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	<title>Pix &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Pix &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Pix supera 313 milhões de transações em um único dia e estabelece novo recorde nacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Dec 2025 14:43:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[BC]]></category>
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		<category><![CDATA[Transferências Instantâneas]]></category>
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					<description><![CDATA[O Pix, sistema de transferências instantâneas criado pelo Banco Central (BC), estabeleceu um novo marco histórico na última sexta-feira (5), ao registrar 313,3 milhões de transações em apenas 24 horas. Esta é a primeira vez que a ferramenta ultrapassa a marca de 300 milhões de operações em um único dia. Além do volume de transações, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Pix, sistema de transferências instantâneas criado pelo Banco Central (BC), estabeleceu um novo marco histórico na última sexta-feira (5), ao registrar 313,3 milhões de transações em apenas 24 horas. Esta é a primeira vez que a ferramenta ultrapassa a marca de 300 milhões de operações em um único dia.</p>
<p>Além do volume de transações, o sistema também bateu recorde em montante financeiro movimentado, alcançando R$ 179,9 bilhões no mesmo período. Em nota, o Banco Central destacou que o desempenho reforça a relevância do Pix como infraestrutura pública digital essencial para o funcionamento da economia brasileira.</p>
<h3>Crescimento acelerado</h3>
<p>O recorde anterior havia sido registrado em 28 de novembro, na véspera da Black Friday e também na data de pagamento da primeira parcela do 13º salário, quando o Pix somou 297,4 milhões de operações em um dia.</p>
<p>Lançado em novembro de 2020, o sistema segue em trajetória contínua de expansão. No fim de novembro deste ano, o Pix contabilizava 178,9 milhões de usuários, sendo 162,3 milhões de pessoas físicas e 16,6 milhões de pessoas jurídicas, segundo as estatísticas mais recentes do BC.</p>
<p>Os números refletem não apenas a adoção generalizada pela população, mas também o uso crescente por empresas e serviços, consolidando o Pix como o principal meio de transferência e pagamento do país.</p>
<h3>Fluxo financeiro recorde</h3>
<p>De acordo com dados consolidados de outubro, o sistema atingiu a marca de R$ 3,32 trilhões movimentados no mês — um indicador da força do Pix como mecanismo central da digitalização financeira brasileira.</p>
<p>Com novos serviços em expansão, como Pix Automático e Pix Crédito, o Banco Central projeta que o volume de operações siga crescendo, ampliando ainda mais o impacto da ferramenta na economia e nos hábitos de consumo da população.</p>
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		<title>Pix ganha botão de contestação para vítimas de fraudes</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/pix-ganha-botao-de-contestacao-para-vitimas-de-fraudes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Oct 2025 13:53:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[botão de contestação]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Fraudes]]></category>
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					<description><![CDATA[O Banco Central anunciou nesta quarta-feira (1º) a liberação do botão de contestação do Pix, que permitirá aos usuários solicitar a devolução de valores em casos de fraude, golpe ou coerção de forma 100% digital, sem necessidade de contato com centrais de atendimento. A ferramenta faz parte do Mecanismo Especial de Devolução (MED), criado em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Banco Central anunciou nesta quarta-feira (1º) a liberação do botão de contestação do Pix, que permitirá aos usuários solicitar a devolução de valores em casos de fraude, golpe ou coerção de forma 100% digital, sem necessidade de contato com centrais de atendimento.</p>
<p>A ferramenta faz parte do Mecanismo Especial de Devolução (MED), criado em 2021, e agora acessível diretamente nos aplicativos das instituições financeiras.</p>
<h4>Como funciona</h4>
<ul>
<li>Ao acionar o botão, a contestação é enviada instantaneamente ao banco do recebedor.</li>
<li>A instituição deve bloquear os valores disponíveis (totais ou parciais).</li>
<li>Os bancos envolvidos têm até 7 dias para analisar o caso.</li>
