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	<title>Peça &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Peça &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>“Não é você, sou eu” estreia em outubro no Teatro Cândido Mendes com humor e poesia sobre o amor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Sep 2025 16:45:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O amor e suas contradições serão o centro da cena em “Não é você, sou eu”, espetáculo que estreia no próximo dia 10 de outubro, às 20h, no Teatro Cândido Mendes, em Ipanema. Escrita e dirigida por Léo Luz, a montagem segue em cartaz até 28 de novembro, sempre às sextas-feiras. Conhecido por trabalhos no [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.instagram.com/entretee" target="_blank" rel="noopener"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-83228 aligncenter" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Logo_Entrete_300x-e1746198766483.png?resize=200%2C32&#038;ssl=1" alt="Entretê - Expresso Carioca" width="200" height="32" /></a></p>
<p>O amor e suas contradições serão o centro da cena em “Não é você, sou eu”, espetáculo que estreia no próximo dia 10 de outubro, às 20h, no Teatro Cândido Mendes, em Ipanema. Escrita e dirigida por Léo Luz, a montagem segue em cartaz até 28 de novembro, sempre às sextas-feiras.</p>
<figure id="attachment_85997" aria-describedby="caption-attachment-85997" style="width: 400px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-85997" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/09/30-Nao-e-voce-sou-eu-estreia-em-outubro-no-Teatro-Candido-Mendes-Expresso-Carioca-1.webp?resize=400%2C604&#038;ssl=1" alt="&quot;Não é Você, Sou Eu&quot; Estreia Em Outubro No Teatro Cândido Mendes - Expresso Carioca" width="400" height="604" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/09/30-Nao-e-voce-sou-eu-estreia-em-outubro-no-Teatro-Candido-Mendes-Expresso-Carioca-1.webp?w=400&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/09/30-Nao-e-voce-sou-eu-estreia-em-outubro-no-Teatro-Candido-Mendes-Expresso-Carioca-1.webp?resize=199%2C300&amp;ssl=1 199w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/09/30-Nao-e-voce-sou-eu-estreia-em-outubro-no-Teatro-Candido-Mendes-Expresso-Carioca-1.webp?resize=150%2C227&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /><figcaption id="caption-attachment-85997" class="wp-caption-text">&#8220;Não é Você, Sou Eu&#8221; Estreia Em Outubro No Teatro Cândido Mendes &#8211; Foto: Divulgação</figcaption></figure>
<p>Conhecido por trabalhos no cinema e na TV, como os filmes Até que a Sorte nos Separe 3 e Incompatível, além da série Vai que Cola, Léo estreia no teatro em um projeto pessoal. Os textos nasceram da mistura de experiências próprias com conversas ouvidas no dia a dia. “Minha vida amorosa é uma tragicomédia, então nunca me faltou material”, diz o autor.</p>
<p><strong>Do papel ao palco</strong></p>
<p>Léo conta que a ideia de levar suas crônicas para o teatro surgiu de uma inquietação. “Percebi que meus textos poderiam funcionar muito bem no palco, mas como não queria perder o controle criativo, decidi produzir e dirigir. É minha primeira vez nessa função, e encaro como uma nova carreira aos 45 anos”, afirma, com bom humor.<br />
Apesar das situações cômicas e até desastrosas que retrata, o dramaturgo reforça que o tom é otimista. “No fim das contas, o amor sempre vale a pena. E quando ele é engraçado, melhor ainda.”</p>
<p><strong>O elenco</strong></p>
<p>A escolha dos atores partiu de uma amizade antiga. “Eu já tinha em mente o Douglas Félix, um dos meus melhores amigos. Pedi indicações a ele e, entre os nomes sugeridos, escolhi a Carol, o Bernardo e a Amanda. Ou seja, minha peça é quase um cabide de empregos do Douglas”, brinca Léo.</p>
<p>O elenco traz diferentes trajetórias e olhares sobre o tema:</p>
<ul>
<li>Amanda Iglesias, atriz e dubladora criada na Tijuca e hoje moradora da Barra, já participou de mais de 20 peças, novelas e filmes. “O amor atravessa a vida de todos nós. Essa peça mostra que por trás da dor sempre existe um caminho para rir e seguir em frente.”</li>
<li>Carolina Rial, 25 anos, formada no Tablado, acredita que o espetáculo dá voz à sua geração. “A intensidade, as contradições e inseguranças das relações estão todas aqui. O público vai rir, mas também vai se emocionar.”</li>
<li>Douglas Félix, ator e humorista de Jacarepaguá, conhecido por trabalhos em novelas e stand-up, destaca: “O que me encanta é falar de temas profundos sem perder a leveza. É uma comédia que toca no real.”</li>
<li>Bernardo Peixoto, de Nova Iguaçu e formado pela CAL, acrescenta: “Interpretar histórias tão humanas é um desafio e um prazer. A peça tem esse espírito: falar de todos e para todos, sem perder a delicadeza.”</li>
</ul>
<p><strong>Amor em cena</strong></p>
<p>Com humor, ironia e poesia, “Não é você, sou eu” propõe ao público rir e refletir sobre amores, términos, traições e paixões platônicas. “Quem nunca passou por um fim doloroso ou por um amor que virou história engraçada depois de um tempo? Essa é a beleza do palco: transformar dor em poesia e movimento”, conclui Léo Luz.</p>
<hr />
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p><strong>Não é você, sou eu</strong></p>
<p><strong>Estreia:</strong> 10 de outubro, às 20h<br />
<strong>Em cartaz:</strong> até 28 de novembro, sempre às sextas-feiras<br />
<strong>Local:</strong> Teatro Cândido Mendes<br />
<strong>Endereço:</strong> Rua Joana Angélica 63 Ipanema<br />
<strong>Ingressos:</strong> Sympla</p>
<hr />
<p><strong>Ficha Técnica</strong></p>
<p><strong>Texto e direção:</strong> Léo Luz<br />
<strong>Assistência de direção:</strong> Felipe “Pepe”<br />
<strong>Elenco:</strong> Amanda Iglesias, Carolina Rial, Douglas Felix e Bernardo Peixoto<br />
<strong>Iluminação:</strong> João Elias<br />
<strong>Assessoria de imprensa:</strong> Sarah Monteiro<br />
<strong>Produção:</strong> Ana Paula Lopes, Débora Osório e Thais do Ó<br />
<strong>Realização:</strong> Porto Bello Filmes</p>
