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	<title>PF &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>PF &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>PF aponta que banqueiro pagou hospedagem de Hugo Motta e Ciro Nogueira durante viagem a Lisboa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 23:30:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[banqueiro Daniel Vorcaro]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Hospedagem]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Operação Compliance Zero]]></category>
		<category><![CDATA[PF]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Federal identificou indícios de que o banqueiro Daniel Vorcaro, apontado como figura central das investigações relacionadas ao Banco Master, custeou despesas de hospedagem do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, e do senador Ciro Nogueira durante uma viagem realizada a Lisboa, em Portugal. A informação consta de documentos reunidos pela corporação no [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Federal identificou indícios de que o banqueiro Daniel Vorcaro, apontado como figura central das investigações relacionadas ao Banco Master, custeou despesas de hospedagem do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, e do senador Ciro Nogueira durante uma viagem realizada a Lisboa, em Portugal. A informação consta de documentos reunidos pela corporação no âmbito da Operação Compliance Zero.</p>
<p>Segundo os investigadores, os gastos teriam ocorrido durante uma agenda na capital portuguesa e envolveram a estadia dos parlamentares em um hotel de alto padrão. As despesas identificadas pela PF somariam quase R$ 100 mil e fazem parte de um conjunto de benefícios que estariam sendo analisados pelas autoridades para apurar possíveis relações entre agentes públicos e o empresário.</p>
<p>A apuração integra um inquérito mais amplo que investiga suspeitas de corrupção, lavagem de dinheiro, organização criminosa e crimes contra o sistema financeiro. A operação tem como foco principal negócios e movimentações atribuídas a Daniel Vorcaro e pessoas ligadas ao Banco Master.</p>
<p>De acordo com a Polícia Federal, as despesas com viagens e hospedagens não são fatos isolados. As investigações já haviam apontado anteriormente que Vorcaro teria arcado com outras viagens internacionais, hospedagens em hotéis de luxo, voos privados e diferentes benefícios destinados a figuras políticas.</p>
<p>No caso de Ciro Nogueira, os relatórios da PF mencionam ainda suspeitas de recebimento de vantagens econômicas que incluiriam pagamentos periódicos, uso de imóveis de alto padrão e custeio de despesas pessoais. Os investigadores sustentam que esses benefícios teriam sido concedidos em troca de ações políticas favoráveis aos interesses do banqueiro.</p>
<p>A defesa de Ciro Nogueira tem negado irregularidades e afirma que o senador não praticou qualquer ato ilícito. Em manifestações anteriores, os advogados classificaram as acusações como interpretações equivocadas dos fatos e defenderam que a atuação parlamentar do político ocorreu dentro da legalidade.</p>
<p>Já Hugo Motta declarou estar tranquilo em relação às investigações e afirmou que poderá prestar todos os esclarecimentos necessários caso seja solicitado pelas autoridades. O presidente da Câmara não é alvo de medidas cautelares no atual estágio da investigação.</p>
<p>A Operação Compliance Zero vem sendo considerada uma das maiores investigações recentes envolvendo o sistema financeiro brasileiro. A Polícia Federal e o Ministério Público buscam esclarecer se houve utilização de recursos e benefícios privados para influenciar decisões políticas e legislativas de interesse do grupo investigado.</p>
<p>Os fatos seguem sob apuração e novas diligências poderão ser realizadas conforme o avanço das investigações e a análise dos materiais apreendidos durante as diferentes fases da operação.</p>
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		<item>
		<title>INSS apura descontos indevidos em benefícios e amplia investigação com PF e CGU</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/inss-apura-descontos-indevidos-em-beneficios-e-amplia-investigacao-com-pf-e-cgu/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 13:04:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Aposentadoria]]></category>
		<category><![CDATA[CGU]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[INSS]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Operação Sem Desconto]]></category>
		<category><![CDATA[PF]]></category>
