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	<title>Paradesporto &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Paradesporto &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Brasil se prepara para Jogos Paralímpicos com ambição de campanha histórica</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/brasil-se-prepara-para-jogos-paralimpicos-com-ambicao-de-campanha-historica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Aug 2024 12:12:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Brasil entra nos Jogos Paralímpicos de Paris com uma meta ambiciosa: realizar a campanha mais vitoriosa da sua história. Com um contingente recorde, o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) enviou à capital francesa 280 atletas, dos quais 255 são paratletas. Além deles, 19 atletas-guia (18 para o atletismo e 1 para o triatlo), três calheiros [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil entra nos Jogos Paralímpicos de Paris com uma meta ambiciosa: realizar a campanha mais vitoriosa da sua história. Com um contingente recorde, o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) enviou à capital francesa 280 atletas, dos quais 255 são paratletas. Além deles, 19 atletas-guia (18 para o atletismo e 1 para o triatlo), três calheiros da bocha, dois goleiros do futebol de cegos e um timoneiro do remo compõem a delegação.</p>
<p>&#8220;Nosso plano estratégico, formulado em 2017, estabeleceu a meta de conquistar entre 70 e 90 medalhas, além de garantir um lugar entre os oito primeiros no quadro geral. Estamos confiantes de que o Brasil fará em Paris sua melhor campanha paralímpica de todos os tempos&#8221;, afirmou o presidente do CPB, Mizael Conrado, às vésperas da cerimônia de abertura, que ocorre nesta quarta-feira (28).</p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p dir="ltr" lang="pt">A gente tá feliz DEMAIS na Vila Paralímpica! 🫶🇧🇷 Esses sorrisos dizem tudo, né!? <a href="https://twitter.com/hashtag/Paris2024?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#Paris2024</a> nem comçou e já tá incrível. 💚💛<a href="https://twitter.com/hashtag/BrasilParal%C3%ADmpico?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#BrasilParalímpico</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/JogosParal%C3%ADmpicos?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#JogosParalímpicos</a>. <a href="https://t.co/19Ua2bfCyE">pic.twitter.com/19Ua2bfCyE</a></p>
<p>— Comitê Paralímpico Brasileiro (@BraParalimpico) <a href="https://twitter.com/BraParalimpico/status/1827759298178335091?ref_src=twsrc%5Etfw">August 25, 2024</a></p></blockquote>
<p><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>O objetivo é superar as campanhas de destaque nos Jogos do Rio de Janeiro (2016) e Tóquio (2020), em que o Brasil conquistou 72 medalhas em cada edição. No entanto, foi em Tóquio que o país alcançou seu recorde de medalhas de ouro, com 22 pódios, superando os 21 ouros obtidos em Londres (2012). Em 2016, foram 14 ouros conquistados.</p>
<p>A delegação brasileira competirá em 20 das 22 modalidades paralímpicas, incluindo atletismo, natação, futebol de cegos, goalball e tênis de mesa, entre outras. As únicas exceções são o basquete em cadeira de rodas e o rúgbi em cadeira de rodas, onde o Brasil não terá representantes.</p>
<p><strong>Em busca da medalha histórica</strong></p>
<p>Desde sua primeira participação nos Jogos Paralímpicos, em Roma (1960), o Brasil já acumulou 373 medalhas, sendo 109 de ouro, 132 de prata e 132 de bronze. A expectativa agora é alcançar a histórica marca de 400 medalhas, um feito que pode ser concretizado durante os jogos em Paris.</p>
<p>A cerimônia de abertura promete ser um evento único, com o desfile dos atletas começando na famosa avenida Champs-Elysées e seguindo até a Place de la Concorde, marcando o início de uma nova jornada para o esporte paralímpico brasileiro.</p>
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		<title>Brasil garante prata na Copa do Mundo de remo paralímpico</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/brasil-garante-prata-na-copa-do-mundo-de-remo-paralimpico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jun 2023 00:32:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[Copa do Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[Os brasileiros Diana Barcelos e Valdeni Junior brilharam na segunda etapa da Copa do Mundo de remo paralímpico, que é disputada em Varese (Itália), ao conquistarem, no último domingo (18), a medalha de prata da prova de dupla mista PR3 (disputada por remadores que possuem mobilidade nas pernas, troncos e braços), que estreará no programa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os brasileiros Diana Barcelos e Valdeni Junior brilharam na segunda etapa da Copa do Mundo de remo paralímpico, que é disputada em Varese (Itália), ao conquistarem, no último domingo (18), a medalha de prata da prova de dupla mista PR3 (disputada por remadores que possuem mobilidade nas pernas, troncos e braços), que estreará no programa dos Jogos Paralímpicos em 2024, na edição que será disputada em Paris (França).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-width="500" data-dnt="true">
