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	<title>Petroleo &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Petroleo &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Impasse na ONU adia decisão sobre intervenção no Estreito de Ormuz em meio a tensão global</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Apr 2026 09:15:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) decidiu adiar a votação de uma resolução que pode autorizar ações para garantir a segurança da navegação no Estreito de Ormuz, uma das rotas marítimas mais importantes do planeta. A deliberação, inicialmente prevista para o início de abril, foi postergada sem definição de uma nova [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) decidiu adiar a votação de uma resolução que pode autorizar ações para garantir a segurança da navegação no Estreito de Ormuz, uma das rotas marítimas mais importantes do planeta. A deliberação, inicialmente prevista para o início de abril, foi postergada sem definição de uma nova data.</p>
<p>A proposta, apresentada pelo Bahrein — atual presidente do conselho —, prevê a adoção de medidas para proteger o tráfego comercial na região, incluindo a possibilidade de uso de força em caráter defensivo. No entanto, divergências entre os países-membros impediram o avanço imediato do texto.</p>
<p>O Estreito de Ormuz, localizado na costa do Irã, conecta o Golfo Pérsico ao Oceano Índico e é responsável por uma parcela significativa do transporte global de petróleo e gás natural. Nas últimas semanas, a circulação de navios foi afetada por um cenário de conflito envolvendo Irã, Estados Unidos e Israel, o que provocou impactos diretos no abastecimento energético e na alta dos preços internacionais.</p>
<p>A interrupção parcial da rota ocorre após ataques realizados no fim de fevereiro, que desencadearam uma escalada militar na região. Desde então, o Irã passou a exercer maior controle sobre a passagem de embarcações, elevando a preocupação da comunidade internacional com a segurança do comércio marítimo.</p>
<p>Nos bastidores diplomáticos, a proposta enfrenta resistência significativa de países como China e Rússia, que demonstraram oposição à autorização explícita do uso da força. A China, em especial, tem posição estratégica no cenário, já que mantém relações econômicas estreitas com o Irã e possui poder de veto no conselho.</p>
<p>Diante das críticas, o texto da resolução passou por ajustes para suavizar sua redação, retirando menções mais diretas a ações militares obrigatórias e enfatizando o caráter defensivo das medidas. Ainda assim, o documento não conseguiu reunir apoio suficiente para ser votado.</p>
<p>A expectativa entre diplomatas é de que a discussão seja retomada nos próximos dias, possivelmente na semana seguinte, à medida que negociações avancem em busca de um consenso mínimo entre as potências.</p>
<p>Caso aprovada, a resolução poderá autorizar ações por um período inicial de pelo menos seis meses, com possibilidade de revisão futura pelo próprio Conselho de Segurança. Enquanto isso, o impasse evidencia as dificuldades da comunidade internacional em responder de forma unificada a crises geopolíticas envolvendo interesses estratégicos e econômicos de grande escala.</p>
<p>O adiamento reforça o clima de incerteza em torno da região, considerada vital para o comércio global, e mantém em aberto a definição de medidas concretas para garantir a livre circulação de navios em um dos corredores marítimos mais sensíveis do mundo.</p>
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		<title>Irã alerta para possível disparada do petróleo a US$ 200 em meio à escalada da guerra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2026 14:11:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Alerta]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo do Irã afirmou que o mercado internacional deve se preparar para a possibilidade de o preço do petróleo atingir US$ 200 por barril, diante da intensificação do conflito no Oriente Médio e do aumento das tensões nas rotas estratégicas de transporte de energia. A declaração foi feita após forças iranianas atacarem embarcações comerciais [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo do Irã afirmou que o mercado internacional deve se preparar para a possibilidade de o preço do petróleo atingir US$ 200 por barril, diante da intensificação do conflito no Oriente Médio e do aumento das tensões nas rotas estratégicas de transporte de energia.</p>
<p>A declaração foi feita após forças iranianas atacarem embarcações comerciais na região do Golfo Pérsico, em meio à guerra iniciada após ofensivas aéreas conjuntas de Estados Unidos e Israel contra o território iraniano. Segundo estimativas divulgadas no contexto do conflito, cerca de 2 mil pessoas já morreram, a maioria em áreas do Irã e do Líbano.</p>