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					<description><![CDATA[O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) está no centro de uma investigação conduzida em parceria com a Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União (CGU) para apurar descontos aplicados sem autorização em aposentadorias e pensões de beneficiários em diversas regiões do país. As investigações miram cobranças associativas realizadas diretamente nos benefícios previdenciários, muitas vezes [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) está no centro de uma investigação conduzida em parceria com a Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União (CGU) para apurar descontos aplicados sem autorização em aposentadorias e pensões de beneficiários em diversas regiões do país.</p>
<p>As investigações miram cobranças associativas realizadas diretamente nos benefícios previdenciários, muitas vezes sem consentimento dos aposentados e pensionistas. A suspeita é de que entidades tenham utilizado dados dos segurados para incluir mensalidades e contribuições sem autorização formal.</p>
<p>Segundo as apurações, os descontos eram feitos diretamente na folha de pagamento do INSS, reduzindo o valor recebido mensalmente pelos beneficiários. A investigação busca identificar o funcionamento do esquema, os responsáveis pelas autorizações irregulares e possíveis falhas nos mecanismos de controle do sistema previdenciário.</p>
<p>A operação reúne equipes da Polícia Federal e da CGU para analisar contratos, registros de filiação, movimentações financeiras e documentos relacionados às entidades investigadas. O foco também está na verificação de como os dados dos aposentados foram utilizados para viabilizar os descontos.</p>
<p>O INSS informou que está colaborando com as investigações e afirmou que medidas administrativas vêm sendo adotadas para reforçar a fiscalização sobre cobranças autorizadas em benefícios previdenciários. O órgão também orienta aposentados e pensionistas a consultarem regularmente os extratos de pagamento para identificar descontos desconhecidos.</p>
<p>Beneficiários que encontrarem cobranças não reconhecidas podem solicitar o bloqueio das mensalidades diretamente pelos canais oficiais do INSS, além de pedir o ressarcimento dos valores descontados indevidamente. A recomendação é que os segurados utilizem o aplicativo Meu INSS, o site oficial ou a central telefônica 135 para registrar contestação.</p>
<p>A Controladoria-Geral da União destacou que a investigação pretende fortalecer os mecanismos de proteção aos aposentados e impedir novas fraudes relacionadas a descontos automáticos em benefícios previdenciários.</p>
<p>As apurações continuam em andamento e ainda não há balanço oficial sobre o total de pessoas afetadas nem o valor movimentado pelas cobranças investigadas.</p>
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		<item>
		<title>PF faz operação contra grupo do setor de combustíveis e mira Cláudio Castro</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/pf-faz-operacao-contra-grupo-do-setor-de-combustiveis-e-mira-claudio-castro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2026 15:41:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[busca e apreensão]]></category>
		<category><![CDATA[Cláudio Castro]]></category>
		<category><![CDATA[ex-governador do Rio]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Operação Sem Refino]]></category>
		<category><![CDATA[PF]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Federal realizou nesta sexta-feira (15) a Operação Sem Refino, que investiga um grupo econômico ligado ao setor de combustíveis suspeito de envolvimento em fraudes fiscais, ocultação de bens e movimentações financeiras ilegais fora do país. Entre os alvos da ação está o ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, que teve a residência [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Federal realizou nesta sexta-feira (15) a Operação Sem Refino, que investiga um grupo econômico ligado ao setor de combustíveis suspeito de envolvimento em fraudes fiscais, ocultação de bens e movimentações financeiras ilegais fora do país. Entre os alvos da ação está o ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, que teve a residência alvo de mandado de busca e apreensão na Barra da Tijuca, Zona Oeste da capital fluminense.</p>
<p>A investigação apura a atuação de empresas e operadores financeiros suspeitos de utilizar estruturas societárias para esconder patrimônio e dificultar o rastreamento de recursos. Segundo a Polícia Federal, o esquema também teria relação com evasão de divisas e possíveis irregularidades tributárias envolvendo o conglomerado ligado à antiga Refinaria de Manguinhos, atualmente chamada Refit.</p>
<p>Ao todo, a operação cumpriu 17 mandados de busca e apreensão e sete medidas de afastamento de função pública nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Distrito Federal. As ordens judiciais foram autorizadas pelo Supremo Tribunal Federal.</p>
