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	<title>Petrobrás &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Petrobrás &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Petrobras decide devolver valores após leilão de gás com preços elevados</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/petrobras-decide-devolver-valores-apos-leilao-de-gas-com-precos-elevados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 14:36:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[ANP]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[Leilão]]></category>
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					<description><![CDATA[A Petrobras anunciou que irá ressarcir clientes que pagaram valores acima do praticado no mercado durante o leilão de gás liquefeito de petróleo (GLP), realizado em 31 de março. A decisão ocorre após o produto ter sido comercializado com preços que chegaram a até o dobro da tabela da própria companhia. De acordo com a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Petrobras anunciou que irá ressarcir clientes que pagaram valores acima do praticado no mercado durante o leilão de gás liquefeito de petróleo (GLP), realizado em 31 de março. A decisão ocorre após o produto ter sido comercializado com preços que chegaram a até o dobro da tabela da própria companhia.</p>
<p>De acordo com a estatal, a devolução corresponderá à diferença entre os valores ofertados pelos distribuidores no leilão e o Preço de Paridade de Importação (PPI), referência divulgada pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis para o período de 23 a 27 de março.</p>
<p>A medida foi definida como uma forma de “neutralizar os efeitos de preço” gerados pelo certame. A empresa justificou a decisão com base em análises econômicas e no cenário internacional considerado atípico, marcado por tensões geopolíticas que impactaram o mercado de energia.</p>
<p>Mesmo com o ressarcimento, a Petrobras garantiu que manterá o compromisso de entrega integral dos volumes negociados no leilão, assegurando o abastecimento aos compradores.</p>
<p>O episódio gerou forte repercussão no governo federal. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou o leilão e chegou a defender sua anulação, alegando que os preços praticados eram incompatíveis com a realidade do mercado e prejudicariam os consumidores.</p>
<p>Paralelamente, a ANP iniciou uma fiscalização nas unidades da Petrobras para apurar possíveis irregularidades, incluindo suspeitas de cobrança com ágios elevados.</p>
<p>Em meio à repercussão, houve também mudança na estrutura interna da empresa: o diretor responsável pela área que conduziu o leilão foi destituído do cargo poucos dias após o ocorrido.</p>
<p>Além disso, a Petrobras informou que avalia aderir a um programa federal de subvenção ao GLP importado. Caso a adesão seja confirmada, a companhia poderá realizar novos reembolsos relacionados aos subsídios aplicáveis aos volumes comercializados.</p>
<p>O caso evidencia os impactos das oscilações do mercado internacional de energia sobre o preço do gás de cozinha no Brasil e reforça a atuação de órgãos reguladores e do governo na tentativa de conter aumentos considerados abusivos.</p>
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		<title>Série Petrobras transforma palco da Cultura Artística em vitrine da música brasileira contemporânea</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/serie-petrobras-transforma-palco-da-cultura-artistica-em-vitrine-da-musica-brasileira-contemporanea/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Apr 2026 14:16:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Artística]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Petrobrás]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Série Petrobras]]></category>
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					<description><![CDATA[O tradicional Teatro Cultura Artística, na capital paulista, passa a sediar ao longo de 2026 uma nova agenda permanente voltada à música nacional. Entre os meses de abril e novembro, o espaço recebe a Série Petrobras, iniciativa que prevê a realização de 13 espetáculos dedicados à diversidade da produção musical brasileira contemporânea. A proposta da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O tradicional Teatro Cultura Artística, na capital paulista, passa a sediar ao longo de 2026 uma nova agenda permanente voltada à música nacional. Entre os meses de abril e novembro, o espaço recebe a Série Petrobras, iniciativa que prevê a realização de 13 espetáculos dedicados à diversidade da produção musical brasileira contemporânea.</p>