<p lang="pt" dir="ltr">Alô galera do REMO! É PRATA PARA O BRASIL! 🥈🚣</p>
<p>Diana Barcelos e Valdeni Junior conquistam prata em etapa da Copa do Mundo da Itália de remo paralímpico.</p>
<p>Leia aqui: <a href="https://t.co/BnS0osSwpj">https://t.co/BnS0osSwpj</a> <a href="https://t.co/Xv0yC0VLQg">pic.twitter.com/Xv0yC0VLQg</a></p>
<p>&mdash; Comitê Paralímpico Brasileiro (@BraParalimpico) <a href="https://twitter.com/BraParalimpico/status/1670899262060744705?ref_src=twsrc%5Etfw">June 19, 2023</a></p></blockquote>
<p><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>Os brasileiros até conseguiram manter a liderança da prova nos primeiros metros, mas acabaram cedendo a liderança aos australianos Nikki Ayers e Jed Altschwager, que completaram os 2 mil metros com o tempo de 7min07s02. Diana e Valdeni fecharam com o tempo de 7min14s27.</p>
<p>Esta é a segunda vez consecutiva na qual os atletas, que representaram o Brasil nos Jogos Olímpicos de 2020, em Tóquio (Japão), conquistaram uma medalha de prata em uma competição da Federação Internacional de Remo.</p>
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		<title>Após seis anos, o Parapan de Jovens volta com quase cem brasileiros</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/apos-seis-anos-o-parapan-de-jovens-volta-com-quase-cem-brasileiros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 May 2023 14:41:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[Os Jogos Parapan-Americanos de Jovens de Bogotá, na Colômbia, terão início na próxima quinta-feira, dia 2. Este evento é destinado a jovens com idades entre 12 e 20 anos que possuem deficiência, e contará com a participação de aproximadamente 900 atletas de 21 países, competindo em 12 modalidades esportivas. Inicialmente programado para 2021, o evento [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os Jogos Parapan-Americanos de Jovens de Bogotá, na Colômbia, terão início na próxima quinta-feira, dia 2. Este evento é destinado a jovens com idades entre 12 e 20 anos que possuem deficiência, e contará com a participação de aproximadamente 900 atletas de 21 países, competindo em 12 modalidades esportivas. Inicialmente programado para 2021, o evento precisou ser adiado devido à pandemia de covid-19.</p>
<p>O Brasil estará presente no Parapan de Jovens com uma equipe de 96 atletas, sendo 44 deles beneficiários do Bolsa Atleta, um programa federal de patrocínio individual considerado um dos maiores do mundo nessa área. Além disso, dois calheiros estarão auxiliando os competidores de bocha. A delegação brasileira começará a se reunir em São Paulo, no Centro de Treinamento Paralímpico, a partir desta segunda-feira, dia 29, e a previsão de embarque é para a quarta-feira seguinte, dia 31.</p>
<p>O basquete em cadeira de rodas e o halterofilismo serão as modalidades com maior número de representantes do país, com um total de 16 atletas cada. A delegação brasileira também irá competir em busca de medalhas no futebol de cegos, futebol de paralisados cerebrais (PC), goalball (esporte praticado por jogadores com deficiência visual), judô, tênis de mesa, tênis em cadeira de rodas e vôlei sentado.</p>
<p>Esta edição em Bogotá será a quinta na história do evento. A primeira ocorreu há 18 anos, em Barquisimeto, na Venezuela. A estreia do Brasil aconteceu em 2009, coincidentemente também na capital colombiana. A competição foi realizada pela última vez em 2017, na cidade de São Paulo. Entre os participantes estavam atletas que conquistaram medalhas paralímpicas nos Jogos de Tóquio, em 2021, como Mariana D&#8217;Andrea no halterofilismo e Emerson Ernesto no goalball.</p>
<p>“O que sempre buscamos é dar aos atletas uma primeira experiência internacional de forma positiva, para que entendam como funcionam as competições, [pensem em] levar o esporte como uma carreira e possam desempenhar, no futuro, em outros eventos. Quem sabe uma Paralimpíada”, detalhou o diretor de Esportes de Alto Rendimento do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), Jonas Freire.</p>