<p>Outro nome citado nas investigações é o empresário Ricardo Magro, apontado como controlador do grupo Refit e considerado pelas autoridades um dos maiores devedores de impostos do país. A Polícia Federal solicitou a inclusão do nome dele na Difusão Vermelha da Interpol, lista internacional de procurados.</p>
<p>As medidas judiciais também determinaram o bloqueio de aproximadamente R$ 52 bilhões em ativos financeiros ligados aos investigados, além da suspensão das atividades econômicas de empresas relacionadas ao esquema apurado.</p>
<p>De acordo com as investigações, o grupo teria utilizado uma rede de empresas, fundos e operações financeiras para ocultar lucros e movimentar recursos de forma irregular. A antiga Refinaria de Manguinhos já vinha sendo alvo de outras apurações envolvendo suspeitas de sonegação fiscal e lavagem de dinheiro.</p>
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		<item>
		<title>Brasil reage a ação dos EUA e Polícia Federal retira credenciais de agente de imigração americano</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/brasil-reage-a-acao-dos-eua-e-policia-federal-retira-credenciais-de-agente-de-imigracao-americano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 20:03:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Andrei Rodrigues]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[PF]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Federal]]></category>
		<category><![CDATA[reciprocidade]]></category>
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					<description><![CDATA[A decisão da Polícia Federal de retirar as credenciais de um agente de imigração dos Estados Unidos que atuava no Brasil marcou um novo capítulo nas recentes tensões diplomáticas entre os dois países. A medida foi adotada como resposta direta à determinação do governo norte-americano de afastar um representante brasileiro que atuava em território dos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A decisão da Polícia Federal de retirar as credenciais de um agente de imigração dos Estados Unidos que atuava no Brasil marcou um novo capítulo nas recentes tensões diplomáticas entre os dois países. A medida foi adotada como resposta direta à determinação do governo norte-americano de afastar um representante brasileiro que atuava em território dos EUA.</p>
<p>Segundo informações confirmadas por autoridades brasileiras, a ação segue o princípio da reciprocidade nas relações internacionais: ao restringir a atuação de um agente brasileiro, os Estados Unidos desencadearam uma resposta equivalente por parte do Brasil. Com isso, o servidor americano perdeu o acesso às instalações e sistemas operacionais utilizados em cooperação com órgãos de segurança nacionais.</p>
<h3>Entenda o contexto da crise diplomática</h3>
<p>O impasse teve início após autoridades norte-americanas solicitarem a saída de um agente da Polícia Federal que atuava como elo de cooperação em Miami. A justificativa apresentada pelos EUA envolveu suspeitas relacionadas ao uso do sistema de imigração em um caso de repercussão política, o que foi interpretado pelo governo brasileiro como uma decisão unilateral e sem comunicação formal prévia.</p>
<p>Em resposta, o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, confirmou que o agente norte-americano no Brasil deixou de ter acesso às dependências da instituição, replicando exatamente a restrição imposta ao representante brasileiro no exterior.</p>
<h3>Relação bilateral sob pressão</h3>
<p>O episódio ocorre em um momento sensível das relações entre Brasil e Estados Unidos, especialmente diante de divergências envolvendo temas políticos e judiciais. A cooperação entre os países em áreas como segurança, imigração e combate ao crime internacional historicamente depende de confiança mútua e troca constante de informações — fatores que podem ser impactados por medidas desse tipo.</p>
<p>Órgãos como o Serviço de Imigração e Controle de Aduanas dos Estados Unidos (ICE) desempenham papel central na fiscalização migratória e na cooperação internacional, sendo responsáveis por investigações e operações ligadas à imigração e segurança de fronteiras.</p>
<p>A retirada de credenciais, embora não represente rompimento formal de relações, limita diretamente a atuação operacional desses agentes, reduzindo o intercâmbio de dados e a atuação conjunta em investigações.</p>
<h3>Impactos e possíveis desdobramentos</h3>
<p>Especialistas em العلاقات internacionais avaliam que a adoção de medidas recíprocas é comum em disputas diplomáticas, mas pode gerar efeitos práticos relevantes. Entre eles estão:</p>
<ul>