<p>Apesar da intensificação dos bombardeios conduzidos por Washington e Tel Aviv, autoridades indicam que o Irã mantém capacidade de resposta militar. O país realizou ataques contra Israel e contra alvos no Oriente Médio, enquanto amplia ações no mar que afetam o tráfego de navios na região.</p>
<p>Na quarta-feira (11), três embarcações teriam sido atingidas em águas do Golfo Pérsico. A Guarda Revolucionária iraniana declarou que os disparos foram direcionados a navios que não teriam obedecido a ordens emitidas por suas forças militares.</p>
<p>O aumento da tensão no Estreito de Ormuz, rota por onde passa cerca de um quinto de todo o petróleo transportado no mundo, elevou as preocupações com possíveis interrupções no fornecimento global de energia. Fontes indicam que o Irã teria instalado minas na região, dificultando a circulação de embarcações.</p>
<p>Diante do risco de um choque no mercado energético, a Agência Internacional de Energia (AIE) recomendou a liberação de cerca de 400 milhões de barris das reservas estratégicas de petróleo mantidas por países consumidores. A medida busca reduzir a volatilidade e conter a pressão sobre os preços.</p>
<p>Mesmo com a possibilidade de intervenção no mercado, o alerta iraniano reforça a percepção de que o conflito pode provocar um impacto prolongado na oferta global de petróleo, com reflexos nos preços da energia, no transporte e nas economias ao redor do mundo.</p>
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		<title>Alta dos preços do petróleo acende sinal de alerta no G7 em meio à guerra no Irã</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Mar 2026 21:18:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A forte elevação dos preços internacionais do petróleo, motivada pela intensificação da guerra envolvendo o Irã e outros países do Oriente Médio, mobilizou os líderes das maiores economias do mundo do G7 (Estados Unidos, França, Alemanha, Itália, Japão, Canadá e Reino Unido) a debaterem ações emergenciais para conter os impactos no mercado global de energia. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A forte elevação dos preços internacionais do petróleo, motivada pela intensificação da guerra envolvendo o Irã e outros países do Oriente Médio, mobilizou os líderes das maiores economias do mundo do G7 (Estados Unidos, França, Alemanha, Itália, Japão, Canadá e Reino Unido) a debaterem ações emergenciais para conter os impactos no mercado global de energia.</p>
<p>Nesta segunda-feira (9), os ministros das Finanças do G7 realizaram reunião de emergência para avaliar os efeitos da escalada do conflito sobre os preços do barril de petróleo, que chegou a se aproximar de US$ 120, o maior patamar em quatro anos, após temores de interrupção prolongada no transporte marítimo pelo Estreito de Hormuz — passagem estratégica por onde circula cerca de um quinto do petróleo exportado mundialmente.</p>
<p>O aumento nos valores foi impulsionado tanto pela redução de oferta de alguns grandes produtores quanto pelas incertezas geradas pelos combates, que afetaram terminais de exportação e rotas vitais de escoamento de combustíveis.</p>
<figure id="attachment_89131" aria-describedby="caption-attachment-89131" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-89131" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/03/09-Fumaca-sobe-apos-explosao-depois-que-EUA-e-Israel-lancaram-ataques-contra-o-Ira-em-2-de-marco-de-2026-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Fumaça Sobe Após Explosão Depois Que EUA E Israel Lançaram Ataques Contra O Irã Em 2 De Março De 2026 - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/03/09-Fumaca-sobe-apos-explosao-depois-que-EUA-e-Israel-lancaram-ataques-contra-o-Ira-em-2-de-marco-de-2026-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/03/09-Fumaca-sobe-apos-explosao-depois-que-EUA-e-Israel-lancaram-ataques-contra-o-Ira-em-2-de-marco-de-2026-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/03/09-Fumaca-sobe-apos-explosao-depois-que-EUA-e-Israel-lancaram-ataques-contra-o-Ira-em-2-de-marco-de-2026-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/03/09-Fumaca-sobe-apos-explosao-depois-que-EUA-e-Israel-lancaram-ataques-contra-o-Ira-em-2-de-marco-de-2026-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-89131" class="wp-caption-text">Fumaça sobe após explosão depois que EUA e Israel lançaram ataques contra o Irã em 2 de março de 2026 &#8211; Foto: Majid Asgaripour/WANA (West Asia News Agency) via Reuters &#8211; Proibido reprodução</figcaption></figure>
