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	<title>PEC &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>PEC &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Senado Retoma Discussão sobre PEC de Privatização das Praias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 May 2024 15:29:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[audiência na CCJ]]></category>
		<category><![CDATA[biodiversidade do litoral]]></category>
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					<description><![CDATA[Nesta segunda-feira (27), o Senado reabre o debate sobre a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 3/2022, que visa transferir a propriedade dos terrenos do litoral brasileiro, atualmente sob domínio da Marinha, para estados, municípios e proprietários privados. A PEC, aprovada pela Câmara dos Deputados em fevereiro de 2022, estava parada na Comissão de Constituição [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta segunda-feira (27), o Senado reabre o debate sobre a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 3/2022, que visa transferir a propriedade dos terrenos do litoral brasileiro, atualmente sob domínio da Marinha, para estados, municípios e proprietários privados. A PEC, aprovada pela Câmara dos Deputados em fevereiro de 2022, estava parada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado desde agosto de 2023.</p>
<p>A audiência pública de hoje, com relatoria do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), ocorre em meio a forte resistência da base governista e preocupações de organizações ambientalistas. Estes grupos alertam que a PEC pode resultar na privatização das praias e comprometer a biodiversidade do litoral brasileiro.</p>
<p><strong>Riscos Ambientais e Econômicos</strong></p>
<p>A Marinha detém a propriedade não apenas das praias, mas também das margens de rios e lagoas influenciadas pelas marés. O Observatório do Clima critica a proposta, qualificando-a como parte de um &#8220;Pacote da Destruição&#8221; que ameaça o litoral, a segurança nacional, a economia das comunidades costeiras e a adaptação às mudanças climáticas.</p>
<p>&#8220;Os terrenos da Marinha são guardiões naturais contra enchentes, deslizamentos e eventos climáticos extremos. Privatizar essas áreas pode causar danos irreversíveis à biodiversidade e ao equilíbrio dos ecossistemas costeiros&#8221;, alertou o Observatório em nota.</p>
<p><strong>Detalhes da PEC</strong></p>
<p>A PEC 3/2022 propõe a exclusão do inciso VII do artigo 20 da Constituição, que classifica os terrenos da Marinha como propriedade da União. A proposta transfere gratuitamente para estados e municípios as áreas usadas para serviços públicos estaduais e municipais, incluindo aquelas destinadas a concessionárias e permissionárias de serviços públicos.</p>
<p>Para proprietários privados, a transferência de propriedade será mediante pagamento para aqueles inscritos regularmente no órgão de gestão do patrimônio da União até a data de publicação da Emenda. A PEC também autoriza a transferência de propriedade para ocupantes não inscritos, desde que a ocupação tenha ocorrido pelo menos cinco anos antes da data de publicação da PEC.</p>
<p>No entanto, áreas usadas pelo serviço público federal, unidades ambientais federais e áreas ainda não ocupadas permanecerão como propriedade da União.</p>
<p><strong>Argumentos a Favor</strong></p>
<p>O senador Flávio Bolsonaro defende que a mudança é necessária para regularizar as propriedades nos terrenos da Marinha. “Há inúmeras edificações no Brasil realizadas sem a ciência de estarem localizadas em terrenos de propriedade da União”, afirmou. Segundo ele, os terrenos de marinha geram prejuízos aos cidadãos e municípios devido à tributação excessiva e restrições no planejamento territorial urbano.</p>
<p>Bolsonaro argumenta ainda que a razão histórica para o domínio da Marinha sobre as praias, que era a defesa territorial contra invasões estrangeiras, não se justifica mais nos dias atuais devido aos avanços tecnológicos em armamentos.</p>
<p><strong>Participantes da Audiência</strong></p>
<p>Na audiência pública de hoje, a CCJ do Senado ouve Marinez Eymael Garcia Scherer, Coordenadora-Geral do Departamento de Oceano e Gestão Costeira do Ministério do Meio Ambiente (MMA); Ana Ilda Nogueira Pavã, representante do Movimento das Pescadoras e Pescadores Artesanais (MPP); Murillo Barbosa, diretor-presidente da Associação de Terminais Portuários Privados (ATP); e Topázio Silveira Neto, prefeito de Florianópolis (SC), entre outros convidados.</p>