<li>Se confirmada a fraude, a devolução deve ocorrer em até 11 dias após a contestação.</li>
</ul>
<h4>Limitações</h4>
<p>O recurso não se aplica a erros de digitação, desacordos comerciais ou arrependimentos, sendo exclusivo para transações fraudulentas.</p>
<h4>Novidade no rastreamento</h4>
<p>A partir de 23 de novembro, será possível devolver valores não apenas da conta usada na fraude, mas também de outras contas ligadas ao fraudador — medida que será obrigatória em fevereiro de 2026. A mudança busca mapear o caminho do dinheiro e impedir que golpistas esvaziem rapidamente a conta inicial.</p>
<p>Segundo o BC, a novidade deve elevar as chances de recuperação dos valores, desestimular fraudes e identificar contas usadas repetidamente em golpes, evitando sua reutilização.</p>
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		<title>Brasil rebate acusações dos EUA e diz que Pix não discrimina empresas estrangeiras</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/brasil-rebate-acusacoes-dos-eua-e-diz-que-pix-nao-discrimina-empresas-estrangeiras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Aug 2025 16:50:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[25 de Março]]></category>
		<category><![CDATA[Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[OMC]]></category>
		<category><![CDATA[Pix]]></category>
		<category><![CDATA[seção 301]]></category>
		<category><![CDATA[tarifaço]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo brasileiro negou, nesta segunda-feira (18), que o Pix discrimine empresas estrangeiras ou configure prática desleal no comércio bilateral com os Estados Unidos. A defesa, assinada pelo chanceler Mauro Vieira e enviada ao Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR), sustenta que o sistema de pagamentos instantâneos administrado pelo Banco Central é neutro, seguro [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo brasileiro negou, nesta segunda-feira (18), que o Pix discrimine empresas estrangeiras ou configure prática desleal no comércio bilateral com os Estados Unidos. A defesa, assinada pelo chanceler Mauro Vieira e enviada ao Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR), sustenta que o sistema de pagamentos instantâneos administrado pelo Banco Central é neutro, seguro e alinhado a iniciativas semelhantes em outros países.</p>
<p>O documento de 91 páginas, divulgado no site da USTR, responde à investigação aberta em julho a pedido do governo Donald Trump, que mira não apenas o Pix, mas também temas como pirataria, etanol, desmatamento e decisões judiciais envolvendo redes sociais.</p>
<h3>Pix x FedNow</h3>
<p>Na resposta, o Brasil destacou que o Pix segue boas práticas internacionais e não cria barreiras para empresas estrangeiras. O texto cita o FedNow, lançado recentemente pelo Federal Reserve, como exemplo de que outros bancos centrais adotam modelos semelhantes.</p>
<p>“Diferentes governos estão fornecendo infraestrutura para pagamentos instantâneos, incluindo a União Europeia, a Índia e os Estados Unidos”, afirmou o governo, reforçando que o sistema brasileiro não tem caráter protecionista.</p>
<h3>Contestação jurídica</h3>
<p>O Itamaraty também questionou a legitimidade da investigação americana, conduzida com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, e afirmou que medidas unilaterais como essa são inconsistentes com as regras da Organização Mundial do Comércio (OMC).</p>
<p>“O Brasil não reconhece a legitimidade de instrumentos unilaterais como a Seção 301”, diz o texto, ressaltando que a participação na apuração ocorre em “espírito de diálogo e esclarecimento de fatos” e não representa reconhecimento de jurisdição.</p>
<h3>Propriedade intelectual e redes sociais</h3>
<p>O documento rebate ainda a acusação de pirataria e destacou que o país mantém um regime “robusto” de proteção à propriedade intelectual, compatível com os acordos da OMC.</p>
<p>Em relação às redes sociais, o Brasil negou que decisões judiciais — inclusive do Supremo Tribunal Federal (STF) — tenham discriminado companhias americanas. Segundo o governo, medidas como bloqueios e multas fazem parte do funcionamento do Estado de Direito, assim como ocorre nos próprios Estados Unidos.</p>
<h3>Etanol, desmatamento e aeronáutica</h3>
<p>Sobre o etanol, a defesa destacou que o Brasil historicamente aplica tarifas baixas para importações e cumpre compromissos multilaterais. No tema do desmatamento, reforçou que políticas ambientais brasileiras não configuram barreiras comerciais.</p>
