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	<title>Pequenos Negócios &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Pequenos Negócios &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Mais da metade dos pequenos negócios fluminenses não realizaram investimentos nos últimos meses</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Oct 2023 14:29:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[Pesquisa do Sebrae indica que 47% dos pequenos negócios apostaram em novas instalações, máquinas, equipamentos e informática e, treinamento de sócios e empregados. Em compensação, 53% dos pequenos negócios do estado não realizaram qualquer novo investimento. O levantamento também mostra que 77% dos pequenos negócios do Estado do Rio de Janeiro utilizam redes sociais, aplicativos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pesquisa do Sebrae indica que 47% dos pequenos negócios apostaram em novas instalações, máquinas, equipamentos e informática e, treinamento de sócios e empregados. Em compensação, 53% dos pequenos negócios do estado não realizaram qualquer novo investimento.</p>
<p>O levantamento também mostra que 77% dos pequenos negócios do Estado do Rio de Janeiro utilizam redes sociais, aplicativos ou internet (Loja virtual própria, WhatsApp, Facebook e Instagram) para vender seus produtos ou serviços. Enquanto outros 23% não utilizam essa prática.</p>
<p><em>“Empreender exige um conjunto de habilidades e conhecimentos. A busca pela inovação, desenvolvimento empresarial, produtividade e acesso a novos mercados tem sido a solução para os donos de micro e pequenas empresas. É fundamental que os empreendedores planejem as suas ações. Por isso, precisam buscar capacitação e orientações para que os seus negócios continuem prosperando”</em>, explica Antônio Kronemberger, gerente de Educação do Sebrae Rio.</p>
<p>Com esse panorama apresentado na pesquisa, 53% seguem com dificuldades para manter o seu negócio, 21% aproveitaram as mudanças implementadas para melhorias na empresa, 16% estão otimistas com as oportunidades que estão surgindo e 9% acreditam que o pior já passou.</p>
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		<title>Micro e pequenas empresas lideram geração de empregos em julho</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/micro-e-pequenas-empresas-lideram-geracao-de-empregos-em-julho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Sep 2023 00:30:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Caged]]></category>
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					<description><![CDATA[As micro e pequenas empresas (MPEs) são o carro-chefe da criação de empregos com carteira assinada no país. Em julho, 79,8% das vagas abertas no Brasil foram absorvidas pelos pequenos negócios. Isso representa 113,8 mil postos de trabalho de um total de 142,7 mil. O levantamento foi feito pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro [&#8230;]]]></description>
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<p>As micro e pequenas empresas (MPEs) são o carro-chefe da criação de empregos com carteira assinada no país. Em julho, 79,8% das vagas abertas no Brasil foram absorvidas pelos pequenos negócios. Isso representa 113,8 mil postos de trabalho de um total de 142,7 mil. O levantamento foi feito pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). Esse montante representa uma média de 3.670 vagas formais geradas a cada dia.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O volume total criado pelas MPEs é quase seis vezes maior que o número de contratações das médias e grandes empresas (MGEs), que concentraram 13,5% das vagas criadas (19.229). Os demais segmentos são instituições sem fins lucrativos (3.813), pessoas físicas (6.032) e administração pública (-200).</p>
<p>No levantamento do Sebrae, são consideradas microempresas as firmas com até nove empregados (agropecuária, comércio e serviço) ou 19 funcionários (indústria e mineração). Pequenas empresas são as que têm até 49 trabalhadores (agropecuária, comércio e serviço) ou 99 empregados (indústria e mineração).</p>
<h2>Sete meses seguidos</h2>
<p>O estudo leva em conta dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego. O saldo de julho foi o sétimo resultado positivo seguido. A última vez que as MPEs tiverem um mês com mais demissões que admissões foi em dezembro, mês em que a economia costuma ter perda de emprego, por concentrar o término de contratos temporários relacionados à demanda das festas de fim de ano.</p>