<p>Durante as conversas, os representantes do G7 discutiram a possibilidade de liberar parte das reservas de petróleo mantidas em estoque como medida preventiva para aliviar a pressão sobre os preços. Essa estratégia passaria por uma coordenação com a Agência Internacional de Energia (IEA), que gerencia estoques estratégicos de vários países participantes.</p>
<p>Até o momento, no entanto, os membros ainda não chegaram a um consenso sobre o uso dessas reservas emergenciais, com alguns ministros sinalizando que o grupo “ainda não está pronto” para implementar a medida, embora concordem que ela faz parte das opções a serem consideradas caso a crise na oferta se agrave.</p>
<p>A disparada nos preços do petróleo não apenas pressiona os custos de energia e combustíveis nos mercados consumidores, mas também levanta preocupações sobre efeitos mais amplos na economia global, como aumento da inflação e redução do crescimento, caso a instabilidade persista.</p>
<p>Especialistas econômicos e autoridades do G7 continuam monitorando de perto a evolução do conflito e seus desdobramentos nos mercados de energia, com a possibilidade de novas reuniões e coordenações internacionais enquanto a guerra no Irã segue em curso e as incertezas quanto à normalização da produção e do transporte de petróleo permanecem elevadas.</p>
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		<title>Crise no Oriente Médio leva países asiáticos a adotar medidas para reduzir consumo de petróleo</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/crise-no-oriente-medio-leva-paises-asiaticos-a-adotar-medidas-para-reduzir-consumo-de-petroleo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 11:05:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O impacto da crise no Oriente Médio já começa a afetar diretamente o abastecimento de energia em diversos países da Ásia. Fortemente dependentes do petróleo proveniente da região e das rotas de transporte que passam pelo Estreito de Ormuz, governos asiáticos passaram a adotar medidas para limitar o consumo de combustíveis e reduzir a pressão [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O impacto da crise no Oriente Médio já começa a afetar diretamente o abastecimento de energia em diversos países da Ásia. Fortemente dependentes do petróleo proveniente da região e das rotas de transporte que passam pelo Estreito de Ormuz, governos asiáticos passaram a adotar medidas para limitar o consumo de combustíveis e reduzir a pressão sobre seus mercados internos.</p>
<p>Entre os países que já anunciaram iniciativas estão Índia, Paquistão, Indonésia, Bangladesh e Filipinas. As ações incluem desde campanhas de economia de energia até mudanças na rotina de trabalho e busca por novos fornecedores de petróleo.</p>
<p>Nas Filipinas, onde quase todo o combustível consumido é importado, as autoridades orientaram a população a reduzir o uso de ar-condicionado e evitar deslocamentos considerados não essenciais. O governo também avalia implementar uma semana de trabalho de quatro dias como forma de diminuir o consumo energético.</p>
<p>Na Índia, a estratégia adotada envolve a ampliação das compras de petróleo russo. O país já vinha adquirindo grandes volumes do combustível com desconto e, diante da instabilidade no Oriente Médio, passou a reforçar essa alternativa para garantir o abastecimento interno.</p>
<p>O Japão optou por medidas voltadas à proteção dos consumidores, buscando minimizar os impactos do aumento dos preços da energia. Já a Tailândia tem intensificado negociações com outros mercados internacionais para garantir novas fontes de fornecimento de petróleo e gás natural.</p>
<p>No contexto dessa reorganização energética, os Estados Unidos autorizaram temporariamente a entrega de petróleo russo à Índia, mesmo com as sanções impostas a Moscou. A autorização, anunciada pelo Departamento do Tesouro norte-americano, tem validade de um mês e segue em vigor até 3 de abril de 2026.</p>
<p>Segundo o secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, a medida busca evitar desabastecimento e preservar o funcionamento do mercado global de energia. “Essa medida temporária não trará vantagens financeiras significativas ao governo russo, uma vez que apenas autoriza transações relativas a petróleo já bloqueado no mar”, afirmou em publicação na rede social X.</p>
<p>Bessent também declarou que a operação ajudará a aliviar os efeitos da instabilidade provocada pela crise regional. “A venda à Índia vai aliviar a pressão causada pela tentativa do Irã de sequestrar a energia mundial”, acrescentou.</p>