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		<title>CCJ do Senado aprova PEC que permite comercialização de plasma humano</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/ccj-do-senado-aprova-pec-que-permite-comercializacao-de-plasma-humano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Oct 2023 23:35:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[CCJ]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[PEC]]></category>
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					<description><![CDATA[A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou nesta quarta-feira (4), por 15 votos contra 11, a proposta de emenda à Constituição (PEC) que permite a comercialização de plasma humano, que é um dos componentes do sangue. Atualmente, a Constituição proíbe a comercialização de órgãos, tecidos ou substâncias humanas. O tema será agora [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou nesta quarta-feira (4), por 15 votos contra 11, a proposta de emenda à Constituição (PEC) que permite a comercialização de plasma humano, que é um dos componentes do sangue. Atualmente, a Constituição proíbe a comercialização de órgãos, tecidos ou substâncias humanas. O tema será agora analisado pelo plenário do Senado.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A PEC aprovada exclui o plasma da proibição de comercialização definida pelo Artigo 199 da Constituição e estabelece que <em>“a Lei disporá sobre as condições e os requisitos para a coleta, o processamento e a comercialização de plasma humano pela iniciativa pública e pela iniciativa privada, para fins de uso laboratorial, desenvolvimento de novas tecnologias e de produção de medicamentos hemoderivados destinados a prover preferencialmente o SUS”.</em></p>
<p>A sessão da CCJ começou com a apresentação de um voto em separado do senador Marcelo Castro (MDB-PI), que sugeriu permitir a comercialização não do plasma, mas dos serviços de processamento do plasma. A PEC alternativa apresentado por Castro submetia esse serviço a uma <em>“autorização específica do Ministério da Saúde”.</em></p>
<p><em>“Eu acho mais razoável a minha emenda, porque permite a industrialização, o processamento e a comercialização dos hemoderivados; só não permite a venda do sangue humano &#8211; a diferença é só essa”</em> defendeu o senador.</p>
<p>Em seu parecer, a relatora da PEC, senadora Daniella Ribeiro (PSD-PB), negou a mudança sugerida por Castro. “Julgamos que a exigência de autorização do Ministério da Saúde para a atuação da iniciativa privada limita demasiadamente sua capacidade de produção, possuindo o condão de afastar investimentos”, destacou.</p>
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<figure id="attachment_69947" aria-describedby="caption-attachment-69947" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/10/04-Reuniao-da-CCJ-durante-discursao-para-liberacao-do-comercio-de-plasma-Expresso-Carioca.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-69947" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/10/04-Reuniao-da-CCJ-durante-discursao-para-liberacao-do-comercio-de-plasma-Expresso-Carioca.jpg?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Reunião Da CCJ Durante Discursão Para Liberação Do Comércio De Plasma - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/10/04-Reuniao-da-CCJ-durante-discursao-para-liberacao-do-comercio-de-plasma-Expresso-Carioca.jpg?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/10/04-Reuniao-da-CCJ-durante-discursao-para-liberacao-do-comercio-de-plasma-Expresso-Carioca.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/10/04-Reuniao-da-CCJ-durante-discursao-para-liberacao-do-comercio-de-plasma-Expresso-Carioca.jpg?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /></a><figcaption id="caption-attachment-69947" class="wp-caption-text">Reunião da CCJ durante discursão para liberação do comércio de plasma &#8211; Lula Marques/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>Durante a sessão, Daniella Ribeiro defendeu que a medida é importante para facilitar a fabricação e comercialização de medicamentos que usam o plasma como insumo.</p>
<p><em>“Quando a gente fala em abrir a iniciativa privada para auxiliar, a gente está falando em baratear medicamentos para o SUS, porque, na hora em que entra a iniciativa privada, senador e querido amigo Marcelo Castro, é óbvio que a concorrência vai baixar o medicamento, e o SUS vai comprar mais barato”</em>, argumentou.</p>