<p>O índice alcançado pelas MPEs em julho só é inferior, em 2023, ao registrado em janeiro, quando elas foram responsáveis por 81% das contratações.</p>
<p>Os principais motores da abertura de trabalho nas MPEs, em julho, foram os setores de serviços (46,7 mil vagas), construção (26,1 mil vagas) e comércio (25 mil vagas). As atividades que mais se destacaram foram construção de edifícios (8,6 mil vagas), restaurantes e outros estabelecimentos de serviços de alimentação e bebidas (5,8 mil), e transporte rodoviário de carga (4,4 mil).</p>
<p>A abertura de ocupação com carteira assinada nas MGEs se concentrou principalmente na indústria de transformação (6,5 mil), serviços (5,8 mil) e agropecuária (4,7 mil).</p>
<h2>Acumulado do ano</h2>
<p>No acumulado de 2023, a participação proporcional das MPEs na geração de ocupação formal é menor, mas elas seguem na liderança. São 825,4 mil empregos do total de 1,1 milhão criados no Brasil. Isso representa 70,8%, contra 16,4% das MGEs.</p>
<p>Para o presidente do Sebrae, Décio Lima, os números são um reflexo da confiança dos pequenos empreendedores no aquecimento da economia. “A partir de indicadores cada vez mais positivos, somados ao controle da inflação e à perspectiva de continuidade na queda da taxa de juros, os donos de pequenos negócios estão retomando o otimismo. É a confiança de que o país é capaz de acelerar o ritmo de crescimento que faz os empreendedores criarem vagas de emprego”, avalia.</p>
<p>Em julho e no acumulado do ano, todos os estados e o Distrito Federal apresentam saldo positivo de empregos formais em MPEs.</p>
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		<title>71% dos pequenos negócios do Rio de Janeiro controlam o consumo de energia das empresas </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Dec 2022 18:33:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pequenos Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Sebrae RJ]]></category>
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					<description><![CDATA[Nos últimos três anos, o termo Environmental, Social and Governance (ESG) vem ganhando força na agenda econômica e de negócios no mundo corporativo. As empresas precisam reavaliar o modelo de gestão e estreitar laços fortes e éticos com clientes, colaboradores e fornecedores, além da comunidade que a empresa está inserida. Dentro desse contexto, as micro [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;" align="center">Nos últimos três anos, o termo Environmental, Social and Governance (ESG) vem ganhando força na agenda econômica e de negócios no mundo corporativo. As empresas precisam reavaliar o modelo de gestão e estreitar laços fortes e éticos com clientes, colaboradores e fornecedores, além da comunidade que a empresa está inserida. Dentro desse contexto, as micro e pequenas empresas ficam na dúvida em como se adequar às práticas ambientais, sociais e de governança de uma organização.</p>
<p style="text-align: left;">Em pesquisa realizada pelo Sebrae, a questão sobre sustentabilidade vem ganhando relevância entre os pequenos negócios. No Estado do Rio de Janeiro, as três principais ações realizadas pelas empresas são: 71% das empresas controlam o consumo de energia, 58% controlam o consumo de água e 56% controlam o consumo de papel.</p>
<p style="text-align: left;">“Hoje, o ESG ainda é um diferencial para negócios (de micro a grande porte), mas no futuro próximo será um critério padrão. Quem não se adequar, vai ficar para trás. Alguns bancos, inclusive, já têm métricas próprias para medir o impacto social ou ambiental de um negócio, definindo assim se este negócio está apto ou não para receber investimentos ou ter direito a determinadas linhas de crédito. A questão é que, em breve, quem não tiver essas práticas para melhorar o mundo, vai ter dificuldade de acessar determinadas linhas de créditos e financiamentos, além de ser um fator decisivo sobre a escolha de consumo de muitas pessoas. Por isso, precisamos não só de instituições engajadas nessa agenda, mas também de indivíduos. A prática ESG diz menos sobre o futuro e mais de como a gente vive e sobrevive ao presente”, explica Aline Barreto, analista do Sebrae Rio.</p>
<h4 style="text-align: left;"><strong>Outras medidas tomadas pelos empreendedores</strong></h4>
<p style="text-align: left;">Separação de lixo para Coleta seletiva de lixo – 47%</p>
<p style="text-align: left;">Uso de matéria prima ou material reciclável no processo produtivo – 30%</p>