<p>O Departamento do Tesouro destacou ainda que a autorização não inclui petróleo de origem iraniana. Desde 2022, os Estados Unidos, a União Europeia e países do G7 vêm aplicando sucessivos pacotes de sanções ao setor petrolífero russo com o objetivo de reduzir a capacidade financeira de Moscou de sustentar a guerra na Ucrânia.</p>
<p>Apesar dessas restrições, a Índia ampliou significativamente as compras de petróleo russo nos últimos anos. Vendido a preços abaixo do mercado internacional, o combustível passou a ter como principais destinos China e Índia, que se consolidaram entre os maiores compradores do produto.</p>
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		<title>China suspende exportações de gasolina e diesel em meio à guerra envolvendo o Irã</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/china-suspende-exportacoes-de-gasolina-e-diesel-em-meio-a-guerra-envolvendo-o-ira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2026 14:07:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo da República Popular da China determinou que as principais refinarias do país suspendam as exportações de gasolina e diesel em resposta à escalada do conflito militar envolvendo o Irã. A medida foi adotada para preservar os estoques domésticos de combustíveis diante das incertezas no mercado internacional de energia. Segundo informações de mercado, autoridades [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo da República Popular da China determinou que as principais refinarias do país suspendam as exportações de gasolina e diesel em resposta à escalada do conflito militar envolvendo o Irã. A medida foi adotada para preservar os estoques domésticos de combustíveis diante das incertezas no mercado internacional de energia.</p>
<p>Segundo informações de mercado, autoridades chinesas orientaram empresas do setor de refino a interromper novos contratos de exportação e rever embarques previstos para os próximos meses. A decisão ocorre em um momento em que o conflito no Oriente Médio ameaça comprometer o fluxo de petróleo bruto, matéria-prima essencial para a produção de combustíveis.</p>
<p>A instabilidade está ligada à intensificação da guerra na região do Golfo, que afeta rotas estratégicas de transporte de energia. Uma das maiores preocupações é o impacto sobre o Estreito de Ormuz, passagem marítima responsável por uma parcela significativa do comércio global de petróleo. Interrupções no tráfego de navios-petroleiros nesse corredor podem reduzir drasticamente o fornecimento mundial de energia.</p>
<p>A decisão de Pequim faz parte de uma série de medidas adotadas por países asiáticos para priorizar o consumo interno diante do risco de escassez de combustíveis. Analistas avaliam que o bloqueio temporário das exportações pode pressionar ainda mais os mercados internacionais, já impactados pelo aumento dos preços do petróleo e pela volatilidade provocada pela guerra.</p>
<p>Especialistas do setor energético também apontam que a redução das vendas externas por grandes produtores e refinadores tende a restringir a oferta global de diesel e gasolina, contribuindo para a elevação dos custos de energia em diversas regiões. A evolução do conflito e a situação das rotas de transporte de petróleo deverão definir o impacto real dessas medidas no mercado internacional.</p>
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		<title>Observatório do Clima propõe produção mínima de petróleo durante transição energética no Brasil</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/observatorio-do-clima-propoe-producao-minima-de-petroleo-durante-transicao-energetica-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jan 2026 14:02:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Combustíveis Fósseis]]></category>
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		<category><![CDATA[transição energética]]></category>
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					<description><![CDATA[Um conjunto de 161 organizações da sociedade civil entregou ao governo federal uma série de recomendações para orientar o chamado Mapa do Caminho da Transição Energética Justa e Planejada, encomendado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em dezembro de 2025. Entre os principais pontos do documento, elaborado no âmbito do Observatório do Clima, está [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um conjunto de 161 organizações da sociedade civil entregou ao governo federal uma série de recomendações para orientar o chamado Mapa do Caminho da Transição Energética Justa e Planejada, encomendado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em dezembro de 2025. Entre os principais pontos do documento, elaborado no âmbito do Observatório do Clima, está a defesa de que o Brasil abandone a lógica de máxima exploração de petróleo e passe a produzir apenas o volume mínimo necessário durante o período de transição para fontes de energia mais limpas.</p>