<h2>Debate</h2>
<p>A senadora Mara Gabrilli (PSD-SP) se posicionou contrária à comercialização do plasma humano. “Faço novo apelo à relatora para que busquemos os meios de unir esforços para que a iniciativa privada participe da produção dos hemoderivados e que nos tornemos autossuficientes, é isso que a gente quer, mas a partir de doações”, pontuou.</p>
<p>Já o senador Rogério Carvalho (PT-SE) disse temer que a permissão da venda de plasma crie uma competição com a doação de sangue. <em>“Na hora que você abre à comercialização, nós vamos ferir de morte a assistência, porque quando a pessoa sofre um trauma ou vai fazer um procedimento cirúrgico, a pessoa precisa de sangue. E se esse sangue for comercializado ou compensado, sabe para onde vai? Vai para a indústria. Vai faltar sangue na hora da cirurgia, vai faltar sangue na hora do trauma, vai faltar sangue”</em>, ponderou.</p>
<p>Entre os favoráveis à PEC está o senador Nelsinho Trad (PSD-MG), que acredita que a iniciativa privada vai produzir os medicamentos que hoje o setor público não fornece.</p>
<p><em>“Nós precisamos garantir o remédio para quem precisa. E como a gente vai fazer isso? Oportunizando a iniciativa privada, uma vez que há 18 anos a Hemobrás está tentando fazer isso, e não faz”</em>, afirmou. A Hemobrás é a empresa pública brasileira de hemoderivados e biotecnologia.</p>
<p>Mesma posição tem o senador Dr. Hiran (PP-RR), que argumentou que a medida vai minorar o sofrimento de quem precisa desses medicamentos. “<em>Sei da dificuldade que é para uma pessoa, lá no Hemisfério Norte, onde está Roraima, conseguir um hemoderivado para tratar uma deficiência renal”</em>, destacou.</p>
<p>O senador Humberto Costa (PT-PE), por sua vez, ressaltou que o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece esses medicamentos produzidos com plasma e que a PEC não impede que a iniciativa privada apenas compre o plasma do brasileiro e continue mandando para processar no exterior.</p>
<p><em>“Quando essa empresa pegar o plasma do povo brasileiro e mandar lá para a França, para fazer o processamento, quem vai garantir que ele mandou tudo de volta? É lógico que esse recurso, que esse plasma que vai para lá, ela vai comercializar na Europa e no resto do mundo”</em>, afirmou.</p>
<p>Ao final do debate, a relatora Daniella Ribeiro disse que a comercialização não seria para a coleta, mas do produto fabricado após a coleta. <em>“A intenção do projeto é a gente poder atender à demanda. Outras discussões serão feitas no âmbito da lei infraconstitucional, onde vamos estipular, por exemplo, o cuidado para não perder a doação de sangue, ligando a doação de sangue à de plasma”</em>, finalizou.</p>
</div>
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		<title>Ministra diz que trabalha para que sangue não se torne mercadoria</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/ministra-diz-que-trabalha-para-que-sangue-nao-se-torne-mercadoria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Sep 2023 14:05:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Ao comentar uma proposta de emenda à Constituição (PEC) que autoriza o processamento do plasma por empresas privadas &#8211; em tramitação no Senado &#8211; a ministra da Saúde, Nísia Trindade (foto), disse, nesta terça-feira (26), em Brasília, que o governo trabalha para evitar que o sangue humano se torne mercadoria. A declaração foi dada durante [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>Ao comentar uma proposta de emenda à Constituição (PEC) que autoriza o processamento do plasma por empresas privadas &#8211; em tramitação no Senado &#8211; a ministra da Saúde, Nísia Trindade (foto), disse, nesta terça-feira (26), em Brasília, que o governo trabalha para evitar que o sangue humano se torne mercadoria. A declaração foi dada durante participação no programa Conversa com o Presidente, transmitido pelo Canal Gov. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>“Existe uma PEC de comercialização do plasma. O plasma é fundamental para o desenvolvimento de produtos que são usados para tratamentos de doenças importantíssimas. Mas o sangue não pode ser comercializado de modo algum, não pode haver compensação aos doadores e isso foi uma conquista da nossa Constituição”, afirmou.</p>
<p>Acompanhada do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Nísia lembrou que, atualmente, a Empresa Brasileira de Hemoderivados e Biotecnologia (Hemobrás) já trabalha no desenvolvimento de insumos derivados do sangue. Segundo ela, a instituição passa a entregar este ano, por exemplo, o fator 8 para tratamento de pessoas com hemofilia.</p>