<p>A proposta da série é apresentar ao público projetos especialmente concebidos para o palco, além de trabalhos recentes que vêm circulando pelo país, reunindo diferentes gerações e estilos. A curadoria aposta na combinação entre trajetórias consolidadas e artistas em ascensão, refletindo a pluralidade de linguagens que marcam a cena atual.</p>
<p>A abertura da programação está marcada para o dia 23 de abril, com a cantora Luedji Luna, que leva ao teatro o espetáculo construído a partir de seus trabalhos mais recentes. A apresentação mistura elementos de gêneros como neo soul, jazz, MPB e hip hop, em um repertório que aborda temas ligados ao amor e à identidade.</p>
<p>Ao longo dos meses seguintes, a agenda inclui nomes como Alice Caymmi, que revisita a obra de Dorival Caymmi sob uma perspectiva contemporânea, além de encontros musicais como o de Agnes Nunes com João Camarero.</p>
<p>A programação também contempla artistas como Zeca Baleiro, Xênia França, Dexter, Tiganá Santana, Alaíde Costa, Assucena, Majur e Chico César, ampliando o panorama de estilos que vai do rap à MPB, passando por R&amp;B, afropop e releituras de clássicos.</p>
<p>A iniciativa faz parte de uma estratégia de ampliação da atuação do teatro na cidade, buscando diversificar o público e fortalecer a presença da música brasileira contemporânea em sua programação. A parceria com a Petrobras é apontada como elemento central para viabilizar o projeto e consolidar esse novo momento da instituição.</p>
<p>Os ingressos para todas as apresentações começaram a ser comercializados no dia 2 de abril, com valores que variam entre R$ 50 e R$ 150, disponíveis tanto pela internet quanto na bilheteria física do teatro.</p>
<p>Com uma agenda distribuída ao longo de oito meses, a Série Petrobras propõe uma imersão na produção musical brasileira atual, reunindo diferentes vertentes artísticas em um mesmo palco e reforçando o papel do Cultura Artística como espaço de difusão cultural na cidade de São Paulo.</p>
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		<item>
		<title>Governo anuncia monitoramento do mercado de combustíveis diante da guerra no Oriente Médio</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/governo-anuncia-monitoramento-do-mercado-de-combustiveis-diante-da-guerra-no-oriente-medio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 16:14:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Ataque no Irã]]></category>
		<category><![CDATA[Combustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[Conflito no Oriente Médio]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Petrobrás]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo federal informou nesta quarta-feira (11) que vai intensificar o acompanhamento do mercado de combustíveis em resposta à escalada da guerra no Oriente Médio, conflito que tem pressionado os preços internacionais do petróleo e elevado incertezas no setor energético. A decisão foi tomada pelo Ministério da Economia em conjunto com a Agência Nacional do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo federal informou nesta quarta-feira (11) que vai intensificar o acompanhamento do mercado de combustíveis em resposta à escalada da guerra no Oriente Médio, conflito que tem pressionado os preços internacionais do petróleo e elevado incertezas no setor energético. A decisão foi tomada pelo Ministério da Economia em conjunto com a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).</p>
<p>De acordo com o anúncio oficial, a estratégia inclui o fortalecimento da análise de dados sobre os preços praticados nos postos de combustível, tanto na ponta de venda ao consumidor quanto ao longo da cadeia de distribuição. O objetivo é identificar e coibir possíveis aumentos abusivos que possam repercutir de forma injustificada no bolso do consumidor brasileiro.</p>
<p>O monitoramento deverá contemplar a gasolina, o diesel e outros derivados de petróleo, levando em conta variações cambiais, custos de importação e repasses aos preços finais. Autoridades afirmaram que estão atentos às informações sobre oferta e demanda globais, especialmente porque o Oriente Médio corresponde a uma das principais regiões produtoras e exportadoras de petróleo do mundo.</p>
<p>O governo também informou que manterá diálogo com representantes dos setores produtivo e de distribuição de combustíveis para acompanhar eventuais efeitos da guerra no custo dos derivados no mercado doméstico. O acompanhamento inclui a análise da formação de preços praticados pelas distribuidoras e a fiscalização de postos de revenda para garantir competitividade e transparência.</p>