<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>Para Amanda Braz, do goalball, o Parapan de Bogotá será o primeiro grande desafio internacional pelo Brasil. A convocação à seleção de base não emocionou somente à jovem de 18 anos, que nasceu com glaucoma e tem baixa visão, mas também ao pai, igualmente atleta da modalidade para deficientes visuais.</p>
<p>“O coração está acelerado, batendo forte, muito ansiosa. O primeiro passo que um atleta pode dar é na base. A expectativa está muito alta, mas estou firme para não perder o foco. Espero que o Parapan traga ainda mais novidades para a minha carreira”, declarou.</p>
<p>Como algumas fases de treino da seleção de base coincidem com as das equipes principais, masculina e feminina, Amanda, por vezes, tem a oportunidade de interagir com nomes experientes da modalidade, como o veterano Romário Marques, de 33 anos. Tricampeão mundial e medalhista de ouro paralímpico, ele disputou o Parapan de Jovens em 2009, um ano após representar o país nos Jogos de Pequim (China).</p>
<p>“Quando o atleta vai para um evento de jovens, ele coloca a meta de, um dia, participar das competições adultas. Isso é muito importante para formarmos atletas para o futuro. Temos que conversar com eles [jovens], fazer nosso papel, incentivá-los dentro e fora de quadra para, além de atleta, serem bons cidadãos”, destacou Romário.</p>
<p>“A gente [seleção de base] sempre acompanha as meninas e os meninos da equipe principal, segue a trajetória deles. É uma inspiração, com certeza. São experientes, têm história e estão aqui para nos ajudarem no que precisarmos. Isso é muito legal”, comentou Amanda.</p>
<p>Se Amanda viverá uma experiência inédita em Bogotá, para Lucas Arabian, do tênis de mesa, competir internacionalmente (inclusive entre adultos) já é uma realidade. Em 2022, o garoto de 17 anos foi medalhista de bronze no Campeonato Mundial de Granada (Espanha), na classe 5, para cadeirantes (Lucas retirou um tumor da medula quando pequeno).</p>
<p>“Fiz uma cirurgia logo que voltei do Mundial. Fiquei seis meses parado. O Parapan de Jovens será um torneio, vamos dizer, de teste, para ver como estou, se a cirurgia afetou alguma coisa e para pegar ritmo de jogo”, projetou o mesatenista, que, em novembro, deverá disputar os Jogos Parapan-Americanos, em Santiago (Chile), podendo assegurar vaga na Paralimpíada de Paris (França) se for o campeão de sua categoria.</p>
<p>O Brasil estará presente em dez das 12 modalidades do Parapan de Jovens. As exceções são atletismo e natação, justamente as que mais distribuem medalhas. Em 18 de abril, o CPB divulgou <a href="https://www.cpb.org.br/noticia/detalhe/5087/nota-oficial-convocacao-para-os-jogos-parapan-americanos-de-jovens-de-bogota" target="_blank" rel="noopener">nota</a> explicando que não levaria as equipes após o Comitê Organizador do evento afirmar que não conseguiria oferecer a classificação funcional (processo que define a classe do atleta conforme a deficiência) a todos os competidores de ambos os esportes.</p>
<p>“Como tinha essa indefinição em relação à classificação e também a validação de marcas internacionais, entendemos que a melhor situação seria replanejarmos para que esses atletas pudessem ter outra oportunidade, em outra competição, em outro momento. Vamos atendê-los com outras ações no segundo semestre, para suprir a ausência no Parapan”, resumiu Freire.</p>
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		<item>
		<title>CPB abre inscrições para a edição 2023 do Festival Paralímpico</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/cpb-abre-inscricoes-para-a-edicao-2023-do-festival-paralimpico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 May 2023 23:09:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esportes]]></category>
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					<description><![CDATA[O Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) anunciou, nesta quarta-feira (3), a abertura das inscrições para a edição 2023 do Festival Paralímpico, ação que promove a experimentação de modalidades paralímpicas, de forma lúdica, para crianças e adolescentes com, e sem, deficiência. Pela primeira vez, o evento, que teve sua primeira edição em 2018, será realizada em duas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) anunciou, nesta quarta-feira (3), a abertura das inscrições para a edição 2023 do Festival Paralímpico, ação que promove a experimentação de modalidades paralímpicas, de forma lúdica, para crianças e adolescentes com, e sem, deficiência.</p>