<li>Dificuldades na cooperação policial e troca de inteligência;</li>
<li>Redução da eficiência em investigações transnacionais;</li>
<li>Aumento da tensão política entre governos.</li>
</ul>
<p>Além disso, o caso reacende debates sobre soberania nacional e limites de atuação de agentes estrangeiros em território brasileiro — tema sensível, sobretudo quando envolve questões judiciais e extradição.</p>
<h3>Cenário ainda indefinido</h3>
<p>Até o momento, não há indicação de escalada para medidas mais severas, mas o episódio evidencia um desgaste nas relações institucionais entre os dois países. A condução dos próximos passos dependerá de negociações diplomáticas e da capacidade de restabelecer canais de diálogo entre as autoridades envolvidas.</p>
<p>Enquanto isso, a decisão da Polícia Federal reforça a postura do Brasil de responder a ações consideradas assimétricas, sinalizando que medidas adotadas no campo internacional tendem a ter repercussões diretas no equilíbrio das relações bilaterais.</p>
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		<item>
		<title>Polícia Federal deflagra operação contra esquema de vazamento de dados de ministros do STF</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/policia-federal-deflagra-operacao-contra-esquema-de-vazamento-de-dados-de-ministros-do-stf/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2026 13:40:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[ministros do STF]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Operação Dataleaks]]></category>
		<category><![CDATA[PF]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Federal]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Federal realizou, nesta quinta-feira (5), uma operação para investigar um esquema de obtenção e divulgação ilegal de informações pessoais de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). A ação faz parte de um inquérito que busca esclarecer a origem de uma base de dados paralela que reunia dados sensíveis de integrantes da Corte. Batizada [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Federal realizou, nesta quinta-feira (5), uma operação para investigar um esquema de obtenção e divulgação ilegal de informações pessoais de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). A ação faz parte de um inquérito que busca esclarecer a origem de uma base de dados paralela que reunia dados sensíveis de integrantes da Corte.</p>
<p>Batizada de Operação Dataleaks, a investigação apura a atuação de um grupo suspeito de acessar sistemas oficiais para coletar, modificar e posteriormente comercializar informações sigilosas. Segundo a Polícia Federal, a organização criminosa seria especializada na obtenção e disseminação ilegal de dados provenientes tanto de bases governamentais quanto de bancos de dados privados.</p>
<p>Os investigadores tentam identificar como essas informações foram obtidas e utilizadas. A suspeita é que os dados tenham sido reunidos em uma base não oficial que concentrava informações pessoais de autoridades do Judiciário, incluindo dados considerados sensíveis.</p>
<p>A apuração também busca esclarecer a extensão do esquema e verificar se houve comercialização das informações ou uso para outros tipos de atividades ilícitas. Entre as hipóteses investigadas estão crimes relacionados à invasão de sistemas, manipulação de dados e organização criminosa.</p>
<p>O caso ocorre em meio a investigações recentes sobre acessos indevidos a informações fiscais e pessoais de ministros do STF e de seus familiares. Em operações anteriores, a Polícia Federal já havia cumprido mandados de busca e apreensão e adotado medidas cautelares contra suspeitos de acessar sistemas públicos sem justificativa funcional.</p>
<p>As autoridades seguem analisando documentos e registros digitais apreendidos para identificar os responsáveis pelo esquema e dimensionar o impacto do possível vazamento de dados. A investigação continua sob supervisão do Supremo Tribunal Federal.</p>
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		<item>
		<title>PF cumpre mandados contra suspeitos de produzir e divulgar vídeos de estupros</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/pf-cumpre-mandados-contra-suspeitos-de-produzir-e-divulgar-videos-de-estupros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Feb 2026 17:04:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Abuso Sexual]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[PF]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Violência contra a Mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (11), a Operação Somnus para desarticular uma organização criminosa suspeita de dopar mulheres para cometer estupros, gravar os abusos e disseminar os vídeos em plataformas digitais. A ação cumpre três mandados de prisão temporária e sete mandados de busca e apreensão em cinco estados: São Paulo, Ceará, Pará, Santa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (11), a Operação Somnus para desarticular uma organização criminosa suspeita de dopar mulheres para cometer estupros, gravar os abusos e disseminar os vídeos em plataformas digitais. A ação cumpre três mandados de prisão temporária e sete mandados de busca e apreensão em cinco estados: São Paulo, Ceará, Pará, Santa Catarina e Bahia.</p>