<p>No setor aeronáutico, o país lembrou que aplica tarifa zero para produtos americanos e que empresas brasileiras geram empregos nos EUA, demonstrando a integração das cadeias produtivas.</p>
<h3>Próximos passos</h3>
<p>A resposta brasileira será analisada pelo USTR. Uma audiência pública está marcada para 3 de setembro, quando empresas, entidades e órgãos governamentais poderão se manifestar. A decisão final sobre o caso caberá ao governo Trump e é considerada imprevisível.</p>
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		<item>
		<title>Número de brasileiros que usam banco pela internet cresce 22 milhões em dois anos</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/numero-de-brasileiros-que-usam-banco-pela-internet-cresce-22-milhoes-em-dois-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Jul 2025 13:52:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Bancos]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[internet banking]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Pnad contínua]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia da informação e comunicação]]></category>
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					<description><![CDATA[O número de brasileiros que usam a internet para acessar bancos ou instituições financeiras saltou para 119,6 milhões em 2024, um aumento de 22,5 milhões de pessoas em relação a 2022. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad), divulgada nesta quinta-feira (24) pelo IBGE. O número representa 71,2% dos brasileiros [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O número de brasileiros que usam a internet para acessar bancos ou instituições financeiras saltou para 119,6 milhões em 2024, um aumento de 22,5 milhões de pessoas em relação a 2022. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad), divulgada nesta quinta-feira (24) pelo IBGE.</p>
<p>O número representa 71,2% dos brasileiros com acesso à internet (168 milhões). Em 2022, o percentual era de 60,1%; em 2023, 66,7%.</p>
<p>Segundo o analista do IBGE Gustavo Fontes, o crescimento foi “muito rápido”. “Foram 11,1 pontos percentuais em dois anos, o que é bastante significativo”, destacou.</p>
<h3>Pix e bancarização impulsionam alta</h3>
<p>Embora a pesquisa não detalhe quais serviços foram realizados, os analistas apontam o avanço da bancarização e a popularização do Pix como principais fatores. Criado em 2020, o Pix já conta com 159,9 milhões de pessoas físicas cadastradas, segundo o Banco Central.</p>
<p>De acordo com o IBGE, a facilidade de acesso via aplicativos bancários e o crescimento no número de contas ativas no país — 202,5 milhões até junho deste ano, contra 188,3 milhões no fim de 2022 — também explicam o salto.</p>
<h3>Cresce também o uso de serviços públicos online</h3>
<p>A pesquisa mostra ainda que 65,2 milhões de brasileiros acessaram serviços públicos via internet em 2024 — 11 milhões a mais que em 2022. O percentual passou de 33,4% para 38,8% dos usuários conectados.</p>
<p>Também houve aumento nas compras online: 48,1% dos internautas compraram ou encomendaram algo pela internet em 2024, contra 42% em 2022.</p>
<h3>Mudança no uso principal da internet</h3>
<p>A principal atividade dos brasileiros na internet passou a ser chamadas de voz ou vídeo, realizadas por 95% dos usuários — superando o envio de mensagens por apps como o WhatsApp, que caiu de 95,8% (em 2019) para 90,2% (em 2024).</p>
<h3>Bets ainda fora da pesquisa</h3>
<p>Apesar da explosão do uso de plataformas de apostas online (bets), o IBGE ainda não coleta esse dado de forma específica. Um estudo da Anbima estima que 23 milhões de brasileiros fizeram pelo menos uma aposta digital em 2024 — o equivalente a 15% da população com 16 anos ou mais.</p>
<p>O IBGE admite que a questão pode entrar em futuras edições da Pnad, diante da relevância crescente do tema.</p>
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		<item>