<p>Pela primeira vez, o evento, que teve sua primeira edição em 2018, será realizada em duas etapas, nos dias 20 de maio e 23 de setembro. A edição 2023 do Festival Paralímpico terá 120 núcleos espalhados por todo o Brasil, incluindo todas as 27 unidades federativas do país (26 estados e o Distrito Federal).</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-width="500" data-dnt="true">
<p lang="pt" dir="ltr">Festival Paralímpico está com inscrições abertas para crianças conhecerem modalidades paralímpicas! 🤩🤩🤩</p>
<p>A próxima edição é no dia 20 de maio. Saiba mais aqui:  <a href="https://t.co/5FUnRmTyfT">https://t.co/5FUnRmTyfT</a><a href="https://twitter.com/hashtag/LoteriasCaixa?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#LoteriasCaixa</a> <a href="https://t.co/ajj8Z8ymgw">pic.twitter.com/ajj8Z8ymgw</a></p>
<p>&mdash; Comitê Paralímpico Brasileiro (@BraParalimpico) <a href="https://twitter.com/BraParalimpico/status/1653865155959173120?ref_src=twsrc%5Etfw">May 3, 2023</a></p></blockquote>
<p><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>Além de experimentar uma modalidade paralímpica, os participantes terão a oportunidade de interagir com medalhistas paralímpicos, que trocarão experiências com o público presente. Em 2022, o evento teve a sua maior edição, reunindo cerca de 15 mil crianças e adolescentes em 98 cidades.</p>
<p>As inscrições para a edição 2023 do Festival Paralímpico podem ser feitas <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdYwqR5mr_1_JVz7d46Nfr3-BTbihZBbv9CoT-i-PzuW_eLlw/viewform" target="_blank" rel="noopener">AQUI</a>. E a relação de núcleos que receberão o evento está <a href="https://www.cpb.org.br/noticia/detalhe/5018/cpb-divulga-os-120-nucleos-selecionados-para-sediar-o-festival-paralimpico-2023" target="_blank" rel="noopener">AQUI</a>.</p>
</div>
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		<item>
		<title>Presidente do Comitê Paralímpico Internacional espera recorde de público nos Jogos de Paris 2024</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/presidente-do-comite-paralimpico-internacional-espera-recorde-de-publico-nos-jogos-de-paris-2024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Apr 2023 14:35:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[Andrew Parsons]]></category>
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					<description><![CDATA[De acordo com o presidente do Comitê Paralímpico Internacional (IPC), Andrew Parsons, a meta para a Paralimpíada de Paris (França) é estabelecer um novo recorde de público na história do evento, que ocorre desde 1960. A partir de outubro, serão colocados à venda 2,8 milhões de ingressos com o objetivo de superar a edição de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>De acordo com o presidente do Comitê Paralímpico Internacional (IPC), Andrew Parsons, a meta para a Paralimpíada de Paris (França) é estabelecer um novo recorde de público na história do evento, que ocorre desde 1960. A partir de outubro, serão colocados à venda 2,8 milhões de ingressos com o objetivo de superar a edição de Londres (Reino Unido) em 2012, que teve 2,7 milhões de bilhetes comercializados.</p>
<p>“Temos trabalhado com o Comitê Organizador de Paris e com os governos federal e municipal. Queremos entregar um evento do mais alto nível, com a melhor estrutura aos atletas, instalações esportivas em áreas diferentes da cidade, junto de lugares icônicos. Temos a expectativa de um legado de mudança de atitude [em relação à pessoa com deficiências], de investimento em acessibilidade. O público da Paralimpíada é diferente, muitas vezes mais doméstico, de famílias, até por isso a política de preços é ajustada para ser mais barata [que na Olimpíada]”, argumentou o dirigente, que é brasileiro.</p>
<p>O Comitê Paralímpico Internacional (IPC) também está atento à situação dos atletas da Rússia e Belarus, cuja participação nos Jogos de Paris será reavaliada na assembleia geral da entidade em setembro. Os países foram suspensos desde novembro de 2020 devido à invasão russa na Ucrânia com o apoio da Bielorrússia. No entanto, o presidente do IPC, Andrew Parsons, acredita que a decisão final sobre a participação dos atletas não causará nenhum tipo de boicote aos Jogos de 2024.</p>
<p>A questão é controversa no segmento olímpico. No último Campeonato Mundial feminino de boxe, por exemplo, 11 países (Estados Unidos, Grã-Bretanha, Irlanda, República Tcheca, Canadá, Suécia, Suíça, Holanda, Polônia, Noruega e Ucrânia) boicotaram o evento devido à presença de russos e bielorrussos, especialmente porque eles não precisaram competir como atletas neutros, como acontece no tênis, por exemplo.</p>