<p>Em nota conjunta, Economia e ANP ressaltaram que, embora “a volatilidade dos mercados internacionais” seja um fator externo, não se deve tolerar “transferências automáticas de aumentos de custo para o consumidor quando não estiverem devidamente justificadas”.</p>
<p>As medidas de vigilância fazem parte de um conjunto de ações voltadas para preservar a estabilidade dos preços internos e proteger os consumidores, especialmente em um cenário de incertezas geopolíticas que pode impactar o abastecimento de combustíveis e a inflação de preços ao consumidor.</p>
<p>Especialistas consultados pelo governo destacam que o acompanhamento rigoroso dos preços é fundamental para mitigar choques de oferta e demanda que possam resultar em aumentos repentinos, além de evitar práticas anticoncorrenciais no setor.</p>
<p>Ainda não foram anunciadas medidas específicas de subsídios ou cortes de tributos, mas autoridades indicaram que essas opções podem ser avaliadas caso a pressão sobre os preços dos combustíveis se intensifique nas próximas semanas.</p>
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		<item>
		<title>Cristo Redentor será iluminado para marcar campanha nacional contra a violência de gênero</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/cristo-redentor-sera-iluminado-para-marcar-campanha-nacional-contra-a-violencia-de-genero/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Mar 2026 14:22:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cristo Redentor]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos das Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[embratur]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Futebol Feminino]]></category>
		<category><![CDATA[Petrobrás]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Violência de Gênero]]></category>
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					<description><![CDATA[O monumento do Cristo Redentor, um dos principais cartões-postais do Brasil, será iluminado na cor teal, tonalidade verde-azulada que simboliza solidariedade às vítimas de violência doméstica e sexual, durante o lançamento da campanha Feminicídio Nunca Mais. A iniciativa será apresentada nesta terça-feira, 3 de março, às 20h, no Santuário Cristo Redentor, no Rio de Janeiro. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O monumento do Cristo Redentor, um dos principais cartões-postais do Brasil, será iluminado na cor teal, tonalidade verde-azulada que simboliza solidariedade às vítimas de violência doméstica e sexual, durante o lançamento da campanha Feminicídio Nunca Mais. A iniciativa será apresentada nesta terça-feira, 3 de março, às 20h, no Santuário Cristo Redentor, no Rio de Janeiro.</p>
<p>A mobilização utiliza o ciclo preparatório para a Copa do Mundo Feminina da FIFA 2027 como plataforma estratégica para ampliar o debate público sobre prevenção e enfrentamento da violência contra mulheres e meninas. A proposta é transformar o alcance do esporte em ferramenta de conscientização social.</p>
<p>A campanha é coliderada pela NO MORE Foundation, organização internacional dedicada ao combate à violência doméstica e sexual, em parceria com a Embratur, a Empresa Brasil de Comunicação e o Consórcio Cristo Sustentável. O consórcio reúne o Santuário Cristo Redentor, a Obra Social Leste Um – O Sol e o Instituto Redemptor, responsáveis pela gestão e preservação do monumento.</p>
<p>Durante a chamada NO MORE Week, semana global de mobilização sobre o impacto da violência de gênero, a ação no Brasil reforça o compromisso institucional com políticas de equidade, diversidade e responsabilidade social. A Embratur também integra a iniciativa com ações voltadas à promoção do país como destino turístico seguro e alinhado a valores contemporâneos cada vez mais considerados por viajantes internacionais.</p>
<p>No campo da comunicação, a TV Brasil, emissora pública da EBC e principal detentora de direitos de transmissão do futebol feminino no país, exibirá peças de conscientização durante os intervalos das partidas. A campanha contará com a participação de nomes de destaque do esporte, como o ex-jogador Raí e a ex-atleta da seleção brasileira Formiga, ampliando o alcance da mensagem junto ao público.</p>
<p>Além do lançamento da campanha, o evento marcará a criação do Prêmio TV Brasil Petrobras para Elas, iniciativa inédita voltada ao reconhecimento do futebol feminino brasileiro. Desenvolvido pela Empresa Brasil de Comunicação em parceria com a Petrobras, o prêmio nasce com o objetivo de consolidar uma premiação anual exclusiva para a modalidade, suprindo uma lacuna histórica no cenário esportivo nacional.</p>
