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	<title>Paz &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Kremlin declara cúpula sobre guerra na Ucrânia como insignificante</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Jun 2024 13:38:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Rússia afirmou nesta segunda-feira (17) que a conferência organizada pela Suíça sobre a guerra na Ucrânia produziu resultados insignificantes, destacando a futilidade de realizar discussões sem a presença de Moscou. As declarações do Kremlin foram feitas após a cúpula realizada no fim de semana, onde potências ocidentais e seus aliados denunciaram a invasão da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Rússia afirmou nesta segunda-feira (17) que a conferência organizada pela Suíça sobre a guerra na Ucrânia produziu resultados insignificantes, destacando a futilidade de realizar discussões sem a presença de Moscou.</p>
<p>As declarações do Kremlin foram feitas após a cúpula realizada no fim de semana, onde potências ocidentais e seus aliados denunciaram a invasão da Ucrânia pela Rússia. No entanto, não conseguiram convencer estados não alinhados ao Ocidente a aderir à declaração final.</p>
<p>O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, afirmou que os resultados da reunião, à qual a Rússia não foi convidada, foram &#8220;próximos de zero&#8221;.</p>
<p>Em conversa com repórteres, Peskov foi questionado sobre a participação de países como Hungria, Sérvia e Turquia na cúpula e se isso prejudicaria as relações da Rússia com esses países.</p>
<p>&#8220;Não, isso não vai prejudicá-los. Levaremos em conta a posição que esses países tomaram, isso é importante para nós e continuaremos explicando nosso raciocínio a eles&#8221;, disse Peskov.</p>
<p>&#8220;Muitos desses países, e essa foi uma visão comum sobre o evento, entenderam a ausência de perspectivas para quaisquer discussões sérias e substanciais sem a presença de nosso país. Se falarmos sobre a eficácia geral dessa reunião, ela é próxima de zero.&#8221;</p>
<p>O presidente russo, Vladimir Putin, afirmou na semana passada que a Rússia estava disposta a acabar com a guerra, mas estabeleceu condições para a Ucrânia &#8211; renunciar às suas ambições de ingressar na Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) e retirar as tropas de quatro regiões reivindicadas pelo país &#8211; condições que Kiev rejeitou como equivalentes à rendição.</p>
<p>&#8220;Entendemos perfeitamente que chegará um momento em que será necessário conversar com a Rússia&#8221;, disse o ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Dmytro Kuleba. &#8220;Mas nossa posição é muito clara: não permitiremos que a Rússia fale na linguagem de ultimato como está falando agora.&#8221;</p>
<p>Peskov afirmou que a chamada iniciativa de paz de Putin permanece na agenda e reafirmou a posição de Moscou de que está aberta ao diálogo.</p>
<p>No terceiro ano da guerra, a Rússia controla quase 20% da Ucrânia e tem avançado gradualmente em várias frentes desde fevereiro.</p>
<p>Mais de 90 países participaram das discussões de dois dias na Suíça. A decisão da China de não participar praticamente garantiu que a cúpula não atingiria o objetivo da Ucrânia de persuadir os principais países do &#8220;Sul Global&#8221; a se unirem para isolar a Rússia.</p>
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		<title>Viagem reforça papel de Brasil e China no cenário internacional</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/viagem-reforca-papel-de-brasil-e-china-no-cenario-internacional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Apr 2023 00:04:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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		<category><![CDATA[Conflito Rússia e Ucrânia]]></category>
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					<description><![CDATA[O balanço da viagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à China e aos Emirados Árabes pode ser feito sob vários aspectos. O viés comercial foi importante, com investimentos e acordos acertados, e isso era a parte mais fácil. Todos têm a ganhar. O presidente classificou a visita como &#8220;extraordinária&#8221;. Na China, os acordos somaram R$ [&#8230;]]]></description>