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		<title>O espetáculo “Maria Leopoldina – Pedras, Perdas e Partos”, reflete sobre a formação da sociedade brasileira a partir da trajetória da Imperatriz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Mar 2023 22:20:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Espetáculo]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Maria Leopoldina Pedras Perdas E Partos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Com idealização de Pedro Monteiro, dramaturgia de Gabriela Estevão, Gabriel Morais e mariah miguel e direção de mariah miguel, a peça utiliza a linguagem performativa para se debruçar sobre as contradições na vida de Maria Leopoldina. O espetáculo convida o público a imaginar o que é ser cidadão no Brasil e imaginar novos caminhos para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Com idealização de Pedro Monteiro, dramaturgia de Gabriela Estevão, Gabriel Morais e mariah miguel e direção de mariah miguel, a peça utiliza a linguagem performativa para se debruçar sobre as contradições na vida de Maria Leopoldina. O espetáculo convida o público a imaginar o que é ser cidadão no Brasil e imaginar novos caminhos para o país</em><em>. Em cena, estão os atores Pedro Monteiro e Karina Duarte Puri.</em></p>
<p>O que muita gente não sabe e alguns livros escondem é que coube a uma mulher assinar o documento oficial que deu a Independência ao Brasil. Em 02 de setembro de 1822, dias antes da proclamação por Dom Pedro I, foi Maria Leopoldina quem deliberou a nossa separação de Portugal. Uma mulher apagada pela dita história oficial foi o ponto de partida do espetáculo “Maria Leopoldina – Pedras, Perdas e Partos”, que estreia dia 8 de março, no Teatro Café Pequeno, no Leblon, ao mesmo tempo em que faz uma circulação por diferentes pontos da cidade e de Niterói. Com idealização de Pedro Monteiro, dramaturgia de Gabriela Estevão, Gabriel Morais e mariah miguel e direção de mariah miguel, a peça se debruça sobre as próprias contradições na trajetória da imperatriz para levantar discussões sobre o Brasil, que envolvem questões identitárias de gênero e raça, reconhecendo suas diferenças e contradições. O espetáculo também convida o público a imaginar outros Brasis – a ideia é reconhecer o passado e o presente do país, repletos de violências e belezas, mas pensar e propor maneiras de se construir outros futuros. A montagem tem patrocínio do Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, através do Edital Retomada Cultural RJ2, que trata do bicentenário da independência do Brasil, e conta com o fomento da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, através do FOCA 2022 (Edital de Fomento à Cultura Carioca).</p>
<figure id="attachment_58291" aria-describedby="caption-attachment-58291" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/03/09-O-espetaculo-Maria-Leopoldina%E2%80%93Pedras-Perdas-e-Partos-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.png?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-58291" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/03/09-O-espetaculo-Maria-Leopoldina%E2%80%93Pedras-Perdas-e-Partos-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.png?resize=800%2C636&#038;ssl=1" alt="O Espetáculo Maria Leopoldina – &quot;Pedras, Perdas E Partos&quot; - Jornal Expresso Carioca - Expresso Carioca" width="800" height="636" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/03/09-O-espetaculo-Maria-Leopoldina%E2%80%93Pedras-Perdas-e-Partos-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.png?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/03/09-O-espetaculo-Maria-Leopoldina%E2%80%93Pedras-Perdas-e-Partos-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.png?resize=300%2C239&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/03/09-O-espetaculo-Maria-Leopoldina%E2%80%93Pedras-Perdas-e-Partos-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.png?resize=768%2C611&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/03/09-O-espetaculo-Maria-Leopoldina%E2%80%93Pedras-Perdas-e-Partos-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.png?resize=750%2C596&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-58291" class="wp-caption-text">O espetáculo “Maria Leopoldina – Pedras, Perdas e Partos”. na foto: Karina Duarte e Pedro Monteiro &#8211; Foto: Beto Roma</figcaption></figure>
<p>“Maria Leopoldina &#8212; Pedras, Perdas e Partos” é uma peça em nove tempos que une em cena duas pessoas brasileiras extremamente diferentes entre si – o ator Pedro Monteiro e a atriz Karina Duarte, da etnia Puri – para compartilhar suas singularidades e coletividades. A diretora mariah miguel conta que sua formação como artista foi influenciada pela obra da performer e teórica da performance Eleonora Fabião. A partir dessa influência, seus trabalhos procuram sempre ser propositivos e nunca reativos. Para a construção deste espetáculo, também estudou obras do líder político yanomami Davi Kopenawa, do líder indígena e ambientalista Ailton Krenak e do escritor Laurentino Gomes. “A gente se interessa pelas contradições e encruzilhadas, e acho que olhar para Leopoldina nos inspira a esquivar de uma perspectiva maniqueísta, única, de bom-mau, certo-errado. Queremos torcer e revelar essas contradições. Mas queremos fazer isso para sonhar outras possibilidades de Brasil que não se prendam à culpa cristã, à culpa branca, à culpa masculina, às culpas, enfim&#8230; O sonho é a perspectiva propositiva. Escapar à armadilha de ficar só reagindo às violências, mas propor encontros, danças possíveis, alegrias possíveis, belezas possíveis. Possíveis e impossíveis”, descreve mariah.</p>
<p>A indígena Karina Duarte, da etnia Puri, que foi formada pelo Grupo de Teatro Nós do Morro, da Comunidade do Vidigal, agora faz sua estreia em um espetáculo de teatro profissional ao lado de Pedro Monteiro, que idealizou o projeto. “Em 2021, eu visitei o arquivo nacional e achei o documento oficial da independência do Brasil, assinado por Maria Leopoldina. Fiz uma pesquisa mais abrangente sobre os apagamentos das mulheres da história, que foi um gatilho para a construção do nosso espetáculo. Queremos questionar esse lugar de privilégio e hegemonia até hoje ocupado pela masculinidade branca na sociedade brasileira”, explica Pedro Monteiro.</p>
