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	<title>Pesquisa &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Pesquisa &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Universidade Estadual de Campinas abre sindicância após furto de material biológico em laboratório</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/universidade-estadual-de-campinas-abre-sindicancia-apos-furto-de-material-biologico-em-laboratorio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 17:34:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[ANVISA]]></category>
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					<description><![CDATA[A Universidade Estadual de Campinas instaurou uma investigação interna para apurar o furto de material biológico em um de seus laboratórios, localizado no Instituto de Biologia. O caso ocorreu no último fim de semana e passou a ser tratado como grave devido à natureza do material envolvido. A apuração também é conduzida pela Polícia Federal, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Universidade Estadual de Campinas instaurou uma investigação interna para apurar o furto de material biológico em um de seus laboratórios, localizado no Instituto de Biologia. O caso ocorreu no último fim de semana e passou a ser tratado como grave devido à natureza do material envolvido.</p>
<p>A apuração também é conduzida pela Polícia Federal, que prendeu em flagrante uma professora da instituição, identificada como Soledad Palameta Miller, vinculada à Faculdade de Engenharia de Alimentos. A docente foi localizada com o material e liberada no dia seguinte, devendo responder ao processo em liberdade.</p>
<p>Segundo as autoridades, as amostras teriam sido retiradas do Laboratório de Virologia e Biotecnologia Aplicada. O material foi recuperado após cumprimento de mandado de busca e apreensão, com apoio técnico da Anvisa, que acompanha o caso devido aos riscos sanitários envolvidos.</p>
<p>A universidade informou que adotou medidas imediatas ao tomar conhecimento do ocorrido, colaborando com as investigações e instaurando procedimento administrativo para apurar responsabilidades. A sindicância deverá avaliar as circunstâncias do episódio e possíveis falhas nos protocolos de segurança.</p>
<p>A professora poderá responder por crimes como furto qualificado, fraude processual e transporte irregular de organismo geneticamente modificado, conforme indicaram as autoridades responsáveis pela investigação.</p>
<p>O caso ocorre em um contexto de preocupação com a segurança de materiais científicos sensíveis, especialmente aqueles utilizados em pesquisas biológicas. A instituição não divulgou detalhes sobre o conteúdo das amostras, alegando necessidade de preservar o andamento das investigações.</p>
<p>As apurações seguem em curso, tanto no âmbito administrativo quanto criminal, com possibilidade de responsabilização dos envolvidos conforme a legislação vigente.</p>
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		<title>Pesquisa indica que maioria dos trabalhadores vê ultraprocessados como ameaça à saúde</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/pesquisa-indica-que-maioria-dos-trabalhadores-ve-ultraprocessados-como-ameaca-a-saude/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2026 13:54:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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					<description><![CDATA[Um levantamento internacional revelou que grande parte dos trabalhadores associa o consumo de alimentos ultraprocessados a riscos para a saúde. A pesquisa, realizada em seis países, aponta que mais de 70% dos entrevistados consideram esse tipo de produto prejudicial ao bem-estar físico. O estudo, chamado Food Experience Tracker e conduzido pela empresa Sodexo, ouviu mais [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um levantamento internacional revelou que grande parte dos trabalhadores associa o consumo de alimentos ultraprocessados a riscos para a saúde. A pesquisa, realizada em seis países, aponta que mais de 70% dos entrevistados consideram esse tipo de produto prejudicial ao bem-estar físico.</p>
<p>O estudo, chamado Food Experience Tracker e conduzido pela empresa Sodexo, ouviu mais de 5 mil trabalhadores em países como Brasil, Chile, China, Estados Unidos, França e Reino Unido. No Brasil, 78% dos participantes afirmaram ver os ultraprocessados como um risco, mesmo reconhecendo que esses alimentos oferecem praticidade no cotidiano.</p>
<p>Os resultados também indicam uma mudança de comportamento no ambiente corporativo. Segundo a pesquisa, cresce entre os funcionários a busca por refeições mais equilibradas, com preferência por ingredientes frescos, locais e sazonais. Essa tendência tem ampliado a importância de restaurantes e serviços de alimentação dentro das empresas.</p>