<p>A proposta parte do entendimento de que a exploração de combustíveis fósseis deve ser gradualmente reduzida até ser substituída por matrizes renováveis, como a solar e a eólica. O material reúne recomendações técnicas, regulatórias e econômicas e tem como objetivo subsidiar os órgãos federais responsáveis pela elaboração do planejamento energético, que deverá ser apresentado ao Conselho Nacional de Política Energética até o dia 6 de fevereiro.</p>
<p>Segundo Ricardo Fujii, especialista em conservação da WWF-Brasil, o documento aponta que uma transição estruturada não é apenas ambientalmente necessária, mas também economicamente estratégica. “Um mapa do caminho justo e inclusivo reduz riscos no curto prazo, amplia oportunidades de crescimento sustentável no longo prazo e representa uma escolha econômica racional para o Brasil”, afirma.</p>
<p>A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, informou que o governo já trabalha na elaboração do primeiro documento oficial, que deve estabelecer diretrizes e bases conceituais para o Mapa do Caminho da Transição Energética.</p>
<h3>Três eixos de recomendações</h3>
<p>As propostas das organizações foram organizadas em três grandes blocos, com base em um estudo publicado em 2024: diretrizes de política energética e transição, governança e institucionalidade, e orçamento, financiamento e fundamentos econômicos.</p>
<p>No eixo das políticas energéticas, o Observatório do Clima recomenda calcular o volume mínimo de combustíveis fósseis necessário durante o período de transição, acelerar o descomissionamento de campos de petróleo em fase de esgotamento e estabelecer um cronograma para encerrar definitivamente os leilões de petróleo no país.</p>
<p>Para Nicole Oliveira, diretora do Instituto Arayara, a manutenção da expansão fósssil aprofunda desigualdades que vão além do presente. “A desigualdade gerada pela expansão fóssil não é só regional ou social. É intergeracional, com ganhos concentrados agora e custos climáticos, sanitários e fiscais para nossos filhos”, alerta.</p>
<h3>Governança e participação social</h3>
<p>No campo da governança, o documento sugere fortalecer instâncias de diálogo entre governo, sociedade civil e setor produtivo, como o Fórum Nacional de Transição Energética e o Fórum Brasileiro de Mudança do Clima. Também é defendida a criação de um órgão central de coordenação, com capacidade de monitorar prazos, metas e a implementação efetiva das políticas de transição.</p>
<p>Para o pesquisador do ClimaInfo, Shigueo Watanabe Jr., o sucesso do processo depende de um compromisso de longo prazo. “É uma mudança que exige responsabilidade de todos os governos, atuais e futuros, e de uma sociedade que cobre essa escolha. O setor privado também precisa se engajar, voluntariamente ou não”, afirma.</p>
<h3>Impactos financeiros e orçamentários</h3>
<p>No eixo financeiro, as organizações recomendam que a suspensão de novos leilões de petróleo seja justificada pela gestão do risco de ativos obsoletos — os chamados stranded assets — que tendem a perder valor em um cenário de transição energética global. A proposta é evitar a antecipação de receitas provenientes de recursos fósseis ainda não explorados.</p>
<p>O documento também defende o fim de novos subsídios governamentais à produção de combustíveis fósseis, além da revisão dos incentivos já existentes. Outra recomendação é a destinação explícita de recursos para a transição energética tanto no Plano Plurianual (PPA) quanto na Lei Orçamentária Anual (LOA).</p>
<p>As organizações ressaltam que a substituição progressiva de petróleo, carvão e gás natural por fontes renováveis é uma das medidas centrais para conter o aquecimento global e reduzir os impactos das mudanças climáticas, cada vez mais associados a eventos extremos. Segundo o Observatório do Clima, sem avanços concretos nesse sentido, o Brasil corre o risco de se afastar das metas assumidas no Acordo de Paris e de comprometer seu desenvolvimento sustentável nas próximas décadas.</p>
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		<title>ONGs acionam Justiça para suspender perfuração da Petrobras na Foz do Amazonas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Oct 2025 18:31:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Foz do Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Ibama]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