		<title>Trump abre investigação sobre Pix e acusa Brasil de práticas “desleais”</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/trump-abre-investigacao-sobre-pix-e-acusa-brasil-de-praticas-desleais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Jul 2025 15:32:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo dos Estados Unidos, por meio do representante de Comércio Jamieson Greer, anunciou nesta terça-feira (15) uma investigação oficial sobre práticas comerciais do Brasil, incluindo críticas indiretas ao Pix. A medida, batizada de “Investigação da Seção 301 sobre Práticas Comerciais Desleais no Brasil”, aponta que o sistema de pagamentos eletrônicos criado pelo Banco Central [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo dos Estados Unidos, por meio do representante de Comércio Jamieson Greer, anunciou nesta terça-feira (15) uma investigação oficial sobre práticas comerciais do Brasil, incluindo críticas indiretas ao Pix. A medida, batizada de <em>“Investigação da Seção 301 sobre Práticas Comerciais Desleais no Brasil”</em>, aponta que o sistema de pagamentos eletrônicos criado pelo Banco Central dá vantagem indevida a serviços públicos em detrimento de concorrentes privados — especialmente empresas norte-americanas.</p>
<p>Embora o documento não mencione o Pix diretamente, cita “serviços de pagamento eletrônico do governo” como alvo da investigação.</p>
<h3>O que está por trás da investigação?</h3>
<p>Especialistas apontam três razões principais para o incômodo dos EUA com o Pix:</p>
<ul>
<li><strong>Concorrência com o WhatsApp Pay</strong> — Em 2020, o WhatsApp anunciou o Brasil como o primeiro país a receber um serviço de transferências via aplicativo. Dias depois, o Banco Central e o Cade suspenderam o serviço para avaliar riscos e compatibilidade com o sistema financeiro. A decisão teria irritado Washington, já que o WhatsApp pertence à Meta, de Mark Zuckerberg, aliado de Donald Trump.</li>
<li><strong>Impacto sobre bandeiras de cartão de crédito</strong> — O Pix oferece uma alternativa gratuita ou mais barata para consumidores e lojistas, reduzindo o uso de cartões de crédito (dominados por bandeiras americanas). A chegada prevista do <em>Pix parcelado</em>, em 2025, acende ainda mais o alerta, pois permitirá ao brasileiro parcelar compras sem cartão, com liquidez imediata para quem recebe.</li>
<li><strong>Menor dependência do dólar</strong> — O sistema brasileiro já é aceito em comércios de países como Paraguai e Panamá, que recebem em reais através do Pix. Com menos transações passando pelo dólar, a demanda pela moeda americana cai, o que desagrada Washington.</li>
</ul>
<h3>Por que o BC bloqueou o WhatsApp Pay?</h3>
<p>Segundo a economista Cristina Helena Mello (PUC-SP), o WhatsApp Pay em 2020 operava fora do sistema financeiro formal, sem integração ao Sistema de Pagamentos Brasileiro nem fiscalização do BC — o que violaria regras de prevenção a fraudes e lavagem de dinheiro. “O Pix, além de mais inclusivo, foi criado desde 2018 para ser neutro e seguro”, explica.</p>
<h3>O que dizem os números?</h3>
<p>Apesar das críticas, o Pix já movimentou R$ 26,4 trilhões em 2024, com ampla aceitação por pequenos negócios e população de baixa renda. “Promoveu bancarização, inclusão e agilidade. É uma ferramenta eficaz e democrática”, diz Mello.</p>
<h3>Próximos passos</h3>
<p>A investigação americana é apenas interna, por enquanto, mas pode resultar em retaliações comerciais. Para analistas, as pressões refletem mais os interesses políticos e econômicos dos EUA do que qualquer irregularidade do Pix.</p>
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		<item>
		<title>Após ataque hacker, C&#038;M Software retoma operações do PIX com aval do Banco Central</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/apos-ataque-hacker-cm-software-retoma-operacoes-do-pix-com-aval-do-banco-central/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Jul 2025 20:55:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[BC]]></category>
		<category><![CDATA[C&M Software]]></category>
		<category><![CDATA[empresa]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Hacker]]></category>
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					<description><![CDATA[A C&#38;M Software voltou a operar suas plataformas do PIX na manhã desta quinta-feira (3), após ter sido alvo de um ataque cibernético que desviou milhões de reais mantidos por instituições financeiras em contas reservas do Banco Central (BC). O retorno das atividades ocorreu em regime de produção controlada, depois que a empresa apresentou ao [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A C&amp;M Software voltou a operar suas plataformas do PIX na manhã desta quinta-feira (3), após ter sido alvo de um ataque cibernético que desviou milhões de reais mantidos por instituições financeiras em contas reservas do Banco Central (BC). O retorno das atividades ocorreu em regime de produção controlada, depois que a empresa apresentou ao BC provas de que reforçou a proteção contra novas invasões.</p>