<p>De acordo com a PF, as investigações tiveram início em 2025, após o recebimento de informações repassadas pela Europol, a agência policial da União Europeia. O material indicava a atuação de uma quadrilha internacional envolvida na prática sistemática de violência sexual contra mulheres sedadas, com posterior compartilhamento das imagens em sites e redes sociais.</p>
<p>Sete brasileiros são suspeitos de integrar o grupo. Durante as apurações, a Polícia Federal analisou trocas de mensagens entre os investigados nas quais discutiam quais sedativos seriam mais eficazes para incapacitar as vítimas, evidenciando planejamento prévio e organização das ações criminosas.</p>
<p>Os envolvidos poderão responder por crimes como estupro, associação criminosa e divulgação de material ilícito, entre outros que poderão ser confirmados ao longo das investigações. O material apreendido será submetido à perícia para aprofundar a identificação de vítimas e possíveis conexões internacionais do esquema.</p>
<p>A operação reforça a cooperação entre autoridades brasileiras e organismos internacionais no combate a crimes cibernéticos e à violência contra mulheres, especialmente aqueles que envolvem a produção e a circulação de conteúdos criminosos na internet.</p>
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		<item>
		<title>PF investiga investimentos da Rioprevidência no Banco Master em operação no Rio</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/pf-investiga-investimentos-da-rioprevidencia-no-banco-master-em-operacao-no-rio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jan 2026 13:48:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Master]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Operação Barco de Papel]]></category>
		<category><![CDATA[PF]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Rioprevidência]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta sexta-feira (23), a Operação Barco de Papel, que apura suspeitas de irregularidades em aplicações financeiras realizadas pela Rioprevidência junto ao Banco Master. A autarquia é responsável pela administração das aposentadorias e pensões dos servidores públicos do Estado do Rio de Janeiro e, segundo as investigações, teria investido aproximadamente [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta sexta-feira (23), a Operação Barco de Papel, que apura suspeitas de irregularidades em aplicações financeiras realizadas pela Rioprevidência junto ao Banco Master. A autarquia é responsável pela administração das aposentadorias e pensões dos servidores públicos do Estado do Rio de Janeiro e, segundo as investigações, teria investido aproximadamente R$ 970 milhões na instituição controlada pelo banqueiro Daniel Vorcaro.</p>
<p>Os agentes cumprem mandados de busca e apreensão autorizados pela 6ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro. De acordo com a PF, o inquérito foi instaurado em novembro de 2025 e se concentra em operações realizadas entre novembro de 2023 e julho de 2024, período em que teriam ocorrido movimentações financeiras consideradas atípicas.</p>
<p>As investigações buscam esclarecer se os recursos previdenciários foram aplicados em desacordo com as normas legais e se houve prejuízo aos cofres públicos. A Polícia Federal não detalhou, até o momento, o volume de bens ou documentos apreendidos durante a operação.</p>
<p>Banco Master sob suspeita</p>
<p>O Banco Master, controlado por Daniel Vorcaro, já é alvo de outras apurações por supostas práticas fraudulentas que teriam inflado artificialmente seu balanço financeiro. Relatórios do Banco Central e investigações da própria Polícia Federal apontam indícios de um esquema que pode ter provocado um desvio estimado em R$ 11,5 bilhões.</p>
<p>Diante das irregularidades identificadas, o Banco Central decretou a liquidação da instituição, e as investigações seguem em andamento para apurar responsabilidades e eventuais crimes financeiros. A apuração envolvendo a Rioprevidência amplia o alcance do caso e coloca sob escrutínio a gestão de recursos previdenciários no estado do Rio de Janeiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>PF identifica R$ 28,6 milhões em movimentações suspeitas ligadas a assessores de Jordy e Sóstenes</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/pf-identifica-r-286-milhoes-em-movimentacoes-suspeitas-ligadas-a-assessores-de-jordy-e-sostenes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Dec 2025 14:47:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jordy]]></category>