<p>A diretora de marketing da Sodexo Brasil, Cinthia Lira, destacou que as escolhas alimentares estão cada vez mais relacionadas às expectativas dos trabalhadores em relação às empresas. “Temos visto que colaboradores demonstram maior disposição para deixar organizações que não adotam práticas sustentáveis”, afirmou.</p>
<p>De acordo com o Guia Alimentar para a População Brasileira, do Ministério da Saúde, os ultraprocessados são formulações industriais feitas a partir de ingredientes derivados de alimentos ou produzidos em laboratório, incluindo corantes, aromatizantes e realçadores de sabor. Esses produtos costumam apresentar altos níveis de açúcar, sal e gordura, além de substâncias utilizadas para prolongar a durabilidade e intensificar sabor e textura.</p>
<p>O guia também alerta que o consumo frequente desses alimentos pode estimular ingestão excessiva de calorias e está associado ao aumento do risco de doenças crônicas, como obesidade, diabetes e problemas cardiovasculares.</p>
<p>Os resultados da pesquisa reforçam o debate sobre a qualidade da alimentação no cotidiano profissional e apontam para uma crescente preocupação com hábitos alimentares mais saudáveis entre trabalhadores em diferentes partes do mundo.</p>
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		<title>Material escolar tem variação de até 276% em papelarias de São Paulo, aponta Procon-SP</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/material-escolar-tem-variacao-de-ate-276-em-papelarias-de-sao-paulo-aponta-procon-sp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Jan 2026 17:43:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cosnumidores]]></category>
		<category><![CDATA[diferença de preços]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Material Escolar]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Procon]]></category>
		<category><![CDATA[Volta as Aulas]]></category>
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					<description><![CDATA[O preço do material escolar pode pesar significativamente no orçamento das famílias paulistas, sobretudo diante das grandes diferenças de valores praticados pelo comércio. Uma pesquisa divulgada nesta sexta-feira (2) pelo Procon-SP revela que um mesmo produto pode apresentar variação de até 276% entre papelarias da cidade de São Paulo. O levantamento mostra que uma caneta [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O preço do material escolar pode pesar significativamente no orçamento das famílias paulistas, sobretudo diante das grandes diferenças de valores praticados pelo comércio. Uma pesquisa divulgada nesta sexta-feira (2) pelo Procon-SP revela que um mesmo produto pode apresentar variação de até 276% entre papelarias da cidade de São Paulo.</p>
<p>O levantamento mostra que uma caneta esferográfica de uma mesma marca, por exemplo, foi encontrada por R$ 1,30 em uma papelaria da zona norte da capital. Já no centro da cidade, o mesmo item custava R$ 4,90, evidenciando a disparidade de preços entre estabelecimentos localizados a poucos quilômetros de distância.</p>
<p>A diferença não se restringe à capital. Em Presidente Prudente, no interior do estado, um marca-texto variou de R$ 1,95 a R$ 4,20. Em Ribeirão Preto, um apontador apresentou variação de 196%, com preços entre R$ 3,20 e R$ 9,50.</p>
<p>Segundo o Procon-SP, embora as diferenças unitárias pareçam pequenas, elas ganham relevância quando consideradas no conjunto da lista completa de material escolar, podendo resultar em um impacto expressivo no valor final da compra.</p>
<h3>Orientações ao consumidor</h3>
<p>Diante do cenário, o órgão reforça a importância de pesquisar e comparar preços antes de fechar a compra. Outra recomendação é o reaproveitamento de materiais ainda em bom estado de anos anteriores, como cadernos parcialmente usados, estojos, réguas e mochilas.</p>
<p>O Procon também orienta que os consumidores verifiquem se os estabelecimentos oferecem descontos para compras em grandes quantidades. Uma alternativa é a compra coletiva, com a união de pais ou responsáveis para negociar melhores preços. Além disso, é fundamental observar se há valores diferenciados conforme a forma de pagamento, como descontos para PIX ou preços distintos no cartão de crédito.</p>
<h3>Como foi feita a pesquisa</h3>
<p>O estudo analisou os preços de 134 itens de material escolar, entre eles apontador, borracha, caderno, caneta esferográfica, giz de cera, cola, lápis de cor, lápis preto, papel sulfite, régua e tesoura.</p>
<p>Na capital paulista, a coleta de dados ocorreu em nove estabelecimentos comerciais, distribuídos por todas as regiões da cidade. Além de São Paulo, a pesquisa foi realizada na Baixada Santista e nas cidades de Bauru, Campinas, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto, São José dos Campos e Sorocaba.</p>