<p>A autorização parcial foi concedida pelo BC um dia após a determinação inicial, em caráter cautelar, para suspensão integral dos serviços. O órgão regulador informou que a retomada das operações ocorrerá em dias úteis, das 6h30 às 18h30, com a condição de anuência explícita das instituições participantes do sistema de pagamentos instantâneos e com “robustecimento do monitoramento de fraudes e dos limites transacionais”.</p>
<p>Em nota oficial, a C&amp;M reafirmou que foi vítima de “uma ação criminosa” e que colabora desde o primeiro momento com as autoridades. “Confiamos plenamente na isenção das investigações quanto à origem do incidente, mesmo diante de ilações ou tentativas externas de antecipar julgamentos”, declarou a empresa. Segundo o comunicado, todas as medidas de segurança previstas foram aplicadas, incluindo auditorias independentes, reforço de controles internos e comunicação direta com os clientes afetados.</p>
<p>Na quarta-feira (2), a companhia já havia garantido que seus sistemas críticos permaneciam “íntegros e operacionais”, apesar do ataque.</p>
<h3>Invasão com credenciais vazadas</h3>
<p>O ataque hacker à infraestrutura da C&amp;M aconteceu na terça-feira (1º), quando criminosos exploraram credenciais de clientes vazadas — como logins e senhas — para acessar os sistemas da companhia. A invasão foi detectada e reportada pela própria empresa ao Banco Central, que imediatamente ordenou a suspensão do acesso das instituições financeiras à plataforma da C&amp;M.</p>
<p>A C&amp;M é especializada no desenvolvimento de soluções tecnológicas para o ecossistema de pagamentos instantâneos, administrando a troca de informações entre instituições financeiras no Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB). Embora o SPB abranja o ambiente do PIX, até agora não há indícios de desvio de recursos diretamente dessa modalidade.</p>
<p>As contas reservas acessadas ilegalmente são contas mantidas por bancos e instituições financeiras no Banco Central, com depósitos exigidos por lei para garantir a solidez do sistema financeiro.</p>
<p>As investigações sobre a fraude continuam sob responsabilidade das autoridades competentes. Até o momento, o BC não informou o valor exato dos prejuízos.</p>
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		<item>
		<title>Banco Central endurece regras do Pix para reforçar segurança</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/banco-central-endurece-regras-do-pix-para-reforcar-seguranca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Mar 2025 22:37:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[CNPJs]]></category>
		<category><![CDATA[CPFs]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Mudanças]]></category>
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		<category><![CDATA[regras]]></category>
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					<description><![CDATA[O Banco Central (BC) anunciou mudanças nas regras do Pix que afetarão cerca de 8 milhões de chaves vinculadas a CPFs irregulares na Receita Federal. A medida tem o objetivo de reforçar a segurança das transações e combater fraudes. De acordo com o chefe adjunto do Departamento de Competição e de Estrutura do Mercado Financeiro [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Banco Central (BC) anunciou mudanças nas regras do Pix que afetarão cerca de 8 milhões de chaves vinculadas a CPFs irregulares na Receita Federal. A medida tem o objetivo de reforçar a segurança das transações e combater fraudes.</p>
<p>De acordo com o chefe adjunto do Departamento de Competição e de Estrutura do Mercado Financeiro do BC, Breno Lobo, a norma suspenderá chaves Pix associadas a CPFs e CNPJs com irregularidades cadastrais, como registros suspensos, cancelados ou pertencentes a pessoas falecidas.</p>
<p>Atualmente, existem 836 milhões de chaves Pix cadastradas, sendo 796 milhões associadas a CPFs. Deste total, 99% estão regulares, enquanto 1%—aproximadamente 8 milhões de chaves—apresentam problemas. As principais inconsistências encontradas são:</p>
<ul>
<li><strong>4,5 milhões</strong> de chaves com erros na grafia dos nomes</li>
<li><strong>3,5 milhões</strong> pertencentes a titulares falecidos</li>
<li><strong>30 mil</strong> CPFs suspensos</li>
<li><strong>20 mil</strong> CPFs cancelados</li>
<li><strong>1 mil</strong> CPFs nulos</li>
</ul>
<h3><strong>Combate a fraudes e problemas cadastrais</strong></h3>