<p>“A diferença é que nós já vivemos essa situação, porque a invasão foi entre a Olimpíada e a Paralimpíada de Inverno de Pequim [China, no ano passado]. A primeira decisão, como comitê executivo, foi pela participação [de russos e bielorrussos] como atletas neutros, porque era o que, de acordo com nosso estatuto, podíamos fazer. Até aquele momento, os Jogos não estavam em risco. Com o anúncio da decisão, muitos governos e comitês nacionais ameaçaram realmente tirar os atletas. Os Jogos entraram em risco, aí você consegue ativar outro dispositivo estatutário e não aceitamos as inscrições de atletas russos e de Belarus”, recordou Parsons.</p>
<p>“Desta vez, como a decisão será tomada em assembleia, acho que há um peso diferente, porque é uma decisão colegiada, de todos os comitês do mundo. Então, qualquer decisão que for tomada, acho que haverá respeito dos comitês paralímpicos nacionais”, emendou.</p>
<p>No final de março, foi recomendado pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) a liberação de representantes da Rússia e Belarus para competições individuais, como atletas neutros, mas não para competições por equipes e coletivas. Essa orientação, no entanto, não se refere especificamente à Olimpíada de Paris. O presidente do IPC destacou que a posição da entidade não está necessariamente vinculada à decisão do COI. A situação dos atletas de Rússia e Belarus será reavaliada na assembleia geral do IPC em setembro. Ambos os países estão suspensos desde novembro do ano passado devido à invasão russa à Ucrânia, com apoio bielorrusso. O presidente da entidade não acredita que a decisão final, seja qual for, causará algum tipo de boicote aos Jogos de 2024. No entanto, esse é um assunto controverso no segmento olímpico. No último Campeonato Mundial feminino de boxe, por exemplo, 11 países boicotaram o evento porque não concordavam com a participação de russos e bielorrussos, especialmente porque não tiveram que competir como atletas neutros, como acontece no tênis, por exemplo.</p>
<p>“A gente monitora o que acontece nas decisões do COI, que é nosso maior parceiro, mas somos entidades autônomas, que tomam decisões às vezes alinhadas, às vezes não. Nos Jogos [do] Rio [de Janeiro, em] 2016, na questão do doping da Rússia, tivemos uma decisão diferente [os russos foram liberados para competir na Olimpíada, mas não na Paralimpíada]. No momento, os comitês de Rússia e Belarus não podem inscrever atletas em nenhuma competição sancionada pelo IPC. Em algumas modalidades também atuamos como federação, em outras a decisão é de cada federação”, explicou Parsons.</p>
<p>“A assembleia é formada por todos os comitês do mundo e federações internacionais. Pode ser que se tome uma decisão específica quanto a Paris 2024, ou até Milano-Cortina [Itália, sede da Paralimpíada de Inverno, em] 2026. E, obviamente, vamos monitorar a situação da Ucrânia, ver a questão da guerra, se houve algum desenvolvimento para a paz, como isso pode afetar [a decisão]”, completou.</p>
<h2>Equidade de gênero</h2>
<p>A Paralimpíada de Paris terá a maior representatividade feminina de todos os tempos, com 235 disputas por medalhas (representando 42,8% do total) e 1.859 vagas (42,5%) destinadas às mulheres. O presidente do IPC afirmou que a meta da entidade é alcançar a equidade de gênero nos Jogos de Brisbane, em 2032.</p>
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<p>“Desde Sydney [Austrália, em 2000], mas especialmente depois de Pequim [2008], estamos aumentando de forma sólida as vagas femininas. Mas outra preocupação é desenvolver lideranças femininas. Em 2021 mudamos nosso estatuto em vários aspectos e um deles é [aumentar] a representação feminina em vários níveis, desde as comissões. O atleta é o principal, fundamental, mas precisamos dessas lideranças”, afirmou o dirigente, que enumerou razões para a presença masculina no paradesporto ainda ser numericamente superior.</p>
<p>“Em muitos países é uma questão cultural, do acesso da mulher em geral e com deficiência ao esporte. Existem também fatores como o percentual de homens vítimas de acidentes ser maior. Mas o fundamental é o aspecto cultural e como você proporciona a entrada das mulheres com deficiência ao esporte em nível nacional. Como fazer para atrair mais mulheres, é cultura, [derrubar] tabus, que vai mais além”, concluiu.</p>
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