<p style="text-align: left;">Destinação adequada de resíduos tóxicos, tais como solvente, produtos de limpeza e cartucho de tinta. – 23%</p>
<p style="text-align: left;">Reciclagem de pilhas, baterias e pneus – 18%</p>
<p style="text-align: left;">Compro e/ou vendo produtos usados – 13%</p>
<p style="text-align: left;">Captação de água da chuva e/ou reutilização da água – 6%</p>
<p style="text-align: left;">Uso de energia solar – 4%</p>
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		<title>Pesquisa do Sebrae aponta que 67% dos pequenos negócios do Rio de Janeiro seguem com o faturamento reduzido</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Aug 2022 12:00:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[Após dois anos de crise, os pequenos negócios ainda sentem os reflexos do desequilíbrio financeiro. Em pesquisa realizada pelo Sebrae, entre os dias 25 de abril e 2 de maio, 67% dos entrevistados alegaram que o faturamento mensal do seu negócio diminuiu comparado ao período anterior a pandemia. Quinze por cento mantiveram o rendimento e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Após dois anos de crise, os pequenos negócios ainda sentem os reflexos do desequilíbrio financeiro. Em pesquisa realizada pelo Sebrae, entre os dias 25 de abril e 2 de maio, 67% dos entrevistados alegaram que o faturamento mensal do seu negócio diminuiu comparado ao período anterior a pandemia. Quinze por cento mantiveram o rendimento e 12% conseguiram aumentá-lo. Se for comparar os meses de abril de 2022 e abril de 2021, o faturamento dos pequenos negócios diminui 42%, permanece igual para 27% e aumenta para 26%.</p>
<p>“<em>Apesar de a pandemia ainda impactar alguns negócios, essa não é mais a maior dificuldade apontada por eles, atualmente: o principal desafio dos empreendedores agora é buscar formas de reduzir custos e desenvolver estratégias para atrair clientes</em>”, explica Simone Moura, analista do Sebrae Rio.</p>
<p>O estudo aponta ainda, quais as principais dificuldades para o negócio no momento atual. O aumento dos custos (insumos, mercadorias, combustíveis, aluguel e energia) é citado por 43% dos empreendedores, seguido por falta de clientes para 28%. Outro obstáculo para a manutenção da empresa são as dívidas com empréstimos, uma realidade vivida por 11% dos donos de negócios. Dívidas com impostos e fornecedores também aparecem como impedimento para 4% dos empresários. Já a pandemia ainda é um contratempo para 2% dos pequenos negócios.</p>
<p><strong>Aluguel</strong></p>
<p>Um dos principais entraves para os pequenos negócios segue sendo o aumento dos custos. No Estado do Rio de Janeiro, dentre as empresas que pagam aluguel, o valor ficou mais caro para 54% nos últimos 12 meses. Apenas 46% não tiveram reajustes no período. Trinta por cento não sabem qual o índice utilizado para o reajuste. O cálculo para reajuste dos aluguéis de 25% dos entrevistados foi o IGP-M. Já para 14% a revisão do valor foi com base no IPCA. Trinta e dois por cento utilizam outro cálculo.</p>
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		<title>Pequenos negócios foram os maiores geradores de empregos em março</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/pequenos-negocios-foram-os-maiores-geradores-de-empregos-em-marco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 May 2022 17:09:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[Levantamento feito pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), a partir de dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), mostra que as micro e pequenas empresas (MPE) expandiram, no último mês de março, a sua participação proporcional na geração de novos postos de trabalho no país. Segundo o Sebrae, o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>Levantamento feito pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), a partir de dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), mostra que as micro e pequenas empresas (MPE) expandiram, no último mês<span id="OBJ_PREFIX_DWT426_com_zimbra_date" role="link"> de mar</span>ço, a sua participação proporcional na geração de novos postos de trabalho no país.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Segundo o Sebrae, o segmento abriu 88,9% de todas as vagas no terceiro mês deste ano. De acordo os dados, os pequenos negócios contabilizaram mais de 1 milhão de admissões e um saldo positivo de 121 mil empregos.</p>