<p>Karina Duarte Puri lembra que a peça acompanha o entendimento de que não se pode mais falar na história do país sem falar dos povos originários e lembra a importância da criação do Ministério dos Povos Indígenas. “A peça mostra o apagamento dos tempos da Coroa e esse Brasil que invisibiliza as mulheres, mesmo as que são fundamentais para a histórias do país. Também tem uma narrativa construtiva da diversidade indígena brasileira, que existe em todos os espaços da sociedade, em um território que também é nosso. Somos mais de 305 povos indígenas com, pelo menos, 274 línguas. Nossa diversidade é silenciada e, ao mostrar essa pluralidade, propomos um despertar em diferentes esferas da sociedade”, conclui Karina.</p>
<p><strong>Sobre mariah miguel </strong></p>
<p>Artista pesquisadora, performer, diretora teatral, professora de teatro e performance. Mulher, lésbica e mãe. Doutoranda em Artes da Cena (PPGAC/UFRJ), onde pesquisa arte da performance e o trabalho da artista Eleonora Fabião, sob orientação da professora Dra. Adriana Schneider, e mestra em Artes da Cena (PPGAC/UFRJ), com a pesquisa COM TODA FORÇA: performance e vida, orientada pela professora Dra. Eleonora Fabião e bolsa CAPES. Integra o Núcleo Experimental de Performance da UFRJ. Como performer, agiu as ações CAMINHONEIRA e ECDISE e fez assistência de Eleonora Fabião nos trabalhos se o título fosse um desenho, seria um quadrado em rotação (Festival de Curitiba, 2018) e LEVANTE (ArtRio, 2018), além de colaborar em ações mais recentes, como nós aqui, ente o céu e a terra (34 Bienal de São Paulo, 2021). Foi diretora assistente de Rodrigo Portella em diversos espetáculos, como “Os Impostores”, “As crianças” e “Nerium Park” (2019; 2019; 2018). Assinou a direção dos espetáculos “Irina e Dona Quixota” (2017; 2016). Seu último trabalho como atriz foi em “O espigão”, realização do Coletivo Você&amp;Eu. Possui ainda graduação em Artes Cênicas com habilitação em Direção Teatral também pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2016) e em Logística com ênfase em Transportes pela Fatec Rubens Lara &#8211; Baixada Santista (2011).</p>
<p><strong>Sobre Karina Duarte Puri</strong></p>
<p>Karina Duarte é consultora de Diversidade Indígena Brasileira, atriz, comunicadora e transformadora social. Indígena da etnia Puri, Karina Duarte nasceu em Embu das Artes, em São Paulo. Aos 19 anos, após se formar no Teatro Escola Macunaíma, mudou-se para o Rio de Janeiro. Em 2006, foi morar no Morro do Vidigal e entrou para o Grupo de Teatro Nós do Morro, que mostrou a ela como a arte acessível pode impactar a vida das pessoas. Idealizadora e fundadora do A Arte Salva, um projeto social para amparar crianças da favela 4 Rodas (localizada no antigo maior lixão da América Latina, em Jardim Gramacho, Duque de Caxias), com aulas de arte e passeios culturais. O projeto se expandiu para o A Arte Salva Embu, voltado para  a fomentação dos projetos artístico, cultural e turístico local, além do Arte Salva Conexões, projeto que oferece consultoria, agenciamento e cuida de conexões com profissionais indígenas do Brasil inteiro.</p>
<p><strong>Sobre Pedro Monteiro</strong></p>
<p>Dramaturgo, ator e diretor, Pedro Monteiro apresenta “Maria Leopoldina – Pedras, Perdas e Partos”, o sétimo espetáculo idealizado por ele. Em 2022, estreou “Pai Ilegal”, comédia sobre paternidade. Em 2021, estreou “Pão e Circo”, peça encenada virtualmente devido à pandemia. Em 2019, produziu e protagonizou o filme “Sonho de Rui – Um Braddock Possível”, com roteiro de Ulisses Mattos e codireção de Ulisses e Cavi Borges. Em 2016, estreou o espetáculo “Entregue seu Coração no Recuo da Bateria”, com sucesso de público e crítica. Produziu e atuou no espetáculo “Um de Nós”, em 2015. Em 2012, realizou o musical “Funk Brasil – 40 anos de Baile”, no Teatro Miguel Falabella, levando pela primeira vez uma obra sobre o movimento funk para o teatro. Este projeto foi vencedor do edital de montagem cênica do governo do Estado do RJ 2011; do Prêmio Myriam Muniz da Funarte 2012; do edital do SESI 2014; do edital do Governo do Estado do Rio de Janeiro para iniciativas artísticas ligadas ao funk; e do pitching Favela Criativa em 2015. Em 2008, estreou a peça “Os Ruivos”, no Espaço Cultural Sérgio Porto, que depois fez turnê nacional. Em parceria com a produtora Cavídeo, lançou, em 2009, “Vida de Balconista”, primeiro longa-metragem em celular. Com direção de Pedro Monteiro e Cavi Borges e protagonizado por Mateus Solano, a obra participou do Festival do Rio em exibição especial no cinema Odeon pelo segmento “Novos Rumos”.</p>
<hr />
<p><strong>Ficha técnica</strong></p>
<p><strong>Dramaturgia:</strong> Gabriela Estevão, Gabriel Morais e mariah miguel a partir do texto de Gabriela Estevão<br />
<strong>Direção: </strong>mariah miguel<br />
<strong>Diretor assistente: </strong>Gabriel Morais<br />
<strong>Elenco:</strong> Karina Duarte Puri e Pedro Monteiro<br />
<strong>Cenário e figurinos:</strong> Dóris Rollemberg<br />
<strong>Iluminação:</strong> Joao Gioia<br />
<strong>Direção Musical:</strong> Renato Frazão<br />
<strong>Pesquisa histórica:</strong> Gabriela Estevão<br />
<strong>Consultoria contracolonial:</strong> Pietra Dolamita / Kowawa Kapukaja Apurinã<br />
<strong>Designer Gráfico:</strong> Davi Palmeira<br />
<strong>Fotos de divulgação:</strong> Beto Roma<br />
<strong>Assessoria de Comunicação:</strong> Rachel Almeida (Racca Comunicação)<br />
<strong>Direção de Produção: </strong>Dani Carvalho (Desejo Produções)<br />
<strong>Realização:</strong> Pedro Monteiro</p>
<hr />
<h4><strong>Serviço &#8211; Temporada</strong></h4>
<p><strong>Maria Leopoldina – Pedras, Perdas e Partos</strong></p>
<p><strong>Temporada:</strong> 08 a 30 de março<br />
<strong>Teatro Municipal Café Pequeno: </strong>Av. Ataulfo de Paiva, 269 – Leblon, Rio de Janeiro – RJ<br />
<strong>Telefone:</strong> (21) 3085-0662<br />
<strong>Dias e horários:</strong> quartas e quintas, às 20h<br />
<strong>Lotação:</strong> 100 lugares<br />
<strong>Duração: </strong>1h<br />
<strong>Classificação:</strong> livre<br />
<strong>Ingressos: </strong>R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia-entrada)<br />
<strong>Venda de ingressos:</strong> na bilheteria e no site Sympla: <a href="https://www.sympla.com.br/evento/maria-leopoldina-pedras-perdas-e-partos/1892541" target="_blank" rel="noopener">https://www.sympla.com.br/evento/maria-leopoldina-pedras-perdas-e-partos/1892541</a><br />
<strong>Funcionamento da bilheteria:</strong> abertura 1 hora antes do início do espetáculo</p>
<hr />
<h4><strong>Serviço</strong></h4>
<p><strong>Dia 10/03, às 19h. Grátis</strong></p>
