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	<title>Parto Normal &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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		<title>Assistência ao parto avança no Brasil, mas pré-natal ainda preocupa, aponta Fiocruz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Sep 2025 13:31:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Pesquisa Nascer no Brasil 2, divulgada pela Fiocruz, aponta mudanças significativas na atenção ao parto no país. Em dez anos, práticas consideradas formas de violência obstétrica praticamente desapareceram: a episiotomia caiu de 47% para 7% dos partos vaginais no SUS e a manobra de Kristeller, de 36% para 9%. No setor privado, os índices [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Pesquisa Nascer no Brasil 2, divulgada pela Fiocruz, aponta mudanças significativas na atenção ao parto no país. Em dez anos, práticas consideradas formas de violência obstétrica praticamente desapareceram: a episiotomia caiu de 47% para 7% dos partos vaginais no SUS e a manobra de Kristeller, de 36% para 9%. No setor privado, os índices são ainda menores, chegando a apenas 2%.</p>
<p>Outro avanço é a adoção de boas práticas: mais mulheres puderam se movimentar, se alimentar e escolher posições verticalizadas durante o parto. “Não tem mais aquela forma de parir em litotomia, com pernas para cima, sem poder fazer força. Isso é lindo! É uma mudança de cultura”, comemorou a coordenadora da pesquisa, Maria do Carmo Leal.</p>
<p><strong>Desafios persistem</strong></p>
<ul>
<li>Acesso à analgesia despencou: no SUS, de 7% para 2% (no Rio, apenas 1%);</li>
<li>Cesarianas seguem muito acima do recomendado pela OMS (15%): 48% no SUS e 81% na rede privada, chegando a 86% no Rio;</li>
<li>No setor privado, a maioria das cirurgias ainda é feita sem início de trabalho de parto.</li>
</ul>
<p><strong>O pré-natal é o ponto mais crítico</strong></p>
<ul>
<li>Apesar de 98,5% das grávidas terem acompanhamento, só 1/3 teve exames completos de pressão e glicemia registrados;</li>
<li>Apenas 34% receberam prescrição de ácido fólico;</li>
<li>Menos de 32% foram vacinadas contra tétano e hepatite B;</li>
<li>75% das gestantes de alto risco nunca passaram por especialistas.</li>
</ul>
<p>A pesquisa, que ouviu mais de 22 mil mulheres entre 2021 e 2023, mostra que o Brasil avança na humanização do parto, mas ainda precisa enfrentar falhas graves na assistência ao longo da gestação — especialmente no cuidado às grávidas de alto risco.</p>
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