<p>“E, em 2025, [a Hemobrás] fará a entrega de outros produtos derivados do plasma. Estamos trabalhando para que o sangue não seja uma mercadoria”, concluiu a ministra da Saúde.</p>
<h2>Entenda a PEC</h2>
<p>A PEC 10/2022 prevê o processamento de plasma humano pela iniciativa privada para o desenvolvimento de novas tecnologias e a produção de medicamentos. O texto entrou na pauta da Comissão de Constituição e Justiça do Senado Federal no último dia 13, mas foi retirado de pauta a pedido da relatora, senadora Daniella Ribeiro (PSD-PB), que solicitou mais tempo para construir uma proposta de consenso com senadores e com o governo.</p>
<p>A votação da PEC já foi adiada sete vezes na comissão por ser considerada polêmica. A relatora havia incluído no projeto original a proposta de pagamento ao doador em troca da coleta do plasma, o que gerou reações contrárias de diversos senadores e também de órgãos públicos. Não há uma nova data para a análise da proposta na CCJ.</p>
<p>O plasma é a parte líquida do sangue, resultante do processo de fracionamento do sangue total, obtido de doadores voluntários dos serviços de hemoterapia. Ele pode ser usado para a produção de medicamentos hemoderivados, como albumina, imunoglobulina e fatores de coagulação utilizados por pessoas com doenças como a hemofilia.</p>
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		<title>Reforma tributária terá novos ajustes e será votada nesta quinta-feira</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/reforma-tributaria-tera-novos-ajustes-e-sera-votada-nesta-quinta-feira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Jul 2023 14:01:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Aguinaldo Ribeiro]]></category>
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		<category><![CDATA[Relatório Preliminar]]></category>
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					<description><![CDATA[O coordenador do grupo de trabalho da reforma tributária, deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), disse nesta quinta-feira (6) que a proposta de emenda à Constituição (PEC) da reforma será votada em primeiro e segundo turno na Câmara dos Deputados até sexta-feira (7). A discussão do tema vai começar hoje às 11 horas. Já a votação deve ocorrer [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O coordenador do grupo de trabalho da reforma tributária, deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), disse nesta quinta-feira (6) que a proposta de emenda à Constituição (PEC) da reforma será votada em primeiro e segundo turno na Câmara dos Deputados até sexta-feira (7). A discussão do tema vai começar hoje às 11 horas. Já a votação deve ocorrer a partir das 18h.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A tramitação da matéria na Câmara começou ontem (5), com a leitura do parecer preliminar do relator, deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB) em sessão no plenário da Casa.</p>
<p>O texto apresentado por Ribeiro propõe a substituição de dois tributos federais (PIS e Cofins) por uma Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), gerida pela União; e de mais dois tributos (ICMS e ISS) pelo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), gerido por estados e municípios. Já o IPI vai virar um imposto seletivo.</p>
<p>A arrecadação do IBS será centralizada e organizada pelo Conselho Federativo. Também serão criados fundos para compensar as perdas de entes federativos e para incentivar o desenvolvimento regional e o combate à pobreza.</p>
<div class="post-item alt-font">
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<figure id="attachment_60681" aria-describedby="caption-attachment-60681" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/07/06-Relator-da-PEC-da-reforma-tributaria-deputado-Aguinaldo-Ribeiro-le-relatorio-preliminar-no-plenario-da-Camara-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-60681" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/07/06-Relator-da-PEC-da-reforma-tributaria-deputado-Aguinaldo-Ribeiro-le-relatorio-preliminar-no-plenario-da-Camara-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=754%2C525&#038;ssl=1" alt="Relator Da PEC Da Reforma Tributária, Deputado Aguinaldo Ribeiro, Lê Relatório Preliminar No Plenário Da Câmara - Jornal Expresso Carioca - Expresso