<p><strong>Arena Carioca Jovelina Pérola Negra (Pavuna)</strong></p>
<p><strong>Endereço: </strong>Praça Ênio, s/n &#8211; Pavuna, Rio de Janeiro &#8211; RJ, 21520-410<br />
<strong>Telefone: </strong>(21) 2886-3889<br />
<strong>Capacidade: </strong>300 pessoas</p>
<hr />
<p><strong>Dia 11/03, às 19h. Grátis</strong></p>
<p><strong>Arena Carioca Fernando Torres (Madureira)</strong></p>
<p><strong>Endereço: </strong>R. Bernardino de Andrade, 200 &#8211; Madureira, Rio de Janeiro &#8211; RJ, 21550-090 / (Entrada Portão 4 do Parque Madureira)<br />
<strong>Telefone: </strong>(21) 3496-0372<br />
<strong>Capacidade: </strong>320 lugares</p>
<hr />
<p><strong>Dia 17 e 18/03, às 19h. Grátis</strong></p>
<p><strong>Centro Cultural de Artes Escuola Di Cultura (Niterói) </strong></p>
<p><strong>Endereço: </strong>Av. Pres. Roosevelt, 1063 &#8211; São Francisco, Niterói &#8211; RJ, 20020-010<br />
<strong>Telefone: </strong>(21) 3629-1063<br />
<strong>Capacidade: </strong>70 pessoas</p>
<hr />
<p><strong>Dia 20 e 21/03, às 19h30. Grátis</strong></p>
<p><strong>Museu da Maré</strong></p>
<p><strong>Endereço: </strong>Av. Guilherme Maxwel, 26 &#8211; Maré, Rio de Janeiro &#8211; RJ, 21040-212<br />
<strong>Telefone: </strong>(21) 3868-6748<br />
<strong>Capacidade: </strong>100 pessoas</p>
<hr />
<p><strong>Dias 03 e 04/04, às 20h. R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada)</strong></p>
<p><strong>Teatro Glaucio Gil  </strong></p>
<p><strong>Endereço: </strong>Praça Cardeal Arcoverde, s/n &#8211; Copacabana, Rio de Janeiro &#8211; RJ, 22040-030<br />
<strong>Telefone: </strong>(21) 2332-7904<br />
<strong>Capacidade: </strong>152 pessoas</p>
<p><strong> </strong></p>
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		<title>“Cerca Viva” &#8211; Espetáculo inicia temporada no Teatro Firjan Sesi Centro a partir do dia 9 de janeiro </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Jan 2023 02:39:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O espetáculo teatral “Cerca Viva”, dirigido por Cesar Augusto, inicia temporada no Rio de Janeiro a partir do dia 9 janeiro de 2023. Com dramaturgia de Rafael Souza-Ribeiro, a peça traz os atores Camila Nhary (Lúcia) e Gabriel Albuquerque (Luiz) no papel de um jovem casal que resolve deixar a vida agitada da capital para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O espetáculo teatral <strong>“Cerca Viva”</strong>, dirigido por Cesar Augusto, inicia temporada no Rio de Janeiro a partir do dia 9 janeiro de 2023. Com dramaturgia de Rafael Souza-Ribeiro, a peça traz os atores Camila Nhary (Lúcia) e Gabriel Albuquerque (Luiz) no papel de um jovem casal que resolve deixar a vida agitada da capital para morar em uma cidade rural em processo de urbanização. A peça estará em cartaz até o dia 14 de fevereiro, no Teatro Firjan Sesi Centro, no Centro da cidade, sempre às segundas e terças, às 19h. O valor do ingresso será R$30,00 (inteira) e R$15,00 (meia). <a href="https://bileto.sympla.com.br/event/79150" target="_blank" rel="noopener">Ingressos neste link.</a></p>
<p>Ambientada na década de 50, a produção aborda no meio dessa mudança radical de rotina a aflição de Lúcia por postergar os seus sonhos e abdicar de uma promissora carreira para acompanhar o seu marido em um novo emprego na área industrial. Repletos de indagações, dúvidas, receios e algumas certezas dentro do casamento, eles passam a questionar o vazio de suas vidas ao tentarem construir a imagem da família tradicional perfeita. Todos os dilemas do casal, principalmente os de Lúcia, ganham ainda mais força por conta do convívio com seus novos vizinhos, Valcir (Sávio Moll) e Regina (Ângela Rebello), que acabam trazendo uma nova visão sobre algumas questões que os afligem.</p>
<p>De acordo com a atriz Camila, a montagem é uma chance do público perceber o que mudou dos anos 50 para cá e os principais conflitos das mulheres no país. &#8220;<em>Estreamos esse espetáculo nas lonas culturais, oferecendo um bate-papo depois da sessão, e as conversas foram riquíssimas. Ouvimos inúmeros depoimentos de mulheres que abriram mão de seus anseios profissionais para acompanhar a carreira do marido, outras que contaram sobre os seus dilemas e desafios diante de uma gravidez, entre outras questões delicadas dentro do universo feminino. Era unânime entre as espectadoras que parece que muito pouco mudou dos anos 50 para cá. Há muitas Lúcias por aí e o espetáculo traz um olhar e uma reflexão acerca desses assuntos e tabus”</em>, afirma.</p>
<p>Entre abril e maio de 2022, “Cerca Viva” estreou em circulação pela Lona Cultural Municipal Carlos Zéfiro, em Anchieta, pelo Teatro Ruth de Souza, no Parque das Ruínas, em Santa Teresa, e pela Lona Cultural Municipal Terra, em Guadalupe. Em novembro, a peça esteve presente em Campo Grande e Volta Redonda.</p>
<p><strong>SOBRE A TRAMA</strong></p>
<p>Mais do que apresentar a história de um casal em crise, a peça reflete sobre as agruras da mulher dentro do casamento, na maternidade e na realização profissional e elucubra sobre as pressões e os padrões estabelecidos por uma sociedade burguesa e patriarcal.</p>
<p>Em cena, Camila é Lúcia, uma mulher moderna, cosmopolita e de classe média, que vive com um marido amoroso, Luiz, em uma casa confortável. Ela teme repetir os passos da mãe, mas se vê sufocada e com sua identidade desintegrada com a cobrança de exercer um papel que nunca sonhou: o de esposa devotada e dona de casa. Em meio à efervescência política da Era Vargas, a pressão sobe ainda mais com a interferência do casal vizinhos, separados apenas por uma pujante cerca viva, que dá nome ao espetáculo.</p>
<p><strong>FICHA TÉCNICA</strong></p>
