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	<title>Paridade de gênero &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Bancas de concurso para juízes terão paridade de gênero obrigatória</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Mar 2023 14:51:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aprovou, por unanimidade, ato normativo que obriga a paridade de gênero &#8211; ou seja, mesmo número de homens e mulheres &#8211; nas comissões examinadoras e bancas de todos os concursos públicos para o cargo de juiz no Brasil. A decisão foi tomada na última terça-feira (28). Outra mudança aprovada [&#8230;]]]></description>
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<p>O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aprovou, por unanimidade, ato normativo que obriga a paridade de gênero &#8211; ou seja, mesmo número de homens e mulheres &#8211; nas comissões examinadoras e bancas de todos os concursos públicos para o cargo de juiz no Brasil. A decisão foi tomada na última terça-feira (28).</p>
<p>Outra mudança aprovada foi a inclusão obrigatória de questões sobre direitos humanos em todos os concursos públicos da Justiça. Tal obrigatoriedade existia somente no caso da Justiça militar.</p>
<p>Relatora do tema, a conselheira Salise Monteiro Sanchotene destacou que os percentuais de presença feminina no Judiciário encontram-se estagnados desde 2019, no patamar de 38%. “O teto de vidro na magistratura existe e constatamos também uma diminuição do ingresso de magistradas”, disse.</p>
<p>A paridade está próxima somente na Justiça do Trabalho, em que as mulheres representam 49% da magistratura. Na primeira instância, elas são 40%, enquanto que nas demais, apenas 25% são desembargadoras ou ministras. Desde 2018, o CNJ instituiu a Política Nacional de Incentivo à Participação Feminina no Poder Judiciário.</p>
<p>Durante a votação sobre a paridade nas bancas, a conselheira também destacou a publicação de um novo<a href="https://paineisanalytics.cnj.jus.br/single/?appid=430f3e90-6d6c-4579-892d-28f8c765f274&amp;sheet=9e08e8cf-f212-4509-aad3-e65f835097b9&amp;lang=pt-BR&amp;theme=cnj_theme&amp;opt=ctxmenu,currsel" target="_blank" rel="noopener"> Repositório de Mulheres Juristas do CNJ</a>, que compila o currículo de 500 mulheres especialistas em diversos temas do direito &#8211; entre advogadas, juízas, defensoras públicas, integrantes do Ministério Público e outras operadoras de direito.</p>
<p>Segundo Sanchotene, a ferramenta vem auxiliar na localização de “mulheres que podem ser citadas nos votos, ter participação incluída em bancas de concurso e em mesas de eventos jurídicos”.</p>
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