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	<title>Pesquisador &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Herança Escravista: A violência contra entregadores e suas raízes históricas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Mar 2024 18:00:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
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					<description><![CDATA[O incidente envolvendo Nilton Ramon de Oliveira, um entregador baleado por um cliente policial militar no Rio de Janeiro, não é apenas um evento isolado. Segundo Leonardo Dias Alves, mestre em política social e professor da Universidade de Brasília (UnB), esse caso reflete dimensões estruturais profundas que remontam ao período escravista no Brasil. Embora a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O incidente envolvendo Nilton Ramon de Oliveira, um entregador baleado por um cliente policial militar no Rio de Janeiro, não é apenas um evento isolado. Segundo Leonardo Dias Alves, mestre em política social e professor da Universidade de Brasília (UnB), esse caso reflete dimensões estruturais profundas que remontam ao período escravista no Brasil.</p>
<p>Embora a escravidão tenha sido abolida há mais de 135 anos, algumas dinâmicas sociais e laborais daquela época ainda persistem no presente, argumenta o professor. A exploração da força de trabalho escravizada era baseada no controle e na violência, e mesmo após a abolição, a violência continuou a ser uma ferramenta central, especialmente contra a população negra.</p>
<figure id="attachment_74757" aria-describedby="caption-attachment-74757" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-74757" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/03/07-Clientes-nos-confundem-com-garcons-reclama-entregador-de-aplicativo-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C645&#038;ssl=1" alt="Clientes Nos Confundem Com Garçons”, Reclama Entregador De Aplicativo - Expresso Carioca" width="754" height="645" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/03/07-Clientes-nos-confundem-com-garcons-reclama-entregador-de-aplicativo-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/03/07-Clientes-nos-confundem-com-garcons-reclama-entregador-de-aplicativo-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C257&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/03/07-Clientes-nos-confundem-com-garcons-reclama-entregador-de-aplicativo-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C128&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/03/07-Clientes-nos-confundem-com-garcons-reclama-entregador-de-aplicativo-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C642&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-74757" class="wp-caption-text">Rio de Janeiro &#8211; “Clientes nos confundem com garçons”, reclama entregador de aplicativo. Foto Rafael Simões/Arquivo Pessoal</figcaption></figure>
<p>Leonardo destaca que os trabalhadores negros foram marginalizados na sociedade, relegados a espaços de trabalho racialmente discriminados, muitas vezes ocupando empregos mal remunerados e subvalorizados. A maioria dos entregadores, por exemplo, é composta por pessoas negras, que enfrentam jornadas exaustivas e correm o risco de violência em seu ambiente de trabalho.</p>
<p>Para o pesquisador, o racismo estrutural subjacente a esses incidentes precisa ser reconhecido e confrontado. Ele argumenta que é necessário um esforço coletivo para promover relações de trabalho justas e antirracistas, mas também exige ação imediata das empresas que empregam esses trabalhadores, como o iFood.</p>
<figure id="attachment_74758" aria-describedby="caption-attachment-74758" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-74758" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/03/07-Entregadores-de-aplicativo-trabalham-no-centro-da-capital-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Entregadores De Aplicativo Trabalham No Centro Da Capital - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/03/07-Entregadores-de-aplicativo-trabalham-no-centro-da-capital-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/03/07-Entregadores-de-aplicativo-trabalham-no-centro-da-capital-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/03/07-Entregadores-de-aplicativo-trabalham-no-centro-da-capital-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/03/07-Entregadores-de-aplicativo-trabalham-no-centro-da-capital-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-74758" class="wp-caption-text">Rio de Janeiro &#8211; Entregadores de aplicativo trabalham no centro da capital &#8211; Foto Fernando Frazão/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>Leonardo questiona se as plataformas digitais têm interesse genuíno em garantir a segurança e o bem-estar dos trabalhadores, ou se sua prioridade é apenas o lucro. Ele destaca a importância de políticas antirracistas e de medidas concretas para proteger os entregadores contra a violência e a discriminação.</p>
<p>Dados revelam que o Rio de Janeiro é uma das áreas mais críticas em termos de incidentes de violência contra entregadores, o que levou o iFood a estabelecer uma central de atendimento dedicada a lidar com esses casos na cidade. No entanto, ainda há muito a ser feito para combater a normalização da violência e garantir a segurança e os direitos dos trabalhadores.</p>
<p>O Ministério Público do Trabalho destaca que as empresas têm a responsabilidade de garantir um ambiente de trabalho seguro e livre de discriminação para todos os trabalhadores, independentemente de sua natureza jurídica. Isso inclui a implementação de medidas de proteção e o cumprimento dos direitos trabalhistas e sociais, mesmo em meio a questionamentos sobre os vínculos de emprego com as plataformas digitais.</p>
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