<p>A votação será realizada por capitãs e integrantes das comissões técnicas das equipes brasileiras, reforçando o protagonismo das próprias profissionais do futebol feminino na escolha das homenageadas. Entre as categorias previstas está Futebol Feminino Contra o Feminicídio, que destaca ações e trajetórias alinhadas à promoção de direitos e à defesa das mulheres.</p>
<p>O lançamento oficial da campanha Feminicídio Nunca Mais e do Prêmio TV Brasil Petrobras para Elas ocorrerá às 20h, no Santuário Cristo Redentor, no Rio de Janeiro.</p>
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		<item>
		<title>Petrobras reduz preço da gasolina em 5,2% a partir desta terça</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/petrobras-reduz-preco-da-gasolina-em-52-a-partir-desta-terca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jan 2026 16:58:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Gasolina]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Petrobrás]]></category>
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					<description><![CDATA[A Petrobras anunciou nesta segunda-feira (26) que vai reduzir em 5,2% o preço da gasolina A vendida às distribuidoras. O novo preço passa a valer a partir desta terça-feira (27). A gasolina A é o combustível puro que sai das refinarias e é misturado ao etanol pelas distribuidoras, para que possa ser vendido ao consumidor [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Petrobras anunciou nesta segunda-feira (26) que vai reduzir em 5,2% o preço da gasolina A vendida às distribuidoras. O novo preço passa a valer a partir desta terça-feira (27).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A gasolina A é o combustível puro que sai das refinarias e é misturado ao etanol pelas distribuidoras, para que possa ser vendido ao consumidor final nos postos.</p>
<p>Com a redução, o preço médio de venda da Petrobras para as distribuidoras passará a ser, em média, de R$ 2,57 por litro, uma redução de R$ 0,14.</p>
<p>No comunicado que anunciou a mudança de valores, a empresa informa que, desde dezembro de 2022, a queda no preço da gasolina chega a R$ 0,50 ─ um recuo de 26,9%, já considerando a inflação do período.</p>
<p>A última mudança no preço do combustível havia sido em 21 de outubro de 2025, quando ficou 4,9% mais barata.</p>
<p><strong>Preço nas bombas</strong></p>
<p>O movimento da Petrobras deve representar alívio na inflação do país, uma vez que a gasolina é o produto com maior peso no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), indicador que apura a inflação oficial.</p>
<p>Apesar de a Petrobras ser a maior produtora do combustível no país, o preço da gasolina nas bombas não depende apenas da estatal. Após o produto ser vendido às distribuidoras, sofre influências de outros custos, como o frete, mistura com o etanol, cobrança de impostos e a margem de lucro dos postos.</p>
<p><strong>Diesel</strong></p>
<p>A Petrobras informou que o preço do diesel vendido às distribuidoras não sofrerá alteração. Desde dezembro de 2022, a redução acumulada no preço do óleo combustível vendido às distribuidoras é de 36,3%, considerando a inflação do período.</p>
<p><em>Por: Agência Brasil</em></p>
<div class="linha-fina-noticia"></div>
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		<item>
		<title>Greve na Petrobras alcança 28 plataformas no terceiro dia de paralisação</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/greve-na-petrobras-alcanca-28-plataformas-no-terceiro-dia-de-paralisacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Dec 2025 20:07:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Greve]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A greve dos petroleiros da Petrobras chegou ao terceiro dia nesta quarta-feira (17) com adesão em 28 plataformas da Bacia de Campos, no litoral do Rio de Janeiro. Segundo a Federação Única dos Petroleiros (FUP), o movimento registra 100% de participação dos trabalhadores do sistema Petrobras nessas unidades. De acordo com a entidade sindical, além [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A greve dos petroleiros da Petrobras chegou ao terceiro dia nesta quarta-feira (17) com adesão em 28 plataformas da Bacia de Campos, no litoral do Rio de Janeiro. Segundo a Federação Única dos Petroleiros (FUP), o movimento registra 100% de participação dos trabalhadores do sistema Petrobras nessas unidades.</p>
<p>De acordo com a entidade sindical, além dos empregados da estatal, há forte adesão de trabalhadores terceirizados que atuam nas plataformas. A FUP informou ainda que petroleiros da Refinaria Abreu e Lima (Rnest), em Pernambuco, também aderiram à paralisação, mantendo em nove o número de refinarias envolvidas no movimento. Na terça-feira (16), eram 24 plataformas e nove refinarias.</p>
<p>O balanço divulgado pela federação aponta adesão à greve em:</p>