<p><strong>Elenco:</strong> Angela Rebello, Camila Nhary, Gabriel Albuquerque e Sávio Moll. <strong>Texto: </strong>Rafael Souza-Ribeiro. <strong>Direção:</strong> Cesar Augusto. <strong>Cenário:</strong> Elsa Romero e Luiz Henrique Sá.<strong> Iluminação:</strong> Ana Luzia Molinari de Simoni. <strong>Figurino:</strong> Bruno Perlatto. <strong>Visagismo: </strong>Márcio Mello. <strong>Direção Musical:</strong> Marcello H. <strong>Assistente de Direção:</strong> João Gofman. <strong>Identidade Visual:</strong> Bruno Dante. <strong>Assistente de Cenografia:</strong> Mariana Marton. <strong>Técnico/operador de luz</strong>: Pedro Carneiro. <strong>Fotografia:</strong> Luiz Henrique Sá. <strong>Operador de Som:</strong> Rômulo Chindelar.  <strong>Assistente de Figurino: </strong>Evelyn Cirne.<strong> Técnico de Som: </strong>Bryan Cortez. <strong>Técnico de Luz: </strong>Paulo Ignácio. <strong>Assistente de Produção: </strong>Matheus Henrique. <strong>MKT Digital:</strong>  MG Comunicação Digital. I<strong>ntérprete de Libra: </strong>Claudia Chelque. <strong>Assessoria de Imprensa: </strong>Michelle Antelo e Tatiana Garritano. <strong>Cenotécnica:</strong> Fátima de Souza.<strong> Serralheiro:</strong> Cabeção. <strong>Produção Executiva:</strong> Bárbara Montes Claros. <strong>Direção de Produção:</strong> Damiana Inês. <strong>Idealização: </strong>Camila Nhary.</p>
<hr />
<p><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p><strong>PEÇA “CERCA VIVA”</strong></p>
<p><strong>Local: </strong>Teatro Firjan Sesi Centro – Rio de Janeiro<br />
<strong>Endereço:</strong> Av. Graça Aranha, 1, Centro. Tel.: (21) 2563-4455<br />
<strong>Datas e horário:</strong> 9 de janeiro a 14 de fevereiro (segunda e terça), às 19h<br />
<strong>Classificação:</strong> 12 anos<br />
<strong>Duração:</strong> 60 min<br />
<strong>Gênero:</strong> Drama tropical<br />
<strong>Valor: </strong>R$30,00 (inteira) e R$15,00 (meia)</p>
<p><strong>Link para compra de ingressos: </strong><a href="https://bileto.sympla.com.br/event/79150" target="_blank" rel="noopener">https://bileto.sympla.com.br/event/79150</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>A riqueza que há na experiência da simplicidade</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/a-riqueza-que-ha-na-experiencia-da-simplicidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Oct 2022 16:54:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Espetáculo]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[O que só passarinha entende]]></category>
		<category><![CDATA[Peça]]></category>
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					<description><![CDATA[O Grupo Raiz, da cidade do Rio, através do edital Retomada Cultural da Secretaria de Cultura e Economia Criativa e do Governo do Estado do Rio de Janeiro, apresentará o espetáculo “O que só passarinho entende”, em teatros da zona norte e da baixada fluminense, nos meses de outubro e novembro, em parceria com artistas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Grupo Raiz, da cidade do Rio, através do edital Retomada Cultural da Secretaria de Cultura e Economia Criativa e do Governo do Estado do Rio de Janeiro, apresentará o espetáculo “O que só passarinho entende”, em teatros da zona norte e da baixada fluminense, nos meses de outubro e novembro, em parceria com artistas da Cia Cobaia Cênica de Rio do Sul/SC. As primeiras apresentações serão em Marechal Hermes, no Teatro Armando Gonzaga, de 28 a 30 de outubro, sexta e sábado às 20h e domingo às 19h. No fim de semana seguinte, de 04 a 06 de novembro, o espetáculo será apresentado em Duque de Caxias, no Teatro Firjan SESI Caxias, sexta às 19h, sábado às 20h e domingo às 19h.</p>
<figure id="attachment_53434" aria-describedby="caption-attachment-53434" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/10/14-A-riqueza-que-ha-na-experiencia-da-simplicidade-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-53434" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/10/14-A-riqueza-que-ha-na-experiencia-da-simplicidade-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=1024%2C683&#038;ssl=1" alt="A Riqueza Que Há Na Experiência Da Simplicidade - Jornal Expresso Carioca - Expresso Carioca" width="1024" height="683" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/10/14-A-riqueza-que-ha-na-experiencia-da-simplicidade-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?w=1024&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/10/14-A-riqueza-que-ha-na-experiencia-da-simplicidade-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/10/14-A-riqueza-que-ha-na-experiencia-da-simplicidade-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/10/14-A-riqueza-que-ha-na-experiencia-da-simplicidade-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/10/14-A-riqueza-que-ha-na-experiencia-da-simplicidade-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a><figcaption id="caption-attachment-53434" class="wp-caption-text">A Riqueza Que Há Na Experiência Da Simplicidade. &#8211; Foto: Divulgação</figcaption></figure>
<p>Esse trabalho retoma suas apresentações no estado, quase três anos depois de ter uma temporada interrompida pela pandemia, no Teatro Cesgranrio, em março de 2020.</p>
<p>&#8220;O que só passarinho entende&#8221; é um monólogo escrito e produzido pela autora carioca Agatha Duarte, com o ator pernambucano Samuel Paes de Luna, que conta a história de uma personagem que vive no Vale do Jequitinhonha, no interior do estado de Minas Gerais, mesclando com memórias de sua própria história em sua terra natal: Limoeiro. O espetáculo apresenta, de maneira lúdica e poética, a singularidade de uma mulher que, apesar de marcada pelas intempéries da vida, carrega a convicção de que o real valor e beleza de sua existência estão no conhecimento empírico, diretamente ligado à natureza.</p>
<p>Baseado no conto <em>Totonha</em>, do livro Contos Negreiros do autor também pernambucano Marcelino Freire, e inspirado na obra de Manoel de Barros, o texto de Agatha Duarte questiona os reais valores do ser humano, aquilo que realmente é necessário para estarmos em harmonia onde e com quem vivemos, e faz um contraponto necessário ao comportamento do homem contemporâneo.</p>
<p>A peça &#8220;O<em> que só passarinho entende&#8221;</em>, dirigida pelo ator e diretor catarinense Thiago Becker, transpõe para a cena um cotidiano simples, explorando a poesia de uma maneira singela de se viver, sem deixar de mergulhar fundo numa realidade que diz respeito a toda sociedade, abordando questões como a solidão, o abandono, a seca e o conhecimento popular em contraponto ao erudito.</p>
<p>A dramaturgia desse trabalho nasceu em janeiro de 2017, através de estudos e processos de pesquisa realizados por Agatha e Samuel. Porém, o espetáculo só estreou em outubro de 2018, encerrando a Feira do Livro de Rio do Sul/SC, contando com a presença dos autores Marcelino Freire e Agatha Duarte para um bate-papo no final.</p>