<p>O levantamento completo está disponível para consulta no site oficial do Procon-SP, servindo como ferramenta de apoio para que os consumidores façam escolhas mais conscientes e econômicas na volta às aulas.</p>
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		<item>
		<title>MP do Rio cria grupo integrado para enfrentar violência contra a mulher</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/mp-do-rio-cria-grupo-integrado-para-enfrentar-violencia-contra-a-mulher/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Dec 2025 12:52:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Estatísticas]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Violência contra Mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) instituiu o Grupo Executivo Temporário de Atuação Integrada no Combate à Violência de Gênero contra a Mulher (GET-VIM), iniciativa que amplia e fortalece a articulação interna do órgão diante do crescimento dos casos de violência doméstica, sexual e de feminicídio no estado. A proposta segue as diretrizes [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) instituiu o Grupo Executivo Temporário de Atuação Integrada no Combate à Violência de Gênero contra a Mulher (GET-VIM), iniciativa que amplia e fortalece a articulação interna do órgão diante do crescimento dos casos de violência doméstica, sexual e de feminicídio no estado. A proposta segue as diretrizes do Pacto Nacional de Prevenção aos Feminicídios e reconhece o caráter estrutural da violência de gênero, defendendo respostas coordenadas, eficazes e com foco na prevenção.</p>
<p>Coordenado pela promotora de Justiça Eyleen Oliveira Marenco, o GET-VIM nasce com a missão de integrar diferentes áreas de atuação do Ministério Público — criminal, cível, direitos humanos, educação, saúde e políticas públicas — para aprimorar a resposta institucional. A iniciativa, segundo a promotora, é uma reação direta ao aumento recente de feminicídios e ao avanço de casos de violência reiterada.</p>
<p>“O feminicídio é um crime evitável. Ele não acontece repentinamente: é fruto de crenças de poder e dominação que precisam ser enfrentadas com políticas públicas eficazes e atuação integrada. O grupo nasce para fortalecer essa articulação e garantir que a violência não chegue ao seu extremo”, afirmou Marenco.</p>
<h3><strong>Dados alarmantes reforçam urgência</strong></h3>
<p>A criação do GET-VIM ocorre em meio aos números apresentados pelo <em>Dossiê Mulher 2025</em>, com base nas estatísticas de 2024 do Instituto de Segurança Pública (ISP). O levantamento revela um cenário crítico:</p>
<ul>
<li><strong>107 feminicídios em 2024</strong> — aumento de <strong>8,1%</strong> em relação ao ano anterior, o segundo maior índice em 11 anos;</li>
<li><strong>56,1% das vítimas</strong> já haviam sofrido violências anteriores, mas não denunciaram;</li>
<li><strong>79,7% dos autores</strong> eram companheiros ou ex-companheiros;</li>
<li><strong>59,6% dos agressores</strong> tinham antecedentes criminais, com média de quatro crimes prévios;</li>
<li><strong>18,3% das mulheres</strong> foram mortas na presença dos filhos;</li>
<li><strong>46,5% das vítimas</strong> deixaram órfãos menores de 18 anos;</li>
<li><strong>4.846 descumprimentos de medidas protetivas</strong> — maior número desde 2018.</li>
</ul>
<p>A residência segue como o principal local das agressões, concentrando 49,4% dos casos. Os dados também acendem alerta para o estupro de vulnerável: 50,9% das vítimas tinham até 11 anos, sendo a maioria violada dentro de casa.</p>
<h3><strong>Violência cotidiana e múltiplas formas de agressão</strong></h3>
<p>O relatório do ISP aponta ainda que:</p>
<ul>
<li><strong>71,1% das violações</strong> contra mulheres ocorreram na Região Metropolitana do Rio;</li>
<li>A cada dia, <strong>421 meninas ou mulheres</strong> são vítimas de agressões — <strong>18 por hora</strong>;</li>
<li>Pelo quarto ano consecutivo, a <strong>violência psicológica</strong> foi a mais frequente, representando <strong>36,5%</strong> das denúncias;</li>
<li>A violência virtual correspondeu a <strong>5%</strong> dos registros;</li>
<li>A violência patrimonial, a <strong>5,4%</strong>;</li>
<li>A maior parte dos agressores (<strong>56,2%</strong>) tem entre 30 e 59 anos, com aumento da participação de idosos para <strong>7,3%</strong>.</li>
</ul>
<p>Companheiros e ex-companheiros seguem como os principais autores, responsáveis por <strong>45,3%</strong> das agressões.</p>
<h3><strong>Capacitação e prevenção como estratégia central</strong></h3>