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					<description><![CDATA[Um grupo formado por oito organizações ambientalistas, indígenas, quilombolas e de pescadores artesanais entrou com uma ação na Justiça Federal do Pará contra o Ibama, a Petrobras e a União, pedindo a anulação da licença ambiental que autoriza a estatal a perfurar poços de petróleo na bacia da Foz do Amazonas. A ação foi protocolada [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um grupo formado por oito organizações ambientalistas, indígenas, quilombolas e de pescadores artesanais entrou com uma ação na Justiça Federal do Pará contra o Ibama, a Petrobras e a União, pedindo a anulação da licença ambiental que autoriza a estatal a perfurar poços de petróleo na bacia da Foz do Amazonas. A ação foi protocolada na quarta-feira (22) e pede liminar para suspender imediatamente as atividades.</p>
<p>As entidades alegam que o licenciamento do Bloco FZA-M-59, emitido pelo Ibama no último dia 20, apresenta falhas graves e desrespeita o direito de consulta prévia a povos indígenas e comunidades tradicionais, previsto na Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT).</p>
<p>Assinam a ação a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), Coiab, Conaq, Confrem, Greenpeace Brasil, Instituto Arayara, Observatório do Clima e WWF-Brasil.</p>
<h3>Falta de consulta e riscos ambientais</h3>
<p>As organizações afirmam que o licenciamento “atropelou povos indígenas e comunidades tradicionais”, já que não foram realizados estudos específicos sobre os impactos em territórios indígenas e quilombolas. A região afetada, segundo o processo, abriga reservas extrativistas, colônias de pescadores, terras indígenas e unidades de conservação.</p>
<p>“Este projeto é predatório e ignora a voz dos povos indígenas, verdadeiros guardiões da floresta. A Amazônia e seus povos não podem pagar a conta da destruição em nome do lucro”, afirmou Kleber Karipuna, coordenador-executivo da Apib.</p>
<p>A Coiab e a Conaq também acusam o governo e a Petrobras de violarem direitos fundamentais e ignorarem o diálogo com as comunidades afetadas. “Autorizar a exploração sem consulta é mais um ato de desrespeito e violação”, disse Toya Manchineri, coordenador-geral da Coiab.</p>
<h3>Críticas à modelagem e impacto climático</h3>
<p>A ação judicial também contesta os estudos de modelagem de derramamento de óleo apresentados pela Petrobras. Segundo as ONGs, a empresa usou dados desatualizados de 2013, ignorando informações recentes sobre as correntes marítimas e sedimentos da região. O modelo, dizem, subestima os riscos e o uso de dispersantes em caso de vazamento.</p>
<p>O documento alerta que até 20% do óleo derramado em um eventual acidente poderia atingir o Grande Sistema Recifal Amazônico, um dos ecossistemas mais ricos e sensíveis do planeta.</p>
<p>Além disso, as entidades criticam o silêncio do licenciamento sobre os impactos climáticos do projeto. Elas lembram que a Agência Internacional de Energia (AIE) já alertou que novos projetos de combustíveis fósseis são incompatíveis com a meta de limitar o aquecimento global a 1,5 °C.</p>
<p>“A Petrobras se diz líder em transição energética, mas é responsável por 29% da expansão fóssil da América Latina. Ignorar os impactos climáticos e sociais é fechar os olhos para a ciência e para a lei”, afirmou Nicole Oliveira, diretora do Instituto Arayara.</p>
<h3>A resposta das autoridades</h3>
<p>Em nota, o Ibama defendeu a legalidade do processo e afirmou que a licença foi concedida após “rigorosa análise técnica”, incluindo três audiências públicas e 65 reuniões setoriais em municípios do Pará e do Amapá. O órgão disse ainda que exigiu melhorias no plano de emergência e determinou a criação de um Centro de Reabilitação de Fauna Oleada em Oiapoque (AP).</p>
<p>A Petrobras, por sua vez, declarou que o licenciamento foi “uma conquista da sociedade brasileira” e que todos os requisitos ambientais foram cumpridos. A estatal afirmou ainda ter realizado, em agosto, um simulado in loco que comprovou sua capacidade de resposta a emergências.</p>
<p>Já a Advocacia-Geral da União (AGU) informou que dará tratamento prioritário à ação judicial, garantindo que os aspectos ambientais, sociais e econômicos do caso sejam analisados “com base na legalidade e no interesse público”.</p>
<p>O Bloco FZA-M-59, onde já ocorre a perfuração do poço Morpho, é apenas o primeiro de uma série. Outros oito blocos estão em fase de licenciamento, e 19 foram arrematados em leilão da Agência Nacional do Petróleo (ANP) em junho. Ambientalistas alertam que a expansão da fronteira petrolífera na região pode aumentar as emissões de gases de efeito estufa e comprometer o papel do Brasil como liderança global na agenda climática, especialmente às vésperas da COP30, que será sediada em Belém em 2025.</p>