<p>A nova regra visa corrigir falhas cadastrais que permitiam o registro de chaves Pix com nomes diferentes dos constantes na Receita Federal, facilitando golpes financeiros.</p>
<p>Breno Lobo destacou que, embora os bancos exijam CPFs e CNPJs válidos para abrir contas, falhas no processo podem permitir erros na grafia de nomes, o que pode ser explorado por criminosos. &#8220;Se o banco registra &#8216;Bruno&#8217; ao invés de &#8216;Breno&#8217;, por exemplo, isso gera um problema que agora será corrigido&#8221;, explicou.</p>
<p>Além disso, a medida coíbe o uso de CPFs de falecidos para fraudes e impede que golpistas registrem chaves Pix com nomes diferentes dos associados ao CPF na Receita Federal.</p>
<h3><strong>Impacto nas empresas</strong></h3>
<p>As novas regras também afetam CNPJs irregulares. O BC identificou 39,8 milhões de chaves Pix vinculadas a CNPJs, das quais 2 milhões apresentam problemas:</p>
<ul>
<li><strong>59%</strong> referem-se a CNPJs inaptos</li>
<li><strong>39%</strong> são CNPJs baixados (empresas encerradas)</li>
<li><strong>2%</strong> são CNPJs suspensos</li>
</ul>
<p>Empresas que não apresentam demonstrativos contábeis há mais de dois anos ou que possuem indícios de fraude também terão suas chaves Pix suspensas.</p>
<p>O BC destacou que está trabalhando com a Receita Federal para evitar que Microempreendedores Individuais (MEIs) sejam impactados por eventuais pendências fiscais.</p>
<h3><strong>Sem data definida para vigorar</strong></h3>
<p>As novas regras ainda não têm uma data oficial para entrar em vigor, mas a expectativa do BC é que, dentro de 30 dias, os bancos já tenham corrigido as informações fraudulentas ou incorretas em suas bases de dados.</p>
<p>&#8220;A intenção é dificultar a vida dos golpistas e garantir maior segurança e transparência no uso do Pix&#8221;, concluiu Breno Lobo.</p>
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		<title>Publicada MP que proíbe cobrança diferenciada por transações em Pix</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/publicada-mp-que-proibe-cobranca-diferenciada-por-transacoes-em-pix/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jan 2025 17:13:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[cobranças diferenciadas]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pix]]></category>
		<category><![CDATA[Proibição]]></category>
		<category><![CDATA[Receita Federal]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo federal publicou, na edição desta quinta-feira (16), no Diário Oficial da União, medida provisória (MP) que proíbe a cobrança de tributos e valores adicionais em pagamentos e transações via Pix. O texto classifica como prática abusiva a exigência, pelo fornecedor de produtos ou serviços, em estabelecimentos físicos ou virtuais, de preço superior, valor ou encargo adicional [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo federal publicou, na edição desta quinta-feira (16), no <em>Diário Oficial da União</em>, <a href="https://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?jornal=600&amp;pagina=1&amp;data=16/01/2025&amp;totalArquivos=1" target="_blank" rel="noopener">medida provisória (MP)</a> que proíbe a cobrança de tributos e valores adicionais em pagamentos e transações via Pix.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O texto classifica como prática abusiva a exigência, pelo fornecedor de produtos ou serviços, em estabelecimentos físicos ou virtuais, de preço superior, valor ou encargo adicional em razão da realização de pagamentos por meio de Pix à vista.</p>
<p>A prática, de acordo com a publicação, sujeita o infrator às penalidades previstas na legislação do direito do consumidor. “Fornecedores de produtos ou serviços, em estabelecimentos físicos ou virtuais, deverão informar os consumidores, de forma clara e inequívoca, sobre a vedação de cobrança de preço superior, valor ou encargo adicional para pagamentos por meio de Pix à vista.”</p>
<p>Ainda segundo o texto, o Ministério da Justiça e Segurança Pública vai disponibilizar um canal digital de orientação e recebimento de denúncias de ilícitos e crimes contra a relação de consumo.</p>
<p>“O pagamento realizado por meio de Pix à vista equipara-se ao pagamento em espécie. Não incide tributo, seja imposto, taxa ou contribuição, no uso do Pix”. A medida provisória entra em vigor na data da publicação.</p>
<h2>Revogação</h2>