<p>Para o MPRJ, os dados reforçam a necessidade de uma política institucional integrada que una prevenção, proteção e responsabilização dos agressores. O GET-VIM deverá propor ações coordenadas, apoiar investigações, acompanhar medidas protetivas e formular estratégias que envolvam outras instituições do sistema de justiça e da rede de proteção.</p>
<p>A promotora Eyleen Marenco destaca que o impacto da violência sobre as mulheres vai muito além das estatísticas:<br />
“Os números não são frios. Eles representam vidas, famílias destruídas e histórias interrompidas. Nossa missão é garantir que essas mulheres tenham acesso real ao direito de viver livres de violência.”</p>
<p>Com a criação do GET-VIM, o MP do Rio reforça o compromisso institucional de enfrentar, com maior eficiência e sensibilidade, um dos problemas mais graves e persistentes do estado.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Jovens veem Inteligência Artificial como diferencial para conquistar emprego, aponta pesquisa</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/jovens-veem-inteligencia-artificial-como-diferencial-para-conquistar-emprego-aponta-pesquisa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Dec 2025 13:06:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IA]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Jovens]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma pesquisa divulgada nesta quarta-feira (3) revela que 80% dos jovens brasileiros consideram o conhecimento em Inteligência Artificial (IA) um diferencial importante para conseguir uma oportunidade de emprego. O levantamento, realizado pela Nexus e pela Demà, ouviu 2.016 jovens de 14 a 29 anos em todas as 27 unidades da federação, entre 14 e 20 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma pesquisa divulgada nesta quarta-feira (3) revela que 80% dos jovens brasileiros consideram o conhecimento em Inteligência Artificial (IA) um diferencial importante para conseguir uma oportunidade de emprego. O levantamento, realizado pela Nexus e pela Demà, ouviu 2.016 jovens de 14 a 29 anos em todas as 27 unidades da federação, entre 14 e 20 de julho. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com 95% de confiança.</p>
<p>O estudo mostra também que 11% dos entrevistados acreditam que o domínio da tecnologia não faz diferença na busca por trabalho, enquanto 3% veem o conhecimento em IA como potencialmente prejudicial, e 2% não souberam responder.</p>
<h4><strong>IA e educação: apoio para tarefas e estudos</strong></h4>
<p>Segundo o levantamento, a percepção sobre os impactos da IA na aprendizagem também é majoritariamente positiva: 69% dos jovens consideram que essas ferramentas ajudam no processo de estudo, enquanto 24% acham que podem atrapalhar e 7% não têm opinião formada.</p>
<p>O uso cotidiano da Inteligência Artificial já é uma realidade consolidada entre os jovens:</p>
<ul>
<li><strong>83%</strong> utilizam IA para pesquisas gerais ou acadêmicas;</li>
<li><strong>71%</strong> recorrem aos recursos para auxiliar em deveres de casa, trabalhos escolares e estudos para provas;</li>
<li><strong>70%</strong> usam a tecnologia para tradução de textos;</li>
<li><strong>67%</strong> empregam IA para resumir ou corrigir conteúdos;</li>
<li><strong>66%</strong> utilizam para gerar novas ideias;</li>
<li><strong>63%</strong> criam imagens;</li>
<li><strong>62%</strong> produzem novos textos;</li>
<li><strong>52%</strong> preparam apresentações e relatórios com apoio das ferramentas.</li>
</ul>
<h4><strong>IA como aliada da produtividade</strong></h4>
<p>Para Juan Carlos Moreno, diretor da Demà, os dados reforçam a consolidação da tecnologia entre os jovens:</p>
<blockquote><p>“É muito representativo que pelo menos metade dos entrevistados confirme que usa IA de alguma forma. Sem dúvida, a Inteligência Artificial é um agente facilitador das nossas demandas diárias, um aliado da eficiência e produtividade”, afirma.</p></blockquote>
<p>Moreno destaca ainda que a tecnologia está particularmente presente nas rotinas de estudo:</p>
<blockquote><p>“A pesquisa mostra que a grande maioria dos adolescentes utiliza IA para ajudar no dever de casa. A inteligência artificial veio para ficar e transformar nossas jornadas, principalmente as de aprendizado.”</p></blockquote>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Uma em cada seis crianças de até 6 anos já sofreu racismo no Brasil</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/uma-em-cada-seis-criancas-de-ate-6-anos-ja-sofreu-racismo-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Oct 2025 10:19:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma em cada seis crianças brasileiras de até 6 anos já foi vítima de racismo. É o que revela a pesquisa Panorama da Primeira Infância: o impacto do racismo, encomendada ao Datafolha pela Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal e divulgada nesta segunda-feira (6). O levantamento ouviu 2.206 pessoas, sendo 822 responsáveis diretos por bebês e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma em cada seis crianças brasileiras de até 6 anos já foi vítima de racismo. É o que revela a pesquisa Panorama da Primeira Infância: o impacto do racismo, encomendada ao Datafolha pela Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal e divulgada nesta segunda-feira (6).</p>