<ul>
<li>9 refinarias</li>
<li>28 plataformas</li>
<li>13 unidades da Transpetro, subsidiária de transporte da Petrobras</li>
<li>4 termelétricas</li>
<li>2 usinas de biodiesel</li>
<li>Campos de produção terrestre da Bahia</li>
<li>Unidade de Tratamento de Gás de Cabiúnas (UTGCAB)</li>
<li>Estação de Compressão de Paulínia (TBG)</li>
<li>Sede administrativa da Petrobras em Natal</li>
</ul>
<p>A paralisação teve início na segunda-feira (15) e reúne reivindicações como melhorias no plano de cargos e salários, solução para os Planos de Equacionamento de Déficit (PEDs) da Petros — fundo de pensão da categoria — e a defesa da pauta “Brasil Soberano”, que propõe a manutenção da Petrobras como empresa pública e um modelo de negócios voltado ao fortalecimento da estatal.</p>
<h3>Posição da empresa</h3>
<p>Em nota enviada à Agência Brasil, a Petrobras afirmou que equipes de contingência estão mobilizadas para garantir a continuidade das operações. Segundo a companhia, não houve impactos na produção nem no abastecimento do mercado até o momento.</p>
<p>“Até o momento, não houve impacto na produção, e o abastecimento ao mercado segue garantido, sem alterações”, informou a estatal, acrescentando que respeita o direito de manifestação dos empregados e permanece aberta ao diálogo com as entidades sindicais.</p>
<p>Dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) indicam que a Petrobras, isoladamente ou em consórcio com outras empresas, responde por cerca de 90% de todo o petróleo e gás natural produzidos no Brasil.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Petrobras amplia produção e registra alta de 7,6% no 3º trimestre</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/petrobras-amplia-producao-e-registra-alta-de-76-no-3o-trimestre/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Oct 2025 18:10:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Petrobrás]]></category>
		<category><![CDATA[Produção de petróleo]]></category>
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					<description><![CDATA[A Petrobras alcançou, no terceiro trimestre de 2025, uma produção média de 3,14 milhões de barris de óleo equivalente por dia (MMboed), somando óleo, líquidos de gás natural (LGN) e gás natural. O resultado representa um crescimento de 7,6% em relação ao trimestre anterior e um salto de 16,9% na comparação anual. Segundo a estatal, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Petrobras alcançou, no terceiro trimestre de 2025, uma produção média de 3,14 milhões de barris de óleo equivalente por dia (MMboed), somando óleo, líquidos de gás natural (LGN) e gás natural. O resultado representa um crescimento de 7,6% em relação ao trimestre anterior e um salto de 16,9% na comparação anual.</p>
<p>Segundo a estatal, o avanço foi impulsionado pelo início da operação em plena capacidade da FPSO Almirante Tamandaré, no campo de Búzios, e pelo aumento da produção do FPSO Marechal Duque de Caxias, em Mero. Plataformas como Maria Quitéria (Jubarte), Anita Garibaldi e Anna Nery (Marlim e Voador) e Alexandre de Gusmão (Mero) também contribuíram para o desempenho positivo.</p>
<p>A Petrobras destacou ainda a redução de perdas operacionais causadas por paradas e manutenções, além de um ganho de eficiência de cerca de 3% nas Bacias de Campos e Santos, especialmente em campos de grande porte como Tupi e Búzios.</p>
<p>No período, 11 novos poços produtores entraram em operação — sete na Bacia de Campos e quatro na Bacia de Santos — reforçando a tendência de crescimento sustentado da produção nacional de petróleo e gás.</p>
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		<item>
		<title>ONGs acionam Justiça para suspender perfuração da Petrobras na Foz do Amazonas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/ongs-acionam-justica-para-suspender-perfuracao-da-petrobras-na-foz-do-amazonas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Oct 2025 18:31:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Foz do Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Ibama]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Ongs]]></category>
		<category><![CDATA[Petrobrás]]></category>
		<category><![CDATA[Petroleo]]></category>