<p>Diante da onda de <em>fake news</em> (notícias falsas) em torno da modernização da fiscalização do Pix, a Receita Federal revogou nesta quarta-feira (16) o ato normativo que estendia o monitoramento das transações aos bancos digitais, fintechs e instituições de pagamento.</p>
<p>O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e o secretário especial da Receita Federal, Robinson Barreirinhas, anunciaram a revogação da instrução normativa e a edição da medida provisória.</p>
<p>Segundo o governo, a MP reforça princípios garantidos pela Constituição nas transações por Pix, como o sigilo bancário e a não cobrança de impostos nas transferências pela modalidade, além de garantir a gratuidade desse meio de pagamento para pessoas físicas.</p>
<p>“Essa revogação se dá por dois motivos: tirar isso que tristemente virou uma arma nas mãos desses criminosos e inescrupulosos. A segunda razão é não prejudicar a tramitação do ato que será anunciado [a medida provisória]”, explicou Barreirinhas.</p>
<p>Com a edição da MP, nenhum comerciante pode cobrar preços diferentes entre pagamentos via Pix e em dinheiro, prática que começou a ser detectada nos últimos dias. Para Haddad, a medida provisória deve extinguir a onda de <em>fake news</em> em relação à taxação do Pix, que tomou conta das redes sociais desde o início do ano.</p>
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		<title>Receita revoga norma sobre fiscalização do Pix</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/receita-revoga-norma-sobre-fiscalizacao-do-pix/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jan 2025 21:02:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Fake News]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Fazenda]]></category>
		<category><![CDATA[Pix]]></category>
		<category><![CDATA[Receita Federal]]></category>
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					<description><![CDATA[Diante da disseminação de fake news sobre a modernização da fiscalização do Pix, a Receita Federal revogou a instrução normativa que ampliava o monitoramento das transações realizadas por bancos digitais, fintechs e instituições de pagamento. Em substituição, o governo editará uma Medida Provisória (MP) para proibir a diferenciação de preços entre pagamentos via Pix e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Diante da disseminação de fake news sobre a modernização da fiscalização do Pix, a Receita Federal revogou a instrução normativa que ampliava o monitoramento das transações realizadas por bancos digitais, fintechs e instituições de pagamento. Em substituição, o governo editará uma Medida Provisória (MP) para proibir a diferenciação de preços entre pagamentos via Pix e em dinheiro.</p>
<p>O anúncio foi feito pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e pelo secretário especial da Receita Federal, Robinson Barreirinhas, com o objetivo de reforçar princípios constitucionais relacionados ao Pix, como sigilo bancário, a gratuidade para pessoas físicas e a não incidência de impostos sobre transferências pela modalidade.</p>
<h3><strong>Motivações para a Revogação</strong></h3>
<p>Segundo Barreirinhas, a revogação do ato normativo tem duas razões principais:</p>
<ol>
<li>Combater a utilização do tema como arma para espalhar desinformação.</li>
<li>Garantir a tramitação tranquila da MP, que trará normas mais claras e abrangentes.</li>
</ol>
<h3><strong>Medida Provisória e Proteções ao Pix</strong></h3>
<p>A MP estabelecida pelo governo proibirá práticas como a cobrança de valores diferenciados entre pagamentos via Pix e em dinheiro. Essa medida visa inibir distorções detectadas nos últimos dias, em que alguns comerciantes passaram a cobrar valores adicionais para transações por Pix.</p>
<p>Haddad destacou que a MP busca esclarecer e reforçar princípios já vigentes, protegendo o Pix contra interpretações equivocadas:</p>
<ul>
<li>O sigilo bancário será mantido.</li>
<li>Nenhum imposto será cobrado nas transferências via Pix.</li>
<li>O Pix permanecerá gratuito para pessoas físicas.</li>
</ul>
<p>“O que cobrava em dinheiro, cobrará em Pix, sem acréscimos. Queremos equiparar o Pix ao dinheiro, garantindo que a população, especialmente os mais pobres e pequenos comerciantes, não seja prejudicada”, afirmou Haddad.</p>
<h3><strong>Resposta às Fake News</strong></h3>
<p>O ministro também rechaçou a ideia de que a revogação seria uma derrota para as fake news. “Pelo contrário, isso é um movimento para evitar que a instrução normativa seja usada como justificativa para distorções. Queremos que a MP seja discutida com sobriedade no Congresso Nacional”, afirmou.</p>