<p>O levantamento ouviu 2.206 pessoas, sendo 822 responsáveis diretos por bebês e crianças de 0 a 6 anos, em entrevistas presenciais realizadas em pontos de grande fluxo populacional em abril deste ano.</p>
<h3>Onde o racismo acontece</h3>
<p>Segundo os dados, 16% dos responsáveis afirmaram que as crianças sob seus cuidados já sofreram discriminação racial. O índice é maior entre responsáveis pretos e pardos (19%) e menor entre responsáveis brancos (10%).<br />
A pesquisa mostra ainda que:</p>
<ul>
<li><strong>54%</strong> dos casos ocorreram em creches e pré-escolas (61% na pré-escola e 38% na creche);</li>
<li><strong>42%</strong> em espaços públicos, como ruas, praças e parquinhos;</li>
<li><strong>20%</strong> em comunidades, vizinhanças ou condomínios;</li>
<li><strong>16%</strong> no âmbito familiar;</li>
<li><strong>14%</strong> em espaços privados, como shoppings e clubes;</li>
<li><strong>6%</strong> em serviços de saúde;</li>
<li><strong>3%</strong> em igrejas ou templos.</li>
</ul>
<h3>Impactos no desenvolvimento</h3>
<p>De acordo com o estudo, episódios de racismo na infância configuram experiências adversas que expõem as crianças ao estresse tóxico, com impacto direto na saúde física, no desenvolvimento socioemocional e no aprendizado.</p>
<p>Para a CEO da fundação, Mariana Luz, a escola, que deveria ser espaço de proteção e socialização, tem sido palco de violações:</p>
<blockquote><p>“É crítico combater o racismo desde o berço. Uma criança pequena, em fase de maior desenvolvimento, não pode estar sujeita a um ambiente de discriminação.”</p></blockquote>
<h3>Educação antirracista e lei</h3>
<p>A pesquisa também ressalta a necessidade de uma educação antirracista desde a primeira infância, como prevê a Lei nº 10.639/2003, que obriga o ensino da história e cultura afro-brasileira em todas as etapas de ensino. No entanto, dados de 2023 mostram que sete em cada dez secretarias municipais de Educação não cumpriram a norma.</p>
<h3>Racismo é crime</h3>
<p>O racismo é crime inafiançável e imprescritível no Brasil, de acordo com a Constituição e a Lei nº 7.716/1989. A Lei nº 14.532/2023 endureceu as penas para injúria racial, que agora variam de 2 a 5 anos de reclusão, podendo ser dobradas se praticadas por mais de uma pessoa.</p>
<p>As vítimas devem registrar boletim de ocorrência, reunir testemunhas e preservar provas em casos de agressão física.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Assistência ao parto avança no Brasil, mas pré-natal ainda preocupa, aponta Fiocruz</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/assistencia-ao-parto-avanca-no-brasil-mas-pre-natal-ainda-preocupa-aponta-fiocruz/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Sep 2025 13:31:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Cesariana]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Fiocruz]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Parto]]></category>
		<category><![CDATA[Parto Normal]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Pré-natal]]></category>
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					<description><![CDATA[A Pesquisa Nascer no Brasil 2, divulgada pela Fiocruz, aponta mudanças significativas na atenção ao parto no país. Em dez anos, práticas consideradas formas de violência obstétrica praticamente desapareceram: a episiotomia caiu de 47% para 7% dos partos vaginais no SUS e a manobra de Kristeller, de 36% para 9%. No setor privado, os índices [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Pesquisa Nascer no Brasil 2, divulgada pela Fiocruz, aponta mudanças significativas na atenção ao parto no país. Em dez anos, práticas consideradas formas de violência obstétrica praticamente desapareceram: a episiotomia caiu de 47% para 7% dos partos vaginais no SUS e a manobra de Kristeller, de 36% para 9%. No setor privado, os índices são ainda menores, chegando a apenas 2%.</p>
<p>Outro avanço é a adoção de boas práticas: mais mulheres puderam se movimentar, se alimentar e escolher posições verticalizadas durante o parto. “Não tem mais aquela forma de parir em litotomia, com pernas para cima, sem poder fazer força. Isso é lindo! É uma mudança de cultura”, comemorou a coordenadora da pesquisa, Maria do Carmo Leal.</p>