Carioca" width="754" height="525" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/07/06-Relator-da-PEC-da-reforma-tributaria-deputado-Aguinaldo-Ribeiro-le-relatorio-preliminar-no-plenario-da-Camara-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/07/06-Relator-da-PEC-da-reforma-tributaria-deputado-Aguinaldo-Ribeiro-le-relatorio-preliminar-no-plenario-da-Camara-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=300%2C209&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/07/06-Relator-da-PEC-da-reforma-tributaria-deputado-Aguinaldo-Ribeiro-le-relatorio-preliminar-no-plenario-da-Camara-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=750%2C522&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /></a><figcaption id="caption-attachment-60681" class="wp-caption-text">Plenário da Câmara começou o debate e o deputado, Aguinaldo Ribeiro,fez a leitura do relatório da reforma tributária &#8211; Foto: Lula Marques/ Agência Brasil.</figcaption></figure>
<h2>Cesta básica</h2>
<p>O texto do relator prevê ainda alíquota zero para os itens da cesta básica. Segundo Ribeiro, a isenção foi incluída na proposta e estará prevista na Constituição.</p>
<blockquote><p>&#8220;Para acabar com a desinformação, estamos trazendo à Constituição a cesta básica nacional de alimentos e ela tem alíquota zero. Isso é para que ninguém diga que vamos pesar a mão sobre os mais pobres.&#8221;</p></blockquote>
<h2>Negociação</h2>
<p>Aguinaldo Ribeiro afirmou que a proposta ainda não traz todos os pontos negociados com governadores e prefeitos e que a negociação deverá ser aprimorada. Ele informou que deverá conversar nesta quinta-feira com os prefeitos do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, e do Recife, João Campos, em busca de um acordo federativo.</p>
<p>&#8220;Estamos nesta reta final de ajustes, e alguns pontos ainda não constam desta versão apresentada porque ainda estamos finalizando&#8221;, disse.</p>
<p>O Conselho Federativo, segundo ele, será aprimorado a partir de sugestões dos governadores. O objetivo é garantir transparência e governança ao novo órgão.</p>
<p>Também serão alterados, nesta quinta-feira, os critérios de distribuição do Fundo de Desenvolvimento Regional; a distribuição automática aos municípios da parte do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS); e as questões referentes à Zona Franca de Manaus.</p>
<p><em>* Com informações das agências Câmara e Reuters</em></p>
</div>
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		<title>Senado aprova PEC com pacote de auxílios a carentes e a caminhoneiros</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/senado-aprova-pec-com-pacote-de-auxilios-a-carentes-e-a-caminhoneiros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Jul 2022 00:53:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Senado aprovou hoje (30), em dois turnos, a proposta de emenda à Constituição (PEC) 1, que traz um pacote de medidas para diminuir os impactos gerados pela alta dos combustíveis e aumentar o valor de benefícios sociais. Após vários arranjos e negociações, uma PEC com propostas do governo para compensar os estados e o Distrito [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>O Senado aprovou hoje (30), em dois turnos, a proposta de emenda à Constituição (PEC) 1, que traz um pacote de medidas para diminuir os impactos gerados pela alta dos combustíveis e aumentar o valor de benefícios sociais. Após vários arranjos e negociações, uma PEC com propostas do governo para compensar os estados e o Distrito Federal pela redução do ICMS sobre o diesel se transformou em uma proposta para ampliar o valor do Auxílio Brasil, programa assistencial que substituiu o Bolsa Família, dentre outras medidas.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Da PEC 16, que acabou apensada à PEC 1, o único ponto que restou foi a compensação aos estados que reduzirem a alíquota de ICMS sobre o etanol. A PEC aprovada hoje também traz o pagamento do <em>voucher </em>caminhoneiro, no valor de R$ 1 mil mensais por cinco meses. Outra proposta é a inclusão de mais 1,6 milhão de famílias no Auxílio Brasil, programa que substituiu o Bolsa Família. Além de aumentar significativamente o número de beneficiários do programa social, há previsão de um incremento de R$ 200 no valor do programa até dezembro deste ano. Agora, a PEC segue para análise da Câmara.</p>
<p>A aprovação da PEC contou com votos de alguns senadores que se manifestaram contra trechos da proposta, discordaram de parte do texto, mas votaram favoravelmente. A justificativa foi de que os mais carentes precisam de ajuda neste momento de crise no qual vive o país.</p>