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<p>O balanço da viagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à China e aos Emirados Árabes pode ser feito sob vários aspectos. O viés comercial foi importante, com investimentos e acordos acertados, e isso era a parte mais fácil. Todos têm a ganhar.</p>
<p>O presidente classificou a visita como &#8220;extraordinária&#8221;. Na China, os acordos somaram R$ 50 bilhões e, nos Emirados Árabes, mais de R$ 12 bilhões. &#8220;E o que é mais importante do que a soma de dinheiro, é a possibilidade de novos acordos que podem ser feitos. Não apenas do ponto de vista comercial, mas do ponto de vista cultural, digital, educacional”, avaliou em coletiva de imprensa neste domingo (16), em Abu Dhabi.</p>
<p>Os termos assinados entre os dois países incluem acordos de cooperação espacial, em pesquisa e inovação, economia digital e combate à fome, intercâmbio de conteúdos de comunicação entre os dois países e facilitação de comércio.</p>
<h2>Diplomacia</h2>
<p>Outro aspecto da viagem diplomática diz respeito a esse começo de relação entre Lula e Xi Jinping, o líder chinês. Apesar de a relação ser entre governos, é inegável que uma certa simpatia mútua ajuda. E isso aconteceu. Além da conversa entre as duas delegações, teve outra, particular, entre ambos. O encontro privado, que era previsto na agenda para durar 15 minutos, durou bem mais de uma hora.</p>
<p>O mundo todo está curioso quanto aos frutos desse encontro, porque dois temas importantes dependem bastante de iniciativas do Brasil e da China. O primeiro deles é a guerra na Ucrânia. O segundo é o meio ambiente. São complexos, dependem de muita diplomacia, diálogo, e são urgentes.</p>
<p>No caso da guerra da Ucrânia, a posição de Lula é que é necessária a formação de um grupo de países neutros, que sejam respeitados por ambos os lados, para levar Rússia e Ucrânia para a mesa de negociações. E, de todos esses países, o mais importante é a China, porque, desde as sanções contra a sua economia, a Rússia passou a depender ainda mais dos chineses.</p>
<p>“A decisão da guerra foi tomada por dois países. E agora o que estamos tentando construir é um grupo de países que não tem envolvimento com a guerra, que não quer a guerra, que desejam construir paz no mundo, para conversarmos tanto com a Rússia quanto com a Ucrânia. Mas também temos que ter em conta que é preciso conversar com os Estados Unidos e com a União Europeia”, afirmou Lula. Ele disse ainda que pretende envolver países da América Latina.</p>
<p>Convencer a China a encabeçar esse grupo é também, de certa forma, assegurar que ela, que é a quarta maior produtora de armas do mundo, não venda material bélico para a Rússia. Caso isso ocorra, será muito difícil ver o fim dessa guerra que, além do enorme sofrimento produzido, tem causado efeitos muito ruins para a economia mundial.</p>
<p>Rússia e Ucrânia são grandes produtores agrícolas e a guerra está causando um aumento nos preços de muitos alimentos. Tem também a questão energética. Sem comprar o gás que vinha da Rússia, os países europeus estão gastando três vezes mais para importar o gás que tem que chegar de navio.</p>
<p>Se somado o custo de mandar armas e sustentar a enfraquecida economia ucraniana, esse gasto de dinheiro é insustentável para vários países europeus. Mas também não se pode exagerar nas expectativas de que a China possa resolver o problema.</p>
<h2>Esporte como exemplo</h2>
<p>A China, que teve uma extraordinária capacidade de crescer com taxas que causam admiração e inveja, aparenta poder de decisão. Entretanto, um assunto que o Brasil conhece muito bem mostra que, às vezes, querer não é poder. Estamos falando de futebol.</p>
<p>O líder chinês Xi Jinping destacou-se e cresceu por ter organizado com muito sucesso as Olimpíadas de Pequim em 2008. Entusiasmado com o poder do esporte, em termos de popularidade e influência na sociedade, ele decidiu apostar no futebol, que poderia render mais sucesso ainda.</p>
<p>Ele fez um planejamento para que o esporte recebesse investimentos para tornar a China uma potência mundial. Logo depois dos jogos olímpicos no Rio de Janeiro, em 2016, o mercado chinês se encheu de verbas milionárias e começou a importar jogadores. O plano era construir 70 mil campos de futebol e ter uma base de 50 milhões de chineses jogando bola. E mais: queriam sediar uma Copa e vencer o torneio até 2050.</p>