<h3><strong>Impacto nas Finanças Populares</strong></h3>
<p>O governo ressaltou que a medida tem como objetivo salvaguardar a economia popular, protegendo consumidores e pequenos empreendedores contra práticas abusivas. Segundo Haddad, a equiparação do Pix ao dinheiro reforça a segurança e a acessibilidade da ferramenta como meio de pagamento universal.</p>
<p>A medida provisória agora segue para tramitação no Congresso, enquanto a Receita Federal se compromete a monitorar de perto os desdobramentos para garantir a aplicação das novas regras.</p>
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		<item>
		<title>Receita Federal alerta para golpes envolvendo suposta taxa sobre Pix</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/receita-federal-alerta-para-golpes-envolvendo-suposta-taxa-sobre-pix/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jan 2025 00:40:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[golpe]]></category>
		<category><![CDATA[Golpe do Pix]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pix]]></category>
		<category><![CDATA[Receita Federal]]></category>
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					<description><![CDATA[A Receita Federal emitiu nesta sexta-feira (10) um alerta sobre fraudes relacionadas a uma falsa cobrança de imposto sobre o Pix. Criminosos estão utilizando indevidamente o nome e o logotipo da Receita para enganar contribuintes e cobrar taxas inexistentes sobre transações financeiras. De acordo com o órgão, golpistas estão enviando mensagens via WhatsApp ou outros [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Receita Federal emitiu nesta sexta-feira (10) um alerta sobre fraudes relacionadas a uma falsa cobrança de imposto sobre o Pix. Criminosos estão utilizando indevidamente o nome e o logotipo da Receita para enganar contribuintes e cobrar taxas inexistentes sobre transações financeiras.</p>
<p>De acordo com o órgão, golpistas estão enviando mensagens via WhatsApp ou outros aplicativos, alegando que movimentações via Pix acima de R$ 5 mil estão sujeitas a tributação. As mensagens falsas ameaçam o bloqueio do Cadastro de Pessoa Física (CPF) e chegam a incluir boletos fraudulentos e documentos falsificados.</p>
<p><strong>Imposto sobre o Pix é inconstitucional</strong><br />
A Receita Federal reafirmou que não existe imposto sobre o Pix, e que qualquer tributação dessa natureza seria inconstitucional. O comunicado destacou:</p>
<blockquote><p>&#8220;Não existe tributação sobre PIX e nunca vai existir, até porque a Constituição não autoriza imposto sobre movimentação financeira.&#8221;</p></blockquote>
<p>As mudanças recentes, que entraram em vigor em 1º de janeiro, dizem respeito apenas à atualização do sistema de acompanhamento de movimentações financeiras para incluir novos meios de pagamento, como Pix e carteiras digitais, mas não introduzem cobranças ou taxas.</p>
<p><strong>Dicas para evitar golpes</strong><br />
A Receita Federal orientou os cidadãos a seguirem as seguintes recomendações para evitar cair em fraudes:</p>
<ul>
<li><strong>Desconfie de mensagens suspeitas:</strong> Não forneça informações pessoais em resposta a mensagens ou e-mails de origem desconhecida.</li>
<li><strong>Evite clicar em links desconhecidos:</strong> Links podem levar a sites fraudulentos ou instalar programas maliciosos.</li>
<li><strong>Não abra anexos suspeitos:</strong> Arquivos anexos podem conter programas prejudiciais.</li>
<li><strong>Verifique a autenticidade:</strong> A Receita utiliza exclusivamente o Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (Portal e-CAC) e seu site oficial para comunicação segura.</li>
</ul>
<p><strong>Combate a fake news</strong><br />
O órgão também destacou a importância de combater notícias falsas. Para isso, orientou que os contribuintes:</p>
<ul>
<li>Consultem informações apenas nos canais oficiais do Fisco.</li>
<li>Desconfiem de mensagens sensacionalistas, com promessas milagrosas ou erros de português.</li>
<li>Evitem compartilhar mensagens sem verificar a fonte.</li>
<li>Conversem com parentes e amigos antes de repassar informações de fontes duvidosas.</li>
</ul>
<p>Com esse alerta, a Receita Federal reforça a importância de agir com cautela diante de possíveis fraudes, protegendo-se contra golpes que podem comprometer dados pessoais e financeiros.</p>
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