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	<title>pl do aborto &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Manifestantes protestam contra PL do Aborto no Rio e em São Paulo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Jun 2024 12:00:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Centenas de manifestantes se reuniram na manhã de ontem (23) na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, para exigir o arquivamento do Projeto de Lei 1904/24. O projeto equipara o aborto após 22 semanas de gestação ao homicídio, elevando a pena máxima de 10 para 20 anos para quem realizar o procedimento. Clara Saraiva, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Centenas de manifestantes se reuniram na manhã de ontem (23) na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, para exigir o arquivamento do Projeto de Lei 1904/24. O projeto equipara o aborto após 22 semanas de gestação ao homicídio, elevando a pena máxima de 10 para 20 anos para quem realizar o procedimento.</p>
<p>Clara Saraiva, assistente social e organizadora do evento, representando a Frente Estadual contra a Criminalização das Mulheres e pela Legalização do Aborto, explicou que o ato faz parte do movimento nacional &#8220;Criança não é Mãe&#8221;. Segundo ela, o projeto não só impede o aborto legal após a 22ª semana, como também criminaliza as mulheres, impondo penas mais severas que as do crime de estupro.</p>
<p>“A proposta trata as mulheres como homicidas, podendo condená-las a até 20 anos de prisão, uma penalidade mais grave do que a imposta aos estupradores”, destacou Clara.</p>
<p>A deputada federal Jandira Feghali (PCdoB) enfatizou a importância das manifestações públicas para pressionar os parlamentares. “Nossa presença nas ruas é crucial para assegurar vitórias no Congresso Nacional. Este PL 1904 é inconstitucional e nos retrocede ao início do século passado. Criança não é mãe, estuprador não é pai”, declarou.</p>
<p>Os manifestantes também criticaram o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), que anunciou a formação de uma comissão para debater o projeto no segundo semestre. O adiamento ocorreu após críticas da sociedade civil e de autoridades sobre a urgência da proposta, que permite sua votação direta em plenário sem passar pelas comissões.</p>
<p>Francisco Viana de Souza, aposentado e participante do protesto, afirmou que &#8220;o povo foi desrespeitado&#8221; com a aprovação do regime de urgência.</p>
<h4><strong>Protestos em São Paulo</strong></h4>
<p>Em São Paulo, a manifestação se concentrou em frente ao Museu de Arte de São Paulo, na Avenida Paulista. Esta foi a terceira manifestação no local contra o PL 1904 desde o dia 13 de junho.</p>
<p>Uma bateria de tambores marcou o ritmo dos gritos de ordem enquanto manifestantes se revezavam ao microfone para explicar as razões do protesto. Muitas usavam lenços verdes, símbolo das campanhas em defesa do aborto legal.</p>
<p>Letícia Parks, militante do movimento Pão e Rosas, alertou sobre o risco de o projeto ser votado em agosto, destacando a importância da mobilização constante. “É crucial enviar um recado ao Congresso de que continuaremos lutando enquanto este PL estiver em pauta”, enfatizou.</p>
<p>Além de se opor ao PL 1904, Letícia frisou a luta pela ampliação do direito ao aborto e pela autonomia das mulheres. “Lutamos pelo direito ao aborto legal, livre, seguro e gratuito. Não se trata apenas de defender um direito restrito, mas de garantir que mulheres e pessoas com útero possam decidir livremente sobre seus próprios corpos”, concluiu.</p>
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