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	<title>permanência estudantil &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Estudantes da USP fazem novo protesto em São Paulo e pressionam reitoria por negociação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2026 14:26:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Alunos da Universidade de São Paulo realizaram um novo ato no centro da capital paulista para pressionar a reitoria da instituição a abrir negociações com o movimento estudantil. A mobilização ocorreu na noite de quarta-feira (13) e reuniu estudantes que estão em greve há quase um mês. Os manifestantes reivindicam melhorias nas políticas de permanência [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Alunos da Universidade de São Paulo realizaram um novo ato no centro da capital paulista para pressionar a reitoria da instituição a abrir negociações com o movimento estudantil. A mobilização ocorreu na noite de quarta-feira (13) e reuniu estudantes que estão em greve há quase um mês.</p>
<p>Os manifestantes reivindicam melhorias nas políticas de permanência estudantil, aumento de investimentos em educação, fim da terceirização dos restaurantes universitários e participação mais ativa dos alunos nas decisões relacionadas aos espaços da universidade. O movimento também critica cortes no orçamento da instituição.</p>
<p>O protesto percorreu a Avenida Paulista até a Praça Roosevelt, no centro de São Paulo. A manifestação aconteceu poucos dias após a desocupação da reitoria da universidade, que havia sido ocupada por estudantes durante a mobilização. Segundo relatos dos universitários, a reintegração do prédio contou com ação policial considerada excessiva pelos manifestantes.</p>
<p>Integrante do comando de greve do Diretório Central dos Estudantes da USP, o estudante Heitor Vinícius afirmou que o objetivo do movimento é construir uma negociação com a administração da universidade.</p>
<blockquote><p>“O que a gente está construindo é uma greve pacífica e a gente tem como perspectiva conseguir a mesa de negociação.”</p></blockquote>
<p>Ele também afirmou que as reivindicações estão ligadas às condições de ensino e permanência estudantil dentro da universidade.</p>
<blockquote><p>“A nossa luta tem sido basicamente por melhoria das qualidades de ensino, principalmente nas questões de permanência da universidade.”</p></blockquote>
<p>Entre as principais reclamações dos estudantes estão as condições das moradias universitárias, funcionamento dos restaurantes estudantis e políticas de auxílio financeiro para alunos em situação de vulnerabilidade social. Parte dessas reivindicações já vinha sendo apresentada desde o início da ocupação da reitoria.</p>
<p>Em resposta às cobranças, a reitoria informou que criou uma Comissão de Moderação e Diálogo Institucional para restabelecer interlocução com representantes estudantis. Segundo a universidade, o grupo foi criado para iniciar um novo ciclo de conversas com os alunos, e a primeira reunião deverá ser marcada nos próximos dias.</p>
<p>A mobilização recebeu apoio de professores da rede municipal, que também participam de atos por reajuste salarial, além de parlamentares ligados a partidos de esquerda.</p>
<p>A atual crise na USP ocorre nos primeiros meses da gestão do reitor Aluísio Augusto Cotrim Segurado, que assumiu o comando da universidade em janeiro deste ano. A greve reúne estudantes e funcionários que contestam medidas administrativas e cobram ampliação dos investimentos em permanência estudantil e infraestrutura universitária.</p>
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