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		<title>Jader Filho defende estudos sobre a Margem Equatorial e afirma que Petrobras tem excelência para atuar com segurança ambiental</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Oct 2025 17:29:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Bom Diaministro]]></category>
		<category><![CDATA[Exploração]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[margem equatorial]]></category>
		<category><![CDATA[ministro Renan Filho]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro das Cidades, Jader Filho, afirmou nesta terça-feira (21) que a Petrobras possui capacidade técnica e excelência operacional para conduzir, de forma ambientalmente segura, os estudos sobre o potencial petrolífero da Margem Equatorial, localizada na bacia sedimentar da Foz do Amazonas. Durante entrevista ao programa Bom Dia, Ministro, da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro das Cidades, Jader Filho, afirmou nesta terça-feira (21) que a Petrobras possui capacidade técnica e excelência operacional para conduzir, de forma ambientalmente segura, os estudos sobre o potencial petrolífero da Margem Equatorial, localizada na bacia sedimentar da Foz do Amazonas.</p>
<p>Durante entrevista ao programa <em>Bom Dia, Ministro</em>, da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Jader destacou que a fase atual é de pesquisa e não de exploração comercial, com o objetivo de confirmar a existência de petróleo na região.</p>
<blockquote><p>“É muito importante ter clareza de que a Petrobras tem excelência na questão da exploração e que não há registro de qualquer evento que desabone seus técnicos e profissionais. O que se discute agora é o estudo da bacia, não a exploração”, afirmou o ministro.</p></blockquote>
<p>A autorização para perfuração de poços de pesquisa exploratória no bloco FZA-M-59 foi concedida na segunda-feira (20) pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). O aval marca um passo importante em um debate que envolve interesses econômicos, científicos e ambientais.</p>
<h3>Potencial energético e responsabilidade ambiental</h3>
<p>A Margem Equatorial é considerada uma das áreas mais promissoras do país, com reservas potenciais estimadas em até 16 bilhões de barris de petróleo e possibilidade de produção de 1,1 milhão de barris por dia. A faixa se estende da foz do Rio Oiapoque (Amapá) ao litoral norte do Rio Grande do Norte, abrangendo cerca de 500 quilômetros da foz do Amazonas e 175 quilômetros da costa do Amapá.</p>
<p>Segundo Jader Filho, outros países da região já iniciaram a exploração nessa mesma faixa equatorial, e o Brasil não pode se excluir desse processo. “Precisamos aprender, estudar e agir com responsabilidade. A Petrobras deve garantir que não haverá impactos ecológicos, caso a exploração seja viável”, declarou.</p>
<p>O ministro também reforçou que qualquer decisão futura dependerá dos resultados dos estudos e da segurança ambiental. “Ninguém cometeria a irresponsabilidade de autorizar uma exploração sem as garantias necessárias. Se houver viabilidade, o passo seguinte será gerar emprego e renda, com total respeito ao meio ambiente”, completou.</p>
<h3>Debate ambiental e social</h3>
<p>Embora o governo federal enxergue na Margem Equatorial um “novo Pré-Sal da Amazônia”, o projeto divide opiniões. Ambientalistas e cientistas criticam o aval do Ibama, alegando falhas técnicas e riscos ecológicos para a região. Movimentos sociais e organizações da sociedade civil já anunciaram que pretendem recorrer à Justiça para contestar o licenciamento.</p>
<p>Enquanto isso, o governo aposta no avanço controlado dos estudos como forma de conciliar desenvolvimento energético, responsabilidade ambiental e soberania nacional sobre uma das fronteiras petrolíferas mais estratégicas do país.</p>
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		<title>Ibama aprova simulado da Petrobras para exploração de petróleo na Margem Equatorial</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/ibama-aprova-simulado-da-petrobras-para-exploracao-de-petroleo-na-margem-equatorial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Sep 2025 11:32:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Ibama]]></category>
		<category><![CDATA[Licença Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[margem equatorial]]></category>