<p>No acumulado do ano, o Brasil já registra um saldo de 615 mil novos postos de trabalho, sendo as micro e pequenas empresas as grandes fornecedoras de emprego, com 430 mil vagas, correspondendo a 70% do total. Por sua vez, o levantamento indica que as médias e grandes empresas registraram um saldo de 148 mil empregos, 24,1% do total.</p>
<p>Na comparação entre o primeiro trimestre de 2021 e o primeiro trimestre deste ano, os cenários são relativamente semelhantes. “Todos os portes de empresa apresentaram saldos positivos, sendo que as MPE tiveram resultados quase três vezes maior do que as médias e grandes”.</p>
<h2>Serviços lideram</h2>
<p>Segundo o Sebrae, o setor de serviços continua como o maior gerador empregos. Em março, as MPE desse segmento contrataram 74.255 pessoas, com um total, até o momento, de 273.698 novos postos de trabalho, em 2022.</p>
<p>Já no comércio, tanto as MPE quanto as médias e grandes empresas (MGE) apresentaram saldos menores de emprego. Contudo, no acumulado do ano, as médias e grandes foram as que mais fecharam postos de trabalho: 43.361 mil desligamentos nas MGE, contra 17.434 das micro e pequenas empresas.</p>
<p><em>*Com informações do Sebrae</em></p>
</div>
</div>
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		<title>Quase 4 milhões de novos negócios foram abertos em 2021</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Feb 2022 13:42:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Abertura 2021]]></category>
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					<description><![CDATA[A abertura de pequenos negócios no país bateu recorde no ano passado, mostra levantamento divulgado pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). Em 2021, mais de 3,9 milhões de empreendedores formalizaram micro e pequenas empresas ou se registraram como microempreendedores individuais (MEIs). O número representa crescimento de 19,8% em relação a 2020, [&#8230;]]]></description>
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<p>A abertura de pequenos negócios no país bateu recorde no ano passado, mostra levantamento divulgado pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). Em 2021, mais de 3,9 milhões de empreendedores formalizaram micro e pequenas empresas ou se registraram como microempreendedores individuais (MEIs).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O número representa crescimento de 19,8% em relação a 2020, quando foram abertos 3,3 milhões de negócios. Em relação a 2018, a expansão chega a 53,9%. Naquele ano, foram criados 2,5 milhões de cadastros nacionais de pessoas jurídicas (CNPJ).</p>
<p>Segundo o Sebrae, ao mesmo tempo que a pandemia forçou muitas pessoas a irem para o empreendedorismo por necessidade, ela também estimulou a busca desse meio de vida por oportunidade. O órgão avalia que a tendência de crescimento continuará nos próximos anos.</p>
<p>Em 2020, o relatório Monitor do Empreendedorismo Global (Global Entrepreneurship Monitor, em inglês) estimou que 50 milhões de brasileiros que ainda não empreendiam tinham planos de abrir o próprio negócio nos próximos três anos. Desse total, um terço teria a pandemia como principal motivação, mas dois terços têm tendência “natural” para empreender. O relatório foi elaborado pelo Sebrae e pelo Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade (IBPQ).</p>
<h2>Microempreendedores</h2>
<p>O Sebrae atribui o aumento da abertura de empresas à redução da burocracia, proporcionada pela Lei de Liberdade Econômica, de 2019, pela integração das juntas comerciais e por melhorias no registro eletrônico simplificado de novas empresas. O principal destaque foi a consolidação da figura jurídica do microempreendedor individual (MEI), que respondeu por 3,1 milhões de negócios abertos no ano passado, 80% do total. Em 2018 e 2019, a categoria representava 75% dos negócios criados.</p>
<p>Em 2021, foram abertas 682,7 mil microempresas (17,35% do total), com faturamento de até R$ 360 mil por ano, recorde da série histórica para o segmento. Foram criadas 121,9 mil empresas de pequeno porte (2,65% do total). A categoria inclui empresas que faturam de R$ 360 mil a R$ 4,8 milhões por ano.</p>
<p>A abertura de microempresas tem aumentado de forma consistente ao longo dos anos. De 540,6 mil em 2018, o número saltou para 579,3 mil em 2019 e 579,5 mil em 2020. Em relação às pequenas empresas, o total passou de 75 mil em 2018 para 94,3 mil em 2020.</p>
</div>
</div>
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