		<category><![CDATA[movimentações suspeitas]]></category>
		<category><![CDATA[PF]]></category>
		<category><![CDATA[Sóstenes]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Federal (PF) informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) a existência de R$ 28,638 milhões em movimentações financeiras consideradas suspeitas, sem justificativa compatível com a renda declarada, envolvendo assessores parlamentares, funcionários do Partido Liberal (PL) e pessoas próximas aos deputados federais Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) e Carlos Jordy (PL-RJ). As informações constam em relatório parcial [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Federal (PF) informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) a existência de R$ 28,638 milhões em movimentações financeiras consideradas suspeitas, sem justificativa compatível com a renda declarada, envolvendo assessores parlamentares, funcionários do Partido Liberal (PL) e pessoas próximas aos deputados federais Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) e Carlos Jordy (PL-RJ).</p>
<p>As informações constam em relatório parcial das investigações, cujo sigilo foi levantado nesta sexta-feira (19) pelo ministro Flávio Dino, relator do caso no Supremo. O documento fundamentou a deflagração da Operação Galho Fraco, conduzida pela PF para apurar supostos desvios de recursos públicos provenientes da cota parlamentar.</p>
<p>Segundo dados preliminares divulgados após as diligências, cerca de R$ 400 mil em dinheiro vivo foram encontrados em um dos endereços ligados a Sóstenes Cavalcante, atual líder do PL na Câmara dos Deputados. Ao todo, a operação cumpriu sete mandados de busca e apreensão, autorizados pelo STF com parecer favorável da Procuradoria-Geral da República (PGR), incluindo buscas pessoais, veiculares e em imóveis dos investigados, no Distrito Federal e no Rio de Janeiro.</p>
<h3>Locadoras de fachada e indícios de lavagem</h3>
<p>De acordo com os investigadores, há fortes indícios de que os parlamentares teriam utilizado locadoras de veículos de fachada para justificar gastos da cota parlamentar — verba pública destinada ao custeio das atividades dos mandatos, como aluguel de veículos para deslocamento. A suspeita é de que parte desses recursos tenha sido desviada e posteriormente ocultada por meio de transações financeiras fracionadas.</p>
<p>Um dos pontos centrais do relatório é a identificação da prática conhecida como “smurfing”, estratégia de lavagem de dinheiro que consiste em realizar saques e transferências abaixo de R$ 10 mil, limite que aciona mecanismos automáticos de controle financeiro. Segundo a PF, a repetição sistemática desse padrão reforça a suspeita de tentativa de burlar o monitoramento dos órgãos competentes.</p>
<h3>Movimentações incompatíveis com a renda</h3>
<p>Entre os casos destacados, chama atenção o de Adailton Oliveira dos Santos, assessor especial do PL, que movimentou mais de R$ 11,4 milhões entre 2023 e 2024. Para a PF, os valores são incompatíveis com sua capacidade econômica declarada, considerando seu vínculo funcional e contexto familiar.</p>
<p>Outro nome citado é o de Itamar de Souza Santana, secretário parlamentar de Carlos Jordy, que teria movimentado R$ 5,9 milhões no mesmo período. Ele também foi alvo de buscas nesta sexta-feira.</p>
<p>O relatório aponta ainda indícios de pagamento de despesas inexistentes ou irregulares com recursos da cota parlamentar e inclui trechos de conversas extraídas do WhatsApp que, segundo os investigadores, sugerem pagamentos realizados “por fora”.</p>
<h3>Quebras de sigilo e próximos passos</h3>
<p>Além das buscas, o ministro Flávio Dino autorizou a quebra dos sigilos bancário, telefônico e telemático de Jordy, Sóstenes e outras 12 pessoas físicas, além de uma pessoa jurídica. Também determinou o compartilhamento de informações com a Receita Federal, ampliando o alcance da apuração.</p>
<p>Nas redes sociais, Carlos Jordy negou irregularidades e afirmou ser alvo de perseguição política. “Hoje, no aniversário da minha filha, a PF fez busca e apreensão novamente na minha casa por determinação de Flávio Dino. Perseguição implacável!”, escreveu.</p>
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		<title>Lewandowski alerta para inconstitucionalidade em proposta que restringiria atuação da Polícia Federal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Nov 2025 16:44:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[facções criminosas]]></category>
