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	<title>Passagem &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Passagem &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Tráfego no Estreito de Ormuz despenca e rota estratégica fica quase paralisada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 13:45:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Conflito no Oriente Médio]]></category>
		<category><![CDATA[Estreito de Ormuz]]></category>
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					<description><![CDATA[O fluxo de embarcações no Estreito de Ormuz registrou uma queda drástica nesta segunda-feira (20), com atividade praticamente interrompida. Dados recentes de monitoramento indicam que somente três navios realizaram a travessia no período de 12 horas, evidenciando o impacto da crise na região. Entre as poucas embarcações que passaram pelo estreito estão um petroleiro sob [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O fluxo de embarcações no Estreito de Ormuz registrou uma queda drástica nesta segunda-feira (20), com atividade praticamente interrompida. Dados recentes de monitoramento indicam que somente três navios realizaram a travessia no período de 12 horas, evidenciando o impacto da crise na região.</p>
<p>Entre as poucas embarcações que passaram pelo estreito estão um petroleiro sob sanções internacionais, além de dois navios-tanque — um transportando produtos químicos e outro gás liquefeito de petróleo.</p>
<p>A redução do tráfego representa uma ruptura significativa em uma das rotas marítimas mais importantes do planeta. Em condições normais, dezenas de embarcações cruzam diariamente o estreito, que funciona como principal corredor para o transporte global de petróleo e gás.</p>
<p>A paralisação ocorre em meio a uma escalada de tensões no Oriente Médio, que tem afetado diretamente a segurança da navegação. Desde o início da crise, o fluxo de navios já havia sofrido quedas expressivas, com empresas de transporte marítimo suspendendo operações e embarcações permanecendo ancoradas fora da região por questões de segurança.</p>
<p>Considerado um ponto estratégico para o comércio internacional de energia, o estreito concentra cerca de 20% do petróleo transportado por via marítima no mundo, o que amplia os efeitos globais da interrupção.</p>
<p>A situação gera preocupação no mercado internacional, já que qualquer bloqueio prolongado pode impactar o abastecimento energético e pressionar os preços do petróleo. Enquanto isso, autoridades e operadores marítimos acompanham o cenário com cautela, diante da instabilidade e dos riscos envolvidos na região.</p>
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		<title>Supervia anuncia redução na tarifa dos trens a partir defevereiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jan 2024 15:21:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Passagem]]></category>
		<category><![CDATA[Supervia]]></category>
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					<description><![CDATA[A Agência Reguladora de Serviços Públicos Concedidos de Transportes Aquaviários, Ferroviários, Metroviários e de Rodovias do Estado do Rio de Janeiro (Agetransp) homologou a redução da tarifa dos trens da Supervia. A partir de 2 de fevereiro, a passagem, que atualmente custa R$ 7,40, será reduzida para R$ 7,10. Essa alteração, prevista no contrato, ocorre [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Agência Reguladora de Serviços Públicos Concedidos de Transportes Aquaviários, Ferroviários, Metroviários e de Rodovias do Estado do Rio de Janeiro (Agetransp) homologou a redução da tarifa dos trens da Supervia. A partir de 2 de fevereiro, a passagem, que atualmente custa R$ 7,40, será reduzida para R$ 7,10.</p>
<p>Essa alteração, prevista no contrato, ocorre anualmente e é baseada na inflação medida pelo índice IGP-M, calculado pela Fundação Getúlio Vargas. A redução de 3,5% no valor da tarifa busca considerar os custos fixos da operação, que foram impactados pela inflação. Isso inclui despesas com energia, manutenção dos trens e da via férrea, além da aquisição de peças e equipamentos importados para reposição nos trens. A iniciativa visa proporcionar uma adequação equilibrada dos custos para os passageiros.</p>
<p>&#8220;Sem dúvida, é um grande benefício para a população. São milhares de pessoas que se deslocam para o trabalho nos trens da Supervia e esta diferença de valor, quando somada, representa um alívio para muitas famílias. Acompanhamos atentamente esta questão das tarifas, entre outras atribuições da Agetransp, e seguimos a variação do IGP-M publicado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Foi uma decisão unânime e isso só reforça o compromisso de todos os conselheiros com o trabalho da agência&#8221;, explica o presidente da Agetransp, Adolfo Konder, que foi o relator do processo.</p>
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