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					<description><![CDATA[Um grupo formado por oito organizações ambientalistas, indígenas, quilombolas e de pescadores artesanais entrou com uma ação na Justiça Federal do Pará contra o Ibama, a Petrobras e a União, pedindo a anulação da licença ambiental que autoriza a estatal a perfurar poços de petróleo na bacia da Foz do Amazonas. A ação foi protocolada [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um grupo formado por oito organizações ambientalistas, indígenas, quilombolas e de pescadores artesanais entrou com uma ação na Justiça Federal do Pará contra o Ibama, a Petrobras e a União, pedindo a anulação da licença ambiental que autoriza a estatal a perfurar poços de petróleo na bacia da Foz do Amazonas. A ação foi protocolada na quarta-feira (22) e pede liminar para suspender imediatamente as atividades.</p>
<p>As entidades alegam que o licenciamento do Bloco FZA-M-59, emitido pelo Ibama no último dia 20, apresenta falhas graves e desrespeita o direito de consulta prévia a povos indígenas e comunidades tradicionais, previsto na Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT).</p>
<p>Assinam a ação a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), Coiab, Conaq, Confrem, Greenpeace Brasil, Instituto Arayara, Observatório do Clima e WWF-Brasil.</p>
<h3>Falta de consulta e riscos ambientais</h3>
<p>As organizações afirmam que o licenciamento “atropelou povos indígenas e comunidades tradicionais”, já que não foram realizados estudos específicos sobre os impactos em territórios indígenas e quilombolas. A região afetada, segundo o processo, abriga reservas extrativistas, colônias de pescadores, terras indígenas e unidades de conservação.</p>
<p>“Este projeto é predatório e ignora a voz dos povos indígenas, verdadeiros guardiões da floresta. A Amazônia e seus povos não podem pagar a conta da destruição em nome do lucro”, afirmou Kleber Karipuna, coordenador-executivo da Apib.</p>
<p>A Coiab e a Conaq também acusam o governo e a Petrobras de violarem direitos fundamentais e ignorarem o diálogo com as comunidades afetadas. “Autorizar a exploração sem consulta é mais um ato de desrespeito e violação”, disse Toya Manchineri, coordenador-geral da Coiab.</p>
<h3>Críticas à modelagem e impacto climático</h3>
<p>A ação judicial também contesta os estudos de modelagem de derramamento de óleo apresentados pela Petrobras. Segundo as ONGs, a empresa usou dados desatualizados de 2013, ignorando informações recentes sobre as correntes marítimas e sedimentos da região. O modelo, dizem, subestima os riscos e o uso de dispersantes em caso de vazamento.</p>
<p>O documento alerta que até 20% do óleo derramado em um eventual acidente poderia atingir o Grande Sistema Recifal Amazônico, um dos ecossistemas mais ricos e sensíveis do planeta.</p>
<p>Além disso, as entidades criticam o silêncio do licenciamento sobre os impactos climáticos do projeto. Elas lembram que a Agência Internacional de Energia (AIE) já alertou que novos projetos de combustíveis fósseis são incompatíveis com a meta de limitar o aquecimento global a 1,5 °C.</p>
<p>“A Petrobras se diz líder em transição energética, mas é responsável por 29% da expansão fóssil da América Latina. Ignorar os impactos climáticos e sociais é fechar os olhos para a ciência e para a lei”, afirmou Nicole Oliveira, diretora do Instituto Arayara.</p>
<h3>A resposta das autoridades</h3>
<p>Em nota, o Ibama defendeu a legalidade do processo e afirmou que a licença foi concedida após “rigorosa análise técnica”, incluindo três audiências públicas e 65 reuniões setoriais em municípios do Pará e do Amapá. O órgão disse ainda que exigiu melhorias no plano de emergência e determinou a criação de um Centro de Reabilitação de Fauna Oleada em Oiapoque (AP).</p>
<p>A Petrobras, por sua vez, declarou que o licenciamento foi “uma conquista da sociedade brasileira” e que todos os requisitos ambientais foram cumpridos. A estatal afirmou ainda ter realizado, em agosto, um simulado in loco que comprovou sua capacidade de resposta a emergências.</p>
<p>Já a Advocacia-Geral da União (AGU) informou que dará tratamento prioritário à ação judicial, garantindo que os aspectos ambientais, sociais e econômicos do caso sejam analisados “com base na legalidade e no interesse público”.</p>
<p>O Bloco FZA-M-59, onde já ocorre a perfuração do poço Morpho, é apenas o primeiro de uma série. Outros oito blocos estão em fase de licenciamento, e 19 foram arrematados em leilão da Agência Nacional do Petróleo (ANP) em junho. Ambientalistas alertam que a expansão da fronteira petrolífera na região pode aumentar as emissões de gases de efeito estufa e comprometer o papel do Brasil como liderança global na agenda climática, especialmente às vésperas da COP30, que será sediada em Belém em 2025.</p>