<p>O espetáculo, que já passou pelo 20° Festival Recife do Teatro Nacional em novembro de 2018, foi selecionado para o Circuito Sesc EmCenaCatarina 2019, através do qual passou por 24 cidades do estado de Santa Catarina de setembro a novembro de 2019. Ainda em 2019, passou pelas cidades de Petrópolis, Niterói e Rio de Janeiro/RJ, além de Recife, Surubim, Vitória de Santo Antão e Bonito/PE. Em 2020, teve três indicações ao Prêmio Cenym do Teatro Nacional. Participou também do Projeto Encena Paraná do Sesc Paraná em 2021, através do qual passou pelas cidades de Ponta Grossa e São José dos Pinhais. Em 2022, participou da programação do Verão Teatral da Associação Joinvilense de Teatro em Joinville e da Maratona Cultural de Floripa, em Florianópolis/SC.</p>
<hr />
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p><strong>Espetáculo Teatral | O que só passarinho entende</strong></p>
<p><strong>Datas:</strong> 28 a 30 de Outubro de 2022 &#8211; Sexta e Sábado às 20h e Domingo às 19h</p>
<p>Ingressos &#8211; 20 inteira | 10 meia</p>
<p><strong>Local:</strong> Teatro Armando Gonzaga<br />
<strong><a href="https://www.google.com/search?rlz=1C1GCEA_enBR1025BR1025&amp;sxsrf=ALiCzsbynwJzjAvp3s01Yp5Fx9uKoXTNIw:1665339642441&amp;q=teatro+armando+gonzaga+endere%C3%A7o&amp;ludocid=3475290928596036084&amp;sa=X&amp;ved=2ahUKEwismcXO4dP6AhUGlJUCHfmLA78Q6BN6BAhsEAI">Endereço</a>:</strong> Av. Gen. Osvaldo Cordeiro de Farias, 511 &#8211; Mal. Hermes, Rio de Janeiro &#8211; RJ, 21610-480<br />
<a href="https://www.google.com/search?rlz=1C1GCEA_enBR1025BR1025&amp;sxsrf=ALiCzsbynwJzjAvp3s01Yp5Fx9uKoXTNIw:1665339642441&amp;q=teatro+armando+gonzaga+telefone&amp;ludocid=3475290928596036084&amp;sa=X&amp;ved=2ahUKEwismcXO4dP6AhUGlJUCHfmLA78Q6BN6BAhqEAI">Telefone</a>: <a href="https://www.google.com/search?gs_ssp=eJzj4tZP1zcsSbMsMygxM2C0UjaosLQ0MzI1NDEzMTQyNza1MqgwNjBOTDJLTEtONExMtEwz8RIrSU0sKcpXSCzKTcxLyVdIz8-rSkxPBAD0kBY_&amp;q=teatro+armando+gonzaga&amp;rlz=1C1GCEA_enBR1025BR1025&amp;oq=teatro+armando+gonzaga&amp;aqs=chrome.1.0i131i355i433i512j46i131i175i199i433i512j0i22i30l4.6109j0j15&amp;sourceid=chrome&amp;ie=UTF-8">(21) 2332-1040</a></p>
<p>Duração &#8211; 75 minutos<br />
Classificação -12 anos</p>
<p><strong>Datas:</strong> 04 a 06 de Novembro de 2022 &#8211; Sexta às 19h, Sábado às 20h e Domingo às 19h.</p>
<p>Ingressos &#8211; 20 inteira | 10 meia</p>
<p><strong>Local:</strong> Teatro Firjan SESI Caxias<br />
<strong><a href="https://www.google.com/search?rlz=1C1GCEA_enBR1025BR1025&amp;sxsrf=ALiCzsbDgig9pdk5YFCOLUNhOdsfOijREg:1665339974746&amp;q=sesi+duque+de+caxias+endere%C3%A7o&amp;ludocid=4745134010199141745&amp;sa=X&amp;ved=2ahUKEwjP2P_s4tP6AhWDNrkGHQ60D60Q6BN6BAhZEAI">Endereço</a>:</strong> R. Artur Neiva &#8211; Circular, Duque de Caxias &#8211; RJ, 25080-000 &#8211; <a href="https://www.google.com/search?rlz=1C1GCEA_enBR1025BR1025&amp;sxsrf=ALiCzsbDgig9pdk5YFCOLUNhOdsfOijREg:1665339974746&amp;q=sesi+duque+de+caxias+telefone&amp;ludocid=4745134010199141745&amp;sa=X&amp;ved=2ahUKEwjP2P_s4tP6AhWDNrkGHQ60D60Q6BN6BAhdEAI">Telefone</a>: <a href="https://www.google.com/search?q=Teatro+Firjan+SESI+Caxias&amp;rlz=1C1GCEA_enBR1025BR1025&amp;sxsrf=ALiCzsbynwJzjAvp3s01Yp5Fx9uKoXTNIw%3A1665339642441&amp;ei=-hBDY6y0Goao1sQP-ZeO-As&amp;ved=0ahUKEwismcXO4dP6AhUGlJUCHfmLA78Q4dUDCA4&amp;uact=5&amp;oq=Teatro+Firjan+SESI+Caxias&amp;gs_lcp=Cgdnd3Mtd2l6EAMyBQgAEIAEOgoIABBHENYEELADOgcIABCwAxBDOhIILhDHARCvARDIAxCwAxBDGAE6CgguEMcBEK8BECc6BQgAEMQCOgYIABAeEBY6DQguEMcBEK8BEOoCECc6BwgjEOoCECc6DQguEMcBENEDEOoCECdKBAhBGABKBAhGGABQrwVY0xhguiJoAnABeASAAdsBiAGQB5IBBTAuNS4xmAEAoAEBoAECsAEKyAEKwAEB2gEECAEYCA&amp;sclient=gws-wiz">0800 023 1231</a></p>
<p>Duração &#8211; 75 minutos<br />
Classificação -12 anos</p>
<p><strong>Ficha Técnica:</strong></p>
<p>Dramaturgia: Agatha Duarte<br />
Conto Totonha: Marcelino Freire<br />
Direção: Thiago Becker<br />
Atuação: Samuel Paes de Luna<br />
Cenografia: Thiago Becker<br />
Cenotécnico: Edolino Neza Sabino<br />
Figurino: Cissa Guerra<br />
Trilha: Rodrigo Fronza<br />
Produção: Cia Cobaia Cênica</p>
<hr />
<p><strong>Sinopse:</strong></p>
<p>“O que só passarinho entende” é um espetáculo que apresenta de maneira lúdica e poética a singularidade de uma mulher que, apesar de marcada pelas intempéries da vida, carrega a convicção de que o real valor e beleza de sua existência estão no conhecimento empírico, diretamente ligado à natureza.</p>
<p><strong>Grupo Raiz</strong></p>
<p>O Grupo Raiz nasceu em 2015 no Rio de Janeiro com a motivação de produzir espetáculos autorais que refletissem a realidade brasileira de forma crítica e poética. O primeiro espetáculo do grupo, “Em um lugar chamado Lugar Nenhum”, estreou no CCBB- RJ. Apresenta um extenso currículo com participações em festivais, premiação em editais e indicação a prêmios. Desde então o grupo idealizou diversas produções, tendo em seu currículo  espetáculos como “O que só passarinho entende” (em parceria com a Cia. Cobaia Cênica de Rio do Sul), “Olho por olho” e “Órbita”, este último vencedor do edital “SESI NOVOS TALENTOS &#8211; RJ”.</p>
<p><strong>Cia Cobaia Cênica</strong></p>
<p>A Cia Artística Cobaia Cênica nasceu dentro da Fundação Cultural de Rio do Sul em 2010 como um grupo experimental. Desde 2017 vem realizando e produzindo trabalhos profissionais que ganharam destaque na cena teatral de Rio do Sul, Santa Catarina e Brasil. Os seus espetáculos com maior destaque circularam dezenas de cidades de todas as regiões de Santa Catarina, além dos estados de Pernambuco, Rio de Janeiro, São Paulo e Paraná. No ano de 2020 a Cia recebeu 12 indicações ao Prêmio Cenym do Teatro Nacional, vencendo em 4 categorias incluindo Melhor Companhia de Teatro. Pelo seu trabalho consistente, tem circulado pelos grandes e principais circuitos de artes cênicas do estado. Além dos espetáculos a Cia tem em repertório oficinas teatrais, de produção cultural e de comunicação para artistas. Atualmente, compõe o núcleo gestor do Teatro Embaixo da Ponte, espaço cultural importante do Estado de Santa Catarina.</p>
<p><strong>Agatha Duarte &#8211; Dramaturga</strong></p>