<p>Para ajudar na aprovação da PEC, o relator, Fernando Bezerra (MDB-PE), retirou um dispositivo do texto que daria uma espécie de “cheque em branco” para o governo gastar com auxílios sem ficar sujeito à aplicação de “qualquer vedação ou restrição prevista em norma de qualquer natureza”. Bezerra afirmou que o texto não extrapola os limites legais, mas atua de forma emergencial.</p>
<p>“O texto recolheu as principais preocupações, de modo que pudéssemos respeitar o mandamento jurídico do país, mas podendo agir de forma emergencial, como exige a situação que estamos enfrentando”.</p>
<h2>Estado de Emergência</h2>
<p>A oposição questionou muito a possibilidade prevista na PEC de o governo decretar Estado de Emergência. Esse dispositivo foi inserido na proposta para o governo não correr risco de cometer crime eleitoral ao repassar benefícios assistenciais a menos de três meses das eleições. A criação desse tipo de benefício é proibida em ano de eleições. A única exceção é justamente durante a vigência de Estado de Emergência.</p>
<p>Segundo Bezerra, no entanto, as medidas autorizadas por um eventual decreto de Estado de Emergência serão somente aquelas previstas na PEC, sem a possibilidade de novos programas usarem a PEC para ampliar os gastos. “Não resta dúvidas, pois, de que não haverá brecha ou espaço para novas medidas ou ampliação de gastos dessas mesmas medidas”, disse Bezerra.</p>
<h2>Taxistas</h2>
<p>Horas antes da votação, o relator incluiu um trecho que garante também benefícios para os taxistas, outra categoria, assim como os caminhoneiros, afetada diretamente pela alta dos combustíveis. O auxílio vai custar mais R$ 2 bilhões aos cofres públicos. Os motoristas de aplicativos e mototaxistas não estão incluídos na medida.</p>
<p>Também foi incluído um suplemento orçamentário de R$ 500 milhões ao programa Alimenta Brasil, regulamentado em dezembro do ano passado. Trata-se de um programa de aquisição de alimentos de produtores rurais familiares, extrativistas, pescadores artesanais, povos indígenas e demais populações tradicionais.</p>
<p>Bezerra também incluiu um trecho que proíbe o governo de fazer publicidade sobre pagamento desses benefícios. A medida agradou a oposição, já que dificulta uma tentativa de capitalizar politicamente com esses benefícios a três meses das eleições.</p>
<h2>Auxílio Brasil</h2>
<p>A PEC prevê a inclusão de mais 1,6 milhão de famílias que aguardam cadastro no Auxílio Brasil, zerando, assim, a fila de espera do programa. Além de aumentar o número de beneficiários do programa social, há previsão de um incremento de R$ 200 no valor do programa até dezembro deste ano.</p>
<p>Com o aumento, o custo adicional será de cerca de R$ 26 bilhões. A justificativa para o adicional no auxílio, segundo Bezerra, é a exacerbação do quadro inflacionário brasileiro e a inflação de dois dígitos, que tem consumido a renda dos mais pobres.</p>
<h2>Transporte de idosos</h2>
<p>Em relação ao transporte público de passageiros, o texto que será apresentado trará compensação às empresas pela gratuidade para idosos no transporte urbano, metropolitano e semi-urbano, inclusive o existente dentro de uma mesma Região Integrada de Desenvolvimento (Ride).</p>
<p>O Distrito Federal, com seu entorno, tem a maior do país. Para a medida, o custo será de R$ 2,5 bilhões. A intenção é aliviar o sistema também prejudicado pela elevação do preço do diesel.</p>
<h2>Etanol</h2>
<p>O texto prevê ainda a modificação na forma de ressarcimento aos estados na redução da tributação do etanol hidratado. Segundo Bezerra, para dar mais equilíbrio aos preços finais da gasolina e do álcool, influenciados pelo teto de 17% de arrecadação de ICMS, o governo precisará repassar o valor de R$ 3,8 bilhões aos estados. Esse dinheiro será aplicado em créditos tributários.</p>
<p>O critério de distribuição desse valor é o nível de consumo do etanol em cada unidade federativa. São Paulo deve ficar com cerca de 55% dos recursos, segundo o parlamentar. Antes de sair do papel, no entanto, caberá aos governadores definirem legislação específica para distribuição desses créditos.</p>
<p>Com exceção da inclusão de novas famílias no Auxílio Brasil, todas as demais medidas terão validade apenas até 31 de dezembro deste ano, inclusive o incremento de R$ 200 no programa que substituiu o Bolsa Família.</p>
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