		<category><![CDATA[Lewandowski]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[PF]]></category>
		<category><![CDATA[PL Antifacção]]></category>
		<category><![CDATA[Terrorismo]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, afirmou nesta terça-feira (11) que qualquer tentativa de limitar a atuação da Polícia Federal (PF) por meio do Projeto de Lei Antifacção seria claramente inconstitucional. O alerta foi feito durante a abertura do 26º Congresso Nacional do Ministério Público, em Brasília. Lewandowski disse esperar que o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, afirmou nesta terça-feira (11) que qualquer tentativa de limitar a atuação da Polícia Federal (PF) por meio do Projeto de Lei Antifacção seria claramente inconstitucional. O alerta foi feito durante a abertura do 26º Congresso Nacional do Ministério Público, em Brasília.</p>
<p>Lewandowski disse esperar que o texto final, de autoria do governo e enviado ao Congresso em 31 de outubro, seja aproveitado “em 90% ou 100%”. Ele demonstrou surpresa com a rapidez da tramitação do relatório, apresentado em apenas 24 horas após a entrega do projeto.</p>
<blockquote><p>“Não seria possível uma lei ordinária cercear a competência da Polícia Federal, especialmente estabelecer que a polícia só interviria nos estados se autorizada pelos governadores. Isso seria inconcebível e claramente inconstitucional”, afirmou o ministro.</p></blockquote>
<p>O relator do projeto, deputado Guilherme Derrite (PP-SP), chegou a propor que a PF precisasse de autorização dos governos estaduais para atuar em operações contra facções criminosas. A medida provocou reação do governo e da própria corporação. Após críticas, o deputado recuou, negando que o relatório final incluirá tal restrição.</p>
<h3>Críticas à tramitação acelerada</h3>
<p>Lewandowski criticou o ritmo de mudanças no texto, lembrando que o projeto foi debatido ao longo de mais de seis meses pelo governo.</p>
<blockquote><p>“É um projeto muito discutido, muito trabalhoso, e, de repente, nós fomos surpreendidos com um relatório feito em 24 horas. Em 48 horas, foi feito outro, e agora, com mais 24 horas, será apresentado um terceiro”, observou.</p></blockquote>
<p>O ministro destacou que o texto original — elaborado pela pasta da Justiça — tem como objetivo endurecer penas, classificar o crime de facção como hediondo e criar um banco nacional de integrantes de organizações criminosas, fortalecendo o enfrentamento à criminalidade organizada no país.</p>
<p>A votação do PL Antifacção está prevista para ocorrer nesta quarta-feira (12) no plenário da Câmara dos Deputados.</p>
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		<title>STF manda PF investigar R$ 694 milhões em emendas parlamentares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Aug 2025 13:36:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[emendas parlamantares]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Inquérito Policial]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[PF]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que a Polícia Federal (PF) investigue possíveis irregularidades em 964 emendas parlamentares no valor de R$ 694 milhões. Os recursos, conhecidos como “emendas Pix”, foram aprovados entre 2020 e 2024 e não possuem plano de trabalho cadastrado no sistema oficial do governo. Dino deu 10 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que a Polícia Federal (PF) investigue possíveis irregularidades em 964 emendas parlamentares no valor de R$ 694 milhões. Os recursos, conhecidos como “emendas Pix”, foram aprovados entre 2020 e 2024 e não possuem plano de trabalho cadastrado no sistema oficial do governo.</p>
<p>Dino deu 10 dias úteis para que o Tribunal de Contas da União (TCU) envie à PF a lista de emendas suspeitas. Desde 2022, o STF exige a inclusão de plano de trabalho para garantir transparência e rastreabilidade na liberação dos recursos.</p>
<p>Além disso, o ministro:</p>
<ul>
<li>Alertou o Ministério da Saúde a não executar emendas de relator (RP9) sem critérios objetivos.</li>
<li>Mandou a CGU auditar repasses feitos à Associação Moriá entre 2022 e 2024, suspeita de irregularidades.</li>
<li>Reforçou que Caixa e Banco do Brasil só podem transferir verbas por conta específica, proibindo contas de passagem.</li>
<li>Determinou que, a partir de 2026, todos os repasses sejam feitos via Ordens de Pagamento de Parceria (OPP).</li>
</ul>
<p>Com a decisão, a Corte amplia a fiscalização sobre o uso das emendas parlamentares, alvo constante de denúncias de falta de controle e uso político dos recursos públicos.</p>
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