<p><strong>Desafios persistem</strong></p>
<ul>
<li>Acesso à analgesia despencou: no SUS, de 7% para 2% (no Rio, apenas 1%);</li>
<li>Cesarianas seguem muito acima do recomendado pela OMS (15%): 48% no SUS e 81% na rede privada, chegando a 86% no Rio;</li>
<li>No setor privado, a maioria das cirurgias ainda é feita sem início de trabalho de parto.</li>
</ul>
<p><strong>O pré-natal é o ponto mais crítico</strong></p>
<ul>
<li>Apesar de 98,5% das grávidas terem acompanhamento, só 1/3 teve exames completos de pressão e glicemia registrados;</li>
<li>Apenas 34% receberam prescrição de ácido fólico;</li>
<li>Menos de 32% foram vacinadas contra tétano e hepatite B;</li>
<li>75% das gestantes de alto risco nunca passaram por especialistas.</li>
</ul>
<p>A pesquisa, que ouviu mais de 22 mil mulheres entre 2021 e 2023, mostra que o Brasil avança na humanização do parto, mas ainda precisa enfrentar falhas graves na assistência ao longo da gestação — especialmente no cuidado às grávidas de alto risco.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Serviços avançam 0,3% em março e mantêm trajetória de crescimento</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/servicos-avancam-03-em-marco-e-mantem-trajetoria-de-crescimento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 May 2025 16:19:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[dados comparativos]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Serviços]]></category>
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					<description><![CDATA[O setor de serviços no Brasil cresceu 0,3% em março, na comparação com fevereiro, registrando a segunda alta consecutiva do indicador, que já havia subido 0,9% no mês anterior. Com isso, o setor acumula ganho de 1,2% entre fevereiro e março, de acordo com dados divulgados nesta quarta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na comparação com março de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="" data-start="279" data-end="656">O setor de serviços no Brasil cresceu 0,3% em março, na comparação com fevereiro, registrando a segunda alta consecutiva do indicador, que já havia subido 0,9% no mês anterior. Com isso, o setor acumula ganho de 1,2% entre fevereiro e março, de acordo com dados divulgados nesta quarta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p class="" data-start="658" data-end="968">Na comparação com março de 2024, a alta foi de 1,9%. Já no acumulado do primeiro trimestre de 2025, o avanço foi de 2,4%, enquanto nos últimos 12 meses, o crescimento chega a 3%. Atualmente, o volume de serviços está 16,5% acima do patamar pré-pandemia, registrado em fevereiro de 2020.</p>
<p class="" data-start="970" data-end="1241">Segundo o pesquisador do IBGE Rodrigo Lobo, o setor “vem se sustentando muito próximo do seu nível recorde, alcançado em outubro de 2024. Agora, em março, está apenas 0,5% abaixo daquele pico, o segundo ponto mais alto da série histórica iniciada em janeiro de 2011”.</p>
<h3 class="" data-start="1243" data-end="1263">Destaques do mês</h3>
<p class="" data-start="1265" data-end="1651">Três das cinco atividades pesquisadas tiveram desempenho positivo no mês, com destaque para o segmento de transportes, que avançou 1,7%, acumulando alta de 2,2% em dois meses. Os serviços profissionais, administrativos e complementares cresceram 0,6%, enquanto os serviços prestados às famílias subiram 1,5%, com acúmulos de 1,9% e 1,8%, respectivamente.</p>
<p class="" data-start="1653" data-end="1876">Os outros serviços mantiveram estabilidade, após crescimento de 5,5% em dois meses. Já o segmento de informação e comunicação apresentou leve recuo de 0,2%, após acumular alta de 3,8% entre novembro e fevereiro.</p>
<p class="" data-start="1878" data-end="2142">No turismo, o índice de atividades turísticas teve queda de 0,2% em março, após crescimento de 2,7% no mês anterior. O setor segue 9,2% acima do patamar pré-pandemia, mas ainda 3,9% abaixo do pico da série histórica, registrado em dezembro de 2024.</p>
<h3 class="" data-start="2144" data-end="2163">Receita nominal</h3>
<p class="" data-start="2165" data-end="2394">A receita nominal dos serviços cresceu 1% em março, frente a fevereiro. Na comparação com o mesmo mês de 2024, a alta foi de 7,5%. O indicador acumula crescimento de 7,6% no ano e de 7,7% nos últimos 12 meses.</p>
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		<item>
		<title>Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo lideram influência econômica e política no Brasil</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/brasilia-rio-de-janeiro-e-sao-paulo-lideram-influencia-economica-e-politica-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Mar 2025 17:56:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