<p>É dramaturga, professora de teatro, atriz e preparadora de atores. Doutoranda e Mestra em Artes Cênicas pela UNIRIO. Idealizou e assinou a dramaturgia de seu primeiro espetáculo, “Em um lugar chamado Lugar Nenhum”, que estreou no CCBB-RJ, tendo também realizado temporada no espaço FURNAS Cultural e apresentações pelos SESCs do Estado do RJ, além de inúmeros festivais. Por ele ganhou o prêmio Botequim cultural de melhor atriz- Drama / Comédia e foi indicada a melhor autora no 20º Festival de Teatro do Rio de Janeiro. Assinou a dramaturgia do espetáculo “O que só passarinho entende” que estreou na Feira do Livro da Cidade de Rio do Sul (SC) e foi selecionado pela Mostra EmCenaCatarina para turnê pelo Estado de Santa Catarina contemplando 25 cidades com aporte financeiro do SESC. Lançou, pela editora Giostri, um livro com o texto na íntegra do espetáculo.</p>
<p><strong>Thiago Becker &#8211; Diretor</strong></p>
<p>Thiago Becker é ator, diretor e produtor cultural. Formou-se na Escola Técnica Estadual de Teatro Martins Pena/RJ, em 2012. Durante 8 anos residiu na capital carioca, onde trabalhou com diversos diretores e companhias de teatro como ator e produtor, destacando a Multifoco Cia de Teatro, Cia Portô, Núcleo de Dança para Atores. Produziu alguns eventos como o Festival Palco Giratória em São João de Meriti.</p>
<p>Atualmente, reside em Rio do Sul, onde participa da Cia Artística Cobaia Cênica de Teatro e trabalha como professor de teatro na Fundação Cultural da cidade; Além disso, faz parte do elenco do projeto Mundo Astro de educação virtual para o público infantil, da empresa Nota Máxima. Nos últimos 6 anos, fez produção e direção  de diversos trabalhos: Sem Ar|Te Digo Que Não Vives, Eu Visito Tua Presença, O que só passarinho entende, Gato Persa. Também produziu e atuou nos seguintes trabalhos: Benjamim-filho da felicidade, Miguel o Cavalivreiro, Romã, Os Donos da Rua, Rio Bernunça. Com &#8220;Benjamim &#8211; filho da felicidade&#8221;, circulou por várias cidades catarinenses, além de fazer um temporada de um mês no SESC Copacabana no Rio de Janeiro. Esse espetáculo foi indicado a 9 prêmios Cenyms, e foi ganhador de 4. Melhor Companhia, Melhor Qualidade artística,  Melhor Trilha-sonora e Melhor Canção Original.</p>
<p><strong>Samuel Paes de Luna &#8211; Ator</strong></p>
<p>Samuel Paes de Luna é ator, diretor, dançarino e produtor cultural. Formou-se na Escola Técnica Estadual de Teatro Martins Pena/RJ, em 2012. Trabalhou com diversos diretores como Gustavo Paso, Henrique Tavares, Fabiano de Freitas e Marcos Henrique Rego. Participou de comissões de frente das escolas de samba, Imperatriz, Vila Isabel e São Clemente. Já participou de telenovelas da Rede Globo e Record, além de atuar em curtas metragens e web séries. Fez algumas publicidades em vídeo.</p>
<p>Atualmente reside em Rio do Sul, onde participa como ator, diretor, autor e produtor da Cia. Cobaia Cênica. Tem mais de 30 peças de teatro no seu currículo, com destaque para &#8220;O que só passarinho entende&#8221;, de Agatha Duarte, com a qual circulou por 24 cidades do estado de Santa Catarina, passou por Recife, Rio de Janeiro e Paraná. Ainda com esse trabalho, teve 3 indicações ao Prêmio Cenym de Teatro em 2020. Tem dois livros publicados para o público infanto juvenil.</p>
<p>No ano de 2022, estreou, em Rio do Sul, o projeto Histórias Que Visitam &#8211; Para Jardins, Varandas, Janelas e Quintais, com o qual visitou pelo menos 20 famílias atendidas pelos CRAS de Rio do Sul.</p>
<p>Circulou por mais de 20 cidades de Santa Catarina com o espetáculo de contação de história de sua autoria, &#8220;Miguel, o Cavalivreiro&#8221;, através de parcerias com Prefeituras, Secretarias de Educação e Cultura e do projeto Baú de Histórias do Sesc/SC.</p>
<p>Estreou também o projeto &#8220;O Aurélio Sumiu! E agora?&#8221;, na biblioteca municipal da Fundação Cultural de Rio do Sul, com o qual atendeu mais de 500 alunos da rede municipal de educação. Estreou ainda o espetáculo Donos da Rua, o primeiro trabalho da Cia Cobaia Cênica feito pensado para rua e outros ambientes externos.</p>
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		<title>Peça “A Palavra Progresso Na Boca Da Minha Mãe Soava Terrivelmente Falsa” circula gratuitamente no Rio de Janeiro</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/peca-a-palavra-progresso-na-boca-da-minha-mae-soava-terrivelmente-falsa-circula-gratuitamente-no-rio-de-janeiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Oct 2022 15:08:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Lona Cultural Terra]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Peça]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto Matéi Visniec]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Sesi Duque de Caxias]]></category>
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					<description><![CDATA[O espetáculo “A palavra progresso na boca da minha mãe soava terrivelmente falsa”, da Multifoco Companhia de Teatro, vai rodar com apresentações gratuitas na Zona Oeste (Areninha Carioca Gilberto Gil, em Realengo, no dia 04 de outubro), na Baixada Fluminense (Teatro Sesi Duque de Caxias, em Caxias, no dia 11 de outubro) e na Zona [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O espetáculo “<strong>A palavra progresso na boca da minha mãe soava terrivelmente falsa</strong>”, da <strong>Multifoco Companhia de Teatro</strong>, vai rodar com <strong>apresentações gratuitas</strong> na Zona Oeste (<strong>Areninha Carioca Gilberto Gil</strong>, em Realengo, no dia <strong>04 de outubro</strong>), na Baixada Fluminense (<strong>Teatro Sesi Duque de Caxias</strong>, em Caxias, no dia <strong>11 de outubro</strong>) e na Zona Norte (<strong>Lona Cultural Terra</strong>, em Guadalupe, no dia <strong>19 de outubro</strong>). A turnê comemora <strong>12 anos de trabalhos ininterruptos</strong> da Multifoco, mirando, sobretudo, alunos de escolas públicas e tem apoio institucional do Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, por meio do edital Retomada Cultural RJ2.</p>
<p>“As apresentações contarão com a presença de alunos de escolas públicas de cada região, numa integração entre arte e educação, acompanhadas de oficinas de mediação realizadas com as e os estudantes de cada unidade. O projeto prevê uma integração completa, por meio de fretamento de ônibus destinados a levar esses estudantes da escola até o local da apresentação, em busca de uma experiência completa, incluindo uma visita pelos bastidores da preparação do espetáculo”, explica o diretor <strong>Ricardo</strong> <strong>Rocha</strong>.</p>