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		<title>Marina Silva afirma que licença do Ibama para exploração na Foz do Amazonas foi técnica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Oct 2025 13:56:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Foz do Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Ibama]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, afirmou nesta quarta-feira (22) que a decisão do Ibama de conceder licença à Petrobras para pesquisar petróleo na bacia sedimentar da Foz do Amazonas foi estritamente técnica, sem influência política. A autorização, emitida na segunda-feira (20), permite a perfuração de poços no bloco FZA-M-59, localizado na chamada Margem Equatorial.</p>
<blockquote><p>“A decisão dos nossos servidores do Ibama foi técnica. Se houve manifestações políticas, elas não influenciaram o trabalho de qualidade feito pelos técnicos. Em um governo republicano, como o do presidente Lula, essa decisão é baseada em critérios técnicos”, declarou Marina em entrevista ao Canal Gov.</p></blockquote>
<p>A ministra destacou que o rigor ambiental do Ibama se refletiu em uma série de exigências impostas à Petrobras, especialmente relacionadas à proteção da fauna marinha.</p>
<blockquote><p>“Inicialmente, a base de resgate de animais oleados ficava em Belém, a 800 km da área de perfuração. O Ibama considerou isso inadmissível. Agora, há uma base também próxima ao local da prospecção, a cerca de 160 km”, explicou.</p></blockquote>
<p>Segundo Marina, as exigências foram fundamentais para garantir que o licenciamento não representasse riscos ambientais.</p>
<h3>Contradições e transição energética</h3>
<p>Marina Silva reconheceu que há contradição entre a autorização para novas pesquisas de petróleo e o compromisso do Brasil com a redução do uso de combustíveis fósseis, especialmente às vésperas da COP30, que será realizada em Belém, em 2025.</p>
<blockquote><p>“A sociedade tem razão em levantar essa questão. Precisamos sair da dependência do combustível fóssil, mas de forma planejada e justa. E essa decisão não cabe ao Ibama, e sim ao Conselho Nacional de Política Energética”, observou.</p></blockquote>
<h3>Preparativos para a COP30</h3>
<p>A ministra também ressaltou o empenho do governo na organização da COP30, apesar de desafios logísticos e geopolíticos.</p>
<blockquote><p>“Espero que a cúpula envie uma mensagem forte de que vivemos uma emergência climática e que precisamos salvar o planeta e o próprio multilateralismo climático do ponto de não retorno”, afirmou.</p></blockquote>
<p>Marina disse esperar que a conferência deixe um legado de liderança climática para o Brasil.</p>
<blockquote><p>“Queremos mostrar que é possível liderar pelo exemplo — reduzindo o desmatamento e acelerando a transição energética justa. Clima não se resolve isoladamente, mas com cooperação e solidariedade global”, concluiu.</p></blockquote>
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		<title>Ibama aprova simulado da Petrobras para exploração de petróleo na Margem Equatorial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Sep 2025 11:32:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Ibama]]></category>
		<category><![CDATA[Licença Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[margem equatorial]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ibama aprovou a Avaliação Pré-Operacional (APO) realizada pela Petrobras em agosto no bloco FZA-M-59, em águas profundas do Amapá. A decisão, divulgada nesta quarta-feira (24), representa a etapa final antes da concessão da licença ambiental de perfuração exploratória na Margem Equatorial. No parecer, o órgão destacou a robustez da estrutura testada, a dimensão da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ibama aprovou a Avaliação Pré-Operacional (APO) realizada pela Petrobras em agosto no bloco FZA-M-59, em águas profundas do Amapá. A decisão, divulgada nesta quarta-feira (24), representa a etapa final antes da concessão da licença ambiental de perfuração exploratória na Margem Equatorial.</p>
<p>No parecer, o órgão destacou a robustez da estrutura testada, a dimensão da operação e os desafios logísticos enfrentados, considerando a atividade inédita no país. Contudo, solicitou ajustes no plano de proteção à fauna, que deverão ser reapresentados pela Petrobras até sexta-feira (26).</p>
<p>Segundo o Ibama, a licença de operação poderá ser concedida assim que a equipe técnica confirmar a incorporação das melhorias e correções apontadas.</p>
<p>A Petrobras afirmou, em nota, que segue comprometida com o desenvolvimento da Margem Equatorial, considerada uma das novas fronteiras estratégicas para a segurança energética nacional e para garantir recursos destinados à transição energética justa.</p>
<p>Com a licença, a estatal poderá perfurar o primeiro poço exploratório no Amapá, etapa essencial para avaliar o potencial geológico da região.</p>
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