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					<description><![CDATA[Um estudo divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelou que Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo são as cidades mais influentes do Brasil no que diz respeito à gestão empresarial e pública. Essas metópoles concentram um grande número de sede de empresas e instituições governamentais, impactando decisões em outras regiões do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um estudo divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelou que Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo são as cidades mais influentes do Brasil no que diz respeito à gestão empresarial e pública. Essas metópoles concentram um grande número de sede de empresas e instituições governamentais, impactando decisões em outras regiões do país.</p>
<h3><strong>Influência empresarial: centros de decisão econômica</strong></h3>
<p>Para determinar a influência empresarial de cada cidade, os pesquisadores analisaram a quantidade de sedes empresariais e a distribuição de suas filiais pelo país. O exemplo do Bradesco, cuja sede está em Osasco (SP) e tem agências em quase todos os municípios brasileiros, ilustra o peso de determinadas cidades na economia nacional.</p>
<p>No ranking das cidades com maior conexão empresarial, oito entre as dez primeiras são capitais estaduais:</p>
<ol>
<li>São Paulo (SP)</li>
<li>Rio de Janeiro (RJ)</li>
<li>Brasília (DF)</li>
<li>Belo Horizonte (MG)</li>
<li>Curitiba (PR)</li>
<li>Porto Alegre (RS)</li>
<li>Fortaleza (CE)</li>
<li>Campinas (SP)</li>
<li>Barueri (SP)</li>
<li>Recife (PE)</li>
</ol>
<p>O pesquisador Marcelo Paiva da Motta destacou que essas cidades exercem forte atração econômica devido à distribuição de renda e concentração financeira, especialmente na região Sudeste.</p>
<figure id="attachment_82555" aria-describedby="caption-attachment-82555" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-82555" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/03/26-Avenida-Paulista-no-centro-de-Sao-Paulo-a-cidade-com-maior-influencia-empresarial-do-pais-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Avenida Paulista, No Centro De São Paulo, A Cidade Com Maior Influência Empresarial Do País - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/03/26-Avenida-Paulista-no-centro-de-Sao-Paulo-a-cidade-com-maior-influencia-empresarial-do-pais-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/03/26-Avenida-Paulista-no-centro-de-Sao-Paulo-a-cidade-com-maior-influencia-empresarial-do-pais-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/03/26-Avenida-Paulista-no-centro-de-Sao-Paulo-a-cidade-com-maior-influencia-empresarial-do-pais-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/03/26-Avenida-Paulista-no-centro-de-Sao-Paulo-a-cidade-com-maior-influencia-empresarial-do-pais-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-82555" class="wp-caption-text">Avenida Paulista, no centro de São Paulo, a cidade com maior influência empresarial do país. &#8211; Rovena Rosa/Agência Brasil</figcaption></figure>
<h3><strong>Empregos gerados por empresas em outras cidades</strong></h3>
<p>O IBGE também avaliou o impacto das empresas sediadas em grandes centros no mercado de trabalho de outros municípios. As cidades que mais geram empregos fora de suas fronteiras são:</p>
<ul>
<li><strong>São Paulo (SP):</strong> 1.855.722 empregos</li>
<li><strong>Rio de Janeiro (RJ):</strong> 486.696 empregos</li>
<li><strong>Brasília (DF):</strong> 315.047 empregos</li>
<li><strong>Belo Horizonte (MG):</strong> 261.371 empregos</li>
<li><strong>Barueri (SP):</strong> 197.356 empregos</li>
<li><strong>Fortaleza (CE):</strong> 118.860 empregos</li>
<li><strong>Porto Alegre (RS):</strong> 117.568 empregos</li>
<li><strong>Osasco (SP):</strong> 108.856 empregos</li>
<li><strong>Itajaí (SC):</strong> 103.241 empregos</li>
<li><strong>Curitiba (PR):</strong> 99.072 empregos</li>
</ul>
<p>O destaque foi para Itajaí (SC), que teve um crescimento de 79,8% no número de funcionários empregados em filiais fora da cidade, impulsionado pelo setor industrial e pelo polo portuário.</p>
<figure id="attachment_82557" aria-describedby="caption-attachment-82557" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-82557" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/03/26-Edificio-sede-da-Caixa-Economica-Federal-fica-em-Brasilia-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Edifício Sede Da Caixa Econômica Federal Fica Em Brasília - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/03/26-Edificio-sede-da-Caixa-Economica-Federal-fica-em-Brasilia-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/03/26-Edificio-sede-da-Caixa-Economica-Federal-fica-em-Brasilia-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/03/26-Edificio-sede-da-Caixa-Economica-Federal-fica-em-Brasilia-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/03/26-Edificio-sede-da-Caixa-Economica-Federal-fica-em-Brasilia-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-82557" class="wp-caption-text">Edifício sede da Caixa Econômica Federal fica em Brasília &#8211; Marcelo Camargo/Agência Brasil</figcaption></figure>