<p>Tanta ambição foi muito rapidamente derrotada pela dificuldade de se criar uma cultura de futebol, um esporte que, mais do que disciplina e ordem, demanda e depende de criatividade e liberdade. O resultado é que não só o sucesso não veio, mas o presidente da federação chinesa de futebol foi preso em fevereiro deste ano, e existem sérios problemas ligados à corrupção. O futebol dos homens é patético e apenas as mulheres mostraram um futebol razoável.</p>
<p>A bola do futebol chinês murchou. Esse pequeno exemplo mostra que talvez seja mais realista e necessária a união de vários países, cada um contribuindo um pouco, para a resolução dos complexos problemas mundiais. Cada vez mais fica difícil para qualquer superpotência impor sua vontade. Outros atores importantes pedem passagem no cenário internacional. Isso inclui o Brasil e, principalmente, a China.</p>
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		<title>Zelenskiy questiona Conselho de Segurança da ONU na manutenção da paz</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/zelenskiy-questiona-conselho-de-seguranca-da-onu-na-manutencao-da-paz/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Apr 2022 21:54:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Conselho de Segurança da ONU]]></category>
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		<category><![CDATA[Presidente da Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Volodymyr Zelenskiy]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelenskiy, discursou hoje (5) no Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU), por videoconferência. Zelenskiy denunciou assassinatos e estupros de civis na cidade de Bucha e criticou duramente o Conselho de Segurança por não garantir a paz no mundo. Ele disse que são necessárias mudanças no sistema de segurança mundial e propôs [&#8230;]]]></description>
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<p>O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelenskiy, discursou <span id="OBJ_PREFIX_DWT787_com_zimbra_date" role="link"><span id="OBJ_PREFIX_DWT793_com_zimbra_date" role="link">hoje</span></span> (5) no Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU), por videoconferência. Zelenskiy denunciou assassinatos e estupros de civis na cidade de Bucha e criticou duramente o Conselho de Segurança por não garantir a paz no mundo. Ele disse que são necessárias mudanças no sistema de segurança mundial e propôs uma conferência global.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>“Onde está o Conselho de Segurança? Onde está a paz que ele deve manter? Onde estão as garantias que as Nações Unidas precisam dar? É óbvio que as principais instituições do mundo, que deveriam assegurar a punição de um agressor, simplesmente não funcionam efetivamente. O mundo pode ver o que os militares russos fizeram em Bucha enquanto ocupavam a cidade. Mas o mundo ainda precisa ver o que eles fizeram em outras cidades ocupadas”, disse.</p>
<p>Horas antes de participar da reunião do Conselho de Segurança, Zelenskiy estava na cidade de Bucha, onde <span id="OBJ_PREFIX_DWT788_com_zimbra_url" role="link"><span id="OBJ_PREFIX_DWT794_com_zimbra_url" role="link">foram encontrados corpos amarrados</span></span> e com tiros à queima-roupa, uma vala comum e outros sinais de execuções, depois que tropas russas deixaram a região.</p>
<p>Zelenskiy afirmou que não há um crime sequer que os russos não tenham cometido. “Além de matar todo e qualquer um que estivesse servindo para defender nosso país, também assassinaram as pessoas fora de suas casas, famílias inteiras, adultos, crianças. Alguns deles foram atingidos nas estradas, outros foram jogados em poços, e morreram em sofrimento. Foram mortos dentro de apartamentos, de casas, com granadas explodindo. Civis foram atropelados por tanques quando tentavam fugir em seus carros no meio da estrada. Apenas por divertimento cortaram membros, cortaram as gargantas, mulheres foram estupradas e mortas na frente de seus filhos, e suas línguas foram cortadas”, denunciou Zelenskiy.</p>
<p>O presidente ucraniano acusou a Rússia de provocar o caos político em diversos países e a crise de alimentos no mundo. Ele também relembrou o artigo 1, capítulo 1º, da Carta das Nações Unidas que versa sobre os propósitos da Organização.</p>
