata à prefeitura, é indicada para assumir a presidência do partido no município&#8221;, afirma comunicado assinado pelo presidente estadual do partido, o deputado federal Delegado Éder Mauro.</p>
<p>O presidente nacional do PL, Valdemar da Costa Neto, recomendou a remoção de Darci Alves Pereira do cargo após o site ((o))eco revelar que ele havia assumido a presidência do partido no município no final de janeiro.</p>
<p>Em nota divulgada nesta terça-feira (27), Valdemar recomendou a Éder Mauro a imediata destituição de Darci.</p>
<p>&#8220;Agradeço à imprensa por trazer a nossa atenção para este importante fato. Diante dessas circunstâncias, recomendei ao presidente estadual do PL do Pará, deputado Éder Mauro, a imediata destituição de Darci Alves Pereira do cargo, conhecido atualmente como Pastor Daniel&#8221;, disse Valdemar em comunicado.</p>
<p>Darci se apresentava nas redes sociais como &#8220;Pastor Daniel&#8221; e já havia anunciado sua pré-candidatura ao cargo de vereador. Segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral, ele foi indicado para assumir o diretório do PL de Medicilândia, uma cidade com cerca de 32 mil habitantes, em novembro do ano passado e permaneceria no comando da legenda até novembro deste ano.</p>
<h3><strong>Chico Mendes</strong></h3>
<figure id="attachment_74500" aria-describedby="caption-attachment-74500" style="width: 365px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-74500" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/02/28-Chico-Mendes-Expresso-Carioca.webp?resize=365%2C218&#038;ssl=1" alt="Chico Mendes - Expresso Carioca" width="365" height="218" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/02/28-Chico-Mendes-Expresso-Carioca.webp?w=365&amp;ssl=1 365w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/02/28-Chico-Mendes-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C179&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/02/28-Chico-Mendes-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C90&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 365px) 100vw, 365px" /><figcaption id="caption-attachment-74500" class="wp-caption-text">Chico Mendes &#8211; Arte/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>Confessando sua culpa, Darci Alves Pereira foi condenado em 1990, junto com seu pai, Darly Alves da Silva, a 19 anos de prisão pelo assassinato de Chico Mendes. O ambientalista foi morto aos 44 anos, com um tiro no peito, em 22 de dezembro de 1988, no quintal de sua casa, em Xapuri, no Acre.</p>
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		<title>PL pede ao TSE para manter verificação de urnas do segundo turno</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/pl-pede-ao-tse-para-manter-verificacao-de-urnas-do-segundo-turno/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Nov 2022 23:00:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições 2022]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[PL]]></category>
		<category><![CDATA[TSE]]></category>
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					<description><![CDATA[O PL enviou hoje (23) ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) um requerimento para pedir que seja mantido o andamento da petição na qual a legenda pede a anulação de votos do segundo turno das eleições, realizado em 30 de outubro. Em entrevista coletiva, o presidente do partido, Valdemar Costa Neto, disse que levantamento apontou “mau funcionamento e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>O PL enviou hoje (23) ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) um requerimento para pedir que seja mantido o andamento da petição na qual a legenda pede a anulação de votos do segundo turno das eleições, realizado em 30 de outubro.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Em entrevista coletiva, o presidente do partido, Valdemar Costa Neto, disse que levantamento apontou “mau funcionamento e quebra de confiabilidade dos dados extraídos” em 279 mil urnas. Caso sejam desconsiderados os votos das urnas que teriam “indícios” de problemas, Jair Bolsonaro teria 1,078 milhão de votos a mais que o presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva.</p>
<p>“Pedimos ao TSE que decida a situação. Não se trata de fazer uma nova eleição”, afirmou. “O voto é seguro, por isso temos que fazer esse levantamento. Se isso for uma mancha, temos que resolver agora”, completou.</p>
<p>Costa Neto afirmou ainda que a verificação de possíveis erros foi restrita ao segundo turno por “coincidência” ou “tecnologia”, já que segundo o presidente do partido, a consultoria contratada verificou o erro apenas nessa etapa do pleito. No primeiro turno, o PL elegeu a maior bancada do Congresso Nacional, com 99 deputados e 14 senadores. Ontem (22), o presidente do TSE, ministro Alexandre de Morais, determinou que o partido tinha 24 horas para fazer um acréscimo ao pedido anterior e, assim, estender o questionamento ao primeiro turno das eleições.</p>
<p>“O PL não se opõe à verificação no primeiro turno, mas seria mais fácil começar pelo segundo turno”, disse. “A decisão do partido foi de se limitar ao segundo turno para facilitar a defesa dos implicados no segundo tuno, que é de apenas um candidato”, acrescentou.</p>
<p>Questionado sobre as provas ou indícios que poderiam atestar os problemas apontados, o advogado Marcelo Bessa se limitou a responder que “todas as respostas estão no relatório” apresentado ao TSE.</p>
<p>&#8220;A coligação autora requer seja mantido como escopo inicial da verificação extraordinária o segundo turno da eleição de 2022, e, uma vez constatado o mau funcionamento e a quebra de confiabilidade dos dados extraídos de parte das urnas eletrônicas utilizadas no pleito, esse egrégio Tribunal Superior Eleitoral então adote, de forma consequencial, observados os princípios do contraditório e da ampla defesa dos interessados, os efeitos práticos e jurídicos necessários para ambos os turnos das Eleições Gerais de 2022&#8221;, escreveu o partido.</p>
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