<h3><strong>Gestão pública: influência administrativa</strong></h3>
<p>No setor público, Brasília se destaca como o principal centro de gestão, concentrando a maior parte das instituições federais. No segundo nível hierárquico estão Rio de Janeiro, São Paulo e Recife. O Rio, por exemplo, ainda abriga importantes instituições federais, uma herança do período em que foi capital do Brasil.</p>
<p>O IBGE agrupou os centros de gestão pública em três níveis:</p>
<ol>
<li>Brasília (DF)</li>
<li>Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP) e Recife (PE)</li>
<li>Belo Horizonte (MG), Porto Alegre (RS), Curitiba (PR), Fortaleza (CE), Salvador (BA), Belém (PA) e Florianópolis (SC)</li>
</ol>
<h3><strong>Cidades com maior influência territorial</strong></h3>
<p>Combinando os fatores de gestão pública e empresarial, o IBGE montou um ranking das cidades mais influentes no território nacional. No topo estão:</p>
<ul>
<li><strong>São Paulo (SP)</strong>, maior centro empresarial do país</li>
<li><strong>Brasília (DF)</strong>, sede do governo federal</li>
<li><strong>Rio de Janeiro (RJ)</strong>, que combina relevância empresarial e pública</li>
</ul>
<p>No segundo grupo estão Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Recife, Fortaleza, Salvador, Goiânia, Campinas e Belém.</p>
<h3><strong>Conclusão</strong></h3>
<p>A pesquisa do IBGE evidencia a concentração do poder político e econômico em poucos centros urbanos, destacando a importância de Brasília na gestão pública e de São Paulo na gestão empresarial. Esse padrão reforça a necessidade de descentralização e investimentos em desenvolvimento regional para equilibrar a distribuição de oportunidades no país.</p>
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		<title>Inflação de janeiro é a menor para o mês desde 1994</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/inflacao-de-janeiro-e-a-menor-para-o-mes-desde-1994/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Feb 2025 16:01:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[IPCA]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Queda]]></category>
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					<description><![CDATA[A inflação oficial de janeiro registrou alta de 0,16%, a menor variação para o mês desde 1994, segundo dados divulgados nesta terça-feira (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O principal fator para a desaceleração do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) foi o Bônus Itaipu, que proporcionou um desconto na [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A inflação oficial de janeiro registrou alta de 0,16%, a menor variação para o mês desde 1994, segundo dados divulgados nesta terça-feira (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O principal fator para a desaceleração do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) foi o Bônus Itaipu, que proporcionou um desconto na conta de luz de milhões de brasileiros.</p>
<p>Em dezembro de 2024, o IPCA havia ficado em 0,52%, e, no acumulado de 12 meses, a inflação está em 4,56%, ainda acima da meta do governo, que é de 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos.</p>
<h3>Energia elétrica puxou índice para baixo</h3>
<p>O maior impacto na queda da inflação veio do setor de energia elétrica residencial, que registrou queda de 14,21%, representando um impacto de -0,55 ponto percentual no IPCA. Como consequência, o grupo habitação recuou 3,08%, ajudando a segurar a alta dos preços.</p>
<h3>Transportes e alimentos pressionam inflação</h3>
<p>Apesar da desaceleração, alguns setores continuam puxando a inflação para cima. O grupo transportes subiu 1,3%, com destaque para as passagens aéreas, que aumentaram 10,42%, e as tarifas de ônibus urbano, que subiram 3,84%.</p>
<p>Já o grupo alimentos e bebidas teve alta de 0,96%, impactado pelo aumento no preço do café moído (8,56%), do tomate (20,27%) e da cenoura (36,14%).</p>
<p>O índice de difusão, que mede o percentual de itens com alta de preços, ficou em 65% em janeiro, abaixo dos 69% registrados em dezembro.</p>
<p>O IPCA monitora a variação dos preços em 16 regiões metropolitanas e capitais, abrangendo famílias com rendimento de um a 40 salários mínimos.</p>
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