		<category><![CDATA[Petrobrás]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ibama aprovou a Avaliação Pré-Operacional (APO) realizada pela Petrobras em agosto no bloco FZA-M-59, em águas profundas do Amapá. A decisão, divulgada nesta quarta-feira (24), representa a etapa final antes da concessão da licença ambiental de perfuração exploratória na Margem Equatorial. No parecer, o órgão destacou a robustez da estrutura testada, a dimensão da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ibama aprovou a Avaliação Pré-Operacional (APO) realizada pela Petrobras em agosto no bloco FZA-M-59, em águas profundas do Amapá. A decisão, divulgada nesta quarta-feira (24), representa a etapa final antes da concessão da licença ambiental de perfuração exploratória na Margem Equatorial.</p>
<p>No parecer, o órgão destacou a robustez da estrutura testada, a dimensão da operação e os desafios logísticos enfrentados, considerando a atividade inédita no país. Contudo, solicitou ajustes no plano de proteção à fauna, que deverão ser reapresentados pela Petrobras até sexta-feira (26).</p>
<p>Segundo o Ibama, a licença de operação poderá ser concedida assim que a equipe técnica confirmar a incorporação das melhorias e correções apontadas.</p>
<p>A Petrobras afirmou, em nota, que segue comprometida com o desenvolvimento da Margem Equatorial, considerada uma das novas fronteiras estratégicas para a segurança energética nacional e para garantir recursos destinados à transição energética justa.</p>
<p>Com a licença, a estatal poderá perfurar o primeiro poço exploratório no Amapá, etapa essencial para avaliar o potencial geológico da região.</p>
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		<title>Brasil amplia oferta de blocos de petróleo com 393 novas áreas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/brasil-amplia-oferta-de-blocos-de-petroleo-com-393-novas-areas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Dec 2024 21:36:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[ANP]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[gás natural]]></category>
		<category><![CDATA[ministério de minas e energia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Petroleo]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo federal anunciou a inclusão de 393 novos blocos de petróleo e gás natural no sistema de Oferta Permanente de Concessão, gerido pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). A medida, formalizada nesta quarta-feira (18) pelos ministérios de Minas e Energia e do Meio Ambiente, busca atrair empresas interessadas em explorar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo federal anunciou a inclusão de 393 novos blocos de petróleo e gás natural no sistema de Oferta Permanente de Concessão, gerido pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). A medida, formalizada nesta quarta-feira (18) pelos ministérios de Minas e Energia e do Meio Ambiente, busca atrair empresas interessadas em explorar e produzir nas áreas disponibilizadas, ampliando a projeção do Brasil no setor energético.</p>
<p>As novas áreas, localizadas tanto em terra quanto no mar, abrangem as bacias do Recôncavo, Tucano, Santos, Campos, Parnaíba e Tacutu. Com isso, o governo estima um potencial investimento mínimo de R$ 3,7 bilhões, incluindo R$ 489 milhões em bônus de assinatura.</p>
<h3>Destaques entre os blocos ofertados</h3>
<p>Na porção marítima, o destaque é a inclusão de 248 blocos na Bacia de Santos e 17 na Bacia de Campos, ambas situadas na Região Sudeste e reconhecidas como as principais áreas produtoras de petróleo do país. Já no segmento terrestre, foram adicionados 133 blocos, distribuídos nas seguintes áreas:</p>
<ul>
<li><strong>Bahia</strong>: 96 blocos e cinco campos de acumulações marginais nas bacias do Recôncavo e Tucano.</li>
<li><strong>Maranhão e Piauí</strong>: 30 blocos na Bacia do Parnaíba.</li>
<li><strong>Roraima</strong>: Dois blocos na Bacia do Tacutu, localizada na fronteira com a Guiana.</li>
</ul>
<h3>Estratégia e impacto econômico</h3>
<p>Segundo o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, a ampliação das áreas disponíveis reafirma o papel estratégico do Brasil no setor energético global. &#8220;Essa iniciativa fortalece a posição do Brasil como uma potência energética e garante nossa autossuficiência em um setor crucial para o desenvolvimento econômico&#8221;, destacou.</p>
<p>O sistema de Oferta Permanente permite às empresas interessadas analisar as áreas e elaborar propostas ao longo do tempo, promovendo flexibilidade e otimizando a exploração dos recursos disponíveis. Com isso, o governo espera atrair investimentos consistentes, dinamizando a economia nas regiões abrangidas e consolidando a infraestrutura energética nacional.</p>
<p>A iniciativa reflete o alinhamento entre crescimento econômico e segurança energética, pilares centrais da estratégia brasileira no cenário global de energia.</p>
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