<figure id="attachment_53322" aria-describedby="caption-attachment-53322" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/10/11-Peca-A-Palavra-Progresso-Na-Boca-Da-Minha-Mae-Soava-Terrivelmente-Falsa-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.png?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-53322" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/10/11-Peca-A-Palavra-Progresso-Na-Boca-Da-Minha-Mae-Soava-Terrivelmente-Falsa-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.png?resize=1024%2C684&#038;ssl=1" alt="Peça &quot;A Palavra Progresso Na Boca Da Minha Mãe Soava Terrivelmente Falsa&quot; - Jornal Expresso Carioca - Expresso Carioca" width="1024" height="684" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/10/11-Peca-A-Palavra-Progresso-Na-Boca-Da-Minha-Mae-Soava-Terrivelmente-Falsa-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.png?w=1024&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/10/11-Peca-A-Palavra-Progresso-Na-Boca-Da-Minha-Mae-Soava-Terrivelmente-Falsa-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.png?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/10/11-Peca-A-Palavra-Progresso-Na-Boca-Da-Minha-Mae-Soava-Terrivelmente-Falsa-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.png?resize=768%2C513&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/10/11-Peca-A-Palavra-Progresso-Na-Boca-Da-Minha-Mae-Soava-Terrivelmente-Falsa-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.png?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/10/11-Peca-A-Palavra-Progresso-Na-Boca-Da-Minha-Mae-Soava-Terrivelmente-Falsa-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.png?resize=750%2C501&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a><figcaption id="caption-attachment-53322" class="wp-caption-text">Peça &#8220;A Palavra Progresso Na Boca Da Minha Mãe Soava Terrivelmente Falsa&#8221; &#8211; Foto: Alessandra Tolc</figcaption></figure>
<p>A montagem é o segundo espetáculo do <strong>Projeto Matéi Visniec</strong>, idealizado e realizado pela Multifoco Companhia de Teatro. O texto do romeno Matéi Visniec aborda o desterro de uma família ao retornar para sua casa devastada pela guerra. A peça aborda temas que orbitam o drama de uma mãe impedida de fazer o luto de seu filho morto em combate. A encenação do espetáculo traz acrobacia e dança contemporânea com a linguagem teatral, numa abordagem híbrida própria da companhia. Em cena, atores e atrizes revezam-se em diferentes personagens e atualizam, por meio da performatividade, o texto de Visniec, trazendo questões do tempo presente para o debate e o jogo da cena. É um espetáculo que dialoga, também, com nossas guerras e disputas brasileiras.</p>
<p>Formado por professores, o coletivo busca formar público de estudantes que não costumam ter acesso à arte e à cultura. “A proposta é expandir para outros territórios e encontrar a plateia onde ela também está, fora do eixo Zona Sul e Centro. A circulação de ‘A palavra progresso na boca da minha mãe soava terrivelmente falsa’ é um primeiro passo neste projeto modelo e piloto para convergir nossos esforços para outros espaços e ampliar nosso alcance, também aprender com eles e elas”, revela o diretor Ricardo Rocha.</p>
<p>O espetáculo realizou três temporadas em teatros na cidade do Rio de Janeiro no ano de 2018, por meio da Ocupação Matéi Visniec, idealizada e produzida pela companhia; e, em 2019, circulou por outras cidades do Brasil e unidades do Sesc-RJ. Destaque para circulação por três cidades do Paraná por meio do edital Sesc Encena – Curitiba, Londrina e Paranavaí – e participação no encerramento do Festival de Inverno de Garanhuns, em Pernambuco, um dos maiores festivais de cultura do Brasil. O trabalho também marcou presença em festivais, com destaque para o Encontrarte, Sesc Nova Iguaçu, e FESTU, Rio de Janeiro. Também integrou, em 2022, a programação do Circo Crescer &amp; Viver.</p>
<p><strong>SINOPSE</strong></p>
<p>Uma família retorna para sua antiga casa. Sem poder fazer o luto, uma mãe e um pai buscam nos escombros do que restou um motivo para continuarem. Texto de Matéi Visniec e direção de Ricardo Rocha, com a Multifoco Companhia de Teatro.</p>
<hr />
<p><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p>Dia <strong>11 de outubro</strong> &#8211; 16h</p>
<p><strong>Teatro Sesi Duque de Caxias</strong></p>
<p><strong>Endereço:</strong> Rua Artur Neiva – Circular / Duque de Caxias<br />
<strong>Ingressos</strong> GRATUITOS retirados no local<br />
<strong>Classificação:</strong> 16 anos<br />
<strong>Duração:</strong> 80 minutos</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dia <strong>19 de outubro</strong> &#8211; 16h</p>
<p><strong>Lona Cultural Terra</strong><br />
<strong>Endereço:</strong> Rua Marcos de Macedo, s/nº &#8211; Guadalupe – Rio de Janeiro<br />
<strong>Ingressos</strong> GRATUITOS retirados no local</p>
<p><strong>Contato:</strong> <u><a href="mailto:multifocociadeteatro@gmail.com">multifocociadeteatro@gmail.com</a><br />
</u><strong>Telefone:</strong> (21) 97435-3400<br />
<strong>Redes Sociais:</strong> @multifocociadeteatro</p>
<hr />
<p><strong>FICHA TÉCNICA</strong></p>
<p>Texto: Matéi Visniec<br />
Direção artística e iluminação: Ricardo Rocha<br />
Elenco e mediadores: Bárbara Abi-Rihan, Camila Zampier, Erick Tuller, Fábio Lacerda, Luan Almeida e Viviane Pereira<br />
Direção de Produção: Bárbara Abi-Rihan, Ricardo Rocha e Viviane Pereira<br />
Produção Executiva: Clarissa Menezes<br />
Coordenação com escolas: Diogo Nunes e Viviane Pereira<br />
Planejamento e Gestão de Público: Camila Zampier e Ricardo Rocha<br />
Fotos: Alessandra Tolc, Maga Martinez e Diogo Nunes<br />
Direção de Movimento: Palu Felipe<br />
Direção Musical e Trilha Sonora: Vinícius Mousinho<br />
Cenário: Ricardo Rocha<br />
Painel Cenográfico: Nívea Faso<br />
Figurinos e Visagismo: Nívea Faso<br />
Intérprete de Libras: Jadson Abraão (JDL Traduções)<br />
Narração e Consultoria do material para pessoas com deficiência visual: Daniela Mahmud<br />
Assessoria de Imprensa: Marrom Glacê Assessoria (Bruno Morais e Gisele Machado)<br />
Assessoria de Mídias Sociais: Bem-Te-Vi (Palu Felipe)<br />
Audiovisual: Codigos Art (Daniel Debortoli e Viviane Dias)<br />
Apoio Cultural: Escola Técnica Estadual de Teatro Martins Penna</p>
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