<p>“É manter a paz e garantir que a segurança seja aplicada. A Carta da ONU está sendo violada, literalmente. Estamos vendo os crimes de guerra mais terríveis de todos os tempos, desde o final da <span id="OBJ_PREFIX_DWT790_com_zimbra_date" role="link"><span id="OBJ_PREFIX_DWT796_com_zimbra_date" role="link">Segunda</span></span> Guerra Mundial. As tropas russas estão deliberadamente destruindo as cidades ucranianas, transformando tudo em cinzas através de seus ataques aéreos, estão provocando a fome, atacando comboios de civis, os abrigos onde os civis estavam se escondendo dos ataques, piorando as condições dentro dos territórios ocupados, para que o máximo de civis sejam mortos. O massacre na cidade de Bucha é apenas um”.</p>
<p>Zelenskiy disse também que os russos vão dizer que os corpos foram jogados ali, que foi uma encenação, mas afirmou que estamos em 2022, e que a Ucrânia tem provas claras, tem imagens de satélite e interesse em dar acesso máximo aos jornalistas. E pediu uma investigação independente e transparente e a punição dos responsáveis.</p>
</div>
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		<title>Negocie paz agora ou sofra por gerações, diz presidente da Ucrânia</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/negocie-paz-agora-ou-sofra-por-geracoes-diz-presidente-da-ucrania/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Mar 2022 15:37:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelenskiy, pediu neste sábado (19) negociações de paz abrangentes com Moscou para interromper a invasão da Ucrânia. Acrescentou que isso não for feito, a Rússia levará &#8220;várias gerações&#8221; para se recuperar de suas perdas na guerra. As forças russas têm sofrido duras perdas e seu avanço tem ficado, em grande parte, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelenskiy, pediu neste sábado (19) negociações de paz abrangentes com Moscou para interromper a invasão da Ucrânia. Acrescentou que isso não for feito, a Rússia levará &#8220;várias gerações&#8221; para se recuperar de suas perdas na guerra.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>As forças russas têm sofrido duras perdas e seu avanço tem ficado, em grande parte, estagnado desde que o presidente Vladimir Putin iniciou o ataque em 24 de fevereiro, com longas colunas de tropas que cercaram Kiev e pararam em seus subúrbios.</p>
<p>Forças russas têm cercado cidades, transformando áreas urbanas em escombros, e nos últimos dias, intensificado os ataques com mísseis contra alvos dispersos no Oeste da Ucrânia, longe dos principais campos de batalha no Norte e Leste do país.</p>
<p>Hoje, a Rússia disse que seus mísseis hipersônicos destruíram grande depósito subterrâneo de mísseis e munição de aeronaves na região ocidental de Ivano-Frankivsk. Armas hipersônicas podem viajar cinco vezes mais rápido que a velocidade do som e, segundo a agência de notícias Interfax, essa foi a primeira vez que a Rússia usou essas armas na Ucrânia.</p>
<p>Um porta-voz do Comando da Força Aérea da Ucrânia confirmou o ataque, mas disse que o lado ucraniano não tinha informações sobre o tipo de míssil usado.</p>
<p>Autoridades ucranianas afirmaram não ter visto mudanças significativas nas últimas 24 horas nas zonas da linha de frente, ressaltando que as cidades de Mariupol, Mykolaiv e Kherson, no Sul, e Izium, no Leste, continuam observando os combates mais pesados.</p>
<p>Mais de 3,3 milhões de refugiados já saíram da Ucrânia pela fronteira ocidental, com cerca de mais 2 milhões deslocados dentro do país. Os esforços para retirar civis de cidades sitiadas por meio de &#8220;corredores humanitários&#8221; continuam.</p>
<p>As autoridades ucranianas disseram que dez dessas rotas de fuga devem ser abertas.</p>
<p>Zelenskiy afirmou que a recusa em fazer concessões terá um preço alto para a Rússia.</p>
<p>&#8220;Quero que todos me ouçam agora, especialmente em Moscou. Chegou a hora de uma reunião, é hora de conversar&#8221;, disse ele em um vídeo. &#8220;Chegou a hora de restaurar a integridade territorial e a justiça para a Ucrânia. Do contrário, as perdas da Rússia serão tais que o país levará várias gerações para se recuperar.&#8221;</p>
<p><a href="https://www.reuters.com/?edition-redirect=br" target="_blank" rel="noopener"><em>Por: Reuters</em></a></p>
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